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Retirada antecipada de cubanos do Mais Médicos é grave ameaça para municípios baianos

Ao longo de cinco anos de existência, mais de 5,6 milhões de pessoas beneficiadas, cerca de 800 mil consultas realizadas por mês e uma cobertura de 72% da Atenção Básica. Esses são os números alcançados pela Bahia após a implantação do Programa Mais Médicos no país. Atualmente, o estado possui 1.522 médicos do programa, que estão alocados em 363 municípios. Desse total, 846 são cubanos. 

De acordo com o secretário, o programa vinha sendo extremamente relevante, sobretudo para os moradores dos municípios distantes dos grandes centros, pela maior dificuldade de acesso aos serviços de saúde. “Além de possibilitar o acesso ao atendimento, o Mais Médicos vinha oferecendo atendimento de qualidade, mais humanizado à população”, ressaltou Vilas-Boas. 

O secretário ainda pontuou que o fim da cooperação com a Organização Pan Americana da Saúde (Opas) e o governo cubano terá grave impacto em todo o Brasil, sobretudo no Norte-Nordeste e na periferia das grandes cidades do Sudeste. "De uma só vez, sairão mais de 8,5 mil médicos cubanos dos locais onde estão trabalhando atualmente. Esses médicos estão em 2.885 municípios do país, sendo a maioria nas áreas mais vulneráveis, tais com Norte, semiárido nordestino, cidades com baixo IDH, saúde indígena e periferias de grandes centros urbanos". Além disso, 1.575 municípios possuem somente médicos cubanos, sendo que 80% desses municípios são pequenos (menos de 20 mil habitantes). 

"A substituição de médicos cubanos por brasileiros vinha sendo feita progressivamente, porém a reposição antecipada e imediatas não será algo exequível, o que irá certamente causar desassistência. Em cinco anos de programa, nenhum edital de contratação de médicos brasileiros conseguiu contratar essa quantidade de profissionais. O maior edital contratou 3 mil brasileiros", disse Vilas-Boas. 

Mais Médicos

O programa faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), ampliando o acesso da população aos serviços da Atenção Básica. O Mais Médico consiste no provimento de médicos, ampliação de vagas na residência médica, além da qualificação e investimento na estrutura física das Unidades Básicas de Saúde.

Postado em 15 de Novembro, às 10:30 por Toy Guimarães 0 comentários

Zumbido em adolescentes pode ser sintoma de perda auditiva

Novembro é o mês para lembrar a importância da prevenção do zumbido nos ouvidos, um mal que atormenta a vida de muita gente e que pode estar relacionado à perda de audição.

E com o dia a dia cada vez mais barulhento, as dificuldades de audição não atingem mais apenas os idosos. Surdez também é um problema de gente jovem. E a comprovação disso está no aumento do índice de zumbido entre os adolescentes, um dos sintomas da perda auditiva.

Foi o que constatou a pesquisa “Prevalência e causas de zumbido em adolescentes de classe média/alta”, realizada por pesquisadores da Associação de Pesquisa Interdisciplinar e Divulgação do Zumbido, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

O zumbido vem atingindo os jovens principalmente em razão do hábito de usar diariamente fones de ouvido. Há uma relação direta entre eles escutarem música em volumes ensurdecedores e o zumbido. 

A fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas, ressalta que os males à audição causados pelo uso frequente dos fones podem variar, mas é preciso estar atento.

“A perda auditiva tem efeito cumulativo, vai se agravando ao longo do tempo. Dependendo da frequência, do tempo de exposição ao som elevado e da predisposição genética, o indivíduo pode sofrer danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada ao longo da vida”, explica a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia.

Durante a pesquisa, foram feitos testes auditivos em 170 adolescentes na faixa de 11 a 17 anos. Entre os que participaram da análise, 95% relataram ouvir música com os fones. Desses, 77% assumiram que deixam o volume alto.

E ao serem questionados se já tinham tido zumbido nos últimos 12 meses, 54,7% disseram que sim. Destes, 51% relataram que sentiram zumbido logo após usar fone de ouvido por muito tempo ou ao saírem de um ambiente muito barulhento. 

Testes auditivos também revelaram que 28,8% desses adolescentes sentiram zumbido em níveis comparados aos de adultos. O mais alarmante é que esses jovens disseram não se incomodar com o ruído e, por conta disso, não relataram o problema a seus pais, nem procuraram ajuda médica.

“Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, melhor. Recomendo a todos que usam fones de ouvido que façam uma avaliação chamada audiometria. É o exame que revela se o paciente já tem perda auditiva e como deve proceder, a partir daí, para evitar o agravamento do problema”, aconselha a fonoaudióloga da Telex.

Existem hoje no mercado fones mais confortáveis, tipo conchas; e os que promovem maior isolamento dos sons externos por meio de almofadas extras confortáveis, que é o caso dos headphones. Investir nessa tecnologia é fundamental, uma vez que esses fones permitem maior isolamento do barulho ambiente, possibilitando que se escute a música em volume mais baixo, o que reduz os riscos de perda auditiva.

“O problema relacionado ao uso de fones de ouvidos está ligado ao volume e ao tempo diário em contato com o som . A exposição ao som intenso e frequente acima de 85 decibéis p
pode provocar danos irreversíveis à audição com o passar do tempo”, enfatiza Isabela Carvalho.

A verdade é que se os adolescentes continuarem se expondo a níveis muito elevados de ruído, acima dos 85 decibéis, poderão começar a apresentar perda de audição muito cedo, entre 30 e 40 anos. Intensidades de 80 a 90 decibéis já aumentam o risco de uma lesão na cóclea – órgão dentro do ouvido responsável pela audição.

Porém, a boa notícia é que tanto o zumbido quanto as perdas auditivas leves à severas podem ser amenizadas com o uso de aparelhos auditivos. E o design moderno e confortável dos aparelhos estão ajudando a derrubar possíveis resistências e preconceitos.

Para tratar pacientes com zumbido, a Telex Soluções Auditivas lançou os novos aparelhos da linha H, como o compacto e discreto modelo miniRITE.

Com design moderno e resistente à água, o aparelho emprega a tecnologia Tinnitus SoundSupport e é o primeiro a oferecer um grande número de opções de controle e de sons – como os sons do oceano – para que cada pessoa possa personalizar os sons que lhe trarão alívio, de acordo com a sua necessidade.

Além de próteses específicas para quem tem zumbido, há diferentes modelos de aparelhos auditivos no mercado, como os da Telex, que se acomodam de forma confortável no ouvido, preservando a vaidade tão acentuada entre os jovens.

Postado em 14 de Novembro, às 17:30 por Toy Guimarães 0 comentários

SBD fará rastreamento de diabetes em Salvador

Nesta quarta-feira (14), Dia Mundial do Diabetes, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) por meio de sua Regional Bahia, desenvolverá ações de prevenção do diabetes, das 7 às 14 horas na Estação Acesso Norte do Metrô de Salvador.

Na atividade, que envolve médicos e acadêmicos de Medicina, está o rastreio precoce de diabetes com a aplicação de questionário, seguida de glicemia capilar(teste de ponta de dedo) para aqueles que estejam com indicação de diabetes, a partir da avaliação das respostas ao questionário.

Na ação, que conta com o apoio do Governo do Estado por meio do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba) e o Metrô de Salvador, também haverá distribuição de material educativo sobre diabetes e o esclarecimento de dúvidas da população por médicos e estudantes de Medicina sobre a doença que é considerada pandemia.

O rastreamento da população diabética é muito importante por permitir o tratamento da doença na fase inicial. Atualmente em torno de 40% da população no Brasil só tem o diagnóstico da doença na fase avançada, já com as complicações.

Postado em 12 de Novembro, às 16:15 por Toy Guimarães 0 comentários

Começou hoje o rastreamento do câncer de mama na Região de Santa Maria da Vitória

Quando a família recebe o diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1(DM!) – representa 10% do total de casos da doença - que atinge crianças e adultos jovens - a primeira reação dos pais, principalmente os que têm menos acesso à informação, é comprar produtos diet (bem mais caros) chegando até a sacrificar a alimentação dos outros filhos

Mas no Cedeba, onde as crianças e adolescentes atendidos pelo Setor Infanto-Juvenil contam com uma Brinquedoteca e orientações da pedagoga, as famílias conhecem o caminho da alimentação saudável.

De forma lúdica, com jogos, os pequenos pacientes aprendem desde cedo a contar carboidratos.

O trabalho vai mais além ao mostrar aos pais a importância da alimentação de qualidade. Os que vêm da zona rural, tendo à disposição alimentos saudáveis em abundância aprendem a importância de optar por alimentos naturais.

PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA

A família também tem um papel muito importante na prevenção nos casos de Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), afirma a diretora do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia, (Cedeba), Reine Chaves Fonseca, ao destacar a relevância do tema deste ano da Campanha do Dia Mundial do Diabetes – 14 de novembro: “Família e Diabetes”.Organizada pela International Diabetes Federation (IDF), a campanha faz parte do calendário da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Como as doenças crônicas não tem cura, mas tem controle, como é o exemplo do diabetes, a família tem papel muito importante para as necessárias mudanças de estilo de vida, principalmente a adoção da prática de exercícios físicos e alimentação saudável”, pontua a diretora do Cedeba.

Informações sobre alimentação saudável serão reforçadas nas ações educativas que o Cedeba realizará no Dia Mundial do Diabetes (quarta-feira), por meio da equipe de Nutrição na Estação “Alimentação Saudável no Contexto Familiar e em comunidade”.

Serão apresentadas refeições com réplicas de alimentos, compondo sugestão de cardápio saudável para o diabético e sua família.

A orientação nutricional do Cedeba segue as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS): alimentos in natura ou minimamente processados devem ser a base de uma alimentação balanceada, saborosa e culturalmente apropriada.

Postado em 12 de Novembro, às 15:40 por Toy Guimarães 0 comentários

Praticidade ou saúde? Veja como consumir alimentos enlatados sem correr riscos

Quando o assunto é tempo a resposta é quase unanime: correria. A vida moderna facilitou muitos processos, mas, em contrapartida, a possibilidade de gerenciar vários projetos simultâneos torna as pessoas cada vez mais ocupadas.

A impressão que dá é de que 24 horas ainda é pouco para cumprir todas as tarefas, especialmente uma: cozinhar. É por isso que as redes de fast-foods e os pratos congelados fazem tanto sucesso atualmente.

As pessoas estão em busca de praticidade e a indústria tenta atender essa demanda com uma vasta oferta de alimentos prontos para o consumo.

Frutas, peixes, vegetais e, até mesmo, refeições completas. Há uma infinidade de alimentos enlatados práticos e acessíveis nas gondolas de qualquer supermercado.

É tanta facilidade que chega a ser tentador, não é mesmo? Mas será que esses produtos podem, de fato, substituir os ingredientes naturais? A dúvida da maioria das pessoas é em relação à qualidade desses alimentos. Segundo especialistas, existe sim algumas ameaças em torno desse consumo, no entanto, com os cuidados devidos é possível incorporá-los na dieta, esporadicamente, sem correr riscos.

Milho, palmito e peixes são os mais consumidos

Quando se trata de enlatados, a maior parte do público acredita que esses alimentos podem ajudar a compor uma refeição balanceada.

De acordo com a pesquisa "Hábitos Alimentares do Brasileiro – preferências, dietas e tendências de consumo", que contou com 1.021 participantes de diversas regiões do país na edição de 2018, 56,2% dos consumidores acreditam nessa premissa e consomem tais alimentos. Por outro lado, 44% deles creem que os conservantes presentes nesses produtos prejudicam a dieta.

Ainda segundo o levantamento exclusivo, realizado pela Banca do Ramon, um dos empórios mais tradicionais do Mercado Municipal de São Paulo, dentre os enlatados citados, os que os entrevistados afirmaram comer com uma frequência maior, até mesmo, do que o próprio alimento in natura, são: o milho em conserva (27%), o palmito em conserva (25%), o atum enlatado (22%) e a sardinha enlatada (12%).

Ainda que se tratem de grãos, legumes e peixes, estes alimentos são industrializados e merecem uma maior atenção na hora de compor as receitas.

Onde mora o perigo

Qualquer alimento que passe por um processo de industrialização precisa ser consumido com cautela. Eles merecem atenção redobrada, desde a hora das compras, quando o produto é escolhido, até a hora em que ele é utilizado na preparação dos pratos.

Segundo a nutricionista Juliana Tomandl, consultora da Banca do Ramon, latas perfuradas, amassadas ou estufadas são sinais de perigo e, portanto, não devem ser consumidas.

“É preciso dedicar uma atenção extra na escolha do produto, afinal, se houver indícios de furos, significa que os alimentos foram expostos à luz, umidade, poluição e a poeira acumulada no ambiente.

Além disso, o material que constitui a lata pode se misturar com o ingrediente armazenado, deixando-o impróprio para o consumo”.

Aditivos químicos em excesso

A especialista explica que estes acidentes nas embalagens de lata podem prejudicar toda a qualidade do alimento e, consequentemente, provocar alergias, desconfortos ou danos intestinais. Já em relação às latas estufadas, Tomandl afirma que isso indica que o alimento entrou em processo de fermentação de micro-organismos e sofreu reações químicas inadequadas para o consumo.

Além disso, há outros fatores que contribuem para a má fama dos enlatados, um dele é o excesso de sal que, apesar de realçar o sabor, causa o aumento da pressão arterial e favorece a retenção de líquidos.

No caso das frutas em calda, o açúcar usado é o maior agente nocivo à saúde, já que é capaz de causar picos de insulina no sangue e sobrecarregar o funcionamento do pâncreas – órgão responsável pela produção desse hormônio. Por isso, segundo a especialista, a calda dessas frutas enlatadas não deve ser consumida em hipótese alguma.

Isso sem falar nos conservantes e outros componentes químicos usados para preservar o sabor dos ingredientes.

Para ajudar a minimizar esse fator, a dica da nutricionista é optar, sempre que possível, por aqueles que foram cozidos à vapor, pois esse método necessita de menos substâncias químicas. Mas não para por aí, há outros detalhes que merecem atenção para garantir mais segurança.

Como evitar os riscos

A evolução da ciência proporcionou o aprimoramento das técnicas de conservação e envase desses produtos, no entanto, a melhor versão ainda é a natural. Mas isso não quer dizer que o consumo de enlatados deve ser totalmente abolido da dieta.

Eles ainda podem ser incorporados no cardápio, desde que alguns cuidados sejam tomados para minimizar ou evitar seus potenciais danos à saúde.

Segundo Tomandl é importante optar por marcas mais consolidadas no mercado, pois elas costumam seguir à risca as normas de fabricação, as regras do armazenamento e a quantidade segura de limite para a adição dos conservantes.

“Dessa forma há mais chances de adquirir um produto com uma qualidade melhor, pois os índices de perda de nutrientes variam entre os fabricantes, portanto o ideal é investir em uma empresa de confiança” – explica a nutricionista.

Além disso, após adquirir alimentos enlatados é recomendável que as latas sejam higienizadas antes de serem abertas. “Esse procedimento simples diminui os riscos de contaminação por agentes externos e pode ser feito apenas com água corrente, esponja e sabão neutro.

Antes de consumir também é indicado deixar o alimento escorrendo por alguns minutos, pois isso ajuda a reduzir o excesso de conservantes e aditivos químicos que podem conter no produto.

E vale ressaltar que o liquido no qual a comida esteve armazenada deve ser totalmente descartado, já que ele está cheio de compostos químicos” afirma Tomandl.

Alternativas saudáveis

Do ponto de vista nutricional os alimentos frescos sempre saem na frente, assim como no sabor, afinal, os enlatados nunca poderão oferecer todo o potencial gastronômico do ingrediente.

No entanto, quando pensamos em praticidade, esses itens ajudam a economizar um bom tempo na cozinha. Por isso, segundo a nutricionista é preciso saber dosar.

Apesar dos enlatados não serem completos vilões, eles não devem fazer parte do cardápio regular. Eles devem ser consumidos eventualmente ou em situações emergenciais.

Tomandl explica que esses alimentos processados possuem valores nutricionais inferiores em comparação com os frescos, em alguns casos os índices de vitaminas e outras substâncias benéficas para o organismo caem pela metade.

E muitos desses itens, que geralmente são consumimos com grande frequência, podem ser facilmente encontrados, e preparados, na versão in natura.

Além disso é possível congelar alguns ingredientes para prolongar sua utilização, como é o caso das frutas, legumes e grãos, por exemplo.
Outra alternativa é fazer um planejamento semanal das refeições, preparando alguns alimentos coringas previamente, para compor o cardápio da semana.

“Quem leva marmitas caseiras para o trabalho já está mais familiarizado com essas técnicas, mas isso pode ser aplicado para todas as refeições, inclusive o jantar.

O feijão é um exemplo básico do que pode ser preparado em quantidade maior e congelado, mas os molhos de tomate, legumes, assados e outras receitas também podem ser armazenados no freezer para facilitar o dia a dia.

Assim é possível ter sempre algo pronto quando o tempo estiver mais apertado” – finaliza a especialista.

Postado em 12 de Novembro, às 12:20 por Toy Guimarães 0 comentários

Como a poluição sonora influencia até na obesidade

A poluição sonora é um problema mais grave do que pode parecer. A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconhece que barulho é um tema sério, pois a poluição sonora afeta diretamente a qualidade de vida de milhões de pessoas.

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Em um relatório recente, a organização estipulou recomendações de níveis máximos de barulho em locais públicos como forma de combater doenças decorrentes da influência do estresse sonoro.

Um dos documentos que serviram de base às recomendações associa o excesso de ruído a doenças metabólicas e cardiovasculares, déficits cognitivos em crianças, zumbidos nos ouvidos, distúrbios do sono, danos ao aparelho auditivo e até mesmo à obesidade.

Estresse como fator
Segundo a OMS, a poluição sonora desencadeia reações de estresse no organismo que levam a diversos danos.

"Os efeitos fisiológicos do barulho são geralmente induzidos por dois sistemas diferentes, o eixo da medula da glândula suprarrenal e o eixo hipotalâmico-hipofisário-adrenal (HHA)" explica o documento.

Postado em 09 de Novembro, às 11:07 por Toy Guimarães 0 comentários


Terapia de Reposição Hormonal fazer ou não?

A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) é sempre um assunto que divide opiniões, tanto médicas quanto das mulheres que sentem os incômodos da menopausa.

Isso porque, apesar de ser o climatério uma fase natural na vida de todas as mulheres a partir dos 50 anos, é preciso considerar a relação risco x benefícios da reposição hormonal, individualmente, de acordo com o histórico de saúde de cada paciente.

A ginecologista e mastologista Juliana Pierobon, da Altacasa Clínica Médica, explica que há alguns critérios que devem ser avaliados na prescrição do tratamento dos sintomas da menopausa, como idade, tempo de climatério, dosagem hormonal, via de administração dos hormônios , entre outros. 

Estudos sobre o tema apontam para possíveis riscos decorrentes da reposição hormonal.

Dentre eles, está o aumento de incidência de câncer de mama e doença tromboembólica nas mulheres submetidas à TRH. “Apesar de a incidência em números absolutos de efeitos adversos ser baixa e o risco individual, no primeiro ano de tratamento, ser muito pequeno, esses riscos são cumulativos com o tempo de uso de hormônios”, afirma a ginecologista, que reforça a necessidade de avaliação caso a caso.

De acordo com a especialista, a TRH pode ser indicada preferencialmente na perimenopausa (fase que antecede a menopausa, com as últimas mestruações) ou nos primeiros anos da menopausa, em mulheres sintomáticas na faixa dos 50 a 59 anos de idade.

A reposição hormonal, nestes casos, serve para combater as famosas ondas de calor – chamadas de fogachos –, além de sintomas de ressecamento vaginal, problemas urinários, perda de libido e perda de memória e cognitiva.

Além disso, a TRH atua contra a perda de massa óssea precoce, conhecida como osteoporose – que confere maior risco de fraturas às mulheres – e aumenta a proteção cardiovascular, diminuindo o risco de Infarto e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

“Nessa população até 59 anos, a TRH pode conferir enormes benefícios, mas se o tratamento de reposição hormonal começar depois de mais de 10 anos do início da menopausa, pode levar a efeitos colaterais perigosos”, pondera a dra. Juliana, que complementa:

“A duração do tempo de prescrição da TRH ainda é um desafio, pois os estudos realizados até hoje são inconsistentes para definir quando interromper a hormonioterapia.

A decisão de iniciar ou manter a reposição hormonal, repito,deve ser individualizada, com base na gravidade dos sintomas. Além disso, a terapia precisa ser permanentemente monitorizada e pode ser mantida enquanto os benefícios forem superiores aos riscos, sempre sob supervisão médica”, alerta.

Para a realização da TRH, existem os medicamentos hormonais tradicionais encontrados nas farmácias e também os chamados ‘hormônios bioidênticos’, geralmente processados em farmácias de manipulação. Porém, estes últimos não são recomendados pela médica. “Não existem razões médicas ou científicas para recomendar esse tipo de hormônios.

As preparações hormonais bioidênticas ou ‘customizadas’ não foram testadas em estudos e sua pureza e riscos são desconhecidos”, aponta Pierobon.

Uma forma natural de amenizar os sintomas da menopausa, que pode ser realmente incômoda para algumas mulheres, é adotar um estilo de vida saudável, prestando maior atenção à alimentação e praticando atividades físicas.

“A transição da menopausa pode estar associada a um declínio considerável na qualidade de vida decorrente da diminuição dos níveis de hormônios circulantes no organismo feminino.

Então, manter um estilo de vida com alimentação adequada, exercícios físicos e práticas de atividades redutoras de estresse, como meditação e yoga, podem auxiliar muito essas mulheres a passar pelas modificações dessa fase com mais qualidade de vida”, explica a médica da clínica Altacasa, que dá ainda outras dicas para amenizar os incômodos da menopausa.

- Manter uma dieta rica em cálcio, com suplementação de vitamina D e alimentos derivados da soja (isoflavona), associada a exercícios físicos regulares, auxiliam na manutenção de massa óssea e muscular, além de propiciarem bem estar físico e manutenção do peso corporal;

- O uso de medicamentos fitoterápicos, como borago officinalis, glicynemax, cimifuga racemosa, hipericum perforatum, entre outros, podem ter efeito bastante positivo no tratamento dos sintomas menopáusicos; 

- Medicamentos não hormonais, como alguns antidepressivos, podem ser utilizados no tratamento de fogachos e alterações de comportamento, como depressão e ansiedade; 

- Hormônios tópicos vaginais podem trazer alívio para sintomas de ressecamento na vagina e dores nas relações sexuais.

O uso em conjunto com hidratantes vaginais e lubrificantes nas relações também pode melhorar a saúde sexual da mulher. Além disso, técnicas que utilizam laser e radiofrequência vaginais apresentam bons resultados contra esses sintomas.

Postado em 08 de Novembro, às 15:54 por Toy Guimarães 0 comentários

Quatro dicas para evitar doenças e irritação na região genital

Quando falamos em cuidados com a região íntima, é comum pensar apenas na visita periódica ao ginecologista. No entanto, algumas situações cotidianas requerem atenção especial para evitar problemas de ordem ginecológica, como os corrimentos, irritações e coceiras.

“Muitas mulheres têm vergonha de falar sobre assuntos relacionados a saúde intima e tendem a ignorar ou subestimar sinais que podem ser sintomas de alguns problemas de saúde.

No caso das coceiras, por exemplo, o desconforto pode indicar desde uma alergia até uma DST (doença sexualmente transmissível)”, alerta Renato de Oliveira, ginecologista e infertileuta da Criogênesis.
 
Para evitar desconfortos e doenças, alguns hábitos devem ser incluídos na rotina diária. Abaixo, o especialista separou algumas dicas. Confira:
 
Na hora do banho – Não lave dentro da região, apenas na parte externa com movimentos delicados. Use sabonetes próprios visando ao equilíbrio da flora natural.

“O ideal é escolher produtos com ingredientes naturais ou neutros, hipoalergênicos que proporcionam detergência suave e pH ácido variando entre 4,2 a 5,6”, recomenda Renato.
 
Ao usar o banheiro –  O jeito correto de usar o papel higiênico é de "frente para trás", pois evita a passagem de fezes para a vagina e saída do canal da urina, o que pode desencadear infecções. As duchas vaginais também não devem ser utilizadas, pois alteram o pH normal da vagina.
 
Ao lavar roupas íntimas - Produtos como amaciantes e sabão em pó possuem uma substância denominada propilenoglicol que é extremamente irritante tanto da vulva, quanto da vagina, podendo gerar um desequilíbrio da flora vaginal, que é composta predominantemente por lactobacilos. O ideal é lavar as peças íntimas com sabão neutro ou de coco. 
 
Na praia ou piscina - O uso excessivo de roupas de banho molhadas por muito tempo pode desenvolver proliferação dos fungos, desencadeando coceira na região íntima, corrimento de cor esbranquiçada e ardor ao urinar.

”Portanto, seque bem a região e, se possível, troque de biquíni ao longo do dia”, finaliza o especialista. 

Sobre a Criogênesis;

A Criogênesis, que nasceu em São Paulo e possui mais de 15 anos de experiência com células-tronco, é membro institucional da AABB (Associação Norte Americana de Bancos de Sangue).

A clínica é referência em serviços de coleta e criopreservação de células-tronco, medicina reprodutiva, gel de plaquetas e aférese, incluindo a diferenciada técnica de fotoférese extracorpórea. Sua missão é estimular o desenvolvimento da biotecnologia através de pesquisas, assegurando uma reserva celular para tratamento genético futuro.

Postado em 07 de Novembro, às 11:59 por Toy Guimarães 0 comentários

Abertura oficial do ‘Novembro Azul” acontece nesta terça-feira (06)

A Prefeitura de Salvador através da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) promove nesta terça-feira (06) a abertura oficial do ‘Novembro Azul’ – mês dedicado à saúde do homem e prevenção do câncer de próstata. Com a participação do secretário municipal da saúde, Luiz Galvão, o evento acontecerá no auditório da Universidade Salvador (UNIFACS), às 08h, na Av. Paralela. A temática abordada será “Masculinidades e Saúde Mental: Homem também chora”.  

Apesar de todo o esforço de campanhas como o Novembro Azul, ainda é muito comum o preconceito sobre o exame para detecção do câncer de próstata – o tão temido exame de toque. “O tema deste ano foi escolhido justamente para quebrar esse tipo de preconceito. Geralmente o homem procura menos os serviços de saúde por compreender o autocuidado como fragilidade e “coisa de mulher".  Tal fato está ancorado na cultura da masculinidade e isso acaba afastando o homem adulto dos serviços de saúde, o que acaba favorecendo o aumento das doenças crônicas, as infecções sexualmente transmissíveis, o distanciamento da paternidade, entre outras coisas”, destacou a coordenadora de Atenção Primária à Saúde, Adriana Miranda.  

Durante o Novembro Azul, a rede municipal vai estar ofertando 15 mil atendimentos para os homens. “Nossa perspectiva é ampliar o acesso dos homens às ações de prevenção e oportunizar o acesso aos exames, ultrassonografias, consultas, exames laboratoriais e também às atividades educativas que serão desenvolvidas ao longo do mês”, explica a diretora de atenção à saúde, Adriana Miranda.  

Já no Hospital Municipal, inicialmente serão oferecidas 500 vagas para exames de ultrassonografias no Hospital Municipal de Salvador, além de 150 vagas para consultas com urologistas, sendo 50 por dia sempre às segundas, quartas e sextas-feiras. Para ter acesso a uma dessas vagas, basta ir a uma unidade básica de saúde de segunda à sexta-feira, das 08h às 17h, para fazer o agendamento.

Câncer de próstata – Em Salvador, a doença que causou o óbito de 156 homens no município de janeiro a agosto deste ano. O câncer de próstata é o tipo de tumor mais comum entre o público masculino e atinge, principalmente, os homens que possuem histórico na família e com idade igual ou superior a 50 anos. No entanto, a doença tem grandes chances de cura quando descoberta precocemente. 

Postado em 06 de Novembro, às 11:34 por Toy Guimarães 0 comentários

Como proteger sua audição do barulho em excesso do dia a dia

É muito barulho! Na rua, no trabalho ou em casa temos a constante sensação de que o “volume da vida” aumentou. Buzinas, carros de som, camelôs, obras, fones de ouvido, eletrodomésticos, pessoas conversando em tom alto, gritaria de crianças, cachorro, telefone, equipamentos eletrônicos... Ufa! São tantos sons ao redor que às vezes fica difícil até saber de onde vem cada um.

E nós seguimos aumentando o volume para ouvirmos melhor o que realmente nos interessa. Essa overdose sonora que nos afeta voluntária ou involuntariamente pode trazer sérios riscos à saúde dos ouvidos. Neste dia 10 de novembro, Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, que tal abaixar o volume e ficar alerta para algumas dicas? 

Já se sabe que a perda auditiva começa a surgir mais cedo entre os moradores de grandes cidades e o trânsito pode ser um dos vilões. Para fugir do barulho do tráfego intenso e da movimentação nas ruas muitas pessoas recorrem aos fones de ouvido.

Eles são nossos parceiros para ouvir música.

Mas esse companheiro inseparável pode ser muito perigoso se o volume do som nos fones estiver em níveis acima do recomendado.

Dê preferência aos fones estilo concha, que além de serem mais confortáveis, se ajustam ao ouvido garantindo maior isolamento do barulho ambiente e permitindo que você mantenha o volume da música em nível adequado aos ouvidos.

“O problema relacionado ao uso de fones de ouvidos está ligado ao volume do som e ao tempo diário das pessoas em contato com o ruído.

 A exposição intensa e frequente acima de 85 decibéis pode provocar danos irreversíveis à audição com o passar do tempo”, conta a fonoaudióloga Isabela Papera, da Telex Soluções Auditivas.

A especialista em audiologia ressalva, no entanto, que as consequências do uso frequente de fones de ouvido não são as mesmas para todos.

Além de variar de acordo com o período de exposição ao ruído, a perda aditiva está ligada também à predisposição genética de cada um.

“Recomendamos aos jovens que usam fones com frequência que façam uma audiometria. É o exame que informa se há perda de audição e como proceder para evitar o agravamento do problema”, aconselha.

O nível de barulho em casa também tem grande impacto na saúde auditiva.

TV, rádio, liquidificador, aspirador de pó, secador de cabelos, aparelhos de som, jogos de videogame, smartphones e tablets fazem parte do nosso cotidiano e podem facilmente extrapolar os limites de decibéis.

É fundamental estar atento ao barulho que eles emitem em benefício da saúde auditiva. Se perceber que o barulho está incomodando, uma solução barata e inteligente é usar protetores de ouvido.

Outra situação em que vale usar protetores auriculares é se você é amante do ronco de um motor. Estudo do Instituto Nacional de Surdez e Outras Doenças de Comunicação, dos EUA, constatou que uma moto emite ruídos em torno de 95 decibéis.

Lembrando que ruídos acima de 85 dB podem causar alterações na estrutura interna do ouvido e perda permanente de audição com o decorrer dos anos. Imagina o estrago que o hábito de pilotar diariamente a moto pode causar! 

Os danos à audição podem começar até mesmo no ambiente escolar,  trazendo riscos  às crianças desde a sua formação. O barulho típico da criançada fazendo algazarra no pátio, na sala de aula, gritando e correndo pelos corredores é um cenário natural na infância, mas que esconde um problema.

O excesso de ruído que envolve os alunos – e os professores - pode causar estresse, falta de concentração e até uma progressiva perda auditiva, que não será sentida de imediato, mas terá reflexos mais tarde.

Além disso, é importante que os pais examinem a audição de seus filhos logo no início da vida escolar. Crianças com dificuldades para ouvir não aprendem direito, costumam ter conflitos de relacionamento e apresentam distúrbios de comportamento como distração ou retraimento em excesso.

É preciso investigar para que isso não afete o aprendizado.

“A grande preocupação é que a ‘Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados’ (PAINPSE) tem efeito cumulativo.

Dependendo do volume e do tempo de exposição ao som elevado, além de uma predisposição genética, o indivíduo pode sofrer danos auditivos cada vez mais severos, de forma contínua e elevada ao longo da vida.

E as novas gerações serão as maiores vítimas dessa perda precoce, em razão do uso de fones, boates, da vida cada vez mais barulhenta”, alerta a fonoaudióloga da Telex, que é especialista em audiologia.

Quanto mais cedo for detectada a perda auditiva, melhor.

Quando o dano ainda é pequeno, é mais fácil devolver os sons ao indivíduo, geralmente com o uso de aparelhos auditivos. O problema é que a maioria das pessoas que têm problemas de audição não reconhece que ouve mal.

A falta de informação e o preconceito fazem com que a consulta ao médico seja protelada por muitos anos. A boa notícia é que, graças aos avanços da tecnologia, os aparelhos auditivos hoje são minúsculos, discretos, alguns são até invisíveis, pois ficam dentro do canal auditivo, como os da Telex.  

Ao desconfiar de dificuldades para ouvir, consulte um médico otorrinolaringologista para obter um diagnóstico preciso. A partir de avaliações como a audiometria, é indicado o tratamento mais adequado. 

Postado em 05 de Novembro, às 16:49 por Toy Guimarães 0 comentários

Dermatologista Camila Moulin dá dicas de como evitar e eliminar as olheiras

Sinônimos de estresse para aqueles que estão sobrecarregados, os círculos escuros ao redor dos olhos atormentam muita gente. E olheiras provavelmente aparecem como uma das queixas mais comuns nos consultórios dermatológicos.

A maioria das pessoas culpa a falta de sono, a exaustão e o uso da tela do computador por horas para explicar as olheiras. Mas a a verdade é que a causa das olheiras pode estar ligada à falta de vitaminas e até ao mau funcionamento do fígado. 
 
"As olheiras devem ser sempre examinadas por um médico com uma visão integral do paciente, alguém que entenda que as causas podem ser ainda mais profundas do que a olheira que tanto atormenta o olhar.

Uma medicina integrativa, que pesquise doenças que possam estar agravando àquele círculo escuro, e um olhar global por parte do dermatologista é fundamental para uma abordagem segura e resultados eficazes no tratamento da olheira", conta Camila Moulin, dermatologista que atende na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. 
 
Ela ainda completa: "Os últimos estudos de anatomia do envelhecimento explicam: temos inúmeros vasos sanguíneos na pele ao redor dos olhos. Esses vasos são tão delicados que acontece um extravasamento de sangue na região.

A cor escura surge da decomposição desses glóbulos sanguíneos na pele. Quanto mais fina for a pele, mais visíveis são esses pigmentos da decomposição.

Os vasos estarão sempre lá.

O que precisamos então? Melhorar a qualidade da pele, desfazer as sombras e remover o pigmento escuro."
 
Melhorar a qualidade da pele: as novidades não param de surgir. "O ultrassom micro focado é capaz de estimular colágeno, aumentar a densidade da pele e ainda diminuir as rugas finas ao redor dos olhos.

Ao fazer isso, os pigmentos ficam mais distantes da pele, melhorando consideravelmente o olhar de cansado", explica Camila Moulin. 
 
Desfazer as sombras: "uma vez que a pele esteja firme e densa novamente, é hora de pensar em trabalhar as sombras. E a melhor forma de fazer isso é através de preenchimento a base de ácido hialurônico. Pequenas intervenções nesta região quando bem feitas são fundamentais no tratamento de olheiras", fala a dermatologista. 
 
Remover o pigmento escuro: Luz Pulsada segue imbatível neste quesito. "Se depois de melhorar a pele e de desfazer as sombras ainda houver pigmentos escuros, nada como uma tradicional Luz Pulsada para quebrar o pigmento (que será, agora em menores partículas, absorvido pelo organismo)", completa a médica. 

Postado em 05 de Novembro, às 12:19 por Toy Guimarães 0 comentários

Quando remédios já não funcionam, o que fazer com a dor?

“Quando escutamos a frase eu já tentei de tudo contra a dor, percebemos claramente que a pessoa nos encontrou porque está no caminho certo: aquele de descobrir que outras causas, fora as físicas ou mesmo emocionais, estão por trás das dores e doenças crônicas que teimam em diminuir a qualidade de vida”, a frase é do fisioterapeuta Sergio Bastos Jr, que trabalha com tratamentos de saúde integrativa para combater dores e doenças crônicas.

Sergio explica: “muitas vezes o agente causador está gravado nos tecidos do corpo, sob a forma de memórias traumáticas de momentos que nos levaram a altos níveis de estresse e que, por isso, nos marcaram profundamente, mesmo que de forma inconsciente”. Segundo ele, é por isso que os remédios acabam amenizando os sintomas, mas não extinguindo totalmente a dor.

Entre os sintomas que podem estar relacionados a essas memórias e que, portanto, podem voltar mesmo com tratamentos convencionais e medicamentos estão

Enxaqueca

Alergias

Insônia

Falta de apetite

Apetite exagerado

Síndrome do pânico

Estresse crônico

Ansiedade

“Muitas pessoas sofrem de um ou mais desses males, valendo-se de toda sorte de tratamentos e paliativos que permitam viver com mais qualidade, muitas vezes, sem sucesso.

Isso porque as causas continuam lá, gravadas na memória celular”, lembra Sergio.

Eliminando memórias que causam dor

Mas, então, como eliminar essas memórias traumáticas que nem sabemos que temos e que estão prejudicando nosso bem-estar?

“Avisando ao corpo que ele pode eliminar essas memórias, que elas já não servem mais.

Em uma mesma sessão, usando diferentes técnicas, podemos encontrar as memórias e ajudar o corpo a eliminá-las”.

Sergio revela que o processo de limpeza pelo próprio organismo leva um certo tempo e que, por isso, é ideal que haja um intervalo de 45 dias a 2 meses entre uma sessão e outra: “é o tempo necessário para que os tecidos atingidos pelas memórias traumáticas sejam substituídos”, explica.

Quando tentamos de tudo para nos livrar de algo que nos tira a paz, é hora de investigar de que forma nosso inconsciente e nosso corpo estão trabalhando a nosso favor. Se não estiverem, é preciso virar a chave.

“Cada um sabe a medida da própria dor e o tempo que precisa para chegar até o ponto de encarar que o problema pode ser mais próximo, e profundo, do que se imagina.

Estar disposto a realizar essa transformação é o primeiro passo. Começar a viver livremente, depois disso, é o objetivo da saúde integrativa”, complementa o fisioterapeuta.
 
Sobre a Biointegral Saúde

A Biointegral Saúde é uma clínica especializada no tratamento de memórias traumáticas e crenças limitantes, com foco na saúde integrativa e em tratamentos personalizados, que visem eliminar as causas primárias de dores e doenças crônicas.

Utilizando técnicas como a Microfisioterapia, o PSYCH-K® e as Barras de Access, entre outros, os fisioterapeutas Frésia Sa e Sergio Bastos Jr buscam a integridade dos potenciais de seus pacientes.

Entre aqueles que procuram por mais qualidade de vida e por um dia a dia mais pleno e saudável estão esportistas, influenciadores digitais, celebridades e outras pessoas que são atingidas diariamente por estresse, auto cobrança e síndromes e que retornam ao controle da própria vida e atingem estágios mais amplos da sua saúde física e emocional com o trabalho da Biointegral Saúde.

Postado em 05 de Novembro, às 11:41 por Toy Guimarães 0 comentários

Diagnóstico precoce e tecnologia de ponta fazem diferença no combate ao câncer de próstata

Mesmo assim, a maioria dos homens continua negligenciando o cuidado com a saúde, já que, apesar das inúmeras campanhas, insiste em manter um estilo de vida pouco saudável e só visita o médico quando as dores aparecem.

Para alertá-los a respeito dos riscos dessa atitude, diversas unidades e serviços de saúde realizam ações de conscientização ao longo deste mês, sob o mote da campanha “Novembro Azul”.

Durante este período, fala-se bastante em diagnóstico, mas pouco em tratamento do câncer de próstata.
 
Abordar a importância do diagnóstico precoce da doença é fundamental porque, em geral, os homens só buscam um médico quando surgem sintomas.

Contudo, como a ausência de sinais é uma característica do câncer de próstata, essa atitude pode representar um grande risco, já que quando eles aparecem, a doença costuma estar avançada e a cura já se torna mais difícil.

Por isso, é importante estimular o rastreio para diagnóstico precoce através dos exames de toque retal e coleta de PSA, que devem ser realizados anualmente por homens a partir dos 50 anos ou dos 45, se afrodescendentes ou com histórico familiar da doença.
 
De acordo com o Urologista Nilo Jorge Leão (CREMEB 22.237), já que um em cada nove homens são diagnosticados com a doença no Brasil, é importante que a população conheça as possibilidades de tratamento disponíveis, tanto no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto em unidades de saúde que atendem por convênios ou particular.

“Para tratar os tumores mais avançados, em muitos casos, é preciso remover a próstata ou partes do órgão. Pode-se fazer isso através da cirurgia aberta convencional, mas a prostatectomia laparoscópica, uma cirurgia minimamente invasiva que agrega vantagens para o pacientes, já é oferecido como rotina, inclusive pelo SUS em Salvador”, destaca o médico, que é coordenador do Núcleo de Uro-oncologia das Obras Sociais Irmã Dulce, sócio da Uroclínica da Bahia e preceptor do Núcleo de Urologia do Hospital São Rafael.
 
Avanços no tratamento - A prostatectomia realizada por videolaparoscopia é realizada sob anestesia geral e dura cerca de uma hora apenas.

Na cirurgia aberta, este tempo é de duas a três horas. ]

Pacientes submetidos à técnica, geralmente, recebem alta após uma ou no máximo duas noites (no procedimento convencional, a média é de três dias de internamento).

A sonda vesical colocada no paciente através da uretra para saída da urina é dispensada com mais rapidez, em cerca de uma semana.

“Além do menor período de hospitalização e do retorno mais rápido dos pacientes às suas atividades rotineiras, outras grandes vantagens da vídeo-cirurgia são o menor índice de infecção e a redução da dor pós-operatória e do sangramento”, frisa Nilo Jorge.

Outra inovação no tratamento do câncer de próstata é a cirurgia robótica.

 A plataforma para realização desse tipo de procedimento ainda não chegou à Bahia, mas sua chegada ao estado está prevista para 2019, quando deve chegar primeiro ao Hospital São Rafael. Atualmente, os pacientes da rede privada de saúde na Bahia que optam pelo procedimento precisam se deslocar para outros estados do Brasil.

“Eu costumo viajar a São Paulo para realizar a cirurgia robótica. Após o procedimento, continuo acompanhando o paciente em Salvador mesmo”, conta o especialista em cirurgias laparoscópica e robótica, Nilo Jorge Leão.

 O médico conta que para os pacientes da rede SUS, devido à carência de recursos, não há expectativa para acesso à cirurgia robótica em curto prazo. “Contudo, a vídeo-cirurgia de rotina que já realizamos em hospitais de Salvador, inclusive pelo SUS, em Salvador não deixa a desejar quando consideramos os resultados”, completa.
 
Câncer de próstata - Dentre os fatores de risco para o câncer de próstata estão o avanço da idade; o histórico familiar em primeiro grau (pai, irmãos ou filhos) e a cor de pele/etnia (mais prevalente em negros).

Outras associações descritas na literatura são os hormônios sexuais, o consumo de bebida alcóolica, o tabagismo, os padrões dietéticos e a obesidade. 

O aumento observado nas taxas de incidência da doença no Brasil pode ser parcialmente justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida.

Alguns tumores podem crescer de forma rápida, espalhando-se para outros órgãos e podendo levar à morte.

A grande maioria, porém, cresce de forma tão lenta (leva cerca de 15 anos para atingir 1 cm³) que não chega a dar sinais durante a vida do homem.

Postado em 02 de Novembro, às 14:30 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

"Pacientes do SUS devem ter acesso a mecanismos de prevenção e controle do diabetes”, atesta presidente da SBD

 “Não é possível que aqueles que não tenham condições socioeconômicas não tenham as mesmas oportunidades e insumos para controle do diabetes que as pessoas que têm maior poder financeiro”, constatou a presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Hermelinda Pedrosa, durante Sessão Solene, hoje (1), na Câmara dos Deputados.

Presidida por Carmen Zanotto, abriu oficialmente a campanha mundial em prol da conscientização e educação a respeito da doença. 

Novembro Diabetes Azul é uma iniciativa da International Diabetes Federation (IDF), que por meio do mote “Família e Diabetes” ressalta a importância do núcleo familiar no manejo da doença. Em sua fala de abertura, Zanotto comentou que durante todo o mês é fundamental que se faça um trabalho nacional e regional para levar informação sobre o tratamento e as complicações.

“A partir da luta de anônimos, como pacientes e especialistas de diversas áreas que primam pelo cuidado da pessoa com diabetes, conseguimos avançar muito, como na cobrança por maior qualidade dos glicosímetros e por insulinas de ação rápida – esta que deve estar disponível a partir deste mês nas unidades de saúde de todo o Brasil”, anunciou. 

 Os números acerca do diabetes são expressivos: de acordo com a IDF, mais de 13 milhões de pessoas convivem com a doença no Brasil. Em todo o mundo, aproximadamente 4,5 milhões morrem anualmente. Andrew Bolton, presidente da IDF, alertou quo século 21 vive a mais grave epidemia que o mundo já presenciou.

“É um problema seríssimo e é papel meu e da IDF chamar atenção para a urgência com que esse problema deve ser abordado, já que pode ser prevenido e tratado. Precisamos mobilizar frentes governamentais, como estamos fazendo aqui, para que se criem políticas públicas que barrem o crescimento do diabetes - além disso, devemos incentivar à prática de atividades físicas ainda na idade escolar, bem como a boa alimentação”, afirmou durante a Sessão Solene.

Jaime Davidson, representante da Associação Latinoamericana de Diabetes, lembrou que doenças cardiovasculares são a primeira causa de morte na América Latina e, também, a principal complicação de diabetes.

O presidente da Federação Nacional das Associações e Entidades de Diabetes (FENAD), Fadlo Fraige Filho, completou dizendo que AVC, trombose e infarto do miocárdio acontecem principalmente em pessoas com diabetes, com índices de 80% 60% e 45%, respectivamente. 

“Precisamos de mais dados sobre a doença e suas complicações – sem duvidas, problemas decorrentes de diabetes são as maiores razões para internações, aposentadorias precoces e até mortes”, disse Fraige Filho. 

Para Denise Franco, diretora da ADJ Diabetes Brasil, o caminho passa pelo apoio ao paciente, para que ele entenda o tratamento e os riscos que se expõe caso não controle o diabetes. “Acesso à medicação e à educação é imprescindível”, reforçou. 

A campanha Novembro Diabetes Azul de 2018 marca a reinserção da data no Calendário da Saúde, do Ministério da Saúde, fruto de trabalho da SBD, da ANAD e da ADJ. “A luta pela melhor assistência à pessoa com diabetes é uma luta de todos nós”, destacou Hermelinda Pedrosa, presidente da SBD.

Sobre a SBD

Filiada à International Diabetes Federation (IDF), a Sociedade Brasileira de Diabetes é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1970, que trabalha para disseminar conhecimento técnico-científico sobre prevenção e tratamento adequado do diabetes, conscientizando a população a respeito da doença e melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

Também colabora com o Estado na formulação e execução de políticas públicas voltadas à atenção correta dos pacientes, visando a redução significativa da doença no Brasil.

Postado em 01 de Novembro, às 17:04 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Descoberta de vírus da zika em macaco sugere ciclo silvestre da doença

Um estudo feito por pesquisadores, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), mostrou que macacos haviam sido mortos a tiros ou pauladas pela população nos municípios de São José do Rio Preto (São Paulo) e de Belo Horizonte estavam infectados com o vírus da zika, o que fez com que adoecessem e ficassem mais vulneráveis ao ataque humano. Os ataques ocorreram porque as pessoas suspeitavam que eles estavam com febre amarela.

“A descoberta indica que existe o potencial de um ciclo silvestre para a zika no Brasil, como acontece com a febre amarela. Se o ciclo silvestre for confirmado, isso muda completamente a epidemiologia da zika, porque passa a existir um reservatório natural a partir do qual o vírus pode reinfectar muito mais frequentemente a população humana”, disse o coordenador do estudo, Marcio Lacerda Nogueira, que é professor na Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (Famerp) e presidente da Sociedade Brasileira de Virologia.

Segundo Nogueira, apesar de o vírus da zika já ter sido encontrado em macacos que vivem perto de humanos no Ceará, esta é a primeira vez que é identificado como epidemia. O professor disse ainda que, durante a epidemia de febre amarela, os pesquisadores perceberam que havia muitos macacos mortos, não pela febre amarela, mas pela ação das populações humanas, com medo de serem contagiadas. Esses macacos foram mortos a tiros, pauladas ou mordidos por cachorros.

“Quando saudáveis, esses primatas, principalmente saguis e micos, são muito difíceis de capturar. Raciocinamos, então, que, se estavam sendo mortos com facilidade, era porque poderiam estar doentes. Não com a febre amarela, uma doença que os mata. Mas com alguma outra doença, que, sem matar, os deixava mais fracos e vulneráveis”, explicou Nogueira.

Após análise de carcaças dos macacos, constatou-se que o vírus que os infectou é muito parecido com o que estava infectando os humanos. No mesmo lugar onde as carcaças foram coletadas, foram encontrados e coletados mosquitos infectados por zika.

“Para levar adiante o estudo, induzimos infecção experimental por zika em macacos vivos. E a inoculação dos vírus provocou presença de vírus no sangue. Os macacos tiveram alteração de comportamento, confirmando nossa hipótese inicial, de que a infecção os teria tornado mais suscetíveis a serem capturados e mortos”, acrescentou o pesquisador.

Ciclo da febre amarela

Os pesquisadores concluíram que a infecção natural e experimental de macacos com zika indica que esses animais podem ser hospedeiros vertebrados na transmissão e circulação do vírus em ambientes tropicais urbanos, mas é preciso que sejam feitos mais estudos para avaliar o papel deles macacos na manutenção do ciclo urbano do zika.

Segundo o professor no Centro de Doenças Tropicais da University of Texas Medical Branch (UTMB) Nikos Vasilaks, doenças que ocorrem ao mesmo tempo em vários animais de uma mesma área geográfica serão sempre fonte de epidemias entre humanos, mesmo após um possível controle e erradicação do ciclo de transmissão urbana por meio das vacinas e antivirais.

“É um fator fundamental que deve ser levado em conta pelos responsáveis por políticas públicas e pelo setor de saúde, bem como por desenvolvedores de vacinas”, afirmou Vasilaks.

O vírus da zika apareceu originalmente em macacos na África. Esporadicamente, o vírus saía das florestas e infectava populações humanas. Quando se propagou da África para a Ásia, o vírus passou a circular só entre humanos. E, aparentemente, manteve essa característica quando se instalou nas Américas, o que sugeria um ciclo semelhante ao do vírus da dengue.

Segundo o professor, a a nova descoberta sugere uma epidemia mais parecida com a da febre amarela, o que, se for confirmado, pode tornar o combate à zika mais difícil. “Nossas observações terão implicações importantes na compreensão da ecologia e da transmissão de zika nas Américas. Embora este seja um dos primeiros passos no estabelecimento de um ciclo de transmissão entre primatas não humanos no Novo Mundo e mosquitos arbóreos, as implicações são enormes, pois é impossível erradicar esse ciclo de transmissão”, disse Vasilaks.

Postado em 31 de Outubro, às 15:11 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Pesquisa diz que registros de nascimento crescem 2,6% de 2016 a 2017

Os registros de nascimento cresceram 2,6% entre 2016 e 2017, ano em que o Brasil ganhou 2,87 milhões de bebês. Os dados integram parte da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2017, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (31), no  Rio de Janeiro.

O estudo reúne dados sobre o número de brasileiros nascidos vivos, de casamentos, óbitos e óbitos fetais remetidos anualmente ao IBGE por cartórios de registro civil e pelas varas de família, foros, varas cíveis e tabelionatos de notas de todo o país.

Importante instrumento de acompanhamento da evolução populacional do país, a pesquisa é um subsídio para a implementação de políticas públicas.

Argumentação

O levantamento analisa o retrato fiel das mudanças da sociedade brasileira. “O que os números indicam é que as notificações relativas aos totais de nascimento de crianças aumentaram, se aproximando mais da realidade; que os brasileiros estão casando menos e permanecendo casados cada vez por menos tempo; e que o número de divórcios é cada vez maior”, revelou - em entrevista à Agência Brasil - a coordenadora da pesquisa, Klivia Oliveira.

Ela disse que o estudo demográfico mostra “a nova realidade do país, refletindo todas essas mudanças da sociedade: as mulheres tendo cada vez menos filhos e mais tarde, em geral depois dos 30 anos, além de alterações significavas no que diz respeito à inversão das faixas etárias de registros de óbitos, o que retrata, por um lado, o envelhecimento da população, e por outro, a redução das taxas de mortalidade infantil.”

Registros de Nascimentos
Em 2017, houve 2.867.711 nascimentos, um crescimento de 2,6% em relação a 2016, recuperando parte da queda nos nascimentos ocorrida em 2016.

O aumento decorre da redução dos chamados registros tardios, efetuados em anos posteriores ao do nascimento, que representaram 2,7% em 2017 contra 3,5% em 2016. Apenas o Rio Grande do Sul apresentou redução no total de nascimentos em 2017 em relação a 2016.

Na outra ponta, entre os estados que tiveram crescimento acima de 5% nos nascimentos figuram Tocantins (8%), Mato Grosso do Sul (6,3%), Acre (6,3%), Espírito Santo (5,9%), Rondônia e Rio de Janeiro (5,8%).

A pesquisadora do IBGE, ao falar do percentual de Tocantis, disse que a taxa de expansão nos estados do Norte é quantitativamente baixa quando comparada ao Sudeste.

“Nos estados da região Norte as mulheres têm filhos mais cedo e em maior número, diferentemente da região Sudeste onde elas têm menos filhos e mais tarde, geralmente depois dos 30 anos”, afirmou.

O estudo constatou, ainda, ao considerar o total de nascimentos cujas mães possuíam menos de 30 anos, que a proporção desses registros caiu de 74,3% para 64,9%, no período analisado.

“Em todas as grandes regiões do país, mas especialmente no Centro-Oeste, com redução de 11 pontos percentuais, houve queda na proporção de registros de nascimento de crianças cujas mães possuíam menos de 30 anos no período considerado”, disse Klivia.

A pesquisa também constatou que a taxa de fecundidade entre as mulheres mais jovens vem caindo. Entre 2007 e 2017, a proporção dos filhos de mães que tinham até 19 anos de idade na ocasião do parto passou de 20,22% em 2007 para 15,95% em 2017.

No grupo de 20 a 29 anos, passou de 54,1% para 48,98%, e no grupo de 30 a 39 anos, de 23,4% para 32,2%. Já na faixa de 40 anos ou mais, o percentual avançou de 2,2% para 2,9%.

União Homoafetiva
Enquanto o número de registros de casamentos em 2017 foi de 1,7 milhão, com uma queda de 2,3% em relação a 2016, no sentido oposto as uniões homoafetivas aumentaram 10% no período, passando de 5.354 para 5.887.

Os casamentos entre cônjuges femininos foram os que mais contribuíram para o aumento de casamentos de pessoas do mesmo sexo. Representaram 57,5% das uniões civis dessa natureza em 2017. Enquanto os registros de casamento entre cônjuges masculinos cresceram 3,7%, os casamentos entre cônjuges femininos cresceram 15,1%.

“Apesar desse crescimento, [os cônjuges femininos] representaram apenas 0,5% do total de registros. Mas cresceram quase 6 mil em relação a 2016, um aumento importante”, enfatizou Klivia.

Os dados da pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2017 indicam que a taxa de nupcialidade legal (número de casamentos em relação à população de 15 anos ou mais de idade) foi de 6,6 casamentos para cada mil habitantes, sendo mais alta no Sudeste e Centro-Oeste (em torno de 7,5%).

Enquanto o número de registro de casamento caía, o de divórcio chegou a aumentar 8,3% frente a 2016, com uma taxa de 2,48 divórcios para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais no país. A Região Sudeste apresentou o maior percentual geral de divórcio (2,99%).

Entre 2007 e 2017, o tempo médio entre a data do casamento e a data da sentença ou escritura do divórcio caiu de 17 para 14 anos. Analisando a variação entre os estados em 2007, esse tempo médio variou entre 16 e 21 anos. Para 2017, o intervalo observado variou entre 11 e 18 anos de duração.

Óbitos
No Brasil, segundo o IBGE, um dos primeiros componentes da dinâmica demográfica a sofrer mudanças significativas foi a mortalidade.

Até meados de 1940, os níveis de mortalidade eram altíssimos, principalmente nos grupos de menores de 1 ano e de 1 a 4 anos de idade, grupos muitos suscetíveis às más condições sociais, econômicas e sanitárias vigentes na época, onde mais de 60% da população viviam em áreas consideradas rurais com saneamento precário e o acesso à saúde mais difícil.

Ao longo das últimas décadas está havendo uma reversão. No ano passado, o total de óbitos aumentou 0,3% em relação a 2016, crescendo 23,5% nos últimos dez anos.

Em 2017, houve 1,27 milhão de óbitos no país, a maioria (59,3%) de pessoas de 65 anos ou mais de idade.

“Esse aumento foi em virtude da diminuição da mortalidade infantil, o que fez com que um maior contingente de indivíduos atingisse idades mais avançadas”, justificou o IBGE.

Em 1977, os óbitos de menores de 1 ano e de menores de 5 anos representaram 27% e 33,4%. Após 40 anos, os avanços conseguidos em termos de diminuição da mortalidade de crianças menores de 5 anos foram significativos e estes percentuais passaram a representar 2,4% e 2,8%, respectivamente.

Postado em 31 de Outubro, às 15:08 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Boninal recebe o Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama

Começa neste sábado, 3 de novembro, no município de Boninal, Região de Seabra, o Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama. Até o dia 10, a unidade móvel estará estacionada na Praça Agenor Gonçalves de Araújo, nas proximidades da Secretaria Municipal de Saúde, atendendo às mulheres de 50 a 69 anos, para a realização de exames de mamografia.

O atendimento começa às 7 da manhã e prossegue até as 18h. Para serem atendidas, as mulheres devem levar um documento de identidade, o Cartão SUS e um comprovante de endereço no município. De acordo com a Diretoria de Projetos Estratégicos (Dipro), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em Boninal 988 mulheres estão dentro da faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde como a mais propensa ao aparecimento do câncer de mama. A meta da Sesab é atender a todas essas mulheres.

Para as pacientes com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia. 

O Saúde sem Fronteiras, programa da Secretaria da Saúde do Estado, tem como diferencial o acompanhamento das mulheres com mamografias inconclusivas, com a oferta de exames complementares para o diagnóstico e o encaminhamento ao tratamento, visando a integralidade do atendimento.

Postado em 31 de Outubro, às 10:49 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

HRSAJ encerra mês do fisioterapeuta com II Simpósio de Fisioterapia

Comemorando o mês do fisioterapeuta, celebrado em 13 de outubro, o evento abordou temas como segurança do paciente, prevenção de infecções respiratórias, fisioterapia no paciente queimado e mobilização precoce.

Voltado também ao público externo, o evento foi aberto pelo coordenador de fisioterapia da unidade, Tarcísio Meira, o qual falou sobre Eventos adversos e os impactos na assistência à saúde.

A programação também abordou temas como Falha de extubação associada a disfagia, apresentado pela fonoaudióloga Liana Borges, Cuidados paliativos, apresentado pela fisioterapeuta Karla Maria, além de Polineuropatia do paciente crítico e a fisioterapia motora precoce, tema trazido pela fisioterapeuta Diangeles Lobo.

O serviço de Fisioterapia do HRSAJ conta com 21 profissionais, que atuam nas unidades de internação, emergência e UTI. Conforme o fisioterapeuta Tarcísio Meira, o fisioterapeuta é parte integrante e imprescindível dentro da unidade hospitalar, uma vez que promove a prevenção, reabilitação motora e respiratória.

“O fisioterapeuta tem como foco prevenir, tratar e reabilitar as diversas funções comprometidas no paciente durante o processo da internação hospitalar, devolvendo ao paciente a possibilidade de realizar ou readaptar às atividades da vida diária”, pontuou.

Postado em 31 de Outubro, às 10:09 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Dia Mundial de Combate ao AVC os segundos que fazem a diferença

Com o intuito de conscientizar as pessoas sobre a prevenção da doença cerebral que mata mais de 100 mil pessoas por ano no Brasil, o dia 29 de outubro foi instituído como o Dia Mundial de Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC).

O AVC ou derrame é quando ocorre o entupimento de uma veia ou uma artéria dentro da cabeça dificultando a passagem do sangue para o cérebro.

Segundo o Ministério da Saúde, a doença é o motivo mais comum de morte na população adulta no Brasil, ficando na 4ª posição no ranking da taxa de mortalidade entre os países latino-americanos e o Caribe e a estimativa é que em 2018 a incidência seja de 18 milhões de caso em todo o mundo.

O neurologista da Cia. da consulta, Moises Antônio de Oliveira, afirma que é importante saber que o AVC tem tratamento.

“A partir do momento em que o paciente apresenta os primeiros sintomas, procure imediatamente o pronto socorro mais próximo.

Quanto mais rápido for o atendimento, maiores são as chances de tratamento”, alerta. “Qualquer dificuldade de mexer um lado do corpo, ou ter a fala dificultada e a boca torta, é um motivo para ficar alerta, pois é possível reverter o quadro e evitar sequelas que podem gerar danos incuráveis”, acrescenta. 

Vale citar que existem dois tipos de AVC: o isquêmico, quando ocorre esse entupimento nas veias; e o hemorrágico, quando a veia estoura e o sangue se espalha pelo cérebro.

As causas do hemorrágico podem ser a pressão alta constante, situação que a veia não aguenta e estoura, ou devido ao quadro de aneurisma, onde a parede do vaso está mais fragilizada, ficando fácil de se romper e estourar.
 
SINTOMAS

Entre os principais sintomas estão a dificuldade de locomoção, principalmente de um lado do corpo, como por exemplo um braço e uma perna fraca ao mesmo tempo, a dificuldade para conseguir falar e a boca torta. 

Também existem sinais menos comuns como uma tontura que começa sem motivos aparentes, vômitos e dores de cabeça. Fique atento aos sintomas:

Na visão: perda temporária da visão em um dos olhos, visão embaçada ou dupla visão;

No corpo: tontura, formigamento, dormência no rosto, fraqueza muscular, dificuldade para caminhar paralisia com músculos fracos, paralisia de um lado do corpo;

Na fala: Perda ou dificuldade de fala; Incapacidade de falar ou entender o próprio idioma;
 
            FATORES DE RISCO
 
Segundo o neurologista, o tabagismo e a diabetes fazem parte dos fatores de risco, mas que grande parte da sociedade não sabe que está atrelado ao AVC.

Além disso, o entupimento das veias pode ocorrer de várias formas: o paciente pode ter um problema como colesterol ou pressão alta, por exemplo, o que pode levar à formação mais fácil de placas de colesterol dentro das veias e artérias da cabeça favorecendo seu entupimento; pode apresentar uma arritmia no coração, formando coágulos que podem subir para a cabeça por conta do fluxo do sangue, entupindo uma veia ou artéria; ou pode ter uma placa de gordura na região do pescoço, que dependendo do seu tamanho pode soltar um pedaço o qual pode subir pela corrente sanguínea e entupir uma veia do cérebro.
 
Para diminuir os fatores de riscos, o paciente deve cuidar do colesterol, controlar o peso e a pressão arterial, não fumar e não usar drogas.

O objetivo da campanha de Combate ao Acidente Vascular Cerebral é mostrar para as pessoas os fatores de risco de um derrame e sobretudo alertar sobre a agilidade nos primeiros atendimentos pós derrame.

“É necessário garantir que o tecido do cérebro fique o mínimo possível com essa veia entupida e sem oxigênio, pois ao garantir a volta da circulação do cérebro, sabemos que o paciente pode se recuperar.

O tecido cerebral pode ficar sem o oxigênio por 4 horas em média, tempo que o médico tem para tentar salvar o paciente”, ressalta Moises.
Fique atento aos sinais! Procurar ajuda rápida é crucial para evitar sequelas e salvar vidas!

Postado em 29 de Outubro, às 15:52 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

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