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Dia Mundial da Tuberculose acontece neste domingo (24)

Principal causa de morte na Europa e Estados Unidos até o início do século XX, a tuberculose continua sendo um grave problema de saúde pública, tanto no Brasil como em países industrializados, constituindo-se na principal causa de morte por doença infectocontagiosa em adultos, em todo o mundo.

 Para marcar a data, na próxima quinta-feira (28), a partir das 9h, acontece uma Roda de Conversa no Espaço Cultural da Câmara de Vereadores de Salvador, promovida pelo Comitê Baiano de Combate à Tuberculose, contando com a parceria da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep). As regionais de saúde também promovem palestras e outros eventos para chamar a atenção da população para o risco de contrair a doença.

A tuberculose

Lançado em 1982, pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares, o Dia Mundial da Tuberculose teve essa data escolhida em homenagem aos 100 anos do anúncio do descobrimento do bacilo causador da tuberculose, ocorrido em 24 de marçode 1882, pelo médico Robert Koch.

A tuberculose é uma doença grave, causada pelo bacilo de Koch, transmitida por meio das gotas da secreção respiratória, que se propagam pelo ar. A doença pode atingir todos os órgãos, em especial os pulmões. Além de tosse por um período prolongado (três a quatro semanas), outros sintomas associados à tuberculose são: febre, suor noturno, falta de apetite, emagrecimento, cansaço fácil, dor no peito e escarro, que pode ser acompanhado de sangue.

A tuberculose é uma doença de transmissão aérea e ocorre a partir da inalação de aerossóis oriundos das vias aéreas, durante a fala, espirro ou tosse das pessoas com tuberculose ativa (pulmonar ou laríngea), que lançam no ar partículas em forma de aerossóis que contêm bacilos.

O tratamento da tuberculose dura no mínimo seis meses, é gratuito, disponibilizado no Sistema Único de Saúde (SUS), e deve ser realizado, preferencialmente em regime de Tratamento Diretamente Observado (TDO).Com o início do tratamento, a transmissão tende a diminuir gradativamente e, em geral, após 15 dias de tratamento, ela encontra-se muito reduzida.

Dados da doença

Embora 43 milhões de vidas tenham sido salvas no mundo, por meio de diagnóstico e tratamento efetivo entre 2006 e 2015, a tuberculose está entre as doenças infecciosas que mais mata no Brasil. A Bahia ocupa o 3º lugar com maior carga da doença no país.

Na Bahia, a média é de 4.500 casos diagnosticados anualmente. Destes, apenas 61,8% são curados e o abandono de tratamento chega a 6,1%. Em 2018, foram registrados 4.750 novos casos da doença, desses, 295 foram a óbito. No mesmo ano, Salvador registrou 1.565 casos e 75 óbitos. Este ano, até o dia 26 de fevereiro, na Bahia, 479 pessoas contraíram a tuberculose. Dessas, 21 foram a óbito. Em Salvador, esse número de casos chegou a 175, com sete (7) óbitos.

Postado em 22 de Março, às 11:29 por Yago Lázaro 0 comentários

Mansidão é o próximo destino do Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama

Começa nesta sexta-feira (22), no município de Mansidão, Região de Barreiras, mais uma etapa do Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama. No município serão realizadas mamografias, exame que detecta precocemente casos da doença, em mulheres de 50 a 69 anos.

O atendimento começa às 7h e prossegue até 18h. Os exames serão realizados em unidade móvel, equipada com mamógrafos de última geração. A unidade móvel estará estacionada na Praça da Independência, no período de 22 a 27 de março.

De acordo com a Diretoria de Projetos Estratégicos (Dipro), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em Mansidão a meta é atender 746 mulheres que estão na faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde como mais vulneráveis para o câncer de mama.

Para as mulheres com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia. Este programa é uma ferramenta de acesso da mulher às ações de atendimento, diagnóstico e tratamento do câncer de mama.

O Saúde sem Fronteiras, programa da Secretaria da Saúde do Estado, tem como diferencial o acompanhamento das mulheres com mamografias inconclusivas, com a oferta de exames complementares para o diagnóstico e o encaminhamento ao tratamento, visando a integralidade do atendimento.

Postado em 20 de Março, às 10:41 por Yago Lázaro 0 comentários

Dia Mundial da Saúde Bucal: Veja onde se tratar gratuitamente em Salvador

Celebrado nesta quarta-feira (20), o Dia Mundial da Saúde Bucal, chama atenção sobre a relação direta com o bom funcionamento do organismo.  Afinal, os principais nutrientes para a manutenção do corpo são processados nos dentes. As más condições de higiene bucal podem causar doenças, principalmente relacionadas a problemas cardiovasculares, diabetes e até mesmo câncer de boca e esôfago. 

Para garantir a promoção de qualidade nos cuidados da saúde bucal, mais de 240 equipes de Saúde Bucal do município de Salvador estão de prontidão para atender os munícipes. Só no último ano, foram realizados 675 mil procedimentos odontológicos. A previsão é que neste ano mais 67 equipes sejam implementadas nos postos de saúde para ampliar os serviços nos 12 distritos sanitários da cidade.   

A escovação, passo importante para prevenção de patologias, é incentivada desde cedo pelas equipes de saúde através do Programa Saúde na Escola, que visita toda semana escolas municipais da capital.  

Os encaminhamentos para Centro Especializado Odontológico (CEO), Unidade Básica de Saúde (UBS) e Unidade de Saúde da Família (USF) deverão ser realizados de segunda à sexta-feira das 08h às 17h, através da ficha de referência, devidamente preenchida, sendo indispensável a apresentação dos seguintes documentos: cartão SUS e identidade. Vale ressaltar que as UBS’s atendem via demanda aberta, ou seja, qualquer pessoa pode agendar a consulta. Já as USF’s marcam atendimentos apenas aos usuários da região já cadastrados no sistema.

Veja onde se tratar:

Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Unidades de Saúde da Família (USF) – a assistência se concentra nos atendimentos clínicos, com marcação prévia no sistema, como: procedimentos de profilaxia; cirúrgicos; restauradores; periodontia básica, radiografia e ações de promoção à saúde bucal, entre elas, atividades educativas, escovação dental supervisionada e aplicação de flúor. 

Centros de Especialidade Odontológicas (CEO) – Para quem precisa de atendimentos de média complexidade pode buscar o serviço nos 06 CEO’s nos bairros de Cabula VI, Federação, Mussurunga, Cajazeiras, Carlos Gomes e Periperi. “Todos os Centros especializados foram requalificados nessa gestão, proporcionando a ampliação da oferta de serviços com mais qualidade e resolutividade”, afirma Mayana Calasans, Coordenadora do setor de Saúde Bucal da Secretaria Municipal da Saúde (SMS). Nessas unidades são ofertados Periodontia, Cirurgia Oral Menor, Estomatologia, Canal, NAPES, Odontopediatria e Prótese. 

Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e Unidade de Atendimento Odontológico (UAO) – Os serviços de urgência e emergência são ofertados 24 horas. A atual gestão ampliou para 10 unidades, ante as 2 unidades que haviam em Salvador em 2012. A recém reinaugurada Unidade de Atendimento Odontológico (UAO), no Dique do Tororó e as 09 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) tratam de pacientes que apresentem quadro de Abcesso Dentário e Pericoronário, Alveolite, Drenagem de Abcesso Oral e de Cisto, Fratura Dentária, Hemorragias Dentro – Alveolar, Trauma Dentário e Pulpite Aguda. 

Especializados – Após triagem nos consultórios odontológicos, caso seja confirmado, pacientes que possuam cardiopatia são encaminhados para o Multicentro Amaralina que possui uma equipe especializada para atender a pacientes com esse tipo de anomalia. Já o Multicentro Liberdade atende pacientes portadores de infecções sexualmente transmissíveis (IST/ HIV/ Aids/ HV).

Postado em 19 de Março, às 21:10 por Adileuza Barreto 0 comentários

Ginecologista orienta sobre a prevenção do câncer do colo do útero

O mês da mulher é marcado também pelo Dia Mundial da Prevenção do Câncer de Colo do Útero (26 de março) e a campanha ‘Março lilás' reforça a necessidade do exame de diagnóstico periódico por mulheres sexualmente ativas. De acordo com a ginecologista Juliana Pierobon, este tipo de tumor maligno é o terceiro de maior incidência na população feminina brasileira.

“O maior fator de risco para o surgimento do câncer de colo do útero é a infecção pelo vírus HPV (papilomavirus humano), que provoca uma lesão no colo do útero. Se essa lesão não for diagnosticada e tratada adequadamente, pode levar ao desenvolvimento do câncer. O vírus é transmitido durante a relação sexual. Por isso, é importante fazer o exame ginecológico de Papanicolau – conhecido como preventivo – anualmente. É a mais importante forma de prevenção”, alerta a ginecologista da Altacasa Clínica Médica, na capital paulista.

Além do HPV, outros fatores também contribuem para o desenvolvimento, na mulher, do câncer de colo do útero, como a quantidade de filhos, o uso de contraceptivos orais por muito tempo e até mesmo o tabagismo. “Vale ressaltar que, se diagnosticado em seus estágios iniciais e tratado oportunamente, o câncer de colo do útero tem grande possibilidade de cura. No mundo, a sobrevida em cinco anos está entre 50% e 70%”, comenta a médica.

De acordo com a dra. Juliana, o exame Papanicolaou é recomendado em mulheres com idade entre 25 e 64 anos, mesmo para aquelas que não apresentam sintomas; mas alerta que toda mulher que já tenha iniciado sua vida sexual, mesmo que mais cedo do que a faixa etária indicada, deve procurar um ginecologista e fazer o “preventivo”.

“Outra forma muito eficaz de prevenção é a vacina contra o vírus HPV para quem ainda não teve relações sexuais. Ela já está disponível no calendário vacinal da rede pública para meninas entre 9 e 14 anos; e para meninos de 11 a 13 anos. Além disso, meninas e jovens que têm o vírus HIV (Aids),  com idades entre 9 e 26 anos, também podem tomar a vacina gratuitamente. Ela protege contra 70% dos principais tipos de HPV relacionados com o câncer de colo uterino”, ressalta a especialista.

A ginecologista aconselha as mulheres a usarem as redes sociais para alertar às amigas sobre a doença. “Precisamos promover uma corrente do bem e alertar para a necessidade de prevenção contra a doença. Muitas mulheres estão morrendo simplesmente por não cuidarem de sua saúde como deveriam”, finaliza Juliana Pierobon.

Postado em 19 de Março, às 21:02 por Adileuza Barreto 0 comentários

Drª Reine Fonseca fala sobre diabetes e obesidade no Perfil e Opinião

Uma pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde apontou a diabetes e outras doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas como as que mais matam no Brasil. Para falar sobre o tema o programa Perfil e Opinião vai conversar com a Dra. Reine Chaves Fonseca, diretora do Centro de Referência Estadual para Assistência ao Diabetes e Endocrinologia (CEDEBA). A exibição é às 21h15, na TVE Bahia.

Cerca de 74 mil pessoas morrem no Brasil por ano por causa da diabetes e outras doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas. Há no país 13 milhões de diabéticos. Quando mal controlada, a doença, que é crônica e não tem cura, pode elevar a sérias complicações nos olhos, pés e rins. Além da diabetes, Drª Reine vai falar sobre as outras principais doenças endócrinas, a exemplo da obesidade, onde o acúmulo da gordura corporal pode ser causado e/ou estimulado pela deficiência ou pelo excesso na produção de determinados hormônios.

Primeira Presidente eleita da Sociedade Brasileira de Diabetes, a convidada tem residência médica e mestrado em Medicina Interna com área de concentração em Endocrinologia pela Universidade Federal da Bahia e Especialização (Fellowship) em Endocrinologia e Diabetologia na George Washington University e Children’s Hospital. Atualmente dirige o CEDEBA, unidade que oferece uma rede integrada na atenção ao diabetes no Estado, com atenção multidisciplinar em áreas nas quais ocorre complicação na evolução da doença, com serviços de Angiologia, Ginecologia, Cardiologia, Oftalmologia, Dermatologia e Urologia.

Postado em 19 de Março, às 20:58 por Adileuza Barreto 0 comentários

Como evitar que seu pet adoeça com a chegada do outono?

No próximo dia 20 de março se inicia o outono, que tem como característica a queda da temperatura e ar mais seco, por conta da baixa umidade.  Assim como os seres humanos, os animais também podem sofrer com a mudança do clima. As principais doenças que acometem os cães no outono são as articulares, que afetam a coluna e a osteoartrite, conhecida também como artrose, além de problemas respiratórios incluindo a pneumonia e a traqueobronquite infecciosa.

Cães idosos e filhotes são os mais vulneráveis às doenças no outono, já que esses pets não têm a imunidade em pleno funcionamento. Os filhotes, por ainda não ter a imunidade totalmente formada, e os idosos, por contarem com uma diminuição na capacidade imunológica, que faz parte do processo de envelhecimento.

Então, o que pode ser feito para evitar que esses animais adoeçam? O mais importante e eficaz para prevenir doenças no outono é manter as vacinas em dia. Doenças como a Tosse dos Canis e a Gripe Canina (influenza) são altamente contagiosas e exigem uma atenção maior com a vacinação para proteção do pet. Para as doenças respiratórias, é preciso manter o pet aquecido com roupinhas e, se necessário, fazer o uso de aquecedores no ambiente. Evite correntes de ar e, caso o animal precise de banho, é importante lembrar de secar muito bem os pelos para evitar uma friagem.

Devemos também ter atenção com relação à pelagem dos animais, já que uma das finalidades dela é a do isolamento térmico. Sendo assim, com a diminuição da temperatura, a recomendação é não realizar a tosa para manter o pet aquecido e evitar as doenças respiratórias.

Diante disso, seguem algumas dicas para que seu pet passe pelo outono de forma tranquila e ainda aproveite uma das estações mais bonitas do ano. Confira:

·         É de extrema importância manter sempre em ordem as vacinas. Fique atento aos prazos;

·         Manter uma alimentação adequada e balanceada com produtos de qualidade;

·         Para que seu pet não sinta tanto a mudança climática, os passeios devem ser feitos em horários mais quentes do dia;

·         Uma vez que a tendência do ar é estar mais seco no outono, a hidratação deve ser uma prioridade no cuidado do pet;

·         É preciso dar uma atenção especial com a pele e pelagem, para evitar o ressecamento, o que aumenta o risco de dermatites e coceiras intensas.

Postado em 19 de Março, às 20:54 por Adileuza Barreto 0 comentários

Qualidade de vida do trabalhador brasileiro cai 4% em 2018

Em 2018, o Índice Sodexo de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT)  - uma ferramenta gratuita que mede a percepção dos brasileiros em relação à qualidade de vida no trabalho foi de 6,21 pontos (em uma escala de 0 a 10), apresentando uma queda de 4% em relação ao mesmo período no ano passado (6,48 pontos).

A análise de 13.159 respostas de trabalhadores por todo o país durante o ano passado, mostrou ainda que todas as dimensões de qualidade de vida no trabalho, que influenciam diretamente na percepção e experiência de um indivíduo, apresentaram queda em 2018, com reduções que variam de 2 a 6%. Sendo que os tópicos relacionados a Interação Social (6,57 pontos) e Reconhecimento (5,55 pontos) foram o que mais caíram durante o período, com quedas de 6% e 5%, respectivamente.

"O cenário político indefinido que permeou o ano de 2018 em virtude da eleição presidencial e do impasse das reformas tributária e da previdência, além da leve retomada no crescimento da economia e da redução da taxa de desemprego, provocaram instabilidade econômica, limitando o investimento das empresas e impactando no ambiente de trabalho. Tal redução impactou diretamente a percepção de tópicos relacionados à promoção no trabalho e treinamentos profissionais, que acumularam as piores notas durante o período, 4,57 e 4,70 pontos, respectivamente", analisa Fernando Cosenza, vice-presidente de Marketing da Sodexo Benefícios e Incentivos.

O resultado também apontou que a avaliação sobre a qualidade de vida no trabalho é maior entre homens do que entre mulheres (6,29 pontos contra 6,19 pontos) e revelou que o Reconhecimento (6,66 pontos) e Saúde e Bem-estar (6,61 pontos) são os fatores com maiores índices de satisfação, em comparação a 2017.

O segmento com maior índice de satisfação percebida pelo índice foi a Sistemas/ TI (6,61 pontos) e o de menor índice foi a área de Produção (5,94 pontos). Já a região do país com o maior índice de qualidade de vida no trabalho e satisfação profissional foi a Norte (6,43 pontos); e a de menor, a Sudeste (6,09 pontos).

"O resultado mostra também que a satisfação com itens relacionados à interação social, como apoio do gestor, ferramentas para compartilhar conhecimento e respeito com o qual o colaborador é tratado no ambiente de trabalho, apresentou uma queda de 6% em comparação a 2017, o que enfatiza ainda mais a insatisfação dos entrevistados. Continuaremos monitorando e analisando o indicador com o objetivo de acompanhar o ambiente e a produtividade nas organizações brasileiras", afirma Cosenza.

NÚCLEO DE ESTUDOS SODEXO

Com o objetivo de contribuir para a economia brasileira, em particular para o desenvolvimento socioeconômico do país e ampliar o debate sobre qualidade de vida, a Sodexo Benefícios e Incentivos criou o Núcleo de Estudos Sodexo. O laboratório de ideias reúne profissionais de diferentes áreas da companhia com o objetivo de transformar a experiência interna e dados do mercado em informação de utilidade pública que possa guiar transformações sociais e econômicas no país.

"A Sodexo investe em pesquisas e estudos globais sobre qualidade de vida no trabalho há mais de 50 anos. O Núcleo de Estudos foi criado para ampliar o debate do tema no Brasil por meio da divulgação de informações que contribuam permanentemente para o aumento da produtividade nas organizações, da melhora na relação entre empregador e empregado e para um melhor entendimento do mercado. Acreditamos que os conteúdos poderão guiar importantes tomadas de decisão com relação à economia e auxiliar na compreensão dos hábitos diários do trabalhador brasileiro", finaliza Cosenza.

Em linha com a missão global do Grupo Sodexo de contribuir com o desenvolvimento econômico, social e ambiental dos locais em que atua, o Núcleo foi lançado em janeiro de 2018. Ao longo deste ano, serão publicados novos estudos sobre qualidade de vida, comportamento do trabalhador e do mercado, satisfação no trabalho e crescimento profissional.

Postado em 19 de Março, às 09:39 por Yago Lázaro 0 comentários

Quando é necessário usar aparelho auditivo

Há pessoas que escutam, mas não entendem o que outros falam. Tem gente que não consegue ouvir televisão nem quando alguém liga pelo telefone. Há também quem reclame de zumbido nos ouvidos. Por conta desses problemas de audição, muitos se isolam e até deixam de participar de reuniões sociais e festas. Esses são exemplos de pessoas que precisam utilizar aparelhos auditivos. Mas esse assunto ainda causa constrangimento.

Ter de usar um aparelho auditivo não é motivo para se envergonhar. Pelo contrário, é uma forma de melhorar a qualidade de vida, ser mais ativo socialmente, comunicar-se melhor e não correr riscos por não ouvir quando estiver pelas ruas.

Antigamente, o transtorno era grande. Quem tinha problemas auditivos precisava, por exemplo, usar enormes aparelhos. Depois, vieram os tubos que eram mais finos. Mas, hoje, temos equipamentos imperceptíveis que trazem gigantescos benefícios. Muitas vezes, as pessoas em volta nem conseguem notar o aparelho.

Na virada do século XXI, a tecnologia computadorizada tornou os aparelhos auditivos menores, ainda mais precisos e com ajustes para se acomodar virtualmente a todo tipo de ambiente. Os equipamentos de última geração podem continuamente se ajustar para melhorar a qualidade de som e reduzir o ruído de fundo. Além disso, há aplicativos com conectividade com o som direto no aparelho auditivo.

Diferente do que alguns acreditam, o uso de aparelho não causa efeito colateral. Pelo contrário, há tratamento de zumbido que é realizado por meio desses equipamentos. Em muitos casos, isso é causado pela perda auditiva. Por conta disso, o cérebro compensa com o zumbido o som que falta. Dentro dos aparelhos auditivos é possível ajustar e corrigir a audição para oferecer sons com o intuito de minimizar esse problema.

Existem três tipos básicos de aparelhos auditivos: com receptor no canal (RIC: Receiver-in-canal); utilizados atrás da orelha (BTE: Behind-the-ear); e aqueles utilizados na parte interna da orelha (ITE: In-the-ear). O modelo correto vai depender da deficiência auditiva e também da anatomia da orelha, além das preferências pessoais considerando a tecnologia e até o design. Hoje, há muitos modelos no mercado. Com a ajuda do fonoaudiólogo, é possível escolher o modelo que mais agrada para a dificuldade.

Existem dois tipos principais de perda auditiva: a neurossensorial e a de condução. A primeira acomete o nosso sistema auditivo interno e pode ser desencadeada por exposição ao ruído, envelhecimento, alguns remédios ototóxicos, como alguns antibióticos de atividade bactericida, doenças entre outras etiologias.

Já a de condução pode acontecer por conta do acúmulo de cera, rigidez no sistema, inflamações e infecções e outras doenças. Também há casos que a pessoa apresenta os dois tipos de perda auditiva, condutiva e neurossensorial.

O exame de perda auditiva deve ser sempre levado a sério. É realizado por meio da avaliação clínica, anamnese (entrevista inicial), inspeção clínica da orelha, audiometria, imitanciometria (avaliação das condições da orelha média e da tuba auditiva) e alguns exames objetivos da audição.

É fundamental a atuação conjunta entre o médico otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo. Dessa forma, a pessoa pode retomar suas rotinas normais com melhor qualidade de vida.

Postado em 18 de Março, às 21:55 por Adileuza Barreto 0 comentários

Excesso de informações pode ser um gatilho para dor de cabeça

Com um smartphone em mãos, bastam alguns segundos para acessar um vasto universo de informações. Essa velocidade do mundo digital deve avançar ainda mais com a conexão 5G, que se tornará realidade nos Estados Unidos² e na Ásia ainda em 2018 e, dentro de dois anos, será difundida na Europa e América Latina. Se por um lado o ganho de agilidade no acesso e na troca de dados pode parecer uma solução, por outro tem se tornado um problema da sociedade moderna, desencadeando uma série de questões, como a dor de cabeça.

A sobrecarga de informações na era digital é apontada como um dos gatilhos para a dor de cabeça, de acordo com a pesquisa¹ “O futuro da dor de cabeça”, encomendada por Neosaldina®, marca de analgésico especialista em dor de cabeça, e conduzida pela WGSN Mindset, divisão de consultoria da empresa líder global em pesquisa de tendências, WGSN. A capacidade do ser humano em processar e armazenar tantos dados não acompanha o ritmo frenético das transformações digitais, o que acaba por gerar esgotamento cerebral e aumento do estresse.

“Ambas as situações podem desencadear a dor de cabeça e devem ser combatidas por meio de uma aposta em um estilo de vida mais saudável e equilibrado”, reforça a Dra. Célia Roesler, diretora da Sociedade Brasileira de Cefaleia e vice-coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia.

Sem uma mudança de comportamento, a sobrecarga do excesso de informações acaba por diminuir a capacidade de foco, na mesma proporção que a tecnologia avança. O tempo médio da atenção do ser humano já caiu de 12 segundos em 2000 para oito segundos atualmente. Isso é menos do que o período de atenção de um peixe dourado, que é de nove segundos, segundo dados do Statistic Brain³.

Realizado no primeiro semestre deste ano, o estudo “O futuro da dor de cabeça” foi feito com base nos comportamentos da população e o resultado mostra que a maioria dos provocadores da dor de cabeça está relacionada a questões externas já conhecidas, como estresse e falta de sono, mas também a fatores emocionais e à crescente influência da tecnologia na rotina. Outros quatro gatilhos foram identificados: ansiedade, dor da pós-verdade, autoexigência e barulho.

Postado em 14 de Março, às 22:17 por Adileuza Barreto 0 comentários

5 dicas de alimentação para manter os rins saudáveis

 Eles são responsáveis por filtrar o sangue e eliminar as toxinas pela urina, além de regularem a concentração de algumas substâncias como o sal e de equilibrarem a pressão sanguínea. E para manter o bom funcionamento desses órgãos, uma alimentação adequada faz toda a diferença.

"Diabetes e hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, são alguns dos responsáveis pelo desenvolvimento de doença renal crônica. Uma dieta saudável contribui, portanto, para a prevenção ou auxilia no tratamento dessas doenças, melhorando o funcionamento dos rins", explica João Egídio Romão Junior, um dos chefes de equipe da especialidade de Nefrologia da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

O nefrologista dá algumas dicas para manter o bom funcionamento dos rins:

Beber cerca de 2 litros de água por dia. A cor da urina é um sinal para saber se está ingerindo a quantidade certa de água. Se estiver escura, beba mais água.
 
Consumir menos sal para evitar pressão alta. O aumento da pressão sanguínea afeta as veias e artérias, diminuindo a capacidade de filtração renal.
 
Reduzir o consumo de proteínas para diminuir a chance de formar pedras nos rins.
 
Incluir frutas cítricas na dieta porque elas impedem a formação de pedras nos rins.
 
Ingerir menos açúcar e gordura para não ter sobrepeso e desenvolver diabetes e hipertensão, doenças que podem desencadear problemas renais. 

"Além de uma dieta saudável, é importante o acompanhamento com um especialista porque, muitas vezes, as doenças renais não apresentam sintomas e o diagnóstico precoce é fundamental para não comprometer o funcionamento dos rins", ressalta o nefrologista.

Para falar mais sobre este e outros assuntos, a BP possui um time reconhecido de profissionais atuantes em várias especialidades médicas. Não deixe de nos procurar quando necessitar de uma fonte médica para sua pauta.

Postado em 13 de Março, às 15:31 por Yago Lázaro 0 comentários

1 em cada 10 brasileiros terá doença renal crônica ao longo da vida

A doença renal crônica é uma patologia que afeta diretamente o funcionamento adequado dos rins, e seu avanço aponta para um cenário preocupante no Brasil. De acordo com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o número de pacientes chegou à 122 mil no ano de 2017¹, e estima-se que este problema atinja 10% da população mundial².

A doença afeta o funcionamento correto dos rins, onde ocorre uma perda súbita da capacidade de filtrar resíduos, sais e líquidos do sangue. “A partir do momento que perdemos essa capacidade de filtragem, os resíduos podem chegar a níveis perigosos e afetar a composição química do sangue, gerando desequilíbrio no órgão”, explica o Dr. Paulo César Ayroza Galvão, nefrologista do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, que esclarece também, as causas desse problema. “Esse tipo de doença acontece quando temos algum distúrbio ou condição que prejudica a função renal, entre elas, podemos citar: lesão ou traumas aos rins, uso de determinados medicamentos, e o diabetes tipo 1 e 2, que junto com a hipertensão, se mostram como as principais causas da doença renal crônica”, finaliza o especialista.

Além de entendermos o que é a doença renal e suas causas, é fundamental termos noção dos sintomas que se apresentam como indicativos da doença, sendo eles: diminuição da produção de urina, retenção de líquido, sonolência, falta de apetite, falta de ar, fadiga, confusão, náusea e vômitos, convulsões ou coma, em casos graves, dor ou pressão no peito³.      

Você sabe o que é hiperpotassemia?

Entre tantas complicações, uma que merece a nossa atenção é a hiperpotassemia, que é o acúmulo de potássio no sangue, capaz de causar problemas graves no funcionamento do organismo e apresentar sintomas como náuseas, fraqueza muscular e alterações no ritmo do coração. Existem dois fatores que podem levar ao aumento de potássio no sangue: a diminuição do trabalho renal, que leva ao acúmulo de potássio, e a eliminação irregular de nutrientes presentes dentro das células4, além do uso de algumas medicações.

Em geral, a hiperpotassemia está relacionada a situações como: redução da eliminação da urina, suplementos de potássio, lesões ou traumas físicos, doenças renais e uso de alguma medicações. O especialista explica a importância de entender a hiperpotassemia como uma doença crônica. “A doença se apresenta em três diferentes graus: leve, moderado e grave. Eles podem ser avaliados a partir de exames de sangue. O grau leve é o mais fácil de ser tratado, porém, quando falamos do grau moderado e grave, o quadro é mais delicado e exige um monitoramento do coração para evitar possíveis paradas cardíacas causadas pelo excesso de potássio” destaca o Dr. Paulo Ayroza.

Diabetes: um fator de risco

De acordo com o Dr. Paulo Ayroza, a doença renal pode se apresentar como umas das complicações do diabetes mal controlado. “Os pacientes que têm diabetes devem, além dos cuidados com a doença, estar atentos ao sinais e sintomas de algum tipo de disfunção renal, que pode ocorrer em pacientes com dificuldade em controlar o nível glicêmico e seguir corretamente o tratamento”, explica o especialista. Outro ponto reforçado pelo especialista trata sobre a relação médico-paciente. “A partir do diagnóstico do DM2, os pacientes devem buscar um contato próximo ao médico, tirar todas as dúvidas e encaixar o tratamento dentro da sua rotina. Por parte do médico, investigar e acompanhar a função renal, com a medição dos níveis de de creatinina e albuminúria, é essencial para evitar complicações mais graves. Em alguns casos os pacientes podem até mesmo sofrer com a nefropatia diabética. Por isso, não devemos negligenciar essa doença”, destaca o especialista.

A nefropatia diabética é uma alteração nos vasos sanguíneos dos rins, levando à perda de proteína por meio da urina. Essa é uma complicação que causa uma redução lenta na função de filtragem das substâncias pelos rins, e pode levar à paralisação total dos órgãos5.

Um problema urgente

A conscientização por meio da informação é um caminho importante para a melhora do panorama das doenças renais no Brasil. “Enfrentamos um cenário desafiador, e acreditamos que a busca pela conscientização e gravidade da doença renal e complicações associadas, como a hiperpotassemia, é essencial para que o paciente, seja ele portador de doença renal, diabetes, ou até mesmo doenças cardiovasculares, assuma o protagonismo do seu tratamento” afirma Maria Augusta Bernardini, Diretora Médica da AstraZeneca.

Referências

1.  http://agenciabrasil.ebc.com. br/geral/noticia/2017-06/ pacientes-com-doenca-renal- cronica-triplicam-em-16-anos- no-brasil

2.  http://www.brasil.gov.br/ noticias/saude/2015/03/doenca- renal-cronica-atinge-10-da- populacao-mundial

3.  https://sbn.org.br/publico/ doencas-comuns/insuficiencia- renal-aguda/

4.  https://minutosaudavel.com.br/ hipercalemia/#fatores

5.  https://www.endocrino.org.br/ 10-coisas-que-voce-precisa- saber-sobre-nefropatia- diabetica/

Sobre a AstraZeneca

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica global, voltada para inovação, com foco principal na descoberta, desenvolvimento e na comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em três principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares, Renais & Metabólicas e Respiratória. A companhia também atua nas áreas autoimunidade e neurociência. A AstraZeneca opera em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. 

Postado em 13 de Março, às 15:16 por Yago Lázaro 0 comentários

Internação tem como meta devolver a autonomia do paciente

É com esse propósito que a moderna psiquiatria atua, buscando devolver ao paciente o convívio social e familiar tomado pelo transtorno mental.

“A internação psiquiátrica é um recurso fundamental no tratamento de transtornos mentais graves. Porém, é necessário que ela seja feita de forma criteriosa, em um ambiente que favoreça a recuperação do paciente e minimize os traumas que podem surgir no processo”, alerta o psiquiatra e diretor clínico da Holiste Psiquiatria, Luiz Fernando Pedroso.

O psiquiatra opina que os antigos manicômios tinham um caráter asilar e excludente, que mantinham centenas de doentes mentais segregados em espaços precários. 

“No contexto da medicina moderna, os hospitais psiquiátricos mudaram de forma e de função. Hoje, são clínicas que oferecem menos leitos, com uma proposta terapêutica e reintegradora”, salienta.

O fechamento de leitos psiquiátricos sem uma política organizada para casos que necessitam de internação e em um contexto no qual muitas vezes os pacientes ficam sem acesso ao tratamento, acabou gerando, além da desassistência e do sofrimento dos pacientes, um problema social, com o aumento de pessoas vivendo nas ruas, em função de transtornos relacionados à saúde mental.

“A internação psiquiátrica é um instrumento de contenção de diversos comportamentos de risco, tendo como objetivo principal proteger o paciente e viabilizar a realização do tratamento, para, assim, devolver a sua autonomia”, sublinha Luiz Fernando.

Tratamento individualizado

Um dos aspetos que contribui para a recuperação da funcionalidade é um tratamento multidisciplinar, além de individual, ou seja, baseado nas particularidades e necessidades de cada pessoa.

“Espaços a céu aberto, estrutura adequada para realização de atividades terapêuticas, equipe multidisciplinar com experiência em saúde mental e uma ambiência que favoreça as relações pessoais e institucionais são fundamentais para que o paciente atravesse essa fase sem ter a sensação de aprisionamento”, ressalta Luiz Fernando.

Postado em 12 de Março, às 17:34 por Yago Lázaro 0 comentários

Mitos e verdades sobre a vacina contra o HPV

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que uma de suas metas para as próximas décadas é eliminar o câncer de colo do útero como um problema de saúde pública global. 

A principal forma de prevenir o câncer de colo do útero é a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV). O farmacêutico Adriano Ribeiro, da Extrafarma, esclarece os principais mitos e verdades sobre a vacina.

1. Apenas as mulheres devem tomar a vacina contra o HPV.

MITO – Apesar da vacina contra o HPV ter como principal foco mulheres, ela também é indicada para homens, pois protege contra os canceres de pênis, ânus e garganta e contra as verrugas genitais.

2. A faixa etária ideal para receber a vacina é dos nove aos 13 anos.

VERDADE – A resposta imunológica à vacina é melhor quando aplicada até os 15 anos de idade, antes do início da vida sexual e exposição ao vírus. A aplicação acima dessa faixa etária não é contraindicada, mas é importante saber que pessoas que já tenham tido contato com o vírus apresentam uma produção de anticorpos 10 vezes inferior do que aquela verificada naqueles que não foram expostos ao HPV.  

3. Apenas uma dose da vacina é necessária.

MITO – Estudos confirmam que são necessárias duas doses, ministradas com um intervalo de seis meses entre elas, para que a vacina seja eficaz. Não há pesquisas que indiquem que apenas uma dose seja suficiente para garantir a proteção.

4. Grupos especiais, como pessoas com imunodeficiência causada pelo HIV, devem seguir orientações específicas. 

VERDADE – A vacina também é contraindicada em casos de hipersensibilidade ao princípio ativo ou qualquer outra substância presente na vacina, histórico de Síndrome de Guillain Barré, sintomas que indicam hipersensibilidade grave após tomar uma dose da vacina e gravidez (se a mulher engravidar após ter recebido alguma dose da vacina, as doses restantes deverão ser tomadas depois do parto).

5. A vacina tem validade por toda a vida.

MITO – Pesquisas já apontaram que a imunidade contra os vírus presentes na vacina dura por pelo menos 10 anos, mas ainda não existem estudos que comprovem a duração por um tempo mais longo.

Sobre a Extrafarma

Fundada há 58 anos, a Extrafarma atua no mercado de varejo farmacêutico do Brasil. Com mais de 400 lojas e mais de 7 mil colaboradores diretos, a rede conta com mais de 8 milhões de clientes cadastrados no seu programa de fidelidade, o Clube Extrafarma. Em 2014, a empresa passou a fazer parte do Ultra, companhia multinegócios da qual fazem parte também Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo e Oxiteno.

Postado em 12 de Março, às 17:06 por Yago Lázaro 0 comentários

Perda auditiva começa cada vez mais cedo, indicam os estudos

Sirenes de ambulâncias; tráfego intenso; obras em edifícios; britadeiras furando o asfalto; carros de som; TV em alto volume; boates; shows, música altíssima nos fones de ouvido. A 'overdose sonora' a que somos submetidos, voluntária ou involuntariamente, pode trazer consequências nada agradáveis à audição. Até mesmo em casa estamos expostos a ruídos intensos: televisão, rádio e aparelhos de som em volume exagerado; barulhos incômodos do liquidificador, aspirador de pó, secador de cabelo; tudo isso pode provocar perda auditiva ao longo do tempo, se não nos resguardarmos quanto ao excesso de barulho.

E as novas gerações são as maiores vítimas dos danos auditivos em um futuro nem tão distante assim. A maioria dos jovens já tem o hábito de ouvir, diariamente, música por meio dos fones, que conduzem o som alto diretamente ao canal auditivo, o que pode causar um mal tremendo.

São os próprios médicos e fonoaudiólogos que alertam: a juventude deve ter mais consciência quanto aos riscos do som alto e proteger a audição sob pena de ter dificuldades para ouvir antes de envelhecer ou até mesmo antes da meia-idade.

“Essa geração da tecnologia, que não larga os smartphones, dependerá mais de aparelhos de audição no futuro. Isso porque ao se expor a uma intensidade sonora acima de 80 decibéis, todos os dias, se arrisca a sofrer  danos irreversíveis à audição com o passar do tempo”, alerta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas, que ressalta, no entanto, que as consequências não são as mesmas para todos. Variam de acordo com o período de exposição sonora e a predisposição genética de cada um.

"Recomendamos ao que usam fones com frequência que façam uma avaliação periódica. A audiometria informa se o indivíduo já tem perda auditiva e como deve proceder, a partir daí, para evitar o agravamento do problema", aconselha. 

“Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, melhor. Quando o dano à audição ainda é pequeno e o otorrinolaringologista indica o uso de aparelhos, sugerimos um bem pequeno e discreto", explica a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia. Infelizmente, é comum que a pessoa só procure tratamento quando o caso está mais grave. Qualquer dano à audição é cumulativo, vai se somando ao longo do tempo e os efeitos podem não ser logo sentidos.

Depois do diagnóstico do médico, cabe aos fonoaudiólogos indicar qual tipo e modelo de aparelho são indicados para atender às necessidades do deficiente auditivo. “Hoje em dia, a tecnologia e o design moderno dos aparelhos auditivos estão ajudando a derrubar preconceitos. Já existe uma diversidade de modelos, alguns completamente invisíveis no ouvido", conclui a fonoaudióloga da Telex.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 360 milhões de pessoas sofrem de perda de audição no mundo. A médica da OMS, Regina Ungerer, defende medidas de prevenção, principalmente para quem mora em centros urbanos, por causa da exposição a ruídos acima de 80 a 90 decibéis.

Postado em 11 de Março, às 17:42 por Yago Lázaro 0 comentários

Confira mitos e verdades sobre a Enxaqueca

 Dor de cabeça forte, enjoo e sensibilidade à luz e ao barulho. Esses são os principais sintomas da enxaqueca, doença neurológica que, segundo oMinistério da Saúde, acomete cerca de 30 milhões de brasileiros, principalmente os que se encontram na faixa etária entre 25 e 45 anos.

Para Alex Baeta, neurologista da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, há muitos hábitos que contribuem para que as crises de enxaqueca sejam mais recorrentes e afetem a qualidade de vida. "Má alimentação, estresse e automedicação são alguns dos fatores relacionados à enxaqueca, embora muitas pessoas acreditem indevidamente que alguns alimentos não recomendados nesse caso e o uso descontrolado de analgésicos possam ajudar a controlar a dor", alerta o especialista.

O médico aproveita para esclarecer alguns mitos e verdades sobre a enxaqueca:

  • Chocolate ameniza a enxaqueca

Mito. Chocolate, queijos amarelos, café, gordura, derivados de leite e enlatados podem aumentar a chance de ter uma crise de enxaqueca. 

  • Criança não tem enxaqueca

Mito. Embora seja mais comum entre pessoas entre 25 e 45 anos, a enxaqueca pode se apresentar em outras faixas etárias, incluindo crianças.   

  • Automedicação piora a dor

Verdade. O uso indiscriminado de medicamentos pode tornar o corpo resistente aos analgésicos e aumentar a dor. É extremamente importante buscar orientação médica para tratar a enxaqueca. 

  • Crise de enxaqueca dura uma semana

Mito. A duração da enxaqueca pode variar entre 4h e 72h. 

  • Há medicamentos específicos para enxaqueca

Verdade. Existem vários tipos de medicamentos para o tratamento de enxaqueca. Após o diagnóstico, o médico poderá indicar o melhor analgésico de acordo com o perfil de cada paciente. 

  • Enxaqueca tem cura

Mito. Ainda não existe cura para enxaqueca, mas ela pode ser controlada por meio de alimentação saudável, atividade física, uso de medicamento correto e acompanhamento médico.

Ao surgirem os primeiros sinais da enxaqueca, é muito importante procurar por um médico para avaliar a possível causa e buscar o melhor tratamento.

Postado em 11 de Março, às 16:53 por Yago Lázaro 0 comentários

Praticar atividades físicas pode combater a depressão, diz estudo

De acordo com um estudo do Hospital Geral de Massachusetts (MGH), nos Estados Unidos, baseado nos dados genéticos de pessoas que têm tendência a sofrerem com a depressão, é comprovado que a prática esportiva ajuda no combate à doença. Os especialistas do MGH notaram que depressão e a prática de atividade física são afetadas pelos nossos genes, sendo que algumas pessoas têm maior tendência de gostarem de se exercitar, enquanto outros são predispostos a desenvolver depressão.

Dessa forma, foi investigado se aqueles que sofriam com a enfermidade eram menos ativos.  “Fazer atividades físicas protege o indivíduo contra o desenvolvimento da depressão. E, aqueles que afirmam não ter tempo para exercícios já podem parar de usar essa desculpa, uma vez que elevar os batimentos cardíacos de 15 minutos a uma hora já é o suficiente”, explica Guilherme Reis, coordenador geral da Rede Alpha Fitness.

Para que as análises fossem realizadas, foram comparados dados genéticos daqueles que diziam praticar esportes e daqueles que usavam ferramentas para monitorar a qualidade dos exercícios físicos, com um grupo de indivíduos que já tinha sido diagnosticado com depressão.

Embora não haja ligações entre os que afirmam fazer exercícios com a redução das taxas de depressão, aqueles que utilizavam aparelhos para medir a qualidade dos exercícios tinham menos sintomas da doença. “O desafio é se encorajar a praticar atividades físicas diariamente, para assim reduzir as incidências e sintomas da depressão", complementa Guilherme.

Postado em 11 de Março, às 10:54 por Yago Lázaro 0 comentários

Justiça determina inclusão de medicamentos à base de Cannabis na lista do SUS

A Justiça Federal determinou que a União inclua medicamentos já registrados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) à base de Canabidiol (CBD) e Tetraidrocanabinol (THC), substâncias provenientes da planta Cannabis sativa, na lista de fármacos ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A decisão atende a um pedido do Ministério Público Federal (MPF) em Eunápolis (BA), e prevê também que a medida que novos medicamentos forem registrados, estes também sejam incorporados.

A decisão foi tomada pois o valor dos medicamentos ou tratamento não pode ser um impedimento para que pacientes que necessitam destes usufruam dos benefícios. De acordo com o MPF-BA, isso frustraria a determinação constitucional de permitir o acesso de todos aos serviços de saúde e ter uma vida digna.

A sentença também determina o bloqueio de R$ 100 mil da União, para serem utilizados na compra de medicamentos para cada paciente, baseado na prescrição médica. O fornecimento do medicamento deverá ser feito até que outro compatível esteja disponível à população pelo SUS. Caso não cumpra a decisão em 30 dias, a União terá de pagar uma multa diária de R$ 1 mil.

Postado em 08 de Março, às 16:49 por Yago Lázaro 0 comentários

Inflamações no ouvido podem ser evitadas com medidas simples

Neste período de sol e calor, a piscina e o mar são frequentados por muitas pessoas. O que pouca gente sabe é que nesse tipo de ambiente alguns cuidados especiais com o ouvido são necessários. Especialistas alertam que caso o ouvido entre em contato com água contaminada, poderá surgir uma otite externa, que além de uma dor intensa, pode gerar coceira, secreção e sensação de ouvido tampado. Não só o acúmulo de água no canal auditivo, mas também a manipulação do ouvido e a quantidade excessiva de cera no local podem desencadear este tipo de infecção. 

De acordo com o otorrinolaringologista do INOOA, Pablo Marambaia, o clima quente e úmido facilita o surgimento da doença. Sobretudo no verão, quando os banhos de imersão são mais frequentes, a otite externa aparece mais. “Quando os sintomas surgem, o mais indicado é buscar logo um otorrino. O ideal, porém, é evitar o problema através da adoção de cuidados bem simples”, diz o médico.

Uma dessas medidas é usar uma toalha ou papel higiênico para realizar a limpeza externa do conduto auditivo, ou seja, deve-se limpar apenas até onde o “dedo alcança”. "Ninguém precisa colocar sabão e nem jogar mais água além daquela que naturalmente molha a área externa do ouvido quando tomamos banho. O uso de cotonetes também deve ser evitado, pois eles são grandes responsáveis pelo surgimento de inflamações”, frisa o especialista.

Sobre os tampões de ouvido, Pablo Marambaia diz que o ideal é um modelo de silicone que molde toda a orelha e não dentro do ouvido apenas. Porém, “só precisa usar quem realmente necessita evitar que a água entre. Para a maioria das pessoas, a proteção natural do ouvido impede a passagem da água. Nunca é demais lembrar que ninguém deve se automedicar”, alerta.

A proteção natural destacada pelo médico vem tanto da anatomia do próprio ouvido quanto da cera presente no conduto auditivo. É que as substâncias presentes no cerumem lubrificam e protegem a pele do canal e atuam contra a proliferação de fungos e bactérias. O hábito de usar instrumentos como a haste de algodão ou palitos de toda natureza para coçar ou retirar a cera é um perigo para a saúde.

“Primeiro, porque ao empurrá-la para a parte mais interna do ouvido, uma espécie de ‘rolha’ que se forma pode causar diminuição momentânea da audição. Além disso, o hábito repetido pode remover a camada protetora e deixar o ouvido mais propenso a ter infecções. Em terceiro lugar, a manipulação pode causar traumas tanto no conduto como na membrana do tímpano, gerando repercussões mais sérias”, destaca Pablo Marambaia.

Criado em 1996, o INOOA é um centro especializado no tratamento das doenças do ouvido, nariz e garganta, que também atua no diagnóstico e tratamento de alergias, distúrbios do sono, tosse crônica e do refluxo laringo-faríngeo. Em suas unidades próprias, localizadas na Avenida ACM e na Paralela, em Salvador, o INOOA realiza procedimentos cirúrgicos em regime de hospital dia. Além disso, o centro se caracteriza como uma organização educacional com pós-graduação e especialização em otorrinolaringologia e áreas correlatas.

Postado em 08 de Março, às 11:44 por Ivanildo Bastos 0 comentários

Mitos e verdades sobre a vacina contra o HPV (Março Lilás)

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que uma de suas metas para as próximas décadas é eliminar o câncer de colo do útero como um problema de saúde pública global. O tumor é considerado o terceiro mais frequente em mulheres e a quarta causa de morte do público feminino por câncer no Brasil.

A principal forma de prevenir o câncer de colo do útero é a vacina contra o vírus do papiloma humano (HPV). O farmacêutico Adriano Ribeiro, da Extrafarma, esclarece os principais mitos e verdades sobre a vacina.

1. Apenas as mulheres devem tomar a vacina contra o HPV.

MITO – Apesar da vacina contra o HPV ter como principal foco mulheres, ela também é indicada para homens, pois protege contra os canceres de pênis, ânus e garganta e contra as verrugas genitais.

2. A faixa etária ideal para receber a vacina é dos nove aos 13 anos.

VERDADE – A resposta imunológica à vacina é melhor quando aplicada até os 15 anos de idade, antes do início da vida sexual e exposição ao vírus. A aplicação acima dessa faixa etária não é contraindicada, mas é importante saber que pessoas que já tenham tido contato com o vírus apresentam uma produção de anticorpos 10 vezes inferior do que aquela verificada naqueles que não foram expostos ao HPV.  

3. Apenas uma dose da vacina é necessária.

MITO – Estudos confirmam que são necessárias duas doses, ministradas com um intervalo de seis meses entre elas, para que a vacina seja eficaz. Não há pesquisas que indiquem que apenas uma dose seja suficiente para garantir a proteção.

4. Grupos especiais, como pessoas com imunodeficiência causada pelo HIV, devem seguir orientações específicas. 

VERDADE – A vacina também é contraindicada em casos de hipersensibilidade ao princípio ativo ou qualquer outra substância presente na vacina, histórico de Síndrome de Guillain Barré, sintomas que indicam hipersensibilidade grave após tomar uma dose da vacina e gravidez (se a mulher engravidar após ter recebido alguma dose da vacina, as doses restantes deverão ser tomadas depois do parto).

5. A vacina tem validade por toda a vida.

MITO – Pesquisas já apontaram que a imunidade contra os vírus presentes na vacina dura por pelo menos 10 anos, mas ainda não existem estudos que comprovem a duração por um tempo mais longo.

 

Postado em 07 de Março, às 21:44 por Adileuza Barreto 0 comentários

Conselho de Odontologia de São Paulo destaca os cuidados para mulheres

As alterações hormonais, em diferentes etapas da vida, fazem com que as mulheres sejam mais suscetíveis a determinados problemas bucais. Por outro lado, como elas costumam ser mais cuidadosas com a saúde em geral, basta fazer a prevenção da forma correta com visitas regulares ao(a) cirurgião(ã)-dentista e higienização utilizando a escova, creme e fio dental.

Os cuidados com a saúde da boca devem começar no ventre da mãe, independente do gênero da criança. É importante que ela faça o acompanhamento na gestação e também escolha um(a) odontopediatra para acompanhar o desenvolvimento do bebê após o nascimento.

“A visita ao(a) odontopediatra deve ocorrer no primeiro ano de vida, mesmo que o bebê não tenha dentes. O acompanhamento precisa ser periódico por meio de consultas de manutenção e as orientações de acordo com a fase da infância”, explica a assessora do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) e membro da Comissão de Mulheres, Rada El Achkar.

Durante toda a infância não haverá diferença na manutenção da saúde bucal de meninos e meninas. Mas, na adolescência, o cenário muda um pouco por conta das alterações hormonais sofridas por elas, tornando-as mais propensas a desenvolver a gengivite, por exemplo.

Mas é importante deixar claro que o problema ocorrerá com as meninas que não fazem uma higienização adequada. Por isso, na adolescência, é preciso reforçar as orientações quanto a dietas altamente cariogênicas (que propiciam a cárie), evitando excesso de refrigerantes, o tabagismo, entre outros cuidados como o estresse.

Nessa etapa da vida muitas meninas começam a utilizar o anticoncepcional, apontado em alguns estudos como um agente nocivo para a saúde bucal. No entanto, as recomendações são as mesmas, mantendo a higiene bucal adequada e as visitas regulares ao(a) cirurgião(ã)-dentista que avaliará a presença e o desenvolvimento das doenças periodontais.

Para cada momento e dependendo do caso, é recomendada a consulta com especialistas como o odontopediatra na infância, o odontogeriatra na terceira e idade e os cirurgiões-dentistas clínicos e demais especialidades durante toda a adolescência e fase adulta.

Cuidados específicos na gestação

Mulheres grávidas vivem diversas mudanças físicas, hormonais e emocionais durante a gestação. Essas alterações impactam a saúde bucal e por isso é necessário redobrar os cuidados. “As gengivas ficam mais vascularizadas e sensíveis, podendo ocorrer a "gengivite gravídica". Além disso, algumas gestantes mudam os hábitos alimentares, ingerindo mais doces”, avisa a assessora do CROSP.

Boca seca, o aparecimento de cárie e outras doenças pela falta da higiene também ocorrem nessa fase. Algumas mulheres sentem enjôo e por isso pararam de usar o creme dental na escovação, outras ainda reduzem a frequência da escovação ficando mais suscetíveis a diversos problemas.

Para Rada, as visitas ao(a) cirurgião(ã)-dentista devem ser intensificadas, bem como a atenção para higienização e alimentação. Tomando esses cuidados, a saúde bucal é preservada em qualquer etapa da vida da mulher.

Alterações na menopausa podem ser mais intensas

Outro momento em que as alterações hormonais podem influenciar a saúde da boca é a menopausa. Nessa fase, os sintomas costumam ser mais acentuados para algumas mulheres o que reflete na cavidade oral. “É outro período no qual ocorrem muitas mudanças no corpo da mulher. Além disso, algumas podem apresentar perda óssea dos tecidos que suportam os dentes devido à osteoporose”, comenta a assessora do CROSP.

Existem alguns problemas mais recorrentes nessa etapa como a xerostomia (boca seca). Essa secura na boca pode provocar mau hálito e também deixar a cavidade oral mais suscetível ao ataque de bactérias. Algumas mulheres ainda relatam a sensação de ardência nessa fase.

Para solucionar a xerostomia, Rada explica que o(a) cirurgião(ã)-dentista costuma prescrever saliva artificial e outros produtos específicos como hidratantes bucais para minimizar o problema. Mais uma vez vale destacar a correta e reforçada higienização bucal e consultas frequentes ao profissional da odontologia.

Sobre o CROSP – O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) é uma autarquia federal dotada de personalidade jurídica e de direito público com a finalidade de fiscalizar e supervisionar a ética profissional em todo o Estado de São Paulo, cabendo-lhe zelar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente. Hoje, o CROSP conta com cerca de 120 mil profissionais inscritos. Além dos cirurgiões-dentistas, o CROSP detém competência também para fiscalizar o exercício profissional e a conduta ética dos Técnicos em Prótese Dentária, Técnicos em Saúde Bucal, Auxiliares em Saúde Bucal e Auxiliares em Prótese Dentária. 

Postado em 07 de Março, às 16:02 por Yago Lázaro 0 comentários

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