Notícias

Pesquisa revela que é possível emagrecer e ganhar qualidade de vida em curto prazo

Um estudo científico recentemente divulgado pela Revista Brasileira  de Obesidade, Nutrição e 

Emagrecimento (http://www.rbone.com.br) avaliou a eficácia do 5S Estilo de Vida Saudável,  tratamento que  beneficiou mais de 17 mil pessoas em todo o Brasil.

O estudo de coorte retrospectivo analítico não controlado foi realizado com base na revisão de prontuários com apoio de exames de bioimpedância antes e após o tratamento para comprovar as modificações positivas na composição corporal dos pacientes considerados obesos e com sobrepeso.

O tratamento foi realizado com 1017 pacientes, público-alvo composto em sua maioria pelo sexo feminino (87%) com idade média de 39 anos, entre 2015 e 2017.

Os resultados da análise demonstraram que o tratamento 5S Estilo de Vida Saudável, mudou positivamente o perfil da composição corporal dos pacientes tratados com redução do peso corporal e do percentual de massa gorda, ganho na massa magra, redução do IMC (Índice de Massa Corpórea) e redução da circunferência abdominal.

Todos os pacientes foram submetidos a uma avaliação corporal por bioimpedância e de cálculo do IMC (Índice de Massa Corporal) por coaches 5S, profissionais de saúde e nutricionistas licenciadas para definir a meta de perda de peso e do tempo de tratamento.

Quanto à adesão, os pacientes receberam um guia alimentar com um cardápio diário de alimentos e bebidas.

 Além do monitoramento remoto da evolução diária do tratamento, os pacientes foram atendidos presencialmente, uma vez por semana, na clínica licenciada, para condução do protocolo estético e acompanhamento do seu desenvolvimento com o suporte de uma atividade física na esteira, bicicleta ou plataforma vibratória.

"Conseguimos comprovar que o com esse método as pessoas perderam peso na balança, diminuíram percentual de gordura corporal, circunferência abdominal e gordura visceral e aumentaram o percentual de massa magra e sem comprometer a saúde das pessoas", diz o cardiologista Túlio Sperb, um dos autores do estudo.

Resultados:

Peso médio pré: 86,127kg, Peso médio Pós: 72,248kg com uma perda média de 13,880kg no peso corporal (p < 0,0001), redução média de 7,55% no percentual de massa gorda, ganho de 3,10% de massa magra (p < 0,0001)

IMC (Índice de Massa Corporal) Pré: 31,88kg e IMC Pós: 26,76kg (redução média de 5,12 kg/m² no índice de massa corporal (IMC), (p < 0,0001), e redução média de 14,74cm na circunferência abdominal (p < 0,0001) dos pacientes tratados.
Conclusões:

Os achados demonstram que o método de emagrecimento 5S, em pacientes obesos ou com sobrepeso, foi capaz de reduzir o peso corporal, com redução no percentual de massa gorda e ganho na massa magra, redução do IMC e redução da circunferência abdominal, modificando positivamente o perfil da composição corporal dos pacientes tratados, e possivelmente, impactando diretamente na morbidade e mortalidade desses pacientes.

Postado em 16 de Janeiro, às 10:34 por Toy Guimarães 0 comentários

Para conseguir bumbum mais avantajado, brasileiras recorrem ao implante de silicone

Em primeiro no ranking de intervenções cirúrgicas, o Brasil está se aperfeiçoando no implante da prótese de glúteos, para deixar o bumbum mais avantajado.

"Só há duas formas de conseguir um bumbum mais definido: Por meio da gordura da lipoaspiração que é enxertada na região do glúteo ou pela prótese de silicone", explica o cirurgião plástico Bernardo Ramalho, especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). 

"Até mesmo pessoas muito magras podem realizar o procedimento", que tem um pós-operatório tranquilo quando realizado com profissionais competentes e em hospitais qualificados.  

Além das mamas, o implante pode ser colocado na região dos glúteos, na panturrilha e, em alguns casos, no peitoral masculino. "Hoje em dia as próteses de glúteos têm um formato anatômico e são colocadas de forma intramuscular, deixando um resultado muito mais natural", afirma Ramalho.

A limpeza da região é muito importante para não infeccionar os pontos no período pós-operatório. A paciente que se submeteu ao implante deve ter certos cuidados, como não tomar injeção no local, já que pode perfurar a prótese.  

O repouso da cirurgia é em torno de duas a três semanas e a paciente pode, sim, ficar sentada. "A medicina está tão avançada que as próteses não têm mais prazo de validade, não é mais necessário trocar as próteses depois de determinado período", conclui o cirurgião plástico. 

Postado em 15 de Janeiro, às 11:11 por Toy Guimarães 0 comentários

Salmão e Atum Saudáveis e saborosos, peixes nobres caíram no gosto dos brasileiros

Não há dúvidas, um dos pratos mais antigos que existem no cardápio das pessoas, independente da cultura, é o peixe. Fonte de proteínas, essa carne possui nutrientes e vitaminas que trazem muitas vantagens ao organismo.

Desde a época medieval o peixe era muito comum nas mesas, a própria igreja incentivava o consumo, então, a espécie fazia parte da refeição dos nobres e camponeses.

Já na atualidade, há muitas variações de menu, mas um tipo que sempre dá água na boca em muitos adeptos ao alimento e que veio de fora, é a comida japonesa. Peixe cru é sempre uma pedida para quem quer sair da mesmice, assim como o bacalhau, que também é famoso aqui e faz sucesso na culinária portuguesa.

Alguns países que estão localizados em ilhas, como por exemplo a Islândia ou o Myanmar, é natural que o consumo seja elevado.

Diante de muitas culturas gastronômicas ao redor do mundo, aqui no Brasil, dois tipos estão fazendo muito sucesso entre os brasileiros. Segundo pesquisa, salmão e atum então entre os peixes prediletos na terra tupiniquim. E de acordo com especialistas, o consumo deste tipo de carne pode trazer benefícios do coração até o cérebro.

Ou seja, além de deliciosos fazem bem à saúde!

Hábitos mais saudáveis

O levantamento “Hábitos alimentares dos brasileiros – preferências, dietas e tendências de consumo”, realizada pela Banca do Ramon, mostra que os alguns tipos de peixes estão entre os queridinhos dos brasileiros.  No ranking de favoritos, ficaram salmão (50%), atum (27%), sardinha (19%) e cavalinha (4%). Segundo a nutricionista e consultora da Banca do Ramon, Juliana Tomandl, passar a consumir mais peixes nas refeições é totalmente benéfico para o corpo.

“São muitas vantagens, pois o peixe possui algumas propriedades que são essenciais para o organismo, como o ômega 3, que é associado à memória e a melhor capacidade leitura, até mesmo com menos problemas de comportamento. A falta dele pode causar desatenção e dificuldade de aprendizagem, porém, este nutriente também preserva a audição e ajuda até mesmo na perda de peso”, explica a especialista.

Mesmo que essas espécies estejam entre os prediletos, o brasileiro ainda não consome a quantidade indicada pelo IBGE. De acordo com o instituto, no Brasil, a média de consumo é de  9,5 kg de peixe por ano, mas a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), recomenda que o ser humano ingira 12 kg ao ano.

“Ainda que o peixe faça parte da nossa cultura que foi herdada de outros países, como Portugal e Japão, e também dos indígenas, por meio da caça, não estamos muito habituados com este tipo de alimentação, porém, há uma mudança crescente nos costumes alimentares do brasileiro, existe uma vontade por refeições mais saudáveis e com qualidade, e o peixe, certamente, se enquadra como um alimento que faz bem à saúde”, detalha Tomandl.

Para além da boa memória

Uma das principais vantagens que o peixe oferece e que as pessoas mais conhecem é o estimulo à memória, por causa do ômega 3, mas a nutricionista da Banca do Ramon, explica que são inúmeros benefícios ao corpo.

‘’É um tipo de gordura, mas que é considerada boa ao organismo, além de estimular  a memória e ajudar a acelerar as respostas cerebrais, ele age reduzindo as inflamações, controla níveis de colesterol, protege o corpo de doenças cardiovasculares, melhora a disposição e previne aterosclerose, que é o acumulo de gordura nas paredes das artérias e também dentro delas’’, afirma.

Não é à toa que muitas pessoas buscam capsulas de ômega 3 para consumir durante o dia para ter uma vida mais saudável, mas, o mais indicado é passar a consumir peixe nas refeições. ‘’Recorrer as fontes naturais sempre será a melhor opção, se possível, comer duas porções de salmão e atum durante a semana, que são espécies muito ricas em ômega 3, já fazem uma diferença para quem come’’, detalha a especialista.  

Mar de nutrientes

Porém, engana-se quem acredita que no peixe apenas o ômega 3 faz bem ao organismo, além dele, existem outras substâncias que são muito benéficas ao ser humano. Veja a seguir outros componentes que são encontrados, especialmente, no salmão e atum, e trazem muitas vantagens:

Magnésio

O atum é muito rico em magnésio, que também é conhecido como um mineral anti-estresse. Quando falta essa substancia no organismo, resulta em cansaço e na falta de enzimas que ajudam a produzir energia no corpo. Além de ser essencial para o funcionamento dos nervos e músculos.

Cálcio

Já o salmão possui uma boa quantidade de cálcio, que é responsável em manter os ossos e os dentes fortes, evitando a osteoporose e raquitismo. ‘’O nutriente também ajuda a manter os batimentos do coração regulares, além de auxiliar o sistema nervoso a trabalhar melhor’’, conta Tomandl.

Selênio

O atum contém selênio, um antioxidante que ajuda a prevenir o envelhecimento e o amadurecimento celular, isso ajuda a afastar os riscos de tumores. Outra vantagem, é que o componente ajuda a manter a elasticidade dos tecidos e para as mulheres pode aliviar os incômodos menstruais.

Vitamina A

O salmão possui vitamina A que tem vários benefícios ao organismo, com ação protetora dos olhos, dos cabelos e da pele, ainda fortalece o sistema imunológico e dos órgãos reprodutivos. “A vitamina A também previne o envelhecimento precoce, doenças cardiovasculares e câncer”, diz a nutricionista.  

Fósforo

Assim como o cálcio, o fósforo também é responsável pela boa formação dentária e óssea. Além disso, é importante para o funcionamento dos rins, fornece mais energia ao corpo e contribui com o metabolismo de amidos e gorduras.

Preparo

É importante salientar que todos esses nutrientes listados acima, são encontrados tanto no salmão quanto no atum, mas a quantidade varia de acordo com cada espécie.

Outros peixes, como a própria sardinha e cavalinha, também possuem minerais que são essenciais ao corpo. ‘’De um modo geral, os peixes são bem nutritivos, basta escolher qual tipo mais agrada e passar a incluir nas refeições, se houver variações, melhor para o paladar.

Outro ponto importante é o modo de preparo, fazê-los fritos, como a opção à milanesa que é escolhida por muitas pessoas, acaba sendo prejudicial, pois, dessa forma, se consome muita gordura saturada, que são extremamente prejudiciais’’, finaliza Tomandl.

Postado em 15 de Janeiro, às 11:04 por Toy Guimarães 0 comentários

Janeiro branco precisamos falar sobre a depressão pós-parto

Janeiro Branco é o termo utilizado para chamar atenção à campanha de cuidados com a saúde mental e promoção de atividades ligadas ao tema. Uma das questões mais presentes na vida da mulher, relacionadas à saúde mental, é a depressão pós-parto. “Em geral, não se fala muito sobre o assunto, por desconhecimento e até preconceito.

Depressão pós-parto é um quadro depressivo que se apresenta na mulher imediatamente após o parto ou até um ano depois deste momento. Os sintomas são caracterizados como tristeza, apatia, desalento e pode ou não ocorrer a rejeição ao bebê.

As causas fisiológicas mais comuns do quadro depressivo pós-parto são as alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher. Mas, existem casos que são apenas emocionais, principalmente nas pacientes que já apresentaram alguma depressão antes ou durante a gravidez ou naquelas que, por fatores diversos, como idade (muito novas ou mais velhas), condição sócio-econômica-cultural.

“Uma paciente em condição financeira prejudicada ou de família desestruturada pode apresentar depressão pós-parto sem causas fisiológicas, sendo um estado puramente emocional.

De qualquer maneira, seja o problema físico ou emocional, ele deve ser tratado imediatamente”, alerta a Dra. Mariana Rosário, ginecologista, obstetra e mastologista.

Ela explica que a depressão pós-parto pode ter, como uma das principais características, a rejeição ao bebê, mas, pode se apresentar em níveis diferentes. “Existe um quadro chamado de Baby Blues, caracterizado por melancolia, sensibilidade amplificada e insegurança que chegam de repente, mas, que não causam tristeza no puerpério.

Esse quadro tende a passar logo, sem a necessidade de intervenção médica. Mas, se os sintomas perdurarem mais do que 30 dias ou forem muito intensos, é importante procurar o médico. Consideramos um sintoma clássico da depressão instalada a rejeição ao bebê, mas, o diagnóstico só pode ser realizado pelo ginecologista ou psiquiatra e tratado por ambos”, explica Mariana.

Entre 10% e 15% das mulheres passam pela depressão pós-parto. A duração do quadro depende muito da resposta da paciente à medicação. “Algumas melhoram imediatamente, mas, em casos graves, exige-se até mesmo a internação. O tratamento é feito com medicação e terapia”, ensina.

Mariana Rosário entende que o apoio familiar é fundamental nos casos depressivos no puerpério. “É preciso entender que a mulher não escolheu estar nesta situação. Ela precisa de carinho e compreensão para superar o momento – e julgamentos só pioram a depressão”, diz a médica.

Ela finaliza tranquilizando as gestantes: “Não é preciso ter medo de uma depressão aparecer, porque existe tratamento para o problema. Fazer um pré-natal completo, ter uma gravidez tranquila, cuidando da saúde e praticando atividade física são as melhores formas de prevenir-se do problema, mas, se ele se manifestar, procure imediatamente apoio médico”.

Sobre a Dra. Mariana Rosário

Formada pela Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André (SP), em 2006, a Dra. Mariana Rosário possui os títulos de especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia pela AMB – Associação Médica Brasileira, e estágio em Mastologia pelo IEO – Instituto Europeu de Oncologia, de Milão, Itália, um dos mais renomados do mundo.

Possui vasta experiência em Ginecologia, Obstetrícia e Mastologia, tanto em Clínica Médica como em Cirurgia Oncoplástica. Realiza cursos e workshops de Saúde da Mulher, bem como trabalhos voluntários de preparação de gestantes, orientação de adolescentes e prevenção de DST´s.

Participou de inúmeros trabalhos ligados à saúde feminina nas mais variadas fases da vida e atua ativamente em programas que visam ao aprimoramento científico.

Atualiza-se por meio da participação em cursos, seminários e congressos nacionais e internacionais e produz conteúdo científico para produções acadêmicas.

Postado em 15 de Janeiro, às 11:00 por Toy Guimarães 0 comentários

Conheça os principais fatores de risco para essa patologia e saiba como evita-los

Desde sempre os cabelos e penteados foram uma característica relevante para denominar um estilo ou modo de vida. Nos anos 40, por exemplo, era comum que as mulheres tivessem cumprimentos médios e ondulados. Seguindo a mesma tendência na década de 50, as pin-ups mostraram toda a força da feminilidade, usando franjas, lenços e penteados que são comuns até hoje.

Dando um salto na história, nos anos 80, era moda usar cachos volumosos ou apertados, cores diferentes com inspiração punk ou franjas desiguais que faziam referência ao estilo rocker. Em diferentes culturas, alguns penteados são feitos para momentos de celebração, para algumas religiões são sinônimo de retidão, portanto, são sagrados.

De fato, os cabelos são uma extensão da personalidade das pessoas e marca de pertencimento em certas tribos. Ainda hoje, são considerados a moldura do rosto, especialmente, nas mulheres, porém, um problema que já é bastante conhecido entre homens tem amedrontado o sexo feminino: a calvície. 

De acordo com especialistas, a alopecia androgenética, forma como esse tipo de queda de cabelos é clinicamente conhecido, está relacionado com a genética – como o próprio nome sugere – ou seja, pode ser hereditário. O lado bom é que esta patologia não é tão comum nas mulheres, além disso, nem toda perda de fios significa uma calvície, entretanto, independente do motivo, quando acontece se torna uma grande vilã para a autoestima delas.

Tudo sobre a calvície feminina

Como tudo na vida, os cabelos também passam por um ciclo. Eles nascem, crescem e morrem. Os fios que se soltam dão espaço para que outros possam retomar o processo. Porém, na calvície está sequencia é interrompida, quando eles caem, não crescem nunca mais.

De acordo com o médico Alan Wells, cirurgião plástico e especialista em transplante capilar, a calvície não é uma doença, mas é uma condição genética. “Se já existir um histórico familiar, muito provável que seja passado para outras gerações. Na calvície, os fios vão atrofiando e se soltam do couro cabeludo.

Atinge uma porcentagem baixa de mulheres, mas acontece da mesma forma que nos homens, pode ocorrer no início da vida adulta ou quando ficar mais velha. A única diferença, é que nos homens a perda de cabelo começa nas famosas entradas, já para as mulheres, a queda de fios segue a linha de divisão do cabelo, até chegar no topo da cabeça”, explica.

Para quem não tem predisposição genética, fatores emocionais como depressão, ansiedade e estresse são gatilhos para desenvolver alopecia, porém, depende muito da suscetibilidade que a pessoa tiver. “É uma reação autoimune, quando desencadeada por motivos emocionais é uma maneira do corpo dizer que algo está errado e precisa de atenção. Por isso é sempre importante cuidar da saúde como um todo”, detalha Wells.

Espelho, espelho meu

Segundo o especialista, a calvície não tem nenhum outro sintoma além da queda dos fios, e como muitas vezes ela pode acontecer de forma progressiva, a mulher pode levar anos para perceber que, de fato, está ficando calva. A dica é sempre ficar de olho no espelho, analisar os fios, pedir para alguém olhar o couro cabeludo para ficar atenta ao primeiro sinal de anormalidade.

A alopecia não escolhe idade, como depende do gene, pode atingir algumas pessoas de forma mais agressiva e para outras pode ser um processo mais lento. Mas alguns pontos devem ser levados em consideração, como rotina, alimentação, saúde física e emocional. “Os hábitos, principalmente, alimentares, devem ser avaliados, uma refeição rica em nutrientes, por exemplo, é essencial, pois a falta de ferro também pode ser um fator chave para desencadear a queda de cabelo”, conta o especialista.

Tratamentos

Se for detectado uma queda de fios fora do comum, é necessário buscar um especialista para entender a causa e possíveis tratamentos. Segundo Wells, normalmente, os pacientes ficam desesperados e buscam alternativas imediatas, acreditando que é a solução. Não é recomendável tomar suplementos vitamínicos ou se automedicar, o primeiro passo é sempre consultar um médico especialista para que ele possa solicitar alguns exames e dar um diagnóstico.

“Primeiro fazemos uma análise a olho nu, depois pedimos um tricodermatocospia, por esse exame conseguimos ver o couro cabeludo com uma lupa, e, então, verificamos se os fios estão atrofiando, se tem alguma mancha ou alguma alteração no cabelo, dependendo do caso, pedimos exames de sangue ou uma biópsia. A partir desses exames conseguimos entender o motivo da queda de fios, dar um diagnóstico e indicar um tratamento”, detalha.

Quando a calvície é detectada no início, pode ser receitado o tratamento via oral, mas a paciente deve estar a par de que precisará tomar o remédio sempre, já que se interromper as medicações os fios voltarão a cair. Também existe a possibilidade de um transplante de cabelo, mas esse é indicado apenas para quem está com a calvície estabilizada.

“Embora seja mais popular entre os homens, o transplante capilar também é uma alternativa muito interessante para as mulheres que sofrem de calvície, pois proporciona uma solução duradoura. Por se tratar de um procedimento cirúrgico, muitas pacientes se preocupam com as cicatrizes, mas a técnica evoluiu bastante nos últimos anos e não deixa marcas.

O método FUE (Folicular Unit Extraction), por exemplo, é bastante arrojado: utiliza fios da própria paciente, de áreas que não sofrem do problema, e são reimplantados no foco da queda, de forma sutil e minimamente invasiva’’, afirma o cirurgião.

Mitos e verdades sobre a calvície
É importante salientar que nem toda queda de cabelo significa que é uma alopecia. Porém, existem algumas recomendações populares para prevenir a calvície que acabam confundindo as pessoas. Na lista abaixo, estão alguns mitos e verdades mais comuns acerca do assunto.

Lavar o cabelo com frequência enfraquece os fios.  Mito. Na verdade, é indicado que pessoas que possuem oleosidade lavem os cabelos pelo menos a cada dois dias. Para quem tem cabelos secos, é recomendável lavar com mais frequência. Depende muito de cada tipo, porém, isso não tem nenhuma relação com calvície, garante Dr. Wells.

Descoloração torna os cabelos mais finos.  Verdade. A descoloração altera estrutura dos fios, deixando-os mais finos e atrapalhando o crescimento. Mas isso não significa que a pessoa ficará calva, porém, em um momento de muito estresse, por exemplo, a mudança de hormônios e a química que o cabelo foi exposto, podem influenciar a queda de cabelo. O ideal é procurar um especialista no assunto para mudar de cor.

Cortar o cabelo evita a queda dos fios.  Mito. A causa das quedas de fios são hereditárias e hormonais, sendo assim, cortar o cabelo não evita a perda de cabelo.

Gravidez pode desencadear alopecia. Verdade. De acordo com o cirurgião, durante esse período o bebê retira os nutrientes da gestante, o mesmo acontece no pós-parto, durante a amamentação, influenciando na queda de fios. Ainda após a gravidez, a mulher sofre uma redução de hormônio que enfraquecem os cabelos. A queda inicia entre o primeiro e o terceiro mês, após seis meses volta ao normal. Porém, se a mulher tiver uma predisposição genética, é possível que aconteça de forma mais agressiva resultando numa calvície.

Usar chapéu ou boné contribui com o enfraquecimento dos fios.  Mito. Não existe qualquer pesquisa que comprove isso. O uso de chapéus ou bonés não contribuem com a queda de fios ou aumenta a possibilidade de ter calvície no futuro. De todo modo, o uso desses acessórios com os cabelos molhados pode aumentar a quantidade de caspas.

Rápida recuperação no transplante capilar.  Verdade. Apesar de ser uma cirurgia demorada, o paciente recebe alta no mesmo dia e pode voltar a rotina normalmente, apenas tomando alguns cuidados simples, como evitar sol e não fazer exercícios físicos durante uma semana. No mesmo mês começam a nascer novos cabelos.

Postado em 15 de Janeiro, às 10:56 por Toy Guimarães 0 comentários

Praticar atividade física ajuda na prevenção de doenças graves

Para além dos resultados generosos com o corpo, manter hábitos saudáveis com a prática de atividade física e boa alimentação é também o melhor caminho para a prevenção e tratamento de doenças graves.

Um artigo publicado na revista internacional Cancer Epidemiology, aponta que, no Brasil, cerca de 10 mil novos casos de câncer por ano poderiam ser evitados se a população praticasse mais atividades físicas.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 47% dos brasileiros não se exercitam regularmente, um grande alerta, já que o número de inatividade só cresce a cada ano.

Para Igor Castro, coordenador geral da Rede Alpha Fitness, adotar um estilo de vida saudável é essencial para ficar com a saúde em dia. “Não tem como falar em saúde do corpo sem falar sobre a prática regular de atividades físicas e alimentação saudável.

O exercício físico, além de ajudar no controle do peso, é extremamente benéfico e pode evitar diversas doenças graves”, afirma. Isso porque a atividade física auxilia na prevenção da obesidade e de doenças cardiovasculares.

Casos de diabetes também podem ser evitados e controlados. Já existem estudos que afirmam também sobre os benefícios da prática na prevenção de doenças mentais, como ansiedade e estresse; por proporcionar ao corpo a sensação de bem-estar.

“A atividade física é recomendada para todos. Contudo, recomenda-se que o praticante siga corretamente as orientações dadas por profissionais de educação física, para não correr o risco de futuras lesões”, completa.

Postado em 15 de Janeiro, às 10:44 por Toy Guimarães 0 comentários

Médico dá dicas de como proteger bebês e crianças da radiação solar

Quem tem filho sabe que dias de sol são um convite para a diversão, na praia, piscina, parques e praças. Ainda mais nesta época do ano! Com tantas atividades ao ar livre, é preciso redobrar a atenção com a pele das crianças. Além de evitar as queimaduras causadas pelos raios ultravioletas, o protetor solar também previne problemas de saúde no futuro, que podem ser sérios. 

Estudo recente publicado no Jornal da Associação Médica Americana de Dermatologia mostrou que o uso de fotoprotetor na infância pode reduzir em 40% o risco de melanoma - tipo mais perigoso de câncer de pele - antes dos 40 anos. O dermatologista, especialista em câncer de pele, José Jabur da Cunha, da Altacasa Clínica Médica, na capital paulista, dá dicas importantes para os pais deixarem a criançada se divertir, com segurança.

- Não use protetor solar em bebês abaixo de 6 meses

A Sociedade Brasileira de Dermatologia e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam que os pais não usem protetor solar em crianças de até 6 meses. Sendo assim, não exponha o bebê diretamente no sol ou use métodos de barreira, como chapéus e roupas com fator de proteção ultravioleta (FPU), nos momentos do dia em que não há como evitar os raios solares. 

- Uso de chapéus é fundamental

Para crianças acima de seis meses, o uso de chapéus, roupas e guarda-sol é fundamental para a fotoproteção. Lembre-se também que, em períodos de radiação muito intensa deve-se evitar a exposição solar, principalmente entre 10h e 15hs. A “regra da sombra” é interessante: se a sombra do seu corpo no chão for menor que a sua altura, a criança não deve ficar exposta ao Sol. 

- Atenção ao rótulo do protetor solar

Escolha um protetor com no mínimo FPS 30, e que, de preferência, seja ‘resistente à água’ para não sair com tanta facilidade após uma ducha ou uma rápida entrada no mar ou piscina. Mas se a criança ficar mais de meia hora na água, passe o produto novamente assim que ela sair da água. 

- Reaplique o protetor a cada três horas

Não esqueça que para manter a proteção da pele, é preciso reaplicar o protetor a cada três horas. Além disso, use um produto que proteja tanto dos raios UVB (que causam vermelhidão e atingem a camada superficial da pele) quanto dos raios UVA (que penetram na camada mais profunda), pois ambos são perigosos. Preste atenção neste detalhe também na hora da compra. São os protetores chamados de “amplo espectro”. 

- Dia nublado também queima

As nuvens não bloqueiam totalmente os raios solares. Por isso, é imprescindível que você também tome medidas fotoprotetoras em dias nublados. Use roupas e chapéus nas crianças, que tenham fator de proteção ultravioleta (FPU), e lembre-se do protetor solar também nos dias em que o sol não dá o ar da graça.

- Espalhe o protetor de maneira uniforme e por todo o corpo da criança

É raro quem aplica o protetor solar da maneira certa. Para garantir uma correta proteção, é preciso passar, em todo o corpo, duas camadas na primeira aplicação do dia. E depois, nas próximas aplicações, é bom comprovar que todas as áreas estão cobertas e protegidas.

- Roupas e acessórios com FPU

Se a ideia é ficar na praia ou piscina por muito tempo, o ideal é usar peças com FPU – camisas, bermudas, chapéus e bonés, que garantem uma fotoproteção mais estável e duradoura. Pense em cobrir a pele com tecidos leves e que protejam do Sol e utilizar o filtro solar nas áreas que ficarem descobertas. Não é necessário aplicar o filtro na pele que está protegida por estes tecidos. 

- Estimular o hábito entre as crianças

Sempre que estiver tomando as medidas fotoprotetoras, fale com a criança sobre a importância de se proteger do sol para a pele não arder, para evitar queimaduras. Aos poucos, ela mesma vai aprender, sem que você precise brigar para isso. Assim, você estar estimulando esse hábito. Dar o exemplo também é primordial. Por isso, mães e pais devem também cuidar da pele no Sol.

Fotoproteção é um conjunto de medidas para os pais e os filhos poderem curtir um verão saudável. Neste verão, pratique a exposição solar consciente. 

Postado em 15 de Janeiro, às 10:35 por Toy Guimarães 0 comentários

Saúde alerta para picadas de escorpião, mais comuns no verão

O período do verão – entre dezembro e março – exige maior cuidado dos brasileiros em relação aos acidentes com escorpiões, já que o clima úmido e quente é considerado ideal para o aparecimento desse tipo de animal peçonhento, que se abriga em esgotos e entulhos. A limpeza do ambiente e a adoção de hábitos simples, de acordo com o Ministério da Saúde, são fundamentais para prevenir picadas.

No ambiente urbano, a orientação para evitar a entrada de escorpiões em casas e apartamentos é usar telas em ralos de chão, pias e tanques, além de vedar frestas nas paredes e colocar soleiras nas portas. Os cuidados incluem ainda afastar camas e berços das paredes e vistoriar roupas e calçados antes de usá-los. Já em áreas externas, a principal dica é manter jardins e quintais livres de entulhos, folhas secas e lixo doméstico.

Também é importante manter todo o lixo da residência em sacos plásticos bem fechados para evitar baratas, que servem de alimento e, portanto, atraem os escorpiões. Outra recomendação é manter o gramado sempre aparado, não colocar a mão em buracos, embaixo de pedras ou em troncos apodrecidos e usar luvas e botas de raspas de couro na hora de manusear entulhos e materiais de construção e em atividades de jardinagem.

O ministério não recomenda o uso de produtos químicos como pesticidas para o controle de escorpiões. “Estes produtos, além de não possuírem, até o momento, eficácia comprovada para o controle do animal em ambiente urbano, podem fazer com que eles deixem seus esconderijos, aumentando a chance de acidentes”, informou.

Populações mais expostas

Os grupos considerados mais vulneráveis são trabalhadores da construção civil, crianças e demais pessoas que permanecem grande parte do tempo dentro de casa ou nos arredores e quintais. Nas áreas urbanas, também estão sujeitos a picadas trabalhadores de madeireiras, transportadoras e distribuidoras de hortifrutigranjeiros, que manuseiam objetos e alimentos onde os escorpiões podem estar escondidos.

Acidentes

A maioria dos acidentes com escorpiões, segundo a pasta, é leve, com quadro de início rápido e duração limitada. Nessas situações, a pessoa apresenta dor imediata, vermelhidão, inchaço leve por acúmulo de líquido e sudorese localizada, com tratamento sintomático.

Crianças abaixo de 7 anos têm mais chance de apresentar sintomas como vômito e diarreia, principalmente quando picadas por escorpião-amarelo, que pode levar a casos graves e requer a aplicação do soro em tempo adequado.

As recomendações incluem ir imediatamente ao hospital de referência mais próximo e, se possível, levar o animal ou uma foto para identificação da espécie. Limpar o local da picada com água e sabão, de acordo com o ministério, pode ser uma medida auxiliar, desde que não atrase a ida ao serviço de saúde.

A lista de hospitais de referência para utilização do soro antiescorpiônico pode ser acessada aqui.

Números

Dados do ministério mostram que, em 2018, foram contabilizados 141,4 mil casos de acidentes com escorpiões no Brasil. Em 2017, foram 125 mil registros. Os números, de acordo com a paasta, ainda são preliminares e serão revisados. Em 2016, foram 91,7 mil notificações. Em relação às mortes, 115 óbitos foram registrados em 2016 e 88 em 2017.

Postado em 14 de Janeiro, às 12:20 por Toy Guimarães 0 comentários

70% dos idosos brasileiros tem alguma doença crônica, em mais de dois terços das mortes

Doenças crônicas afetam cerca de 70% dos idosos brasileiros, sendo que 40% deles tem ao menos uma, enquanto que 29,8% tem duas ou mais - foi o que constatou o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (Elsi-Brasil), realizado pelo Ministério da Saúde (MS) em conjunto com o Instituto Oswaldo Cruz (FioCruz).

Essas enfermidades são adquiridas após anos convivendo com hábitos inadequados, e implicam diretamente na qualidade e vida e autonomia na terceira idade.

Embora o número de pessoas que pensam a respeito de seu envelhecimento gire em torno de 63%, segundo uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia de São Paulo (SBGG-SP), em parceria com a Bayer, muitos ainda são diagnosticados com doenças como o diabetes (mais de 25% - MS) e a hipertensão (mais de 57% - MS) com o passar dos anos.

Esses dados demonstram que a preocupação das pessoas não necessariamente influencia na preservação da saúde durante a terceira idade, como explica a geriatra, médica do serviço de geriatria e gerontologia da UNIFESP e membro da SBGG, Dra.

Maísa Kairalla: “a preocupação com o envelhecimento ainda é algo superficial porque não reflete na adoção de hábitos de vida saudáveis de maneira consistente, já que ainda é comum que as pessoas desenvolvam diabetes e hipertensão por volta dos 60 anos, que é quando a terceira idade se estabelece”.

Um estilo de vida sedentário, associado a uma alimentação desequilibrada, rica em gorduras e açúcares, são os principais responsáveis pela aquisição de sobrepeso e obesidade, que podem levar à diabetes e hipertensão.

Falta de atividade física

Uma das medidas que poderiam auxiliar na prevenção e inclusive no controle dessas doenças é a prática de atividade física. No entanto, ela ainda é subestimada pela população que não a adota por não conhecer seus benefícios ou até mesmo por falta de orientação. 

“Muitos idosos ainda têm a ideia de que exercícios são para os mais jovens e por isso deixam de praticá-los quando, na verdade, podem ir à academia ou praticar um esporte como a natação, tendo inúmeros benefícios tanto para a saúde física como mental”.

O medo também os afasta de uma vida mais ativa e, inclusive, de momentos sociais.

O estudo do Ministério da Saúde com a FioCruz identificou que 85% da população com 50 anos ou mais vivem em áreas urbanas e cerca de 43% dos idosos acompanhados pelo estudo disseram ter medo de cair na rua. 

“Esse é mais um reflexo de que a nossa sociedade ainda tem um longo caminho pela frente até se adaptar e ter também um ambiente adequado para seu envelhecimento. É necessário rever todas as políticas públicas, inclusive coisas que num primeiro momento nem se imagina, como o plano piloto da cidade”, reforça a especialista.

De acordo com o MS, essas doenças são responsáveis por mais de dois terços das mortes no país, o que coloca em risco a vida de milhares de idosos. Somente no Brasil, há atualmente 29,3 milhões deles, e em 2030, o número deve superar o de crianças e adolescentes.

“É preciso não tem medo da velhice e se preparar para ela. Uma alimentação saudável e um estilo de vida ativa são decisivos para envelhecer melhor, todos chegarão lá, é só uma questão de tempo”, reforça a especialista.

Bayer: Science For A Better Life (Ciência para uma Vida Melhor)

A Bayer é uma empresa global com competências em Ciências da Vida nas áreas de agricultura e cuidados com a saúde humana e animal. Seus produtos e serviços são desenvolvidos para beneficiar as pessoas e melhorar sua qualidade de vida.

Além disso, a companhia objetiva criar valor por meio da inovação. A Bayer é comprometida com os princípios do desenvolvimento sustentável e com suas responsabilidades sociais e éticas como uma empresa cidadã. Em 2017, o Grupo empregou cerca de 99 mil pessoas e obteve vendas de € 35 bilhões.

Os investimentos totalizaram € 2.4 bilhões e as despesas com Pesquisa & Desenvolvimento somaram € 4.5 bilhões. Para mais informações, acesse www.bayer.com.br.

Postado em 11 de Janeiro, às 12:15 por Toy Guimarães 0 comentários

Mais Médicos brasileiros devem se apresentar a partir desta segunda-feira

Profissionais com registro no Brasil inscritos na segunda chamada do Programa Mais Médicos devem se apresentar a partir de hoje (7) aos municípios. 

Médicos que decidirem não comparecer mais às atividades devem informar ao município onde trabalharia, que fica encarregado de comunicar a desistência ao governo federal.

Segundo o Ministério da Saúde, candidatos que desistirem dos postos terão as vagas colocadas de volta ao edital do Mais Médicos. O sistema será atualizado com as vagas disponíveis para os profissionais formados no exterior.

A previsão é que a lista de médicos brasileiros homologados que deram início às atividades seja publicada no próximo dia 14.

A seleção

O ministério lançou, desde novembro, editais para a substituição de 8.517 cubanos que atuavam em 2.824 municípios e 34 distritos sanitários especiais indígenas (DSEI). Inicialmente, concorreram apenas médicos brasileiros com registro no país. Um novo edital, em andamento, seleciona também profissionais formados no exterior.

Novo ministro

Ao assumir o comando da pasta, o médico Luiz Henrique Mandetta disse, na última quarta-feira (2), que pretende revisar o Mais Médicos e rebateu a afirmação de que faltam profissionais no Brasil. Segundo ele, o país conta com aproximadamente 320 faculdades de medicina e 26 mil médicos graduados em 2018, com previsão de aumento desse contingente em 10% ao ano até chegar a 35 mil profissionais formados.

“Quem forma essa quantidade toda de profissionais? Muitos deles endividados pelo Fies [Fundo de Financiamento Estudantil] e muitos formados em escola pública. Não temos uma proposta ou política de indução para que eles venham para o sistema público de saúde.”

Postado em 07 de Janeiro, às 11:05 por Toy Guimarães 0 comentários

Crianças com perda auditiva estão entre as principais vítimas de bullying

Bullying: ação capaz de ferir física e psicologicamente crianças e jovens mundo afora, vítimas de chacotas e humilhações. É o que sofre muitos alunos deficientes auditivos, que usam ou não aparelhos auditivos e que, por isso, acabam desenvolvendo problemas de autoestima e de socialização; além de dificuldades no aprendizado e no desenvolvimento cognitivo.

De acordo com o Censo de Educação Básica, divulgado pelo Inep (instituto de pesquisas ligado ao Ministério da Educação), entre 2011 e 2016, houve uma redução de 23% no universo de estudantes surdos no país. Um dos motivos pode ser a fuga da escola, por conta de bullying ou falta de apoio no aprendizado.

Dados da Organização Mundial de Saúde apontam que aproximadamente 32 milhões de crianças, no mundo inteiro, têm algum tipo de deficiência auditiva.

O primeiro passo, fundamental, é tratar a deficiência auditiva do aluno o mais rápido possível.

Quanto mais cedo, melhor. Bebês que não têm tratamento, por exemplo, mesmo com perda auditiva leve ou moderada, apresentam mais dificuldades para aprender a falar e, mais tarde, terão prejuízos em seu desempenho escolar.

Exames como o PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico) e o EOA (Emissão Otoacústica) podem detectar o grau de perda auditiva, servindo como ponto de partida para que o médico otorrinolaringologista indique o tratamento mais adequado para cada caso. Uma das indicações para suprir o déficit de audição é o uso de aparelhos auditivos desenvolvidos especialmente para os pequenos.

"A audição tem papel vital no desenvolvimento da linguagem e da fala, importantes na comunicação e na interação social da criança.

A perda auditiva, se não for tratada, pode acarretar uma série de limitações: timidez, retraimento, problemas de aprendizado, de relacionamento, o que provoca, muitas vezes, o bullying, que agrava a situação. Por esse motivo, na Telex, bebês, crianças e adolescentes têm uma atenção especial para que possam alcançar seu pleno potencial", afirma a fonoaudióloga Marcella Vidal, gerente de Produtos Pediátricos da Telex Soluções Auditivas.

O segundo passo para ajudar a criança com deficiência auditiva deve ser dado pela família, que precisa estimular a autoestima da criança, para que ela se sinta segura ao transitar nos diversos núcleos sociais, inclusive junto aos coleguinhas na escola. Uma criança segura não se deixa abater pela 'zoação' das outras.

O indicado é não esconder ou disfarçar os aparelhos auditivos, nem mesmo o implante coclear, atrás da orelha. Desse modo, os pais sinalizam que a deficiência não é motivo de vergonha.

A aceitação deve começar dentro de casa. Hoje, já é possível encontrar no mercado aparelhos auditivos discretos, com design modernos, personalizados, coloridos e, para as crianças, existem até mesmo próteses com estampas de super-heróis, bem divertidas, que ajudam a dar autoconfiança.

Diretores e professores da escola também devem ficar atentos a qualquer sinal de discriminação contra crianças deficientes auditivas, a fim de agir logo, tomando medidas que evitem consequências mais graves. Uma dessas ações deve ser a de promover uma abordagem lúdica, em sala de aula, de temas que abordam as diferenças, mostrando os vários tipos de deficiência e enfatizando, principalmente, o respeito que todas as crianças devem ter entre si.

Para orientar os pais e professores nessa jornada, a Telex desenvolveu o programa infanto-juvenil 'Cuidado Auditivo Amigo da Criança', como conta a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia.

"Por meio desse programa, a família recebe todo o apoio necessário, com atendimento pediátrico diferenciado, orientações e acompanhamento do tratamento, além de oferecer soluções auditivas pediátricas desenvolvidas especialmente para cada criança. E tudo isso, obviamente, com suporte médico especializado", explica Vidal.

Em sala de aula, para que o aluno deficiente auditivo possa assimilar melhor o conteúdo ensinado, a Telex oferece também o 'Sistema FM Amigo', que permite a comunicação direta entre professores e crianças com déficit de audição. O equipamento é composto por um microfone transmissor e um receptor.

O professor usa o microfone acoplado à roupa e sua voz é transmitida diretamente para o receptor que está no aparelho auditivo do aluno. O sistema ajuda a suprimir os efeitos negativos de distância, reverberação ou ruído de fundo, e mantém o som da fala do professor original, alto e claro, possibilitando um aprendizado natural para esse aluno.

Postado em 04 de Janeiro, às 09:36 por Toy Guimarães 0 comentários

Preservar massa muscular é fundamental no processo de emagrecimento, diz especialista

Emagrecer não é uma tarefa fácil. Para a maioria das pessoas, a resposta do organismo pode ser lenta e desanimadora, levando muitos a procurarem alternativas que são mais rápidas, porém menos saudáveis, para reduzir o peso.

A perda de peso feita “de qualquer maneira” pode até levar a uma redução da massa gordurosa, mas leva também, com ela, boa parte da massa muscular nessa mesma queima de calorias. Por conta disso, o acompanhamento profissional multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista e educador físico, pode ser a alternativa para ajudar a montar rotinas alimentares e de exercício que favoreçam a preservação e o desenvolvimento da massa muscular, enquanto se perde gordura.

“A massa muscular é responsável por várias funções essenciais ao organismo, que vão desde a capacidade de sustentar a massa óssea, como também aumentar a disposição para o dia a dia. Por isso é que, preservar massa magra não é nada mais do que preservar a sua saúde”, explica Igor Castro, Diretor Técnico da Rede Alpha Fitness de academias.

Algumas das funções da massa magra são a melhora da postura corporal; a prevenção de lesões nas articulações e o aumento do metabolismo corporal, que inclusive ajuda na queima de calorias.

“Para preservar massa magra ao emagrecer, é preciso garantir uma série de fatores que, em conjunto, não permitam que o organismo use as fibras musculares como principal fonte de energia para se manter.

Além de respeitar todas as dicas, é importante lembrar que garantir boas noites de sono, faz com que o organismo funcione melhor maneira possível e se desenvolva.

Postado em 02 de Janeiro, às 11:46 por Toy Guimarães 0 comentários

França anuncia que vai legalizar maconha para uso terapêutico em 2019

A Agência Nacional de Segurança do Medicamento (ANSM) autorizou “pertinente” o uso da maconha para “aliviar sintomas” e em pacientes que se inserem em “certas situações clínicas”. Segundo o RFI, um comitê de especialistas já tinha dado aval à medida neste mês. Apesar da liberação terapêutica, o uso do canabis na França será bem regularizado. 

Ainda será decidido como as doses serão administradas – se por spray, inalação, pílulas, gotas, supositórios ou óleos. Um registro também será exigido para avaliação dos benefícios e dos riscos do uso da maconha. Médicos e especialista vão estabelecer tanto os locais autorizados para distribuição, como também o preço e as condições para os valores serem reembolsados pelo governo.

Mais de vinte países europeus já legalizaram a maconha para uso medicinal, como a Croácia ou a Noruega. Outras nações também fizeram o mesmo procedimento, como Israel, Turquia, Canadá e diversos estados americanos.

Postado em 02 de Janeiro, às 11:24 por Toy Guimarães 0 comentários

Cuidado com a radiação solar Mortes por câncer de pele aumentam no Brasil

O verão chegou. Época de férias, de muito sol, passeios ao ar livre, praias e piscina. Por isso é bom se proteger de um inimigo oculto que pode se manifestar de repente: o câncer de pele. Cuidado com a exposição ao sol, sem proteção. Os danos causados pelos raios UVA e UVB têm efeito cumulativo na pele, que começam na infância. Quanto mais vermelhões ou bolhas na pele, maiores as chances de adquirir câncer de pele no futuro. 

A exposição frequente à luz solar, sem proteção, contribui para a maioria dos casos de melanomas e carcinomas. A atenção deve ser redobrada em períodos do dia – entre às 10h e às 16h - em que o índice de radiação ultravioleta chega a níveis extremos.

Em dez anos, o número de mortes em decorrência de câncer de pele aumentou 55% no Brasil. São cerca de 180 mil novos casos por ano, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), e ainda acredita-se que este número deva ser muito maior. Os tipos mais comuns, os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, embora tenham baixa letalidade, são extremamente frequentes. 

“Gerações que tiveram grande exposição ao sol sem proteção estão ficando mais velhas e desenvolvendo a doença. Por ser considerado um câncer ‘sem gravidade’, muitas vezes alguns sinais e lesões na pele são negligenciados pelos pacientes e também pelos próprios médicos. Porém, o quanto antes um carcinoma for diagnosticado, mais rápido será o tratamento, reduzindo o risco de maiores complicações”, explica o dermatologista José Jabur, especialista em câncer de pele, da Altacasa Clínica Médica, na capital paulista. 

O câncer de pele é caracterizado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Mais agressivo e letal, o melanoma surge, geralmente, com o aspecto de uma pinta escura. Já os não melanomas, divididos em carcinoma basocelular e espinocelular, costumam aparecer sob a forma de pequenas lesões que não cicatrizam, crescem progressivamente e às vezes podem sangrar com facilidade. Eles podem aparecer praticamente em todas as partes da pele, mas são mais frequentes nas áreas que são cronicamente expostas ao Sol, como rosto, orelhas, couro cabeludo, braços e ombros. O carcinoma basocelular é especialmente frequente no nariz.   

“O carcinoma já foi considerado um tipo de câncer de pele exclusivo de pessoas mais velhas, com mais de 60 anos. Mas nas últimas décadas, com a frequente exposição dos jovens aos raios solares e a forte irradiação solar - o Brasil é o país que mais recebe irradiação solar em todo o mundo por estar localizado próximo à linha do Equador -, a média de idade dos pacientes vem diminuindo. Muitos jovens já estão sendo diagnosticados com carcinoma.”, explica o Dr. Jabur.

O carcinoma basocelular tem um crescimento lento e raramente se espalha para linfonodos (que são os chamados gânglios linfáticos) ou outras partes do corpo. Mas fica o alerta:

“Quando diagnosticado e tratado corretamente, o carcionoma basocelular tem altíssimo índice de cura. Mas se o diagnóstico for tardio ou se ele for tratado de maneira incorreta, as recidivas se tornam mais frequentes e o tumor pode se tornar um problema muito sério”, ressalta o médico, que complementa: “já os carcinomas espinocelulares são mais propensos a se disseminar, da pele, para os linfonodos. Geralmente surgem em áreas com sinais de danos provocados pelo sol, como rugas, manchas marrons e vermelhas e outros. Também aparecem na forma de feridas que não cicatrizam e sangram ocasionalmente. Podem também ser confundidos com verrugas”, esclarece.

O câncer de pele responde por 33% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil, de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia.

“Deve-se suspeitar de lesões na pele que tenha surgido geralmente há meses, que não cicatrizam de modo habitual, e que podem ter o aspecto de uma mancha vermelha, um nódulo ou ferida que sangra ou forma crosta. Diante de lesões suspeitas, é preciso procurar um dermatologista para o diagnóstico e tratamento. É importante saber que atualmente temos dermatologistas especializados no tratamento do câncer da pele. Quanto mais precoce for o diagnóstico, e mais cedo for instituído o tratamento correto, melhores serão os resultados”, conclui o especialista em câncer de pele, da clínica Altacasa.

Postado em 19 de Dezembro, às 18:25 por Toy Guimarães 0 comentários

Nesse verão, não se esqueça de cuidar do seu pulmão

 Sol, calor, praia, piscina, bebida gelada... Tudo isso para celebrar a chegada da estação mais esperada do ano: o verão! Mas para algumas pessoas, o que vem junto às altas temperaturas são, na verdade, rinite e crises de asma. Para evitar o desconforto e aproveitar os dias de sol da melhor maneira, confira algumas dicas essenciais.

Rinite

Nessa época do ano, são comuns viagens para casas de veraneio que estão há muito tempo fechadas e acumulam, principalmente em lençóis, cobertas e estofados, uma camada de poeira e ácaros. Por essa razão, é muito importante que ao chegar nestes locais, seja feita uma limpeza com o objetivo de eliminar esses agentes causadores1. Para isso, é aconselhado usar aspirador de pó e panos úmidos, que evitam suspender as partículas de poeira no ar1.

Asma

O uso de ar condicionado, intensificado nessa época do ano, pode provocar um aumento no número de crises, já que torna as variações de temperatura mais frequentes e bruscas, aumentando as chances de inflamação dos brônquios2. “O ideal é que o uso do ar condicionado seja controlado evitando temperaturas abaixo de 22 graus.

Os equipamentos de ar condicionado devem ser higienizados no mínimo uma vez por ano para prevenir contaminação com microorganismos e acumulo de mofo e poeira”, explica o pneumologista doutor Frederico Fernandes.

Além do ar condicionado, os pacientes com asma também podem apresentar mais crises em por conta do aumento da atividade física, principalmente aqueles que estão descondicionados². “Isso acontece porque com o exercício, há o aumento da frequência respiratória, o que pode causar broncoespasmos esforço-induzido.”

Atividade física é muito importante e fundamental no controle da asma, mas devem ser respeitados os limites individuais e um médico deve ser consultado para evitar e tratar essas crises”.

Vale lembrar que um bom controle dessas doenças vai além da erradicação de agentes causadores de crises. É preciso se alimentar bem, praticar atividades físicas respeitando suas limitações, se consultar regularmente com o especialista e, principalmente no verão, controlar a exposição ao sol e calor3.

“O tratamento contínuo voltado para o controle da doença também é muito importante. Não bastar usar a medicação apenas quando se tem a crise”, reforça o especialista.

Referência

1.       Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tsiologia. Asma – Perguntas e respostas. https://sbpt.org.br/portal/publico-geral/doencas/asma-perguntas-e-respostas/Acesso em 28/11/2018.

2.       Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual. Verão pode provocar aumento das crises de asma. http://www.iamspe.sp.gov.br/verao-pode-provocar-aumento-das-crises-de-asma/ Acesso em 28/11/2018.

3.       Associação Brasileira de Asmáticos de São Paulo – Perguntas frequentes. http://www.abrasaopaulo.org/perguntas.asp Acesso em 28/11/2018.

Postado em 19 de Dezembro, às 18:22 por Toy Guimarães 0 comentários

82% dos fumantes brasileiros trocariam o cigarro por produtos de menor risco à saúde

De acordo com o Ministério da Saúde1, existem mais de 20 milhões de adultos fumantes no Brasil. Em uma recente pesquisa, os dados do Instituto Datafolha revelam que mais de 16 milhões de brasileiros, que correspondem a 82% dos fumantes, trocariam o cigarro por uma opção menos prejudicial à saúde.

Ainda segundo o estudo, até mesmo 78% dos não fumantes, ao serem informados sobre produtos de risco reduzido, tendência que vem ganhando repercussão mundial, indicariam a substituição do cigarro por uma opção potencialmente menos prejudicial a amigos e familiares fumantes.

"É indiscutível que a maioria dos fumantes têm plena consciência dos danos causados pelo hábito de fumar cigarros. Contudo, muitos ainda continuarão fumando e sabem que sofrerão sérias consequências à sua saúde. A pergunta que se faz é, existindo soluções que tem o potencial de reduzir os danos à saúde, por que elas não estão hoje disponíveis aos adultos fumantes brasileiros?", argumenta Fernando Vieira, Diretor de Assuntos Corporativos da Philip Morris Brasil.

Os dados mostram que 79% dos brasileiros são favoráveis à ideia de que o governo deveria permitir que os fumantes tenham acesso a produtos de risco reduzido. A regulamentação segue em discussão há quase dois anos e meio na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mas ainda sem avanços significativos.

O levantamento foi realizado em julho de 2018 com pessoas com idade a partir dos 18 anos, pertencentes a diversas classes econômicas, em todas as regiões do país. Dos entrevistados, cerca de um quinto da população brasileira adulta declara fumar cigarros, sendo que 16% dizem fumar até um maço por dia.

Postado em 19 de Dezembro, às 18:13 por Toy Guimarães 0 comentários

Bebê de 11 meses com doença grave e rara precisa de ajuda urgente

Em setembro deste ano, a pequena Ana Laura Azevedo de Freitas foi diagnosticada com uma doença genética que atinge 1 em cada 10 mil nascimentos. A Atrofia Muscular Espinhal, AME, tipo 1, promove fraqueza muscular e perda progressiva dos movimentos, em função da deterioração das células nervosas, e gera, com o passar dos dias, piora significativa, até ocasionar o óbito, caso não seja sanada a tempo.

Os pais da Ana Laura, Armando Barros e Angélica Freitas, desesperados, já estão desbravando uma significativa luta em busca de apoio pela sobrevivência da filha, e passaram a divulgar nas redes sociais o caso, que já sensibilizou artistas, políticos e a comunidade em geral, e nesse sentido estão se solidarizando em campanha para arrecadar o montante de R$2.232.000,00 (Dois Milhões, Duzentos e Trinta e Dois Mil Reais) necessários para cobrir tratamentos e medicamentos.

 “Nossa filha é o bem mais precioso que temos atualmente, e não sei o que será de nós sem a presença dela”, afirma a mãe da criança, já muito aflita com a situação.

A apresentadora do SBT, Eliana, também se comoveu com a situação da criança, e também resolveu ajudar. “A união vai salvar a vida da Anna Laura”, afirma Eliana, confiante.

Já a atriz mirim, Lorena Queiroz, entrou em parceria com os proprietários a loja Brink & Brilhe do Shopping Granja Vianna, Sueli Moraes, Carlos Moraes e Adriana Moraes, no sentido de sensibilizar a comunidade local para o fato.  A atriz faz presença nesta quarta-feira, dia 19, no estabelecimento, dando autógrafos.

“O valor de todas as vendas serão revertidas para a Anna Laura”, afirma Sueli Moraes, acrescentando que “é muito importante o apoio e colaboração de artistas, personalidades públicas e estabelecimentos comerciais no sentido de mobilizar a sociedade para esse momento tão delicado na vida da Anna Laura e seus familiares”

Infelizmente o SUS, Sistema único de Saúde, não cobre este tipo de tratamento, o que torna a situação da criança ainda mais delicada. Por esta razão, os pais estão pedindo a ajuda de todos, com a colaboração de qualquer quantia, que pode ser depositada através do Banco Caixa Econômica Federal, banco 104, agência 2170 , operação 013, conta poupança 42389-3, ou pelo Banco do Brasil, banco 001, agência 2244-6, conta poupança 27825-4, ou ainda, pelo Bradesco, banco 237, agencia 6040, conta 1000401-2. Todas essas unidades bancárias estão sob o CPF 152.564.904-35, em nome de Anna Laura Asevedo de Freitas.

Postado em 19 de Dezembro, às 17:01 por Toy Guimarães 0 comentários

Tomar analgésicos com frequência traz riscos de perda auditiva

Apesar de parecer normal tomar um remédio para dor de cabeça, gripe ou resfriado, a automedicação pode representar um sério risco para a saúde, principalmente se for uma prática constante. Especialistas alertam que o uso prolongado, em altas doses, de cerca de 200 medicamentos, pode provocar tonteira, zumbido e até mesmo perda de audição.

Estudo realizado no Brigham and Women’s Hospital, ligado à Universidade de Harvard (EUA), mostrou uma provável correlação entre o uso de analgésicos, por mulheres, e o desenvolvimento de perda auditiva. Os pesquisadores observaram que analgésicos como o ácido acetilsalicílico ou AAS, ibuprofeno e paracetamol são perigosos, se tomados com frequência. Os números comprovam: 16,2% das 54 mil mulheres norte-americanas que participaram do estudo tiveram perda de audição depois de tomarem analgésicos por um longo período. O ácido acetilsalicílico está entre os remédios ototóxicos (ruins para o ouvido) mais comuns.

Diuréticos, pílulas anticoncepcionais e anti-inflamatórios, consumidos de forma indiscriminada, também estão na lista das substâncias problemáticas, podendo afetar partes do ouvido humano responsáveis pela audição e pelo equilíbrio.

A fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas, alerta que os medicamentos devem ser consumidos apenas sob prescrição médica. "É comum pessoas tomarem remédios por conta própria, influenciadas pela indicação de vizinhos e amigos, o que é perigoso. As substâncias conhecidas como ototóxicas podem causar lesões graves e, muitas vezes, irreversíveis, à cóclea, a parte do ouvido humano responsável pela audição", ressalta a especialista em audiologia.

Claro que, devidamente recomendados, esses remédios são essenciais no tratamento das doenças para os quais foram criados. Por isso, o ideal é que, antes de tomar um remédio ototóxico, sejam feitos exames para se verificar se já existe uma lesão auditiva que possa se agravar com o uso da substância.

Quimioterápicos usados contra o câncer; antibióticos da família dos aminoglicosídeos (prevenção e tratamento de infecções pós-operatórias e contra tuberculose); além de antineoplásicos e antimaláricos também fazem parte da lista de remédios que podem acarretar danos à audição. É um dilema enfrentado pelos médicos.

Bebês prematuros também correm riscos, já que precisam tomar antibióticos para combater determinadas infecções respiratórias. "Os recém-nascidos com baixo peso são muito expostos a infecções e precisam desses remédios. Por isso é preciso cuidado redobrado. Hoje o teste da orelhinha é obrigatório, logo após o nascimento do bebê, para verificar se a criança já tem algum dano auditivo", lembra a fonoaudióloga. A situação é ainda pior para os bebês que passam um bom tempo na incubadora, porque, além dos remédios, eles são prejudicados pelo barulho dos equipamentos, que pode chegar a até 100 decibéis.

Os efeitos da ototoxidade dos remédios são amplos e atingem indivíduos de todas as idades. Nos ouvidos, esses medicamentos causam perda neurossensorial, temporária ou definitiva, de grau variado (de leve à profunda), de acordo com o remédio, a dose ingerida e o tempo de tratamento.
"Aconselho a quem suspeita de alguma dificuldade auditiva que procure um médico otorrinolaringologista o mais rápido possível. A perda de audição pode ter muitas causas: trauma acústico, infecções, idade avançada, mas pode ser consequência também do uso prolongado de um medicamento ototóxico", conclui a fonoaudióloga da Telex.

Postado em 18 de Dezembro, às 16:02 por Toy Guimarães 0 comentários

Semana de Mobilização Nacional para a Doação de Medula Óssea estimula o cadastro de voluntários

Começa hoje (14) e segue até o dia 21, a Semana de Mobilização Nacional para a Doação de Medula Óssea. A semana foi instituída pela Lei nº 11.930, de 22 de abril de 2009, com o objetivo de promover esclarecimento e conscientização sobre a doação e o transplante de medula, além de estimular que mais pessoas participem do cadastro de doadores do Redome – Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea.

Conhecida também como “Lei Pietro”, a Lei 11.930 foi aprovada após a morte do jovem Pietro Albuquerque, que faleceu em decorrência de leucemia mielóide aguda pouco antes de completar 20 anos, e tornou-se uma grande aliada para as campanhas de doação de medula.

O transplante de medula óssea é uma alternativa indicada para o tratamento de doenças relacionadas com a fabricação de células do sangue e com deficiências no sistema imunológico. Pacientes com leucemias originárias das células da medula óssea, linfomas, doenças originadas do sistema imune em geral, dos gânglios e do baço, e anemias graves estão entre os principais beneficiados com o transplante.

Quando o paciente não encontra o doador ideal dentro da própria família, é necessário buscar alternativas nos registros de doadores voluntários. É nesse momento que entra o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), nascido em 1993 para reunir dados de pessoas dispostas a doar medula óssea para quem precisa de transplante.

Atualmente o Redome apresenta um crescimento anual significativo, incluindo mais de 300 mil novos cadastros no Brasil. Com mais de 4,7 milhões de cadastros, o registro brasileiro é o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, ficando atrás apenas do registro alemão, com cerca de 6,2 milhões, e do registro americano, que possui quase 7,9 milhões. Entretanto, o Redome é o maior banco com financiamento exclusivamente público, pertence ao Ministério da Saúde.

A chance de encontrar um doador compatível é de 1 para 100 mil pessoas. Para aumentar a probabilidade de êxito na localização, é fundamental manter os dados cadastrais atualizados. 

Para se tornar um doador de medula óssea

.Ter entre 18 e 55 anos de idade;

Estar em bom estado geral de saúde;
Não ter doença infecciosa ou incapacitante;
Não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico;
Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.
Como funciona o Redome

Na Bahia, a Fundação Hemoba é responsável pelo cadastro, o interessado deverá procurar uma das unidades de coleta distribuídas em todo o estado;

É necessário apresentar o documento oficial com foto;
O voluntário à doação irá assinar um termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), e preencher uma ficha com informações pessoais;
Será retirada uma pequena quantidade de sangue (5ml) do candidato a doador;
O sangue será analisado por exame de histocompatibilidade (HLA), um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que vão ser cruzadas com os dados de pacientes que necessitam de transplantes para determinar a compatibilidade;
Os dados pessoais e o tipo de HLA serão incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome);
Quando houver um paciente com possível compatibilidade, o candidato à doação será consultado para decidir quanto à doação. Por este motivo, é necessário manter os dados sempre atualizados;
Para seguir com o processo de doação serão necessários outros exames para confirmar a compatibilidade e uma avaliação clínica de saúde;
Somente após todas estas etapas concluídas o doador poderá ser considerado apto e realizar a doação.

Postado em 14 de Dezembro, às 17:24 por Toy Guimarães 0 comentários

Mais Médicos prorroga inscrições para profissionais formados no exterior

O Ministério da Saúde prorrogou as inscrições de brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil) para participação no programa Mais Médicos.

Agora, os candidatos terão até o próximo domingo, dia 16 de dezembro, para enviar documentação à pasta federal e, assim, estarem aptos para validação da inscrição no Programa.

A medida foi tomada devido à picos de instabilidade do site do programa causada pelo grande número de acessos, o que pode ter ocasionado dificuldades no momento da inscrição.

Postado em 14 de Dezembro, às 15:48 por Toy Guimarães 0 comentários

Próximo








Enquetes


Categorias

Áudios Cidades Colunas Educação Entretenimento Esportes Mensagens PodCast Polícia Política Publicidade Saúde Tempo

Rede Criativa

Mídia Notícias Rádio Hoje Brasil Repórter Hoje

Cidades

Amargosa Baixo Sul Brejões Elísio Medrado Itatim Laje Milagres Piemonte do Paraguaçú Recôncavo Baiano Salvador e RMS Santo Antonio de Jesus São Miguel das Matas Ubaíra Vale do Jiquiriçá Varzedo Vitória da Conquista e Sudoeste
Anunciar | Você Repórter | Termos de Uso | Contato | Expediente
©Copyright - Criativa On Line - Rede Criativa de Comunicação
A Força da Comunicação na Internet! 17/01/2019 01:47