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Flica 2018 é encerrada com debate sobre protagonismo da mulher negra na literatura

A Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) chegou ao último dia, na manhã deste domingo (14), com a mesa 'Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras'. A discussão é parte do projeto da professora e doutoranda em Literatura e Cultura Dayse Sacramento, que se debruça sobre o livro 'Insubmissas Lágrimas de Mulheres', escrito por Conceição Evaristo, grande homenageada da 8ª edição da Flica. 

Com a participação de um grupo de mulheres negras, o projeto orientado por Dayse analisa os 13 relatos que compõem a publicação de Evaristo. Na abertura da mesa, a pesquisadora ressaltou a pouca representação das mulheres negras na sociedade. 

“Nós, mulheres negras, somos 27,5% da população deste país e não estamos representadas. Muitas vezes, temos as nossas representações negligenciadas nos espaços de poder. Temos como exemplo o boicote à eleição de Conceição Evaristo para a Academia Brasileira de Letras [ABL], uma instituição que, historicamente, nunca contou com a nossa presença, o nosso corpo, o nosso cabelo e o nosso texto dentro da ABL”, desabafou Sacramento. 

Desde a última quinta-feira (11), a festa literária, patrocinada pelo Governo do Estado, promoveu mais de 20 horas de debates no claustro do Conjunto do Carmo. Mais de 22 atrações divertiram as crianças no Espaço Fliquinha. Na Casa do Governo/ Fundação Hansen Bahia, secretarias estaduais realizaram os diversos tipos de atividade, a exemplo de saraus, oficinas e bate-papos. 

De acordo com o coordenador-geral da Flica e um dos idealizadores do evento, Emmanuel Mirdad, a 8ª edição é marcada pela consolidação definitiva da Flica. “A cidade está completamente tomada de gente participando da Flica. Agora vamos nos debruçar sobre os preparativos para a próxima edição, a exemplo da necessidade de ampliação do espaço. Tem muita gente na Bahia e fora que deseja vir para cá, já que a Flica agora reverbera como a segunda maior festa literária do país”, avaliou.  

Questionado sobre a repercussão positiva de promover a discussão da representatividade da escrita de mulheres negras, Mirdad garantiu que a Flica sempre esteve atenta a públicos que não são contemplados nos meios tradicionais. 

Ao homenagear Conceição Evaristo, percebemos que era o momento de dar uma evidência maior às mulheres negras”, concluiu o coordenador. 

Postado em 15 de Outubro, às 10:25 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Atividades voltadas para estudantes movimentam a FLICA 2018 em Cachoeira

Diversas atividades promovidas pela Secretaria da Educação do Estado têm mobilizado estudantes, educadores e visitantes que participam da Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), que neste sábado (13) entrou no seu terceiro dia.

São oficinas, saraus literários, rodas de conversa e exposições de obras artísticas produzidas por estudantes da rede estadual que estão movimentando o espaço Educar para transformar, na Fundação Hansen Bahia.

O secretário Walter Pinheiro destaca que a festa literária é uma oportunidade para que os estudantes possam mostrar seus talentos. “Por isso trouxemos alunos dos colégios estaduais de diversos municípios para expor suas obras no espaço montado pela Secretaria da Educação.

Montamos também uma extensa programação para todos os dias, inclusive com a realização dos saraus literários e a apresentação de projetos que são desenvolvidos no âmbito das escolas”. Mais de 100 estudantes protagonizam os projetos Tempos de Arte Literária (TAL), Artes Visuais Estudantis (AVE), Festival Anual da Canção Estudantil (FACE), Educação Patrimonial e Artística (EPA), Escolas Culturais e e-Nova Educação.

Utilizando lápis, papéis e palavras recortadas, os estudantes se dedicaram na manhã de hoje à arte da poesia, com as oficinas artísticas 'Eu escritor' e 'Papéis Interativos'. As oficinas foram ministradas pelos professores do Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC) de Salvador Elizabeth Maluf e Ives Quaglia.

Os estudantes também compartilharam e discutiram sobre suas produções literárias como poesias e demais textos durante os encontros literários. No encontro literário ‘Fala escritor’, o ex-estudante da rede estadual Roberth Novaes, que atualmente é escritor e estudante de Letras Vernáculas na Universidade Federal da Bahia (UFBA), dialogou sobre o começo da sua trajetória de escritor e, também, leu trechos de seu livro de poesias ‘Tourada imaginária’, que lançou no evento.

Em outro encontro literário, a professora de Língua Portuguesa Alessandra Sampaio, que leciona no Colégio Estadual Ana Bernardes, em Salvador, lançou e compartilhou a coletânea de poesias ‘Afluentes poéticos’. “Tratam-se de poesias escritas por 16 professores que ensinam ou já ensinaram no Colégio Ana Bernardes e que abordam temas como gênero, violência contra juventude e regionalidade afro. Ele serve como suporte para a aplicabilidade da Lei 10.639, que trata da aplicação do ensino de História e Cultura Afro rede estadual”, explicou a educadora.

A programação artística foi marcada pela apresentação de dança do projeto Escolas Culturais, realizada pelo grupo ABW. As coreografias de dança de rua foram performadas na Praça 2 de Julho, também conhecida como Praça Teixeira de Freitas.

O projeto e-Nova Educação, desenvolvido pela Secretaria da Educação em parceria com o Google, também foi apresentado neste sábado aos participantes da FLICA.  Estudantes e professores do Estado e das redes municipal, federal e particular utilizaram os Chromebooks que estão sendo utilizados como ferramentas pedagógicas em sala de aula nas escolas estaduais que participam do projeto.

A professora Maria da Conceição, do Colégio Estadual Leônidas de Araújo Silva, em Tabocas do Brejo Velho, que está fazendo o curso online de uso pedagógico de tecnologias educacionais, promovido pela Secretaria em parceria com a UFBA para mais de 23 mil professores da rede estadual,  participou da oficina na FLICA. "Com o e-Nova, o aluno está aprendendo com o celular em sala de aula. Isto é um avanço e acho que mais para nós professores, porque os alunos são conectados", destacou.
 

 

Postado em 14 de Outubro, às 08:03 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Estudantes da rede estadual apresentam ferramentas tecnológicas usadas em sala de aula na FLICA 2018

As ferramentas tecnológicas utilizadas pelos estudantes em sala de aula, graças ao projeto e-Nova Educação, que é desenvolvido pela Secretaria da Educação do Estado em parceria com o Google, estão sendo apresentadas durante a Feira Literária Internacional de Cachoeira (FLICA), que acontece até domingo (14), em Cachoeira. Com o uso de chromebooks, estudantes e professores da rede estadual simulam aulas e mostram como o uso da tecnologia digital tem dinamizado o processo de ensino e aprendizagem dos estudantes.

As atividades estão sendo realizadas, de forma interativa com o público, no Espaço Educar para Transformar, localizado no prédio da Fundação Hansen Bahia, em Cachoeira. Nesta quinta-feira, os estudantes e professores do Centro Educacional Gastão Guimarães e do Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Áureo de Oliveira Filho, ambos de Feira de Santana, fazem demonstrações de aulas com o uso do G-Suite.

A coordenadora pedagógica do Centro Educacional Gastão Guimarães, Andréa Rodrigues, falou sobre a iniciativa. “Estamos mostrando atividades desenvolvidas na disciplina de Biologia, no 2º ano do Ensino Médio matutino, como são utilizados recursos como o Classroom e outros serviços do G-Suite. A utilização dos Chromebooks está sendo muito bem aproveitada pelos professores como forma de realizar atividades e avaliações com os estudantes, ampliando as possibilidades de aprendizagem”, disse.

O estudante do 2º ano, Yuri Caetano, 16 anos, está entusiasmado com a participação na FLICA e explica o que mudou a partir da utilização das ferramentas tecnológicas. “O projeto e-Nova Educação está criando um ambiente para o estudante muito mais atrativo. O que estamos mostrando aqui é que podemos realizar atividades e avaliações de forma mais dinâmica com o uso dos chromebooks. É muito bacana ver toda a turma interagindo, além de ser muito mais fácil para o professor, que pode passar tarefas online e nós sermos notificados mesmo que não estejamos na escola por meio do Classroom”, explicou.

O secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, destaca a ação do projeto. “Iniciamos o e-Nova em 20 escolas de forma piloto, para em seguida levar a iniciativa para mais de 500 colégios, onde os estudantes e professores já estão desenvolvendo projetos e aplicativos, além de acessarem milhares de conteúdos disponibilizados pela Secretaria. Esta é uma forma de fortalecer o eixo pedagógico das escolas, a partir de ferramentas tecnológicas aplicadas à Educação”.  

Livro Digital
 
Os participantes da FLICA também conheceram o livro digital ‘Bahia, Brasil: identidade, trabalho e inovação’, que está sendo utilizado pelos estudantes da rede estadual dentro do projeto e-Nova Educação. O livro é uma ferramenta disponibilizada pela Secretaria da Educação do Estado, por meio do projeto Ciência na Escola, para apoiar e motivar os professores a desenvolverem uma pedagogia baseada na realidade dos Territórios de Identidade da Bahia.
 
O livro aborda diversas áreas do conhecimento, de forma ilustrativa e dinâmica, possibilitando que o estudante perceba a conexão existente entre sua vida e tudo o que ele aprende na escola. A coordenadora do Projeto Ciência na Escola, Shirley Costa, disse que apresentar o livro digital na FLICA tem um sentido especial. "Isto mostra como a Secretaria vem inspirando as novas linguagens e tecnologias existentes, para tornar o processo de ensino e aprendizagem mais dinâmico e divertido. A FLICA é um espaço interativo de novas aprendizagens e o livro digital é uma porta aberta para isto, principalmente por trazer temas que retratam o território, a Bahia e até mesmo aspectos históricos e culturais de Cachoeira", afirmou.
 
Lançado em março deste ano, o livro possui três versões. A primeira versão disponibilizada é muito próxima a de um livro tradicional, onde se pode mudar as páginas, dar zoom para aproximar a leitura do texto e fazer buscas por palavras no conteúdo. A segunda versão é a de acessibilidade voltada para todos que têm baixa visão ou dificuldades de ler no dispositivo digital, na qual todas as imagens estão transcritas e todo o conteúdo pode ser escutado como se fosse um áudio-livro. Já a terceira versão é a conversão do livro num grande conjunto de pequenos aplicativos onde cada um deles permite maior interação do aluno e do professor com o conteúdo. A primeira versão está disponível para download no Portal da Educação: www.educacao.ba.gov.br.

Postado em 13 de Outubro, às 08:56 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Valter Hugo Mãe movimentou a abertura da Flica edição 2018

Na tarde desta quinta-feira (11), foi dada a largada para mais uma edição da Feira Literária Internacional de Cachoeira, que acontece até o domingo (14), no recôncavo baiano. Considerada uma das maiores feiras literárias do país, a Flica chega à sua 8ª edição reunindo uma programação variada, conduzida por autores da literatura nacional e internacional, sob a curadoria do jornalista Tom Correia. 

Neste primeiro dia, o premiado autor português Valter Hugo Mãe, comandou a mesa de abertura “Escritores em um mundo intolerante e deserto de compaixão”, com a participação do escritor baiano Aleiton Fonseca e mediação de Zulu Araújo, diretor da Fundação Pedro Calmon.

Acho muito importante que aconteçam coisas que sejam da paz. Que nós possamos conversar, expor nossas consciências de boa fé. Estamos todos preocupados com a possibilidade de exercer a paz”, disse o autor Valter Hugo Mãe. “Se não temos consciência da nossa história nunca vamos conseguir pensar num futuro”, finalizou.

Este ano o evento homenageia a escritora Conceição Evaristo, representante da militância político-social e uma das autoras negras mais conhecidas do país e recebe também ativista norte-americana Patricia Hill Collins, a premiada escritora colombiana Margarita Garcia Robayo, e o ilustrador Gusti, que vai lançar o livro infantil “Não Somos Anjinhos” durante a Fliquinha – que acontece paralelamente.

A Flica tem patrocínio máster do BNDES e Governo do Estado, apoio da Prefeitura Municipal de Cachoeira e Caixa e realização Cali, Icontent, Ministério da Cultura e Governo Federal.

Ainda hoje, o público poderá conferir a mesa “Pequenas revoluções em nossas trincheiras cotidianas” com os autores Aidil Araújo Lima e Julián Fuks, sobre mediação de Wesley Correia.

Amanhã (12), a programação da Flica inicia às 10h. Passarão pelo evento autores como Noemi Jaffe e Ricardo Aleixo, Silviano Santiago e Marcus Vinícius Rodrigues, Margarita García Robayo e Eryane Leão.

Na programação da Fliquinha, a garotada curtirá os autores Lulu Lima, Odilon Moraes e Ana Cláudia Bastos, além dos espetáculos Coletivo Duo “Em busca da Ilha Desconhecida”, Grupo Canastra Real “Toada Crianceira: Cancioneiro Brincante da Infância” e Teatro Griô “Minha Aldeia”.

Postado em 13 de Outubro, às 08:49 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

UFRB divulga seleção dos programas de pós-graduação para ingresso em 2019.1

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) informa que está com inscrições abertas para o processo seletivo regular dos cursos de pós-graduação stricto sensu para ingresso no semestre 2019.1. Ao todo, são ofertadas 179 vagas para os cursos de mestrado e 13 vagas para os cursos de doutorado.

As oportunidades são para os programas em Ciência Animal (16 vagas/Mestrado), Ciências Agrárias (8 vagas/Mestrado e 7 vagas/Doutorado), Ciências Sociais (16 vagas/Mestrado), Comunicação (16 vagas/Mestrado), Defesa Agropecuária (17 vagas/Mestrado), Educação do Campo (20 vagas/Mestrado), Engenharia Agrícola (6 vagas/Mestrado e 6 vagas/Doutorado), Gestão de Políticas Públicas e Segurança Social (20 vagas/Mestrado), História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas (20 vagas/Mestrado), Microbiologia Agrícola (14 vagas/Mestrado), Recursos Genéticos Vegetais (16 vagas/Mestrado) e Solos e Qualidade de Ecossistemas (10 vagas/Mestrado).

As inscrições estão abertas até o dia 09 de novembro, nos locais indicados nos respectivos editais. Para o programa de pós-graduação em Comunicação, as inscrições se encerram em 26 de outubro. Para o de Ciências Sociais, as inscrições vão até 29 de outubro. E para os programas em Educação no Campo e Solos e Qualidade de Ecossistemas, a data final de inscrições é 05 de novembro. As inscrições serão realizadas pessoalmente, nos locais indicados nos editais, ou exclusivamente via postal (SEDEX), sendo que a data de postagem não pode exceder o prazo final das inscrições.

A taxa de inscrição é no valor de R$ 65,00 (sessenta e cinco reais) para os cursos de mestrado e R$ 75,00 (setenta e cinco reais) para os cursos de doutorado. Os critérios de seleção envolvem análise da documentação exigida, provas escrita, oral e de línguas estrangeiras e defesa de um projeto de pesquisa.

Política de cotas – De acordo com a Resolução CONSUNI Nº 02/2009, são reservados, no mínimo, 10% das vagas em cada programa de pós-graduação da UFRB para servidores técnicos administrativos do quadro efetivo da instituição, desde que atendam aos requisitos de mérito estabelecidos nos editais.

A partir deste ano, os processos seletivos para os cursos de pós-graduação da UFRB também contemplam a política de cotas para o acesso de estudantes negros, quilombolas, indígenas, pessoas trans (transgêneros, transexuais e travestis) e pessoas com deficiência, de acordo com a Resolução CONAC Nº 033/2018.

Postado em 12 de Outubro, às 20:42 por Ivanildo Bastos 0 comentários

Livro para download gratuito, escrito por adolescente, traz combate ao preconceito religioso

 Já está disponível para download, no site da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil – FAMBRAS, o livro “Discursos Diretos”, de Ana Clara Gonçalves Sampaio. A adolescente mineira, de 16 anos, brilhou na última Bienal do Livro de São Paulo, quando lançou sua obra, apoiada pela Federação, por trazer um tema importante à tona: a islamofobia.
 
Entenda o projeto que fez nascer a obra Discursos Diretos
 
Aos 14, Ana Clara recebeu, na escola, a proposta de participar de um debate sobre o Islam, o terrorismo e os estereótipos envolvendo esta religião e decidiu usar a rede social Twitter para pedir a muçulmanos e não muçulmanos que mandassem seus depoimentos para ajudá-la no trabalho escolar. Ela decidiu reunir os depoimentos no formato de um livro, já que o conteúdo foi tão impressionante que desfez na menina e em sua turma da escola qualquer preconceito que havia contra o povo muçulmano.
 
A ideia do livro de Ana Clara chegou à Federação das Associações Muçulmanas do Brasil – FAMBRAS e a entidade decidiu apoiar o projeto, lançando a obra durante a 25ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, evento que aconteceu na capital paulista em agosto. “Eu espero que esses 40 depoimentos e o desdobramento deles possam realmente mudar a imagem que as pessoas têm do Islam e dos muçulmanos porque essa experiência mudou minha vida”, disse a jovem autora, no lançamento do livro.
 
O sucesso da obra foi tão grande que, agora, ela está disponível para download. “Indicamos a leitura em escolas, de maneira a trabalhar o combate ao preconceito religioso. É uma forma bem didática e, ao mesmo tempo, próxima ao jovem, porque traz casos práticos, depoimentos reais, que eles podem entender e transportar para suas vidas. Com esse projeto, queremos mostrar que o Islam é uma religião como outra qualquer: em busca da paz, da compaixão e da solidariedade”, explica Ali Zoghbi, vice-presidente da FAMBRAS.

 Sobre a FAMBRAS
 
A Federação das Associações Muçulmanas do Brasil - FAMBRAS, foi criada há quase 40 anos. Atua nos âmbitos religioso, social, cultural, econômico e diplomático. Dentro destas esferas, desenvolve projetos que contemplam a divulgação do Islam e ações educacionais, culturais e assistenciais - tanto em benefício dos muçulmanos como das comunidades carentes do Brasil. Outras preocupações da FAMBRAS são ajudar a manter vivas as práticas do Islam e combater o preconceito aos muçulmanos por meio da informação.
 
O trabalho da Federação conta com o reconhecimento de renomadas instituições nacionais e internacionais. O apoio da FAMBRAS Halal - a primeira instituição certificadora Halal do Brasil, em operação desde 1979 – tem sido determinante para a concretização e ampliação dos projetos a cada ano. 

Postado em 10 de Outubro, às 15:42 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

UFRB divulga seleção dos programas de pós-graduação para ingresso em 2019.1

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) informa que está com inscrições abertas para o processo seletivo regular dos cursos de pós-graduação stricto sensupara ingresso no semestre 2019.1. Ao todo, são ofertadas 179 vagas para os cursos de mestrado e 13 vagas para os cursos de doutorado.

As oportunidades são para os programas em Ciência Animal (16 vagas/Mestrado), Ciências Agrárias (8 vagas/Mestrado e 7 vagas/Doutorado), Ciências Sociais (16 vagas/Mestrado), Comunicação (16 vagas/Mestrado), Defesa Agropecuária (17 vagas/Mestrado), Educação do Campo (20 vagas/Mestrado), Engenharia Agrícola (6 vagas/Mestrado e 6 vagas/Doutorado), Gestão de Políticas Públicas e Segurança Social (20 vagas/Mestrado), História da África, da Diáspora e dos Povos Indígenas (20 vagas/Mestrado), Microbiologia Agrícola (14 vagas/Mestrado), Recursos Genéticos Vegetais (16 vagas/Mestrado) e Solos e Qualidade de Ecossistemas (10 vagas/Mestrado).

As inscrições estão abertas até o dia 09 de novembro, nos locais indicados nos respectivos editais. Para o programa de pós-graduação em Comunicação, as inscrições se encerram em 26 de outubro. Para o de Ciências Sociais, as inscrições vão até 29 de outubro.

E para os programas em Educação no Campo e Solos e Qualidade de Ecossistemas, a data final de inscrições é 05 de novembro.

As inscrições serão realizadas pessoalmente, nos locais indicados nos editais, ou exclusivamente via postal (SEDEX), sendo que a data de postagem não pode exceder o prazo final das inscrições.

A taxa de inscrição é no valor de R$ 65,00 (sessenta e cinco reais) para os cursos de mestrado e R$ 75,00 (setenta e cinco reais) para os cursos de doutorado.

Os critérios de seleção envolvem análise da documentação exigida, provas escrita, oral e de línguas estrangeiras e defesa de um projeto de pesquisa.

Política de cotas – De acordo com a Resolução CONSUNI Nº 02/2009, são reservados, no mínimo, 10% das vagas em cada programa de pós-graduação da UFRB para servidores técnicos administrativos do quadro efetivo da instituição, desde que atendam aos requisitos de mérito estabelecidos nos editais.

A partir deste ano, os processos seletivos para os cursos de pós-graduação da UFRB também contemplam a política de cotas para o acesso de estudantes negros, quilombolas, indígenas, pessoas trans (transgêneros, transexuais e travestis) e pessoas com deficiência, de acordo com a Resolução CONAC Nº 033/2018.

Postado em 10 de Outubro, às 15:40 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

SecultBA reabre inscrições para capacitação de jovens em projetos culturais

Estão abertas as inscrições para as novas turmas do curso de formação Bahia Criativa – Jovens Empreendedores, nas cidades de Ilhéus e Vitória da Conquista. Os interessados têm entre 08 de outubro e 05 de novembro de 2018 para enviar sua inscrição por meio do site www.bahiacriativa.ba.gov.br.

Os ciclos de formação incluirão oficinas e consultorias coletivas, abordando temas como Financiamento de Empreendimentos Criativos; Marketing Cultural; Elaboração de Projetos; Preparação para pitching; Enquadramento de Projetos Culturais; Marketing para Empreendedores Culturais e Formatação de Portfólio. Ao final da formação, espera-se que cada participante disponha de conhecimento e competências para transformar suas ideias em projetos e empreendimentos tecnicamente viáveis e estruturados para a captação de recursos.

 O Projeto Bahia Criativa - Jovens Empreendedores já realizou dois ciclos de formação em Salvador. Poderão se inscrever jovens com idade entre 18 e 29 anos com ensino médio completo e atuação individual ou coletiva em projetos, negócios, serviços, coletivos ou organizações sociais ligados à cultura. As atividades acontecerão na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus (30 vagas), e no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, em Vitória da Conquista (30 Vagas), totalizando 64 horas de formação por grupo. A capacitação oferece aos participantes um conjunto de técnicas e ferramentas que possibilitam transformar suas ideias ligadas à economia criativa em projetos e empreendimentos tecnicamente viáveis.

Os candidatos devem preencher o formulário disponível no website do Escritório Bahia Criativa (www.bahiacriativa.ba.gov.br). Além de responder as perguntas, os candidatos poderão anexar vídeos, fotos, portfólios, etc. As candidaturas serão analisadas e a lista dos candidatos selecionados deverá ser divulgada em 12 de novembro.

A execução do projeto é do Escritório Bahia Criativa, vinculado à Superintendência de Promoção Cultural (Suprocult) da SecultBA que tem por diretriz atuar na concepção, planejamento e execução de ações voltadas à gestão, empreendedorismo e inovação de negócios criativos, em todo o território baiano. Desde a sua inauguração, em maio de 2014, o Bahia Criativa realizou, aproximadamente, quatro mil atendimentos presenciais a empreendedores culturais — entre atividades de formação e consultoria — alcançando todos os 27 Territórios de Identidade do estado.

Postado em 10 de Outubro, às 08:19 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Ticiano Leony lança seu quinto livro

No próximo dia 18 de outubro, a partir das 18 horas, no restaurante Casa de Tereza,Ticiano Leony lança seu quinto livro. Batizado de Cafundó – Tempo de Vingança a obra foi divididaem 17 capítulos, a vingança é a base da trama.
 
Tudo começa com a fuga de um sertanejo da seca, indo de uma região ao norte de Alagoas, quase Pernambuco e chega à região sudoeste da Bahia onde reina o cacau. Vivendo literalmente destes frutos, tem com a filha de um cacauicultor de médio porte seis filhos, duas moças e quatro rapazes.
 
Para educar os filhos, o casal os envia para morar em Vitória da Conquista. Lá eles se transformam em ladrões de automóveis e de cargas de caminhões. Acabam descobertos por um casal jovem e resolvem, por influência de um deles, praticar uma "queima de arquivo". Mas os jovens tinham família conhecida e querida. Amigos que promovem a vingança pela morte dos dois, eliminando toda a família, um a um.
 
"Ticiano Leony nos conta esta história como quem está numa varanda em noite chuvosa, ao lado dos seus ouvintes, trazendo de memória um grande caso. Assim acompanhamos a trajetória da família Macedo na zona rural de Vitória da Conquista, que consegue sair da pobreza deixando atrás de si um rastro de pólvora", disse Saulo Dourado, que assina a orelha do livro.

De acordo com Ticiano Cafundó é qualquer lugar perdido entre vales de difícil acesso. No caso é uma alusão figurada a um lugar aonde a verdade não chegou, mas onde a vingança fez morada. Desenvolvido a partir de um caso de polícia jamais resolvido, envolve personagens imaginários para dar solução ao caso. "É uma obra de ficção, embora plausível. Sendo um livro curto, não há muito o que resumir sob pena de contar a história toda. Envolve amor, desprezo, ira, comiseração, desespero, lágrimas e fracassos. Há de ler, para entender até que ponto vai o rancor que alimenta a vingança", disse o autor.

"As obras de Ticiano Leony apresentam um relevante contexto histórico e cultural, relatando com perfeição os costumes e a arquitetura social dos grapiúnas, com síntese apurada sobre hábitos alimentares, vida religiosa e familiar, expondo o comportamento de trabalhadores, fazendeiros, oficiais, profissionais liberais e um sem número de artífices da esfera popular, merecendo do leitor anotações que irão enriquecer seu pensamento", disse a juíza de direito, Nícia Olga Andrade Dantas, que assina a orelha do livro.
 
De acordo com a juíza, o escritor retrata fielmente o linguajar regional e transmitindo ao leitor informações inéditas, é primoroso nos detalhes e nas descrições de fatos e do ambiente, da natureza exuberante e dos hábitos do cotidiano.
 
Este é o quinto livro de Leony, que é engenheiro formado pela Universidade Federal da Bahia, já foi fazendeiro e empresário.  O primeiro foi batizado "Baraqueçaba, casos do acaso". O segundo "Orobó, o périplo apoteótico de um sertanejo assinalado". O terceiro "Serinhaém – azul do mar profundo" e o quarto "Pirangy, um caso escuso", todas publicadas e editadas pela Caramurê publicações.
 
"Ticiano é um escritor que com maestria permeia entre a ficção e a realidade. Seu talento entusiasma o leitor, fazendo que este mergulhe no seu universo criado ou real", disse Fernando Oberlander da Caramurê Publicações.

Postado em 10 de Outubro, às 08:13 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

UNDIME articula defesa da Política de Inovação Educação Conectada, que será votada hoje na Câmara

Representantes da Undime participam na manhã desta terça-feira (9) da reunião que debate a instituição do Programa Educação Conectada como política de Inovação Educação Conectada no Brasil. Promovido pelo Ministério da Educação (MEC), o encontro foi pautado pelo debate sobre como instituições podem atuar em prol da sanção do Projeto de Lei nº 9.165/17, previsto para ser votado ainda hoje no Plenário da Câmara dos Deputados, conforme a Ordem do Dia.

Convidados pelo Ministério, os Presidentes das Seccionais da Undime Ceará e Bahia, José Marques Aurélio e Williams Panfile Brandão, porta-vozes da Undime no Comitê Consultivo da Educação Conectada, expuseram as experiências regionais na execução do Programa ao lado da Coordenadora-Geral de Tecnologias e Inovação da Educação Básica do MEC, Marlucia Amaral, e do Coordenador-Geral de Apoio às Redes de Educação Básica e Infraestrutura Educacional do MEC, Alexsander Moreira. Também estiveram presentes coordenadores e professores que atuam diretamente na iniciativa nos estados do Rio de Janeiro e de Alagoas. Em conjunto, eles fizeram a leitura do documento e definiram estratégias para angariar apoio ao projeto no Poder Legislativo.

A partir do encontro, a expectativa é que o grupo atue na articulação junto a parlamentares do Congresso Nacional para que o PL seja aprovado com a máxima urgência. A sanção deverá garantir uma linha de recursos exclusiva para promover a universalização do acesso à internet em alta velocidade em escolas brasileiras e fomentar a utilização das tecnologias digitais na educação básica. “Com a Lei, podemos criar a sustentabilidade do Programa ao garantir financiamento direto e dotação orçamentária própria para a efetivação da iniciativa em todo o país”, apontou Alexander Moreira. 

O texto do PL prevê a inserção da tecnologia como ferramenta pedagógica de uso cotidiano nas escolas públicas de educação básica. A redação cita ainda que se aprovada, a Política deverá ser executada em articulação com outros programas, apoiados técnica ou financeiramente pelo Governo Federal destinados à inovação e à tecnologia na educação. Atualmente, o Programa está sendo empregado em 16 mil escolas do país, selecionadas com base na capacidade de adotar internet de alta qualidade em sala de aula, devendo ser expandida para 22 mil escolas até o fim de 2018.

A Política de Inovação Educação Conectada vem de encontro à estratégia 7.15do Plano Nacional de Educação (PNE), que preconiza a “universalização”, até o quinto ano de vigência do Plano, o acesso à rede mundial de computadores em banda larga de alta velocidade e triplicar, até o final da década, a relação computador/aluno nas escolas da rede pública de educação básica, promovendo a utilização pedagógica das tecnologias da informação e da comunicação.

Postado em 09 de Outubro, às 15:31 por Magno Bastos 0 comentários

Estudante e professora de Feira de Santana representarão o Brasil no Campeonato Sul-americano de Orientação no Uruguai

A estudante Geovanna Teles Cordeiro Mineiro, 15, que cursa o 1º ano no Colégio Estadual Rotary, localizado em Feira de Santana (99,3 km de Salvador), e sua mãe, a professora da rede estadual, Erika Teles Cordeiro Mineiro, que leciona Ciências no Centro Integrado de Educação Assis Chateaubriand, irão representar a Bahia e o Brasil no Campeonato Sul-americano de Orientação, que será realizado de 8 a 11 de novembro, no Uruguai.

Geovanna competirá na categoria D16E e Erika, na categoria D40A. A mãe é técnica e a grande inspiração para a filha, que vem se destacando no cenário nacional nesta modalidade esportiva, na qual se usa mapa e bússulas para percorrer distâncias e a própria natureza como campo de jogo. Por isto, a Orientação é conhecida como uma modalidade que ajuda a disseminar a proposta de proteção do meio ambiente. Geovanna, que pratica o esporte desde 2014, já conquistou o 1° lugar no XIX Campeonato Brasileiro de Orientação (CAMBOR), em 2017 e, também, é bicampeã no Campeonato Metropolitano e no Campeonato Baiano, nos quais participou em 2015 e 2016.

Além de Geovanna e Erika, apenas mais dois atletas baianos irão participar do campeonato. O seu irmão mais velho, Guilherme Teles Cordeiro Mineiro, 18, que competirá na categoria H20E, e o seu amigo Breno Carneiro, que competirá na categoria H18E. Eles viajarão juntos no dia 7 de novembro. Goevanna fala sobre a expectativa de competir fora do seu país. “É muita responsabilidade competir em outro país e representar o Brasil. Estou muito ansiosa para competir e conquistar este título, pois isso significa muito para mim, para a minha família e todos que me apoiam”, afirmou empolgada a estudante, que fará sua primeira viagem internacional.

Segundo a estudante, o esporte vem contribuindo muito para o seu desenvolvimento na escola, principalmente nas disciplinas de Geografia e Matemática. “Participar dos campeonatos me deu uma base muito boa de conhecimento, pois alguns assuntos são cobrados nas disciplinas, a exemplo de Curvas de Níveis e Escalas, e isto é muito importante porque me ajuda no aprendizado”, revelou a estudante.

Esporte em família - O foco, a força e a determinação de Geovanna vêm da família. Ela compete junto com a mãe e o irmão. Eles dizem que são inspirados na mãe Erika Teles que, além de ser a principal torcedora dos filhos e atleta, também é a técnica da equipe. Mestre em Ciências Ambientais e fisioterapeuta, a professora Erika alia os conhecimentos técnicos e a paixão pelo esporte para melhorar, ainda mais, a performance dos filhos. Ela não esconde o orgulho das conquistas que estão chegando.

“Geovanna é uma garota muito aplicada e determinada. A prática esportiva melhorou ainda mais o seu desempenho na escola, porque desenvolve o raciocínio lógico, a autoestima, as relações interpessoais, além de ajudar nas disciplinas, pois o esporte possui uma linguagem interdisciplinar. No campeonato, o atleta precisa fazer uma leitura de mapas e códigos para que possa tomar decisões rápidas e definir a melhor rota do percurso a ser corrido e isso melhora a compreensão de localização”, ressaltou Erika, sobre os benefícios do esporte para o processo de ensino e aprendizagem.

Erika também falou sobre a performance dos demais atletas e explicou como é possível aliar trabalho, família e esporte. “A orientação mudou as nossas vidas. Além de Geovanna e Guilherme, tenho mais dois filhos pequenos e meu esposo que também adoram participar das provas e das atividades na natureza. Também desenvolvo um trabalho com os meus alunos sobre esta modalidade. Embora eu tenha uma rotina intensa de trabalho, o esporte fez com que eu tivesse mais tempo com a minha família e mais energia para os desafios.

Postado em 09 de Outubro, às 11:18 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Estudantes da rede estadual apresentam projetos artísticos e literários durante a FLICA 2018

A cidade de Cachoeira (a 118 km de Salvador), no Recôncavo Baiano, será palco para o protagonismo juvenil de estudantes da rede estadual de ensino, que apresentarão projetos artísticos e literários durante a Festa Literária Internacional de Cachoeira (FLICA) 2018, que será realizada de quinta a domingo (11 a 14 ).

Neste período, o público poderá conferir o talento dos estudantes por meio das arte, dança, poesia e literatura e, também, participar de oficinas, rodas de leitura e encontros literários de e forma interativa.

Os nossos estudantes são extremamente criativos e suas obras estão conectadas com a realidade dos territórios e mostram a preocupação que eles têm com as questões sociais dos seus locais de origem. Este protagonismo também ressalta o papel pedagógico que a escola desempenha na vida de cada um, fomentando esta capacidade criativa”, destacou.

No Espaço Educar para Transformar, localizado na área verde da Fundação Hansen Bahia, crianças, jovens e adultos apaixonados por arte literária poderão participar de uma programação diversa.

Dentre as atividades, destacam-se: oficina artística de cordel; Papo de cinema com o estudante Josué dos Santos Junior, finalista e premiado da 4ª Mostra da Produção de Vídeos Estudantis (PROVE) e o ator Ismael Marques; Sarau Pedro Calmon: Um homem à frente do seu tempo, com a participação de estudantes selecionados no Concurso Festa Literária na Rede Estadual da Bahia e da Roda de leitura - Imagem, música e literatura: as múltiplas linguagens do nosso cotidiano.

No mesmo espaço, haverá o Sarau literomusical com a interação do público com os estudantes que participaram dos projetos Festival Anual da Canção Estudantil (FACE), Tempos de artes Literárias (TAL), além dos selecionados no Concurso Pedro Calmon: Um homem à frente do seu tempo.

Já no Encontro Literário Fala Escritor, o ex-estudante da rede estadual Roberth Novaes, atual escritor e estudante de Letras, que participou do TAL em 2015/2016, mediará um bate-papo com os participantes do Concurso Pedro Calmon e dos projetos TAL e FACE. Além disso, no salão da Fundação Hansen Bahia será realizada a exposição das obas artísticas desenvolvidas pelos estudantes para os projetos Artes Visuais Estudantis (AVE) e Educação Patrimonial e Artística (EPA).

As demais atividades promovidas pela Secretaria da Educação do Estado da Bahia acontecerão nas salas multiuso, também localizadas na Casa Educar para Transformar. São elas: lançamento da coletânea de artigos do livro 'Nelson Schaun merece um livro’; Oficina de fanzine (revistas em quadrinhos); Rodas de leitura com a Oficina conto de terror; Encontros literários, bate-papo com a autora de histórias infantis, Celina Bezerra; as Oficinas artísticas “Eu escritor” e “Papéis interativos” e o Encontro literário afluentes poéticos, que será uma roda de conversa com autores da coletânea Afluentes poéticos.

Na Praça 2 de Julho e na Praça Teixeira de Freitas, os estudantes da rede, que fazem parte do grupo de dança de rua “ABW”, através do projeto Escolas Cultuais, farão apresentações artística de dança.

Postado em 09 de Outubro, às 11:03 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

UFRB sobre episódio envolvendo Prof. Dr. Nelson Eugênio Montenegro

Conforme declaração do professor, não houve atropelamento ou qualquer tentativa de atitude dolosa. Após se recusar a adquirir material de propaganda contendo imagem de um determinado candidato, o docente teria se sentido ameaçado, retirando-se bruscamente do local, causando danos materiais ao arrastar um varal contendo camisas que estavam sendo vendidas em via pública.

Em seguida, o professor foi perseguido por um policial e levado à delegacia.

Este lamentável incidente ganha repercussão em razão das tensões provocadas pelo momento de acirramento da disputa eleitoral que marca atualmente a sociedade brasileira.

Em um momento de extrema polarização, no qual as mensagens de ódio e de incitação à violência aumentam assustadoramente, a UFRB reitera sua crença na democracia e na valorização de princípios humanísticos, reafirmando o compromisso com a paz e com a defesa intransigente dos direitos humanos.

A Reitoria da UFRB, em nome da comunidade acadêmica, vem a público expressar solidariedade ao colega Prof. Dr. Nelson Eugênio Montenegro, convicta que a sociedade brasileira deve trilhar o caminho do entendimento, da tolerância e dos princípios e ordem democrática.

Postado em 08 de Outubro, às 09:09 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Livros com temática de direitos humanos são vandalizados na UnB

Cinco livros sobre direitos humanos do acervo da Biblioteca Central (BCE) da Universidade de Brasília (UnB) foram propositalmente danificados, tendo algumas páginas rasgadas e riscadas. A instituição divulgou nota informando que está fazendo uma varredura em outros títulos que tratam do mesmo assunto para verificar se há mais obras vandalizadas.

O diretor da BCE, Fernando Leite, informou à Agência Brasil que está sendo feita uma investigação preliminar para apurar as circunstâncias e identificar os responsáveis. Segundo ele, a varredura no acervo deve demorar entre 7 e 15 dias.

“A gente precisa fazer essa identificação para encaminhar o caso para a Polícia Federal. O livro dentro de uma universidade pública é patrimônio público e a investigação sobre depredação de patrimônio público é atribuição da PF”, explicou.

Leite disse que funcionários da biblioteca já tinham identificado danos em três dessas obras ao longo do primeiro semestre do ano. Os títulos foram encaminhados para o setor de restauração da universidade. “Quando soubemos de outras duas obras com o mesmo tema percebemos que não era uma coincidência”, disse.

A Biblioteca Central ocupa uma área de mais de 16 mil metros quadrados, guardando um acervo de 1,5 milhão de itens. Como a maior parte está disposta em estantes, ao longo de mais de 500 corredores, nem todos os locais têm câmeras.

Em nota, o Ministério dos Direitos Humanos lamentou o episódio e ressaltou que a coexistência de ideias e leituras distintas sobre fatos históricos é essencial para a construção de uma sociedade plural, pacífica e tolerante.

“Rasgar obras literárias que veiculam narrativas sobre as conquistas em direitos humanos é, em última análise, impedir a formação de uma visão crítica e democrática do mundo que nos cerca”, destacou o ministro Gustavo Rocha.

Postado em 05 de Outubro, às 15:36 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

A um mês do exame, ansiedade marca alunos que farão Enem

Em um mês, nos dias 4 e 11 de novembro, 5,5 milhões de estudantes em todo país farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na reta final, especialistas recomendam revisões cuidadosas e prática de redação.

É importante também, desde já, dormir e se alimentar bem, para garantir um bom desempenho e evitar ansiedade nos dias do exame.
Carlos Henrique Serrado é um desses estudantes. Ele está no último ano do ensino médio no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, no Rio de Janeiro (Cefet/RJ).

Nas últimas semanas de preparo, ele foca em matemática, ciências da natureza e redação, matérias com maior peso para o curso que deseja, ciência da computação, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“As questões do Enem não são difíceis, o problema é a quantidade delas. Atualmente tenho duas preocupações: tempo e nervosismo. Cada vez mais estou tentando fazer redações ou exercícios mais rápidos, pois, no ano passado, quase não tive tempo de terminar a prova do segundo dia”, disse.

Planejamento

Para o coordenador pedagógico do Colégio Mopi, no Rio de Janeiro, Luiz Rafael Silva, os estudantes devem fazer um planejamento de estudo e ir, aos poucos, desacelerando o ritmo.

“Mais simulados no início desse período, controlando o tempo, contando inclusive o tempo para preencher o cartão de respostas. O dia antes da prova deve ser de relaxamento, senão o aluno vai estar ansioso e isso vai ser um problema” afirma.

“Trinta dias é um tempo curto, mas é sim possível fazer algum nível de preparação”, disse o coordenador pedagógico do pré-vestibular Alub, em Brasília, Leonardo Silvério.

Para ele, nesse tempo, o ideal é se concentrar na realização de exercícios. Ele recomenda que os alunos façam pelo menos uma redação por semana e que baixem as edições anteriores do Enem, disponíveis no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

“A ideia não é que o estudante simplesmente resolva, mas que resolva com tranquilidade, de maneira a absorver o conteúdo. Assim, ele vai conhecendo o sistema de prova e vai conseguindo filtrar como cada conteúdo é cobrado na prova”, explica.

Ansiedade

No dia do exame, um dos maiores inimigos dos estudantes é a ansiedade, segundo professores. Carlos Henrique afirma que, no ano passado, quando fez a prova como treineiro, chegou a tomar um calmante, mas mesmo assim teve dificuldades para lidar com o nervosismo.

“Não conseguia ler direito os enunciados, principalmente os de filosofia, pois tinham textos enormes, ficando cada vez mais ansioso por não conseguir responder”, recorda o estudante.

A um mês da prova, os professores recomendam beber muita água, fazer exercícios físicos e dormir bem.

“Os estudantes ficam muito ansiosos e, nessa ansiedade, comem e bebem. Só que muitas vezes, comem e bebem coisas estimulantes, para não sentir sono. [Na reta final], devem dormir bem e evitar estimulantes, como café, chocolate, açúcar e refrigerantes, que aumentam a sensação de ansiedade”, disse Silvério.

Treineiros

Gabriela de Carvalho ainda não concluiu o ensino médio, mas este será o segundo Enem que fará como treineira. Ela é estudante do 2º ano do ensino médio da Escola Leonardo da Vinci, em Brasília. Para Gabriela, ao ter “intimidade com a prova” ficará mais tranquila no próximo ano. “Acho que é um grande aprendizado, vai me ajudar a ficar mais calma no dia, quando tiver valendo.”

O coordenador pedagógico do Colégio Mopi, no Rio de Janeiro, Luiz Rafael Silva, ressalta que a prova do Enem vai além das habilidades específicas exigidas para os estudantes, é preciso ter resistência.

“O Enem, além de ser uma prova, mede competências, habilidades e conteúdos. É uma prova de resistência. É uma prova que aluno consegue ter êxito se consegue controlar ansiedade e emoções”, diz Silva. Ele recomenda atividades voltadas para o relaxamento e, na semana anterior ao exame, “não ficar tão voltado a rever questões e conceitos, ter segurança no que já foi trabalhado”.

Enem

No primeiro dia do exame, no dia 4, serão aplicadas as provas de linguagem, ciências humanas e redação. A aplicação terá 5h30 de duração. No segundo dia, dia 11, haverá provas de ciências da natureza e matemática. Os estudantes terão cinco horas para resolver as questões.

O exame seleciona os estudantes para vagas no ensino superior público pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e vagas no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Postado em 04 de Outubro, às 15:10 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Inep prepara divulgação dos locais da prova para o dia 22

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgará nas próximas semanas os locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

A previsão é que isso seja feito no próximo dia 22. Os candidatos poderão acessá-lo pela Página do Participante.

Após verificarem os locais onde farão a prova, a recomendação do Inep é que os estudantes conheçam previamente o caminho que será percorrido nos dias do Enem antes da data do exame, para se familiarizarem com a rota, evitando imprevistos no dia.

Na reta final para o exame, que será aplicado nos dias 4 e 11 de novembro, o Inep informa que os estudantes devem ficar atentos e acompanhar as divulgações do instituto, seja pelo site oficial, seja pelo Facebook ou Instagram.

Estudantes

Neste ano, 5,5 milhões de estudantes em todo o país farão o Enem, o que significa imprimir 11 milhões de cadernos de questões. Na semana passada o Inep começou a enviar as provas para as 27 unidades da federação, até então, elas estavam armazenadas em um batalhão do Exército Brasileiro do estado de São Paulo.

A operação envolve  Ministério da Educação (MEC), Ministério da Defesa, Inep e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

As provas seguem para pontos de armazenagem no interior do país. Só no dia das provas, 4 e 11 de novembro, as provas serão enviadas para os 1.725 municípios  de aplicação, sempre com escolta policial e rastreamento via satélite.

Dicas

Desde a semana passada está disponível a Cartilha da Redação, em versão em PDF, para ouvintes, e em vídeo em Língua Brasileiras de Sinais (Libras), para surdos e deficientes auditivos.

A Cartilha detalha todas as competências avaliadas e explica quais critérios serão utilizados nas correções dos textos. Nela estão também redações que obtiveram pontuação máxima no Enem 2017, com comentários.

Segundo o Inep, a ideia é apresentar exemplos positivos que contemplaram todos os critérios máximos de correção pelos diferentes corretores.

Na página do Inep é possível ainda acessar todas as edições anteriores do Enem e os respectivos gabaritos.

Está disponível também uma página com respostas às dúvidas mais frequentes sobre o Enem.

Postado em 04 de Outubro, às 15:04 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Preparação para o vestibular

A boa preparação é o fator determinante para o sucesso no vestibular. Porém, é preciso saber o estilo de prova que você terá de fazer, pois cada uma tem a sua especificidade. Por exemplo, quem irá buscar cursos nas áreas humanas, as provas privilegiam questões discursivas, outras destacam disciplinas como a matemática e a física. Identificando isso, fica mais fácil focar em quais assuntos precisarão ser mais estudados.
 
Mas não é só com a preparação que os candidatos precisam se preocupar. A saúde é também outro fator determinante. Por isso, deve-se intercalar os momentos de estudo com alguns períodos de descanso que pode ser ir ao cinema ou passear com amigos. Pequenas atividades que quebrem um pouco a rotina, mas que estejam previstas dentro de um planejamento de estudos.
 
O grande desafio é aprender a controlá-lo, de forma a não prejudicar suas habilidades cognitivas como, por exemplo, a atenção e a memória.
 
É nesse período que a família precisa dar apoio e tranquilizar o candidato. Transmita confiança e compreensão, por exemplo, mostrando que conseguindo ou não passar na prova, isso não vai mudar o sentimento e admiração que se tem por ele ou ela.
 
Alguns dias antes, os pais podem também ir no lugar onde será realizada a prova. Isso ajudará a ficar familiarizado com o trajeto e evitará que se perca do endereço.
 
Na véspera, é essencial controlar a ansiedade, não pensar demais no exame e tentar relaxar. Não adianta querer estudar tudo ou fazer uma revisão muito cansativa no dia anterior.  Faça uma caminhada leve e não coma coisas pesadas.
 
E no dia, tente não chegar tarde. Muitos que chegam em cima da hora fazem a prova muito estressados ou nervosos, além daqueles que nem conseguem entrar. Fique tranquilo e tenha uma boa prova. 
 
Luciana Brites

Uma das fundadoras do Instituto NeuroSaber (www.neurosaber.com.br), Luciana Brites é Pedagoga especializada em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela Unifil Londrina. Também é especialista em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação Ispe – Gae São Paulo, além de coordenadora do Núcleo Abenepi em Londrina.

Postado em 03 de Outubro, às 16:12 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Estado lança o projeto Escolas Culturais em Itamaraju

O projeto Escolas Culturais será lançado, nesta quarta-feira (03), às 9h, no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Itamaraju, no Extremo Sul da Bahia. Implantado pelo Estado da Bahia, este projeto objetiva promover o protagonismo estudantil, além de reconhecer e requalificar a escola como um espaço de circulação e produção da diversidade cultural do Território de Identidade onde está inserida. 
 
O projeto é resultado de parceria entre as Secretarias da Educação, de Cultura (SECULT), de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e Casa Civil.

O secretário da Educação do Estado, Walter Pinheiro, que participará do lançamento, disse que “o projeto potencializa as experiências artísticas e culturais já existentes nas unidades escolares e fomenta novas ações, inclusive, de estímulo ao empreendedorismo, criando uma interação entre a escola e o Território”.

Postado em 02 de Outubro, às 14:38 por Cristóvão Guimarães 0 comentários


Curso forma 89 professores indígenas para atuar em 28 escolas da Bahia

 A frase foi proferida por um dos 89 professores indígenas que se formaram na manhã desta sexta-feira (28), durante cerimônia no auditório da Secretaria da Educação do Estado, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Os educadores foram selecionados no primeiro concurso público da área a ser realizado no Brasil com vagas exclusivas para índios.
 
Vestidos e pintados como manda o costume indígena, os formandos,  representantes de 16 diferentes etnias, receberam o certificado após passarem pelos três anos de formação da 3ª Turma do Curso de Magistério Indígena. Com dois módulos a cada ano, a iniciativa preparou e aprimorou os educadores que irão ministrar aulas para 28 escolas indígenas distribuídas em todo o território estadual. 
 
De acordo com o subsecretário estadual da Educação, Nildon Pitombo, “esse é um momento de reconhecimento de direitos e, sobretudo, da expectativa de formação de professores indígenas para que as escolas indígenas se acentuem e deem a marca do respeito às culturas, das etnias e das comunidades”.
 
Amanayara Tupinambá,  de Olivença, na região de Ilhéus, é membro da comissão de organização da formatura e destaca que “o sentimento que prevalece é o de satisfação e o que mais importa para todos é a luta pela educação escolar indígena, que permite exercer autonomia nas escolas, de forma a trabalhar o bilingüismo comunitário, intercultural e o interdisciplinar”.
 
Concurso
 
Realizado em janeiro de 2014, o primeiro certame público para professores indígenas, no país, foi respaldado na Lei Estadual. nº 18.629/2010, que instituiu a carreira do professor indígena no quadro do Magistério Público do Estado da Bahia. Os professores capacitados vão atuar em 28 escolas indígenas distribuídas em todo o território estadual.
  
A cacique Jesuína Tupinambá, também de Olivença, atua na educação indígena há 19 anos e destacou que o concurso e o curso significaram uma grande conquista para o movimento indígena da Bahia. “Nós já somos atuantes e moramos nas comunidades indígenas, mas através do curso fundamentalizamos todo o conhecimento que tínhamos adquirido ao longo da nossa atuação”, explicou a formanda.  

Além do curso, a Secretaria da Educação do Estado está promovendo uma série de formações para educadores indígenas. A mais recente foi nos dias 19 e 20 de setembro, com professores indígenas das etnias Pataxó, Pataxó-Hãhãhãe e Tupinambá, nas regiões Sul e Extremo Sul.

Postado em 28 de Setembro, às 13:54 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

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