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Magno Malta e Kleber Rangel reúne direita em Vitória da Conquista

  por Manoel Gusmão - 16/03/2019 16:05
Foto: Manoel Gusmão - Criativa On Line

A sexta-feira à noite não impediu que o público-alvo comparecesse ao evento.

Não foi lotado, mas tinha um bom público. O pessoal de Salomão não se fez presente, nem o próprio. O Kleber se ouve muito bem, tem embasamento político, fez um discurso comedido e conciliador, mostrou que sabe lidar com as disputas internas. O Malta é de um tribuno de altíssimo nível, chama os dias de hoje como “segundo momento. O primeiro já passou, já elegemos o Bolsonaro, agora é ajudá-lo a governar”.

Kleber ressaltou a sua paixão por Vitória da Conquista, onde nasceu e construiu família, e onde parte dela ainda permanece. Destacou a participação do seu velho pai, Washington Duque de Rangel, Seu Nino, no seio da cidade: “meu pai, os mais velhos que estão aqui lembram dele. Foi mecânico, foi da Comveima, criou a Cozaém, foi ativo participante do Lions, dirigente do Clube Social Conquista, provedor da Santa Casa de Misericórdia e também secretário municipal no governo de Pedral. Estou com Malta  nessa missão de cruzar a Bahia e contribuir com a volta da brasilidade no meio do nosso povo”.

A sexta-feira à noite não impediu que o público-alvo comparecesse ao evento. O Grupo Endireita Conquista marcou presença uniformizado, estudantes e profissionais liberais estiveram atentos acompanhando as falas dos dois conviidados. Foram convidados a compor a mesa o advogado Thiago Rangel, por estar na plenária e em respeito a sua trajetória política, Clovis Flores foi convidado, o ex-vereador Arlindo Rebouças, Manoel Messias, representando o presidente local do PR,  vereador Luciano Gomes, além de Valter “Mito”, do Endireita Conquista.

O senador Magno Malta enfatizou que sempre é muito bom estar em Conquista, “estive aqui com Kleber, me sinto em casa, nasci em Macarani e aos seis anos mudei para Itapetinga. Lá conheci Mão Branca,  fizemos juntos um concurso para trabalhar na rádio, ele passou e eu não. Fui eleito vereador no interior do Espírito Santo, Cachoeiro do Itapemirim, depois deputado, estadual, federal, senador, ajudei a construir leis importantes para o país, por exemplo, a da pedofilia e a “tatuagem” que fica nas pernas dos ladrões e bandidos,  principalmente os de “colarinho branco”, a famosa Lei da Tornozeleira.

Estamos vivendo o “segundo momento”, repito, o primeiro já passou, já elegemos o presidente. O povo queria um dirigente capaz de enfrentar a violência, que fosse capaz de devolver ao país as cores verde e amarelo, a eleição foi ganha sem prometer um açude, uma barragem, um hospital, nenhuma grande obra foi prometida, o povo só queria se livrar desses esquerdopatas que atraiu nossos jovens para o crime e para o tráfico. O Brasil é o maior país cristão do mundo, somos compostos de católicos, evangélicos e espíritas, mas esses malucos destruíram os nossos jovens proibindo-os de trabalhar e os entregou ao mundo fácil das drogas.

Eu não lutei por Bolsonaro para que ele me desse um emprego, um ministério, fiz por estar certo que cumpria minha missão”, destacou o baiano de Macarani.

O prefeito Herzem Gusmão não esteve presente, ele se encontra em Brasília acompanhado dos secretários Marcos Ferreira, Diego Gomes e Matheus, onde foi recebido pelo Ministro da Integração Nacional.

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