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Semana de Mobilização Nacional para a Doação de Medula Óssea estimula o cadastro de voluntários

Começa hoje (14) e segue até o dia 21, a Semana de Mobilização Nacional para a Doação de Medula Óssea. A semana foi instituída pela Lei nº 11.930, de 22 de abril de 2009, com o objetivo de promover esclarecimento e conscientização sobre a doação e o transplante de medula, além de estimular que mais pessoas participem do cadastro de doadores do Redome – Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea.

Conhecida também como “Lei Pietro”, a Lei 11.930 foi aprovada após a morte do jovem Pietro Albuquerque, que faleceu em decorrência de leucemia mielóide aguda pouco antes de completar 20 anos, e tornou-se uma grande aliada para as campanhas de doação de medula.

O transplante de medula óssea é uma alternativa indicada para o tratamento de doenças relacionadas com a fabricação de células do sangue e com deficiências no sistema imunológico. Pacientes com leucemias originárias das células da medula óssea, linfomas, doenças originadas do sistema imune em geral, dos gânglios e do baço, e anemias graves estão entre os principais beneficiados com o transplante.

Quando o paciente não encontra o doador ideal dentro da própria família, é necessário buscar alternativas nos registros de doadores voluntários. É nesse momento que entra o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), nascido em 1993 para reunir dados de pessoas dispostas a doar medula óssea para quem precisa de transplante.

Atualmente o Redome apresenta um crescimento anual significativo, incluindo mais de 300 mil novos cadastros no Brasil. Com mais de 4,7 milhões de cadastros, o registro brasileiro é o terceiro maior banco de doadores de medula óssea do mundo, ficando atrás apenas do registro alemão, com cerca de 6,2 milhões, e do registro americano, que possui quase 7,9 milhões. Entretanto, o Redome é o maior banco com financiamento exclusivamente público, pertence ao Ministério da Saúde.

A chance de encontrar um doador compatível é de 1 para 100 mil pessoas. Para aumentar a probabilidade de êxito na localização, é fundamental manter os dados cadastrais atualizados. 

Para se tornar um doador de medula óssea

.Ter entre 18 e 55 anos de idade;

Estar em bom estado geral de saúde;
Não ter doença infecciosa ou incapacitante;
Não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico;
Algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.
Como funciona o Redome

Na Bahia, a Fundação Hemoba é responsável pelo cadastro, o interessado deverá procurar uma das unidades de coleta distribuídas em todo o estado;

É necessário apresentar o documento oficial com foto;
O voluntário à doação irá assinar um termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), e preencher uma ficha com informações pessoais;
Será retirada uma pequena quantidade de sangue (5ml) do candidato a doador;
O sangue será analisado por exame de histocompatibilidade (HLA), um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que vão ser cruzadas com os dados de pacientes que necessitam de transplantes para determinar a compatibilidade;
Os dados pessoais e o tipo de HLA serão incluídos no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome);
Quando houver um paciente com possível compatibilidade, o candidato à doação será consultado para decidir quanto à doação. Por este motivo, é necessário manter os dados sempre atualizados;
Para seguir com o processo de doação serão necessários outros exames para confirmar a compatibilidade e uma avaliação clínica de saúde;
Somente após todas estas etapas concluídas o doador poderá ser considerado apto e realizar a doação.

Postado em 14 de Dezembro, às 17:24 por Toy Guimarães 0 comentários

Mais Médicos prorroga inscrições para profissionais formados no exterior

O Ministério da Saúde prorrogou as inscrições de brasileiros e estrangeiros formados no exterior (sem registro no Brasil) para participação no programa Mais Médicos.

Agora, os candidatos terão até o próximo domingo, dia 16 de dezembro, para enviar documentação à pasta federal e, assim, estarem aptos para validação da inscrição no Programa.

A medida foi tomada devido à picos de instabilidade do site do programa causada pelo grande número de acessos, o que pode ter ocasionado dificuldades no momento da inscrição.

Postado em 14 de Dezembro, às 15:48 por Toy Guimarães 0 comentários

Ceia de Natal saudável? Sim, é possível! Nutricionista dá dicas

É comum, também, que o ponteiro da balança suba. Em meio a confraternizações com amigos, colegas de trabalho e família, dá trabalho resistir a tanta tentação.

Certo? Depende. É possível aproveitar sem ficar na vontade. Para que essa equação feche, é bom não faltar um ingrediente importante nas ceias e festas de fim de ano: equilíbrio.

A nutricionista do Fleury Medicina e Saúde, do Grupo Fleury, marca detentora da soteropolitana Diagnoson a+, Ana Paula Gonçalves da Silva, concorda e destaca que é importante respeitar os sinais de fome e saciedade que o nosso corpo emite.

Para isso, recomenda: não permanecer longos períodos em jejum, esperando a ceia; comer devagar para perceber melhor o sabor dos alimentos e saciar-se de forma adequada e não tentar compensar ou se iludir com dietas de desintoxicação no dia seguinte.

Ela também dá dicas preciosas para deixar os pratos menos calóricos, balanceando saúde e prazer. Afinal, ceias de Natal e Ano Novo acontecem só uma vez ao ano!

Confira:

- O panettone é um pão típico das festas natalinas. Além das já tradicionais frutas secas, é comum encontrar recheios como doce de leite e brigadeiro. Seja como for, coma com moderação: uma fatia pequena pode substituir o pão no café da manhã ou algumas torradas no lanche da tarde;

- A castanha portuguesa, quando comparada com outras castanhas (noz, amêndoa, avelã, caju, pistache), tem uma quantidade menor de gorduras e é uma boa fonte de carboidratos;

 -Use damascos e frutas secas. Ricas em fibras, proporcionam uma maior sensação de saciedade;

- Frutas em calda têm mais açúcar, mas são bem-vindas se consumidas com moderação;

- Picles (cenoura, pepino, nabo, entre outros) são ricos em fibras e devem ser consumidos com cautela, pois têm muito sódio;

- Na hora do consumo de carnes, lembre-se de retirar a gordura aparente, como a pele das aves. O lombo e o peixe têm menos gordura, mas não se prive de comer uma preparação típica.

- Tente deixar os refrigerantes de lado e optar por sucos naturais e águas aromatizadas;

- O vinho pode ser consumido. A dose recomendada para adultos saudáveis é de 1 taça (150 ml) para mulheres e 2 taças (300 ml) para homens. Se beber, não dirija!

Por fim, Ana Paula conclui: “para que você tenha um período de festas ‘saudável’, respeite os sinais do seu corpo, valorize e aprecie as receitas de família, os aromas e os encontros”.

Postado em 13 de Dezembro, às 16:07 por Toy Guimarães 0 comentários

Cirurgia robótica para tratamento de câncer de próstata diminui sequelas e reduz tempo de recuperação

Ao receber o diagnóstico de câncer de próstata, a maioria dos homens ainda se apavora, pois muitos acreditam equivocadamente que a vida está por um fio a partir do momento em que a doença é confirmada.

Contudo, quando o médico explica que as chances de cura são grandes, sobretudo quando o tumor se encontra em estágio inicial, os pacientes costumam tranquilizar-se.

A partir daí, é hora de conhecer os tratamentos disponíveis e, sob orientação médica, optar por um deles. Foi exatamente isso o que aconteceu com o administrador baiano Moisés Catarino dos Santos Filho (50) que, ao se informar sobre os benefícios da cirurgia robótica, acabou optando por essa modalidade de tratamento menos invasivo.

 “Meu médico, o uro-oncologista Nilo Jorge Leão, me disse que eu poderia passar por uma cirurgia aberta convencional (a única coberta pelo meu plano de saúde) ou por uma cirurgia videolaparoscópica ou, ainda, pela cirurgia robótica.

Ele também me deu a opção da vigilância ativa. Como a plataforma robótica ainda não está disponível em Salvador, se eu optasse por este tratamento, só poderia me operar em São Paulo. Mesmo assim, não tive dúvida: fiz um sacrifício financeiro e optei pela cirurgia robótica. Não me arrependo, pois minha recuperação foi bem rápida”, contou Moisés Catarino.

O paciente recebeu o diagnóstico em agosto deste ano e em outubro foi submetido à cirurgia. “A recuperação foi muito tranquila. Tirei o dreno lá em São Paulo mesmo.

A cada seis meses, preciso repetir o exame, mas estou feliz porque até aqui deu tudo certo e com fé em Deus vou continuar bem”, declarou. Moisés Catarino não tem histórico familiar de câncer de próstata, mas o fato de ser negro aumenta sua predisposição para a doença, conforme estudos científicos confirmados.

Robô na Bahia - Segundo o uro-oncologista Nilo Jorge Leão, especialista em cirurgias laparoscópica e robótica, existe uma expectativa de que a plataforma robótica para tratamento de câncer de próstata chegue à Bahia em 2019. No Brasil, esta tecnologia tem sido utilizada no eixo Rio, São Paulo, Minas e Rio Grande do Sul.

No Nordeste, cirurgias robóticas já são realizadas em Fortaleza e Recife.  A técnica cirúrgica diminui o risco de sequelas como a incontinência urinária e a perda da ereção. "Outro diferencial é o tempo de recuperação do paciente, que costuma ser menor. Como o procedimento é menos invasivo, o paciente sangra menos, o que diminui o risco da necessidade de transfusão de sangue", explica o médico.

Na cirurgia robótica, o médico opera através de um console, uma espécie de joystick, com uma série de recursos que vão da visualização em três dimensões e ampliação da imagem do campo cirúrgico em alta definição, que permite a visualização de microestruturas, até recursos como a filtragem de tremores das mãos, fundamental para procedimentos de longa duração, mais cansativos.

Qualquer paciente com câncer de próstata que tenha a indicação cirúrgica pode realizar o procedimento por robótica. 

SUS - O médico Nilo Jorge, que segue acompanhando seus pacientes em Salvador após operá-los em São Paulo, conta que para os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), devido à carência de recursos, não há previsão para acesso à cirurgia robótica em curto prazo.

“Contudo, a vídeo-cirurgia, também conhecida como videolaparoscopia, já está disponível pelo SUS em hospitais de Salvador, e não deixa a desejar quando consideramos os resultados”, completa o médico, que atua como coordenador do Núcleo de Uro-oncologia das Obras Sociais Irmã Dulce, é sócio da Uroclínica da Bahia e preceptor do Núcleo de Urologia do Hospital São Rafael.

 A cirurgia de câncer de próstata realizada por videolaparoscopia é realizada sob anestesia geral e dura menos tempo do que a cirurgia aberta. Pacientes submetidos à técnica, geralmente, recebem alta após uma ou no máximo duas noites (no procedimento convencional, a média é de três dias de internamento).

A sonda vesical colocada no paciente através da uretra para saída da urina é dispensada com mais rapidez, em cerca de uma semana. “Além do menor período de hospitalização e do retorno mais rápido dos pacientes às suas atividades rotineiras, outras grandes vantagens da vídeo-cirurgia são o menor índice de infecção e a redução da dor pós-operatória e do sangramento”, frisa Nilo Jorge.

Vigilância ativa - Uma alternativa ao procedimento cirúrgico imediato, a vigilância ativa é uma opção apenas para casos de muito baixo risco de progressão da doença.

Adotada inicialmente na Europa e em países como o Canadá e os Estamos Unidos, ela tem sido bastante utilizada em centros de referência no Brasil.  Nesses casos, o paciente é inserido em um protocolo restrito que inclui revisões a cada três meses (toque retal e dosagem de PSA), além da realização de ressonâncias magnéticas da próstatas e biópsias periódicas.

A principal vantagem do método é a ausência de morbidade no tratamento. Porém, se o tumor avança, o paciente é retirado do protocolo e recebe o encaminhamento adequado para  cirurgia ou radioterapia.

“Cerca de 50% dos pacientes que iniciam a vigilância ativa deixam de realizar este seguimento e optam por se tratar devido à questões emocionais, por não conseguirem conviver com a ideia de que possuem câncer e não realizaram um tratamento padrão”, explica Nilo Jorge.

Câncer de próstata - Os fatores de risco para o câncer de próstata incluem o avanço da idade; o histórico familiar em primeiro grau (pai, irmãos ou filhos), a cor de pele/etnia (mais prevalente em negros), os padrões dietéticos, o sedentarismo e a obesidade.

  A recomendação atual da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) é que todos os homens procurem o urologista pra exame físico e de PSA anualmente a partir dos 50 anos ou 45 anos se forem negros ou com histórico familiar da doença.

Postado em 13 de Dezembro, às 16:05 por Toy Guimarães 0 comentários

255 municípios na Bahia em situação de alerta ou risco para dengue, zika e chikungunya

No estado da Bahia, 255 cidades estão em situação de alerta ou risco de surto de dengue, zika e chikungunya, de acordo com o novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) de 2018.

Desse total, 186 estão em alerta e 69 em risco de surto das doenças. Outras 162 estão em situação satisfatória. A capital do estado, Salvador, está em situação de alerta.

Na Bahia, a maior parte dos criadouros foi encontrada em depósito de água (5.427), seguida de depósitos domiciliares (1.735) e lixo (490).

Postado em 13 de Dezembro, às 16:02 por Toy Guimarães 0 comentários

Empresa dos EUA fará vacina contra dengue com tecnologia brasileira

O Instituto Butantan assinou hoje (12) com a empresa norte-americana do setor farmacêutico Merck Sharp and Dhome (MSD) contrato de transferência tecnológica para desenvolvimento e comercialização no exterior de vacina de combate à dengue.

O acordo tem pagamento inicial de US$ 25 milhões, o que o coloca como o maior do gênero firmado pela indústria farmacêutica brasileira.

O Butantan poderá receber até US$ 101 milhões, com a conquista de marcos relacionados ao desenvolvimento e à comercialização da vacina experimental da MSD, além de royalties sobre as vendas. Este valor será investido em pesquisa e na produção de vacinas pelo órgão, vinculado à Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo. .

Um apoio não reembolsável no valor de R$ 120 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) permitiu ao Instituto Butantan desenvolver a vacina contra a dengue que está na Fase 3 de pesquisa clínica, isto é, sendo testada em humanos. Essa é a última etapa antes da solicitação de registro.

Com o financiamento do banco, o instituto desenvolveu também um processo inovador de liofilização, com patente concedida em diversos países do mundo.

A liofilização transforma a vacina em pó, para ser reconstituída no momento da aplicação. Esse processo reduz o custo de armazenagem, ao mesmo tempo em que facilita seu transporte, beneficiando mais pessoas, especialmente as que moram em regiões mais longínquas.

Retorno de recursos

Segundo informou o BNDES por meio de sua assessoria de imprensa, esse é o primeiro caso de retorno de recursos aplicados pelo programa BNDES Funtec, que dá apoio financeiro não reembolsável a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação executados por instituições tecnológicas.

Os recursos totais investidos na produção da vacina contra a dengue pelo Instituto Butantan alcançam R$ 224 milhões, oriundos do BNDES, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Fundação Butantan e Ministério da Saúde.

O contrato com o Instituto Butantan prevê a transferência, para o BNDES, de 5% das receitas obtidas com o acordo, inclusive com a comercialização da vacina que será desenvolvida pela empresa norte-americana MSD no exterior.

Por outro lado, a garantia da exclusividade de exploração no Brasil permitirá que a vacina seja disponibilizada gratuitamente à população brasileira pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Aposta da saúde

A vacina desenvolvida no Instituto Butantan é uma grande aposta da saúde em nível mundial, uma vez que está sendo desenvolvida para prevenir os quatro subtipos do vírus da dengue (1,2,3 e 4), relatou a assessoria do instituto.

A vacina deverá ser indicada para pessoas de 2 a 59 anos de idade, com eficácia também em pessoas que não tiveram a doença anteriormente.

Tão logo essa fase seja concluída, o instituto pedirá registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para que ela possa ser disponibilizada à população.

De acordo com informação do Instituto Butantan, a Fase 3 do estudo clínico foi iniciada em 2016 e ocorre em 14 centros de pesquisa clínica, distribuídos nas cinco regiões do país. Cerca de 17 mil voluntários participam dos testes.

 

Postado em 13 de Dezembro, às 11:31 por Toy Guimarães 0 comentários

Fiocruz alerta sobre possível epidemia de chikungunya em 2019, no Rio

O Rio de Janeiro pode enfrentar uma epidemia de chikungunya neste verão. Esse é o alerta feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e demais órgãos municipais e estaduais de saúde.

De janeiro até outubro deste ano, já foram registrados cerca de 37 mil casos da doença no estado, no mesmo período de 2017 foram notificadas apenas 4.425 ocorrências.

Para o coordenador de Vigilância e Saúde do laboratório de referência da Fiocruz, Rivaldo Venâncio, o aumento de casos de chikungunya representa um desafio para o estado do Rio, que vem enfrentando dificuldades políticas e econômicas.

“Estamos falando de uma doença relativamente nova no Brasil e também no Rio de Janeiro. Boa parte dos profissionais de saúde formados há mais de cinco anos certamente não teve contato com informações relativas a chikungunya.

Então, nós temos um desafio adicional que é capacitar esses profissionais de saúde de várias categorias que irão fazer o atendimento”, disse o coordenador.

Ele também explica que há uma preocupação com o aumento de casos de febre amarela durante o verão, já que a população do estado do Rio ainda não está devidamente vacinada. Neste ano, 268 casos já foram registrados.

“Estamos muito preocupados com a possibilidade de enfrentarmos, neste verão, os mesmos fatos que ocorreram com a febre amarela no mesmo período de 2017 para 2018. Por isso a Fundação Oswaldo Cruz, que é a fabricante da vacina contra febre amarela, faz o apelo para que a população não vacinada procure as unidades de saúde para se vacinar, que é a forma mais segura de evitar a doença”, explicou.

Prevenção

A chikungunya é uma doença viral, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, também vetor da dengue, zika e febre amarela. O subsecretário de Vigilância em Saúde, Alexandre Chieppe, explica que a Chikungunya pode ser prevenida, mas é importante estar atento aos sintomas. “É uma doença que se parece com a dengue. Ela atinge as articulações, juntas, e pode durar por semanas, meses e até anos”.

No Rio de Janeiro, o período de maior risco de transmissão é entre janeiro e maio. “A orientação é para a pessoa com febre súbita e elevada procure um posto de atenção à saúde para que seja feita avaliação. Os grupos de risco de chikungunya são: crianças e pessoas mais idosas, principalmente aquelas que têm doenças crônicas associadas”. completa Chieppe.

Para evitar a doença, a Secretaria de Saúde recomenda eliminar qualquer possibilidade de água parada e também investir em medidas de proteção pessoal, com o uso de repelente de forma regular.

“O Rio de Janeiro vem se preparando há algum tempo, desde as epidemias de dengue. Hoje, no estado do Rio de Janeiro, todas as secretarias municipais de saúde têm planos de contingência elaborados para dar assisitência ao aumento de casos. O desafio de uma epidemia de Chikungunya é enorme, mas, hoje, essas doenças, de certa forma, têm um plano de ação preparado”, acrescenta o subsecretário.  

Postado em 13 de Dezembro, às 11:28 por Toy Guimarães 0 comentários

Mais de 500 cidades têm risco de surto de doenças causadas pelo Aedes

Pelo menos 504 municípios brasileiros registram alto índice de infestação pelo Aedes aegypti e apresentam risco de surto para doenças transmitidas pelo vetor – incluindo dengue, zika e chikungunya.

Dados divulgados hoje (12) pelo Ministério da Saúde revelam que, das 5.358 cidades que realizam algum tipo de monitoramento do mosquito, 1.881 estão em situação de alerta, enquanto 2.628 apresentam índices considerados satisfatórios.

Capitais

O mapa da dengue, como é chamado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), mostra que, das 27 capitais em todo o país, Palmas (TO), Boa Vista (RR), Cuiabá (MT) e Rio Branco (AC) estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus (AM), Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Brasília (DF), São Luís (MA), Belém (PA), Vitória (ES), Salvador (BA), Porto Velho (RO), Goiânia (GO) e Campo Grande (MS).

Já Curitiba (PR), Teresina (PI), João Pessoa (PB), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Macapá (AP), Maceió (AL), Fortaleza (CE) e Aracaju (SE) têm índices considerados satisfatórios. Natal (RN) e Porto Alegre (RS) fizeram a coleta de dados por armadilha – metodologia utilizada quando a infestação pelo mosquito é muito baixa ou inexistente.

Criadouros

Além de identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, o levantamento revela quais os principais tipos de criadouros por região.

No Nordeste, por exemplo, o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril e tina, foi o principal tipo identificado.

No Sudeste, o maior número de depósitos encontrados foi em domicílio, caracterizados por vasos e frascos com água e pratos e garrafas retornáveis.

Já nas regiões Centro-Oeste, Norte e Sul, predominou o lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção.

Dengue

Dados do ministério apontam que, até 3 de dezembro, foram notificados 241.664 casos de dengue em todo o país – um pequeno aumento em relação ao mesmo período de 2017 (232.372 casos). A taxa de incidência, que considera a proporção de casos por habitantes, é de 115,9 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos causados pela doença, a queda é de 19,3% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 176 mortes em 2017 para 142 neste ano.

Chikungunya

No mesmo período, foram notificados 84.294 casos de chikungunya no Brasil – uma redução de 54% em relação ao mesmo período de 2017 (184.344 casos). A taxa de incidência da doença é de 40,4 casos para cada 100 mil habitantes.

Em relação ao número de óbitos, a queda é de 81,6% quando comparado ao mesmo período do ano anterior, passando de 191 mortes em 2017 para 35 neste ano.

Zika

Os números mostram ainda que, até 3 de dezembro, foram notificados 8.024 casos de zika em todo o país – uma redução de 53% em relação ao mesmo período de 2017 (17.025 casos). A taxa de incidência é de 3,8 casos para cada 100 mil habitantes.

Postado em 13 de Dezembro, às 11:26 por Toy Guimarães 0 comentários

Governo entrega mil veículos para ajudar no combate ao Aedes aegypti

O governo federal anunciou hoje (12) a entrega de mil caminhonetes para auxiliar no combate ao mosquito Aedes aegypti. A cerimônia de entrega desses veículos aconteceu no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Michel Temer e do ministro da Saúde, Gilberto Occhi. Segundo o ministro, foram investidos R$ 109 milhões.

“Este é um investimento para a vigilância em saúde. É um veículo que será entregue para esse trabalho, um trabalho contínuo. Todos os estados brasileiros serão contemplados”, disse Occhi. Para a entrega das caminhonetes, será observado o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa).

O LIRAa mostra que, das 27 capitais em todo o país, Palmas, Boa Vista, Cuiabá e Rio Branco estão em risco de surto não apenas de dengue, mas também de zika e chikungunya.

Outras 12 capitais, de acordo com o estudo, registram situação de alerta: Manaus, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Brasília, São Luís, Belém, Vitória, Salvador, Porto Velho, Goiânia e Campo Grande.

O governo também lançou o Sistema Integrado de Controle de Vetores do mosquito Aedes aegypti. A partir do ano que vem o sistema detalhará em tempo real o monitoramento de doenças nos estados e municípios.

Postado em 13 de Dezembro, às 11:21 por Toy Guimarães 0 comentários

Casos de AIDS em mulheres mais velhas continuam crescendo

Enquanto a cura da AIDS não vem, dezembro é o mês de conscientizar a população sobre os sintomas e formas de prevenção e contágio do vírus HIV.

Apesar do número de pessoas infectadas estar em queda nos últimos anos, de acordo com relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU), o índice vem crescendo em mulheres entre 15 e 19 anos e também entre aquelas com mais de 60 anos.

Só para se ter uma ideia da gravidade da situação na população mais velha, na última década, no Brasil, foi registrado um aumento de 103% no número de casos de AIDS entre pessoas idosas, segundo o Ministério da Saúde.

“Infelizmente hoje muitas pessoas estão deixando de se preocupar com a AIDS e não usam camisinha durante o ato sexual. O crescimento da AIDS entre adolescentes mostra a inconsequência de não usar preservativo durante o sexo.

O mesmo ocorre entre as idosas com mais de 60 anos. Praticar sexo depois dos 60, dos 70 anos, exige os mesmos cuidados indicados aos mais jovens. É importante que todas as mulheres conversem com seus parceiros sobre o uso de preservativo”, alerta Juliana Pierobon, ginecologista da ALTACASA Clínica Médica, em São Paulo.

A especialista explica que as mulheres na pós-menopausa muitas vezes deixam de usar o preservativo por não correrem mais o risco de engravidar e isso acaba abrindo portas para que contraiam o vírus da AIDS.

“Além de serem de uma geração anterior à AIDS e por isso muitas não têm o hábito de exigir o preservativo, ainda tem essa questão de não mais engravidar. Por isso o índice de mulheres com HIV após os 60 anos tem crescido tanto”, ressalta a médica.

Mas o mundo mudou. Hoje, a oferta de estimulantes sexuais, lubrificantes e mesmo o surgimento de aplicativos de relacionamento transformou drasticamente as relações, o que vem impactando no número de parceiros sexuais, inclusive entre mulheres mais maduras.

Por isso, o uso de preservativo, seja ele o preservativo masculino – o mais usado - ou o feminino, é fundamental em todas as relações, principalmente nas casuais. É uma questão de hábito e adaptação.

O que dificulta a vida da maioria das pessoas com AIDS é o preconceito. No caso das mulheres, na maioria das vezes, a visão do HIV está ligada à promiscuidade. No Brasil, de 1980 até junho de 2017, 306.444 mulheres contraíram o vírus da Aids.

 “O preconceito e o medo aumentam os riscos do contágio. Muitas vezes, as mulheres se questionam se devem pedir ao parceiro para usar camisinha ou não, ou até mesmo se devem contar para ele sua condição de soropositiva.

É preciso se informar, conversar com o parceiro e confiar. A segurança é a chave para uma vida sexual plena”, pontua a ginecologista da clínica Altacasa, que faz um outro alerta: “Mesmo que as chances do homem transmitir o HIV sejam maiores, as mulheres também podem ser transmissoras do vírus”.

Uma vez contraído o vírus, ainda é possível ter uma vida com qualidade. A ONU estima que, atualmente, 75% dos indivíduos que vivem com o HIV conhecem seu estado sorológico.

Essa condição é importante porque, com o tratamento e o vírus indetectável, a pessoa não é capaz de transmiti-lo e ainda consegue manter uma boa qualidade de vida, sem manifestar os sintomas da Aids. O que faz com que um soropositivo tenha o vírus indetectável é o tratamento com medicamentos antirretrovirais, chamado ‘coquetel antiaids’.

No Brasil, 92% das pessoas que fazem esse tratamento já atingiram o estado de vírus indetectáveis.

E para os quase meio milhão de brasileiros em tratamento, desde janeiro de 2017, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou uma nova geração de medicamentos, mais eficiente e com menos efeitos colaterais.

Mesmo assim, a ginecologista explica que os cuidados devem ser permanentes e que o uso do preservativo é fundamental também na relação sexual entre duas pessoas com HIV, já que as mutações e resistências do vírus são diferentes, de acordo com cada organismo. “A infecção acontece por meio de uma quantidade pequena de vírus, que sofre mutações.

O sistema imune pode eliminar alguns desses vírus modificados e manter aquela mutação que mais se adaptou ao corpo. Ao fazer sexo sem preservativo com outra pessoa soropositiva e com o vírus ainda detectável, há o risco da transmissão de um subtipo de vírus mais resistente”, explica Juliana Pierobon. 

O vírus HIV infecta células do sistema imunológico, destruindo ou prejudicando seu funcionamento. A infecção resulta em uma progressiva deterioração das defesas do paciente, facilitando o surgimento de outras infecções e problemas de saúde, quando não há tratamento. O vírus pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, no ato sexual ou ao compartilhar agulhas e seringas com alguém com o HIV. 

Diante de todo esse cenário, a prevenção é fundamental. Duas ações são importantes: manter hábitos que tornam o sexo seguro e fazer exames de sangue periódicos para uma detecção precoce do vírus, em caso de contaminação. O exame pode ser feito na rede pública de saúde, de forma gratuita, e o resultado é seguro e estritamente sigiloso.

Dados do UNAIDS (Programa das Nações Unidas sobre HIV/Aids) mostram que cerca de 870 mil mulheres se infectam com o HIV todos os anos no mundo, colocando a AIDS como a maior causa de mortes entre mulheres em idade reprodutiva (de 15 a 49 anos).

Postado em 12 de Dezembro, às 18:09 por Toy Guimarães 0 comentários

Exercícios ajudam a amenizar sintomas da menopausa

A menopausa é um processo natural e inevitável na vida das mulheres. Entretanto, é um momento delicado e temido, pois o corpo sofre várias mudanças hormonais que causam desconfortos.

Perto dos 50 anos, em média, o corpo feminino vivencia a queda de dois hormônios típica da menopausa: o estrogênio, que regula as menstruações, promove a fixação do cálcio nos ossos e ainda está por trás das características do corpo da mulher, e a progesterona, que é quem preparava o terreno para a gravidez.

Isso provoca alguns efeitos colaterais, como redução do metabolismo, oscilação do humor e maior risco de osteoporose. Mas ao contrário do que muitos pensam, a prática de atividades físicas pode ajudar no alivio dos sintomas e ainda prevenir problemas de saúde comuns dessa fase.

“A recomendação é realizar pelo menos 30 minutos de exercícios aeróbicos por dia. Dançar, fazer bicicleta,esteira, usar a máquina do elíptico na academia, ou qualquer outro esporte que trabalhe amplos grupos musculares”, diz Guilherme Reis, coordenador geral da rede Alpha Fitness.

Levando em conta que muitas mulheres não podem ou não querem realizar terapia hormonal como saída para controlar os sintomas da menopausa, o exercício físico é excelente para aliviar a pressão dos desconfortos.

 A prática freqüente de exercícios físicos minimiza o envelhecimento arterial, diminui o risco de hipertensão, melhora o colesterol, diminui o tecido adiposo (gordura), e ainda ajuda a controlar os fogachos (ondas de calor da menopausa).

O ideal é a associação de exercícios resistidos (musculação) com exercícios de impacto para obter benefícios. Apostar na musculação, pelo menos duas vezes por semana; aliada a outros tipos de treinamento, ajuda a estimular a força dos músculos, melhorar a flexibilidade e o equilíbrio.

Postado em 10 de Dezembro, às 11:57 por Toy Guimarães 0 comentários

Festival dos Direitos Humanos terá ação social para 30 mil pessoas

No próximo domingo, 9 de dezembro, das 10h às 15h, no Clube Escola Vila Guarani, zona sul da cidade, durante o VI Festival de Direitos Humanos, promovido anualmente pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos, acontecerá uma grande ação social, na qual espera-se atender 30 mil pessoas da região.

Quem for à ação poderá realizar exames gratuitos: hipertensão, diabetes, colesterol, hepatite C e oftalmológico, com direito a sair de lá munido de um par de óculos. Se algum caso requerer atendimento especializado, os médicos que estarão no evento farão o encaminhamento deste paciente para os serviços de saúde da região.

Haverá ainda orientação nutricional, odontológica e profissionais que ensinarão a realizar o autoexame nas mamas. As crianças também serão contempladas durante a ação, recebendo kits para escovação dentária e aprendendo a cuidar dos dentes de maneira correta. A intenção é beneficiar cerca de 30 mil pessoas carentes.

Fazem parte do evento outras atrações como corte de cabelo, higienização e hidratação facial, além da quick massage. No Clube, haverá uma área destinada ao lazer, com brinquedos infláveis, distribuição de pipoca e algodão doce. Também haverá tendas com pintura de rosto, escultura de bexigas e distribuição de gibi. Completam a programação atrações culturais: o grupo de grafiteiros Zuma Luma; os capoeiristas “Forças Unidas”, a tribo indígena Tenondé Porã e o Coral do Colégio 24 de Março, escola de ensino fundamental e médio do Grupo 24 de Março, que apoia do evento.

Vale destacar, ainda, a presença do Ônibus Lilás, uma Unidade Móvel de Atendimento às Mulheres, que faz parte do programa federal “Mulher sem Violência”. Lá, serão prestados esclarecimentos e atendimentos para mulheres vítimas de violência, que serão encaminhadas, se houver necessidade, para órgãos competentes, como hospitais, Instituto Médico Legal (IML), Delegacia da Mulher, Ministério Público ou Defensoria Pública.

Postado em 07 de Dezembro, às 17:19 por Toy Guimarães 0 comentários

'Dietas da moda' podem causar perigo à saúde, alerta especialista

Em busca de soluções imediatas, quase milagrosas para a conquista do corpo perfeito, muitas pessoas optam por fazer as famosas ‘dietas da moda’, por conta própria e sem a orientação de um profissional.

Essas dietas, na maioria das vezes, não respeitam a individualidade nutricional e prometem resultados rápidos com restrições alimentares que podem ser perigosos à saúde.

Cada pessoa tem uma necessidade nutricional, e adotar uma dieta da moda pode não ser seguro e ainda afetar a saúde. “Um corpo saudável está atrelado a uma dieta saudável, balanceada e diversificada, algo que não sai de moda”, esclarece o nutricionista Thomas Araújo, da equipe da Rede Alpha Fitness.

As ‘dietas da moda’ quase sempre recomendam a exclusão de algum grupo alimentar e, consequentemente, de nutrientes, o que fatalmente afeta o desempenho do organismo, que necessita de todos os nutrientes em equilíbrio para o seu adequado funcionamento.

Alguns exemplos são a Zero Lactose, a GlutenFree, a LowCarb e a dos Sucos detox. Realizar dietas de emagrecimento ou para ganho de peso, sem a devida orientação, pode causar sérias complicações para o organismo.

"A exclusão e/ou a restrição de grupos alimentares da dieta afeta a saúde. O equilíbrio e a variedade são fundamentais para garantir a adequada nutrição do organismo, sem deficiências e sem excessos", finaliza Thomas.

Postado em 06 de Dezembro, às 10:50 por Toy Guimarães 0 comentários

SBP e SBIm emitem alerta aos pediatras sobre a situação do sarampo

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) emitiram nesta quarta-feira (5) uma nota técnica conjunta em que alertam os pediatras sobre a situação do sarampo no Brasil.

Segundo a nota, os estados do Amazonas e Roraima concentram quase a totalidade de casos da doença no Brasil, sendo que os maiores coeficientes de incidência estão entre os menores de um ano de idade, atingindo até duas mil crianças para cada 100 mil habitantes no Amazonas; e 782 crianças para cada 100 mil habitantes em Roraima.

Segundo a presidente da SBP, dra Luciana Rodrigues Silva, a mensagem foi publicada com foco nos especialistas porque “os pediatras têm papel fundamental na orientação da população, no combate a falsas notícias e devem estar envolvidos com as ações públicas de controle da doença”.

Postado em 06 de Dezembro, às 10:09 por Toy Guimarães 0 comentários

A importância do uso de repelente durante a gravidez

Durante a gravidez, alguns cuidados especiais devem ser levados em consideração para que o bebê seja gerado com saúde. Com a proximidade do verão e o aumento da exposição às picadas do mosquito Aedes aegypti, principal agente transmissor do vírus zika, relacionado à microcefalia, o uso diário do repelente tornou-se  essencial para todas as gestantes.

 De acordo com a Organização Mundial de Saúde, os repelentes à base do princípio ativo Icaridina são os mais eficazes  e garantem maior tempo de  proteção  contra o mosquito. Por não conter componente tóxico, a icaridina não causa irritação na pele.

Para falar sobre o assunto, colocamos à disposição Dra. Maria Lilian Sales, doutora em Clínica Médica pela Universidade Estadual de Campinas.

Dicas de Cuidados Especiais

É importante ter alguns cuidados especiais na hora de passar o repelente nessa fase tão importante para as futuras mamães:

·         A frequência de aplicação é 2 a 3 vezes ao dia. O mosquito da dengue/zika tem hábitos diurnos, devendo priorizar esse período

·         Caso se molhe deve-se reaplicar o repelente, pois o efeito é perdido.

·         Aplique nas áreas expostas da pele e por cima das roupas, nunca por baixo porque o efeito dos repelentes porque  após a aplicação o repelente evapora e forma uma ‘nuvem’

de aproximadamente 4 cm em volta da pele que repele o inseto.

·          Passar o repelente na roupa de cama na hora de dormir  para evitar risco de intoxicação pelo produto.

·         O repelente deve ser aplicado sempre 15 minutos após o uso de filtros solares, maquiagem e hidratante.

·         Lavar as mãos sempre após aplicar o repelente. Em caso de suspeita de qualquer reação adversa ou intoxicação, lavar a área exposta e, se necessário, procurar o serviço médico e levar a embalagem do repelente.

Postado em 04 de Dezembro, às 17:25 por Toy Guimarães 0 comentários

4 motivos para você parar de tomar refrigerante

1. Refrigerante faz você comer mais

De acordo com uma pesquisa publicada na revista científica National Center for Biotechnology Information, carboidratos na forma líquida dão menos saciedade do que carboidratos sólidos, o que pode fazer com que você consuma bem mais calorias do que deveria. Então, quando você toma refrigerante, só está consumido as chamadas "calorias vazias", que não nutrem, que não satisfazem sua fome e que só te engordam.

2. Aumenta as chances de problemas dentários

A maioria das pessoas já sabe que açúcar não é o melhor aliado de dentes saudáveis. Mas, mesmo os refrigerantes sem açúcares não são a solução. Dentistas alertam que bebidas ácidas, principalmente refrigerantes, deterioram os dentes.

Especificamente, refrigerante contém ácido fosfórico e ácido cítrico, que atacam o esmalte do dente por um período de 20 minutos. Quanto mais refrigerante você bebe, maior é a erosão e mais fraco será o esmalte do dente. Com o tempo, há um grande risco de você sofrer com cáries, além de sensibilidade ao envelhecer.

3. Eles podem causar diabetes tipo 2

Beber apenas uma ou duas latinhas de refrigerante por dia pode aumentar o risco de desenvolver diabetes tipo 2 em 26%, de acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Harvard. Segundo eles, refrigerantes estão ligados ao risco de diabetes.

Isso acontece porque a falta de fibras e quantidade excessiva de açúcar no sangue pode dar pico de insulina. A longo prazo, o corpo desenvolve resistência à insulina.

4. Aumenta o risco de morte prematura por ataque cardíaco

De acordo com um estudo apresentado em um encontro de prevenção epidemiológica da Associação Americana do Coração (AHA), em Nova Orleans, nos EUA, bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, foram ligadas a mortes prematuras por doenças cardíacas.

O estudo constatou que consumidores de bebidas açucaradas têm duas vezes mais chances de morrer de doenças do coração do que aqueles que bebem com moderação.

Para chegar ao resultado, os pesquisadores acompanharam um grupo de adultos com cerca de 45 anos de idade por seis meses. Ele foi dividido entre os consumidores que bebiam, em média, cerca de 700 mililitros por dia, o que daria uma média de duas latinhas de refrigerante (350 ml), e aqueles que bebiam menos de 29 ml de bebidas açucaradas por dia.

Postado em 30 de Novembro, às 17:22 por Toy Guimarães 0 comentários

‘Dezembro Vermelho’ mulheres na luta contra a Aids

1º de dezembro é o Dia Mundial da Luta contra a Aids e durante todo o ‘Dezembro Vermelho’ acontece a campanha de alerta contra a doença.

 Apesar do número de pessoas infectadas com o vírus HIV estar em queda nos últimos anos, de acordo com relatório recente da Organização das Nações Unidas (ONU), o índice vem crescendo em mulheres entre 15 e 19 anos e também entre aquelas com mais de 60 anos.

Dados do UNAIDS (Programa das Nações Unidas sobre HIV/Aids) mostram que cerca de 870 mil mulheres se infectam com o HIV todos os anos no mundo, colocando a AIDS como a maior causa de mortes entre mulheres em idade reprodutiva (de 15 a 49 anos). No Brasil, de 1980 até junho de 2017, 306.444 tinham o vírus da Aids. 

“Infelizmente hoje muitas pessoas estão deixando de se preocupar com a AIDS e não usam camisinha durante o ato sexual. O crescimento da AIDS entre adolescentes mostra a inconsequência de não usar preservativo durante o sexo.

O mesmo ocorre entre as idosas com mais de 60 anos. É importante que todas a mulheres conversem com seus parceiros sobre o uso de preservativo.

Ele não só previne a transmissão do HIV, como também de outras doenças sexualmente transmissíveis (DST), como sífilis, HPV, clamídia, gonorreia e as hepatites B e C”, alerta Juliana Pierobon, ginecologista da ALTACASA Clínica Médica, em São Paulo. 

A especialista explica ainda que as mulheres na pós-menopausa muitas vezes deixam de usar o preservativo por não correrem mais o risco de engravidar e isso acaba abrindo portas para que contraiam o vírus da AIDS.

“Além de serem de uma geração anterior à AIDS e por isso muitas não têm o hábito de exigir o preservativo, ainda tem essa questão de não mais engravidar. Por isso o índice de mulheres com HIV após os 60 anos tem crescido tanto”, ressalta a médica.

O uso de preservativo, seja ele o preservativo masculino – o mais usado - ou o feminino, é fundamental em todas as relações, principalmente nas casuais.

É uma questão de hábito e adaptação.

O casal pode experimentar marcas e modelos diferentes para verificar com o qual melhor se adaptam. 

O que dificulta a vida da maioria das pessoas com AIDS é o preconceito. No caso das mulheres, na maioria das vezes, a visão do HIV está ligada à promiscuidade.  

“O preconceito e o medo aumentam os riscos do contágio. Muitas vezes, as mulheres se questionam se devem pedir ao parceiro para usar camisinha ou não, ou até mesmo se devem contar para ele sua condição de soropositiva.

É preciso se informar, conversar com o parceiro e confiar. A segurança é a chave para uma vida sexual plena”, pontua a ginecologista da clínica Altacasa, que faz um outro alerta: “Mesmo que as chances do homem transmitir o HIV sejam maiores, as mulheres também podem ser transmissoras do vírus”.

Uma vez contraído o vírus, ainda é possível ter uma vida com qualidade.

A ONU estima que, atualmente, 75% dos indivíduos que vivem com o HIV conhecem seu estado sorológico. Essa condição é importante porque, com o tratamento e o vírus indetectável, a pessoa não é capaz de transmiti-lo e ainda consegue manter uma boa qualidade de vida, sem manifestar os sintomas da Aids.

O que faz com que um soropositivo tenha o vírus indetectável é o tratamento com medicamentos antirretrovirais, chamado ‘coquetel antiaids’. No Brasil, 92% das pessoas que fazem esse tratamento já atingiram o estado de vírus indetectáveis. 

Mesmo assim, a ginecologista explica que os cuidados devem ser permanentes e que o uso do preservativo é fundamental também na relação sexual entre duas pessoas com HIV, já que as mutações e resistências do vírus são diferentes, de acordo com cada organismo. “A infecção acontece por meio de uma quantidade pequena de vírus, que sofre mutações.

O sistema imune pode eliminar alguns desses vírus modificados e manter aquela mutação que mais se adaptou ao corpo. Ao fazer sexo sem preservativo com outra pessoa soropositiva e com o vírus ainda detectável, há o risco da transmissão de um subtipo de vírus mais resistente”, explica Juliana Pierobon. 

O vírus HIV infecta células do sistema imunológico, destruindo ou prejudicando seu funcionamento. A infecção resulta em uma progressiva deterioração das defesas do paciente, facilitando o surgimento de outras infecções e problemas de saúde, quando não há tratamento. O vírus pode ser transmitido pelo sangue, sêmen, secreção vaginal, no ato sexual ou ao compartilhar agulhas e seringas com alguém com o HIV. 

Diante de todo esse cenário, a prevenção é fundamental. Duas ações são importantes: manter hábitos que tornam o sexo seguro e fazer exames de sangue periódicos para uma detecção precoce do vírus, em caso de contaminação. O exame pode ser feito na rede pública de saúde, de forma gratuita, e o resultado é seguro e estritamente sigiloso. 

Postado em 29 de Novembro, às 16:18 por Toy Guimarães 0 comentários

Novembro Diabetes Azul Campanha promove pedalada e workshop em Campina Grande

Você sabia que atividade física é um dos principais mecanismos de prevenção e controle do diabetes? Pensando nisso, Campina Grande receberá, no próximo dia 29, a Pedalada Azul, ação que integra as atividades realizadas em menção ao Novembro Diabetes Azul.

A campanha mundial tem como mote “Família e Diabetes” e reforça o impacto do núcleo familiar no manejo da doença, por meio de suporte no que tange, sobretudo, mudanças nos hábitos alimentares e de estilo de vida.

No dia seguinte, 30, a Sociedade Brasileira de Diabetes promove um workshop em neuropatias e pé diabético. Com programação teórico-prática, começa com uma explicação do impacto dessas complicações do diabetes, seguindo por palestras sobre anatomia dos pés e biomecânica da marcha; mecanismos de ulceração; e importância dos exames dos pés, entre outros tópicos.

Posteriormente, haverá oficina prática com duas estações: polineuropatia diabética, e cuidados podoprofiláticos e manejo das úlceras.

Hermelinda Pedrosa, médica endocrinologista e presidente da SBD, estará presente e convoca a todos os paraibanos para participarem, levando famílias inteiras para saberem mais sobre o diabetes.

“Especialmente entre crianças e adolescentes, as atitudes familiares repercutem de modo positivo para a aceitação e enfrentamento da doença, o que também é verdade para a reformulação do estilo de vida entre os adultos”, reforça.

Realizada pelas Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), a campanha Novembro Diabetes Azul tem apoio da Organização Mundial de Saúde e da International Diabetes Federation (IDF).

Postado em 29 de Novembro, às 10:23 por Toy Guimarães 0 comentários

Especialista fala sobre a relação entre câncer de próstata e disfunção sexual

Novembro é o mês com maior incentivo à conscientização sobre o câncer de próstata, segunda doença mais comum entre os homens brasileiros.

O movimento teve início em 2003, na Austrália, sendo relacionado ao Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata, que é celebrado no dia 17 do mesmo período.

Quando o assunto é o câncer de próstata, uma das principais preocupações dos pacientes é a impotência sexual. Estudos médicos mostram que existem enormes variações nos casos, desse efeito colateral, de 7% a 90% dos quadros são tratados com radioterapia ou cirurgia.

A grande variação de resultados se deve a diversos fatores dos quais dificultam a comparação entre pacientes.

“Em situações pouco comuns, a disfunção sexual pode ser o primeiro sintoma do câncer de próstata. Isso ocorre apenas quando a doença rompe os limites da próstata e infiltra os nervos que passam ao redor do órgão, que conduzem o estímulo da ereção ao pênis”, explica o urologista especializado em rins, próstata e prótese e fundador da clínica Lifemen®, Dr. Emilio Sebe Filho.

Um dos tratamentos mais convencionais indicados ao combate do câncer de próstata é a prostatectomia radical, cirurgia que consiste na retirada total da próstata, onde o paciente está sujeito a sofrer disfunção erétil –  pois os nervos que permitem as ereções podem ter sido removidos ou terem sido lesionados –, além de alterações na ejaculação e nos orgasmos.

Outros fatores associados também aumentam o risco de impotência, como a condição erétil antes da retirada da próstata, o estágio do tumor, a técnica cirúrgica utilizada, idade do paciente, hipertensão e colesterol alto, por exemplo.

“Em muitos tratamentos a condição da impotência sexual é transitória, já o tempo de retorno da função erétil varia e não costuma ser rápida, como a volta da continência urinária. Boa parte dos homens demoram até 18 meses após a cirurgia da próstata para ter ereção novamente”, explica Dr. Emilio Sebe Filho.

Tratando-se de bem-estar masculino, a prevenção torna-se o melhor remédio para um diagnóstico precoce. Quanto mais cedo homens acima de 45 anos procurarem e tiverem acompanhamento clínico, mais satisfatórios serão os tratamentos e a cura do câncer.

Referência em saúde sexual masculina, Dr. Emilio Sebe Filho, alerta: “Com a alta incidência desse tipo de doença atualmente, a consulta regular ao especialista transforma-se em uma das principais condições para se ter uma vida normal. Em geral, 90% dos casos descobertos precocemente são curados”.

Preocupada justamente com o conforto dos homens e de suas famílias, a clínica Lifemen® oferece diversos serviços personalizados na área de saúde sexual masculina.

De forma integrada, a Lifemen® atende pacientes que querem melhorar seu desempenho e sua saúde como um todo. Outro grande diferencial, é que a avaliação completa e os exames específicos são realizados dentro da instituição, onde é possível obter um rápido diagnóstico e uma orientação segura para cada tipo de tratamento indicado ao paciente.

Sobre a Lifemen®

Fundada pelo Dr. Emílio Sebe Filho, a Lifemen® é uma rede de clínicas que reúne serviços especializados na área de saúde sexual masculina.

Há 10 anos no mercado, conta com 09 unidades nas cidades de São Paulo, Guarulhos, Santo André, Campinas, Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Rio de Janeiro e Brasília, e cerca de 120 colaboradores.

Com um serviço personalizado para cada paciente, a Lifemen conta com profissionais e tratamento de alta qualidade, além da garantia de sigilo e privacidade.

Postado em 28 de Novembro, às 17:32 por Toy Guimarães 0 comentários

Abaíra recebe o Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama nesta segunda-feira 26

Começa nesta segunda-feira, 26 de novembro, no município de Abaíra, Região deSeabra, o Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama. Até o dia 01 de dezembro, a unidade móvel estará estacionada na Avenida Moreira, ao lado do PSF, no ginásio de esportes, atendendo às mulheres de 50 a 69 anos, para a realização de exames de mamografia.

O atendimento começa às 7 da manhã e prossegue até as 18h. Para serem atendidas, as mulheres devem levar um documento de identidade, o Cartão SUS e um comprovante de endereço no município. De acordo com a Diretoria de Projetos Estratégicos (Dipro), da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), em Abaíra, 798mulheres estão dentro da faixa etária preconizada pelo Ministério da Saúde como a mais propensa ao aparecimento do câncer de mama.

Para as mulheres com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia. 

O Saúde sem Fronteiras, programa da Secretaria da Saúde do Estado, tem como diferencial o acompanhamento das mulheres com mamografias inconclusivas, com a oferta de exames complementares para o diagnóstico e o encaminhamento ao tratamento, visando a integralidade do atendimento.

Postado em 23 de Novembro, às 11:21 por Toy Guimarães 0 comentários

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