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Começa em todo país o mês de Vacinação dos Povos Indígenas

O Ministério da Saúde lança nesta quarta-feira (24) a 13ª edição do Mês da Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) 2019 que, neste ano, integra a Semana Mundial de Vacinação, coordenada pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) em diversos países da América Latina.

A ação, que acontece no período de 20 de abril a 19 de maio, é uma estratégia utilizada pelo Ministério da Saúde para intensificar a vacinação em áreas indígenas visando a melhora da cobertura vacinal, principalmente em áreas de difícil acesso geográfico. Serão ofertadas 127,3 mil doses de vacinas contra diversas doenças, como hepatite B e A, rubéola, coqueluche, sarampo, caxumba, difteria, febre amarela, influenza e outras infecções bacterianas e virais graves, conforme previstas no Calendário Nacional de Vacinação dos Povos Indígenas.

Postado em 24 de Abril, às 20:49 por Adileuza Barreto 0 comentários

Limpe seu fígado e desintoxique o corpo em 5 dias com esta poderosa bebida

Poluição, agrotóxicos, conservantes, metais pesados na água e nos alimentos...

Por tudo isso, é muito importante que, de vez em quando, o nosso corpo passe por desintoxicações.
Não estamos falando de nada difícil, apenas de maravilhosas e simples receitas naturais que eliminam as toxinas do organismo.

Vamos ensinar agora três dessas poderosas receitas.

Bastam apenas três dias de tratamento e seu fígado, por exemplo, estará muito mais saudável.

Receita 1

INGREDIENTES

Meia colher (chá) de açafrão

Um pequeno pedaço de gengibre fresco

Suco de 1 limão

Meio copo de água

MODO DE PREPARO
Mistures todos os ingredientes num liquidificador.

Beba imediatamente e, de preferência, em jejum.
 


Receita 2

INGREDIENTES

O suco de meio limão

Uma xícara de chá verde (frio)

Uma banana madura

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes num liquidificador.

Beba na hora.

Receita 3

INGREDIENTES

Meio pepino de tamanho médio

O suco de 1 limão
1 punhado de salsa

1 maçã descascada

MODO DE PREPARO

Bata todos os ingredientes no liquidificador, até virar uma mistura bem homogênea. Consuma imediatamente.

Postado em 24 de Abril, às 11:05 por Ivanildo Bastos 0 comentários

26 de abril é dia de relembrar cuidados para hipertensão arterial

Caracterizada por um aumento anormal e por longo período da pressão que o sangue faz ao circular pelas artérias do corpo, a hipertensão arterial é uma doença que atinge mais de 900 milhões de pessoas ao redor do globo. Indivíduos considerados hipertensos têm a pressão maior ou igual a 13 por 8 milímetros de mercúrio (mmHg) a maior parte do tempo. O ideal é que fique em torno de 8mmHg e não passe dos 12mmHg, o famoso 12 por 8.

 Os riscos de uma pressão descontrolada são muitos, pois afeta diretamente um dos mais importantes órgãos do nosso corpo: o coração. A circulação é prejudicada pelo enrijecimento das artérias coronárias, o que faz com que ele não receba sangue e oxigenação suficientes, aumentando o risco de infarto. Além disso, a pressão alta provoca, com o tempo, diversas obstruções e pequenas hemorragias no cérebro destruindo gradualmente os neurônios – o que pode causar perda de memória e demência vascular. O organismo fica também mais suscetível ao acidente vascular cerebral (AVC), pois as artérias da cabeça não conseguem se dilatar e se um vaso ficar obstruído pode se romper. Por fim, os rins também ficam mais frágeis com a pressão alta. Com o bloqueio das veias, eles deixam de filtrar o sangue de maneira correta, o que pode causar insuficiência renal.

26 de abril é dia de relembrar cuidados para hipertensão arterial os principais deles são bastante genéricos, como dores de cabeça, falta de ar, visão borrada, zumbido no ouvido, tontura e dores no peito. O provável, porém, é que ao sentir um dos sinais acima, a doença já esteja em fase mais avançada. Por isso, é importante estar sempre em dia com seu médico e checar a pressão pelo menos uma vez ao ano. Além disso, há fatores que aumentam o risco da doença, como a obesidade, o estresse, a poluição, a idade (a partir dos 60 anos, as artérias perdem a flexibilidade), o histórico familiar (filhos de pais hipertensos têm um risco 30% maior de pressão alta) e até etnia, pois a doença é mais prevalente na população negra e asiática.

Os cuidados para evitar a hipertensão são bem conhecidos: leve uma vida ativa, principalmente com atividades aeróbicas, e cuidado com a alimentação. O excesso do sal é um dos principais fatores de risco para a hipertensão: o recomendável é ingerir no máximo cinco gramas do tempero por dia. Além disso, vale saber que existe uma dieta específica para quem sofre de hipertensão arterial, baseada em grandes doses de vegetais, frutas, legumes e grãos integrais, pois estes são alimentos cheios de nutrientes como cálcio, magnésio e potássio, todos importantes na contração dos vasos sanguíneos e do coração. O Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial pode ser comemorado anualmente no 26 de abril, mas todo dia é dia para cuidar de seu corpo e de suas artérias.

*O Dr. Pedro Rubens Pereira Junior é cardiologista do HSANP, centro hospitalar na Zona Norte de São Paulo.

Postado em 23 de Abril, às 18:09 por Adileuza Barreto 0 comentários

Dia Mundial da Meningite, um alerta para a doença

Alertar à população para os riscos da doença e a importância de prevenir e diagnosticar precocemente a meningite, são os objetivos do Dia Mundial da Meningite, que acontece nesta quarta-feira, 24 de abril. A meningite é considerada pelos especialistas como uma doença endêmica, podendo ocorrer em qualquer dia do ano. As meningites bacterianas são as mais comuns de ocorrer no período de outono/inverno e as virais ocorrem na primavera e no verão.

A meningite é um processo inflamatório das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por diversos agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e parasitas) ou também por processos não infecciosos como traumatismos, irritação química e neoplasias. Uma variedade de bactérias pode causar meningites. As três mais frequentes são: Streptococcus pneumoniae, Neisseria meningitidis e Haemophilus influenzae.

Situação epidemiológica das meningites na Bahia

De acordo com os dados informados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), até o dia 30 de março de 2019, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) confirmou 85 casos de meningites na Bahia. Desses, 38 foram de meningite bacteriana, 24 foram de meningite viral, 21 de meningite não especificada e dois casos de meningite por outra etiologia (fungos, parasitas). Foram notificados 10 óbitos, sendo sete por meningite bacteriana e três por meningite não especificada.

Em Salvador, foram notificados 33 casos, sendo 12 por meningite viral, 11 por meningite bacteriana, oito por não especificada e dois por meningite de outra etiologia. Foram registrados dois óbitos.

Doença Meningocócica e meningite pneumocócica

Este ano, a Bahia registrou 12 casos de Doença Meningocócica (DM), sendo que dois foram a óbito. Os pacientes residiam em Feira de Santana e Santo Amaro, tinham 30 e 63 anos respectivamente. Os outros casos foram de Salvador, Abaré, Camaçari e Alagoinhas. A maior incidência foi registrada na faixa de 40 a 49 anos. Em Salvador, foram reportados sete casos de DM, sem registro de óbito.

No que se refere a meningite pneumocócica, na Bahia foram 12 casos notificados, sendo quatro óbitos. Os casos foram em moradores de Alagoinhas (1), Maragojipe (01), Juazeiro (2), Salvador (1), Ribeira do Pombal (1), Santa Cruz de Cabrália (1) e Simões Filho (1). Os óbitos ocorreram em Alagoinhas, Simões Filho, Juazeiro e santa Cruz de Cabrália, um em cada município.

Como se prevenir

De acordo com Akemi Erdens, coordenadora do Programa Estadual de Imunizações da Divep, a vacina é o meio de prevenção da doença e está disponível nos postos de saúde dos 417 municípios. “Crianças até um ano de idade tomam as seguintes vacinas: BCG, ao nascer; Pentavalente aos dois, quatro e seis meses; pneumocócica aos dois e quatro meses e reforço aos 12 meses;meningocócica aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses”, explica a coordenadora

Os adolescentes, na faixa etária de 11 a 14 anos, tomam a meningocócica. Para os idosos com alguma comorbidade, mediante relatório médico a exemplo: diabetes, doenças respiratórias, câncer, hipertensão, enfisema, dentre outros, a partir de 60 anos, podem tomar a pneumocócica.

Sintomas da doença

Os principais sintomas são: febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos, rigidez de nuca e, algumas vezes, manchas na pele (tipo picada de mosquito). Em crianças pequenas, há também o abaulamento de fontanela (moleira inchada). Apesar de grave, a meningite bacteriana tem cura, desde que diagnosticada e tratada rapidamente.

A doençaé transmitidaquando pequenas gotas de saliva da pessoa infectada entram em contato com as mucosas do nariz ou da boca de um indivíduo saudável. Pode ser por meio de tosse, espirro.

Postado em 23 de Abril, às 18:03 por Adileuza Barreto 0 comentários

Pesquisa aponta que 47% dos pacientes de asma não fazem uso regular de medicamentos

Apesar de ser uma das doenças respiratórias que mais acomete os brasileiros, a asma ainda desperta diversas dúvidas na população, mesmo entre pacientes. A falta de conscientização sobre os riscos da doença e da importância do tratamento crônico para prevenção das crises foi apontada na pesquisa “A asma na visão e na vida dos brasileiros”², realizada pela Abril Inteligência com apoio da AstraZeneca, da ASBAI (Associação Brasileira de Alergia e Imunologia), SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia) e GINA (Global Initiative for Asthma) by Fundação ProAr.

O desconhecimento sobre quais são os sintomas, causas e tratamentos da doença é grande entre quem não tem a doença, e até mesmo entre os portadores de asma. Entre os não asmáticos, 49% afirmaram sentir algum sintoma associado ao diagnóstico da asma, mas mesmo assim não procuraram um médico².

Diante de uma crise, 70% dos que não tem asma afirmaram não saber o que fazer com um paciente no caso de uma crise, número que passa para 32% entre os portadores da doença. Além disso, apesar de 31% dos pacientes afirmarem que consideram estar com a doença totalmente controlada, grande parte segue relatando sintomas persistentes e característicos de uma crise, como dificuldade para respirar, tosse e chiado².

A asma é uma doença caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas, tendo a falta de ar, chiado e aperto no peito, respiração curta e rápida como principais sintomas, que costumam ser piores à noite ou pela manhã, e são desencadeados, com frequência, pela prática de exercícios físicos, exposição a alérgenos, poluição ambiental e mudanças climáticas². 

Confusão de sintomas com outras doenças é comum

Apesar da asma ser uma doença considerada comum por grande parte da população, o conhecimento sobre os diferentes tipos de asma e os impactos da doença na qualidade de vida ainda é restrito. Segundo a pesquisa, apenas 26% dos que não têm asma consideram a doença muito grave, percentual que sobe para 48% entre os portadores de asma².

Para a Dra. Angela Honda, Diretora Médica da Área Respiratória da AstraZeneca Brasil, o desconhecimento sobre a doença é um dos fatores para a negligência do tratamento crônico, o que impacta diretamente em menor qualidade de vida, mais visitas ao pronto socorro e mais consultas médicas, acompanhado de absenteísmo em 11,5% dos casos, e de presenteísmo em 30,4% dos pacientes asmáticos, segundo um estudo brasileiro³. “O presenteísmo é um conceito muito utilizado para avaliar um paciente que vai ao trabalho, mas não consegue ser tão produtivo quanto um trabalhador que não possui a doença, causando, portanto, um grande impacto econômico”.

Outros dados, como internação em UTI e demora no diagnóstico correto também reforçam o grande impacto nos custos ao sistema público. Ainda de acordo com a pesquisa, cerca de 20% dos pacientes que já foram internados por conta da asma, passaram pela UTI nos últimos doze meses. Antes de receber o diagnóstico da asma, 54% receberam o diagnóstico de bronquite, e 20% de bronquite crônica. Ainda no momento do diagnóstico, 40% dos pacientes não fizeram a espirometria, um exame que confirma o diagnóstico da asma².

Para Angela, os principais desafios para médicos e pacientes estão principalmente no diagnóstico do tipo de asma, e na conscientização sobre a importância da qualidade de vida do paciente. “Eu sempre digo que sou uma paciente privilegiada, pois sou portadora de asma, e consequentemente, conheço as abordagens de tratamentos e como elas mudaram ao longo dos anos. O tratamento dos diferentes tipos de asma vem passando por uma grande mudança de paradigmas, onde o cuidado com as crises de emergência está dando espaço a um tratamento personalizado e focado principalmente na prevenção das crises, com medicamentos que agem na causa da doença”, destaca Angela.

A especialista considera que o paciente que não está com a asma controlada tem a qualidade de vida bastante prejudicada e acaba vivendo com muitas limitações em sua rotina. “Na prática clínica, procurei mudar um pouco minha abordagem, partindo do pressuposto de que o paciente não está tomando a medicação da forma correta, o que, curiosamente, ajuda os pacientes a se abrirem mais durante a consulta e comentarem quais as principais dificuldades da adesão ao tratamento. Em vez de perguntar: ‘Está tudo bem com a medicação?’, procuro perguntar ‘Nos dias em que você não usa a medicação, você sente alguma diferença?’ ou até mesmo ‘Se você não tivesse asma, existe algo que você faria, mas que hoje você não faz?’. É uma pequena mudança na forma de perguntar, mas que traz uma nova abordagem, e considero esse um dos maiores desafios da classe médica”.

Um exemplo de como a asma controlada deixa de ser uma limitação na vida dos pacientes é a história de Breno Correia, nadador profissional que só descobriu a asma aos 16 anos, quando passou a treinar com mais frequência para os campeonatos nacionais da modalidade. “Minha família sempre acompanhou de perto a minha saúde, e quando meus pais perceberam que meu rendimento nas piscinas estava caindo consideravelmente, procuraram um pneumologista. Com o acompanhamento de um especialista, fiz o exame de espirometria, onde fui diagnosticado com broncoespasmo induzido por exercício, ou seja, um tipo de asma desencadeada por esforço físico, como nadar, correr e malhar, por exemplo”, explica o nadador.

Segundo Breno, ser diagnosticado corretamente e seguir com o tratamento certo foi essencial para manter sua qualidade de vida. “O tratamento me possibilitou ter muito mais segurança no dia a dia, e além disso, permite que eu consiga alcançar meus objetivos no esporte. É muito importante que quem convive com algum sintoma relacionado à asma procure um médico, pois, além de ser uma doença totalmente tratável, a asma possui diversos graus, da mais leve à mais grave, e com o tratamento correto é possível manter uma vida normal, sem privações e limitações”, destaca Breno.

A pesquisa “A asma na visão e na vida dos brasileiros” foi realizada de forma online nas cinco regiões brasileiras, entre outubro e novembro de 2018, com participação de 1810 entrevistados, sendo 1.600 não asmáticos e 210 asmáticos, contemplando as classes A, B e C².

Destaques da pesquisa

Conhecimento da doença

70% dos entrevistados que não têm asma não sabem o que fazer com um paciente no caso de uma crise
Entre os não portadores de asma e que não conhecem ninguém com asma, 67% afirmaram não saber reconhecer uma crise de asma, porém, 88% concordam que a asma sem controle pode levar a uma hospitalização e até matar;
Os principais termos associados ao universo da asma são: falta de ar, cansaço, dificuldade de respirar, sufocamento, “bombinha”, que são os dispositivos inalatórios utilizados no tratamento;
O termo “chiado” não recebeu tanto destaque, ainda que seja um dos principais sinais que podem identificar a doença;
Falta de ar é o principal sintoma considerado entre portadores de asma e pessoas que não têm a doença e não asmáticos;
49% dos que não tem asma sentem algum sintoma associado ao diagnóstico de asma, porém não procuram um médico, e esse percentual sobe para 63% dos entrevistados que não conhecem nenhum portador da doença;
27% dos portadores de asma têm medo da morte, porém a asma é considerada uma doença muito grave por apenas ¼ dos entrevistados;
Hábitos e impacto na qualidade de vida

47% dos portadores de asma não fazem uso regular de medicamentos para prevenir as crises, o que mostra falta de conscientização sobre os riscos da doença e da importância do tratamento crônico para prevenção das crises;
49% dos que não tem a doença sentem algum sintoma associado ao diagnóstico de asma, porém não procuram um médico;
20% dos pacientes que já foram internados por conta da asma foram internados na UTI nos últimos doze meses;
42% dos portadores de asma consideram o preço dos medicamentos a principal barreira para o tratamento.

Postado em 23 de Abril, às 17:49 por Adileuza Barreto 0 comentários

Conselho Federal de Medicina (CFM) divulga novo Código de Ética Médica

O presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM), Raul Canal, está à disposição para comentar e opinar sobre as principais mudanças e atualizações do Código.

Raul Canal, além de presidir a ANADEM, é advogado especialista em direito médico e odontológico, e autor das obras “O pensamento jurisprudencial brasileiro no terceiro milênio sobre o erro médico” e “Erro médico e judicialização da medicina”.

Criada em 1998, a Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM) promove o debate sobre problemas relacionados ao exercício profissional da medicina. Por meio da análise de discussões relacionada a esse tema, a ANADEM apresenta soluções não só no campo jurídico, mas em todas as áreas de interesse do médico associado.

Postado em 23 de Abril, às 15:38 por Yago Lázaro 0 comentários

Conheça os benefícios dos ingredientes que os brasileiros mais amam

Embora existam aquelas pessoas que preferem uma comida mais insossa, há também aqueles que não perdem a oportunidade de colocar um bom tempero para deixar a refeição mais saborosa. Obviamente o excesso faz mal, no caso do sal, por exemplo, que é diariamente usado nos preparos das refeições, pode causar pressão arterial, sendo que, segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão é responsável por 50% dos infartos. Ou seja, na hora de temperar os alimentos, por mais tentador que seja, é preciso ter cautela para não exagerar e se prejudicar depois.

De acordo com especialistas, alguns temperos podem ser acrescentados no preparo para não pesar a mão na hora de salgar o alimento e que podem ser inclusos nas refeições até mesmo para quem segue dietas, alguns podem até ter efeito termogênico ajudando no emagrecimento, como é o caso da pimenta. O segredo é abrir o leque de opções para fazer da refeição não só apenas um momento de saciedade ou prazer, mas também de muita saúde no prato.

Pesquisa mostra quais temperos os brasileiros consideram indispensáveis
Uma pesquisa realizada pela Banca do Ramon, um dos mais tradicionais empórios de São Paulo, mostra que os brasileiros consideram alho (46%), cebola (19,5%) e pimenta (5,4%) como temperos indispensáveis na hora de preparar a refeição. De acordo com a nutricionista e consultora da Banca do Ramon, Nathália Gazarra, o estudo intitulado como “Hábitos alimentares dos Brasileiros – preferências, dietas e tendências de consumo” mostra que os entrevistados estão optando por temperos que possuem princípios ativos, substância que exerce efeito farmacológico, o que é ótimo para a saúde. “Para usufruir desses princípios ativos encontrados nos temperos, é necessário saber como usa-los no preparo das refeições para que não sejam eliminados.  Os temperos naturais possuem ações anti-inflamatórias, antioxidantes, calmantes, estimulantes, cicatrizantes e antibióticas. Já os que são industrializados possuem altos níveis de sódio, além dos aromatizantes e corantes”, explica.

Como ter um cardápio mais saudável
Uma vantagem que existe entre os temperos e especiarias é que eles são muitos versáteis e podem ser utilizados em vários tipos de receitas, o melhor de tudo é que eles também combinam com saladas, frutas e até mesmo sucos. “O interessante é explorar bem os temperos que temos a nossa disposição para combina-los da maneira que mais nos agradas nas receitas,  mas quem deseja manter todas as propriedades benéficas nas especiarias, pode fazer uma pequena horta em casa, alguns temperos podem ser plantados em vasos individuais”, detalha a nutricionista.

Veja os benefícios dos temperos
Alho
Esse é um dos queridinhos dos brasileiros na hora de cozinhar, e é muito poderoso e saudável, para se ter uma ideia, algumas civilizações como os egípcios, gregos e romanos exaltavam o alho por causa de seu poder medicinal. Ele é antioxidante, anti-inflamatório, previne doenças cardiovasculares, além de combater vírus, bactérias e fungos. “É rico em alicina, substância responsável pelo forte odor, e possui vitamina A, B1, B2, C, e alguns outros minerais como o enxofre e cálcio. Para obter todos os benefícios do alho, o recomendado é consumir três dentes de alho por dia, para isso, é só picá-lo durante o preparo das refeições e temperar a comida”, explica a especialista.

Cebola

A cebola também é indispensável, principalmente na hora de preparar um arroz, feijão ou pôr na salada. É muito nutritiva, rica em fibras e tem vitamina B1, vitamina B2 e vitamina C. De acordo com Gazarra, a cebola também conta com cálcio, fósforo, ferro, magnésio, selênio, sódio e potássio. “Assim como o alho, a cebola ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, ajuda na recuperação de resfriados, e também contribui na prevenção do câncer, trombose, anemia e minimiza o envelhecimento da pele”, comenta.

Pimenta
Para quem gosta de uma comida com sabor mais acentuado, não dispensa uma boa pimenta. É rica em capsaicina, um antioxidante e anti-inflamatório que ajuda a aliar dores e melhora a digestão e quanto mais forte o sabor da pimenta, mais capsaicina ela contém. Além desses benefícios, a especiaria ajuda a acelerar o metabolismo, aumenta a libido, age como anti-inflamatório e atua como antioxidante, prevenindo alterações nas células. Podem ser usadas para diferentes receitas, seja para temperar peixes, carnes, feijoadas, pratos com legumes, frangos, e é usada até mesmo em bebidas. Ou seja, motivos para consumir mais pimenta não faltam.  

Alguns outros temperos
Além do alho, cebola e pimenta, que foram os temperos mais citados pelos brasileiros na pesquisa da Banca do Ramon, algumas outras especiarias também são muitos saudáveis e deveriam ser utilizadas mais vezes nos preparos das refeições. Confira: 

Salsa
A salsa ou a salsinha possui vários benefícios e por isso deveria ser mais utilizada diariamente. Tem propriedade diurética que ajuda a prevenir retenção liquida e promove uma limpeza, desintoxicando o corpo. Alguns dos principais benefícios que a salsa apresenta, são: 

Ação anti-inflamatória;
Controle de açúcar no sangue;
Combate anemia;
Alivia constipação intestinal;
Possui ação rejuvenescedora.
Cebolinha
Com um perfume fácil de reconhecer, a cebolinha quando acrescentada a comida dá um gostinho a mais. Essa planta que é utilizada como tempero faz parte da família dos vegetais e ervas. Seus benefícios são inúmeros e por ter vitamina A, acaba sendo, sem sombra de dúvida muito útil a saúde. “É uma planta que serve como tempero para vários pratos. É recomendado acrescentar na refeição apenas no final do preparo para manter as propriedades nutricionais”, recomenda a nutricionista.

Principais benefícios são:

Fortalecimento do sistema imunológico;
Retarda o envelhecimento;
Ajuda no crescimento do cabelo;
Melhora a saúde ocular;
Ação antioxidante.
Louro
De origem mediterrânea, o louro é usado para fins culinários e medicinais, isso porque oferece uma série de benefícios ao corpo. Suas folhas são comumente utilizadas para a preparação de chás, e, também, para temperar comidas, como o feijão, por exemplo.

Principais benefícios são:

Combate gases;
Alivia cólicas;
Tem ação anti-inflamatória;
Ajuda a regular o ciclo menstrual;
Ajuda na digestão.

Postado em 22 de Abril, às 18:18 por Adileuza Barreto 0 comentários

Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão, mal atinge mais de 30 milhões de brasileiros

Dia 26 de abril é lembrado como o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, uma das principais causas de morte no país e que atinge mais de 30 milhões de brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Destes, apenas 10% fazem o controle adequado deste mal.

A hipertensão ocorre quando a pressão do sangue, causada pela força de contração do coração nas paredes das artérias para impulsionar o sangue para todo o corpo, se eleva. Essa elevação crônica de pressão sobre o sistema circulatório, com o passar dos anos, pode gerar uma sobrecarga para o coração que tenta se adaptar inicialmente, porém, com o tempo, se torna dilatado e mais fraco.

De acordo com o cardiologista e diretor médico do Hospital Santa Paula, Otávio Gebara, “a tensão aumentada sobre os vasos sanguíneos também é bastante prejudicial por acarretar lesões a diversos órgãos, em especial aos chamados “órgãos-alvo” (coração, cérebro, vasos e rins), podendo ocasionar insuficiência renal, insuficiência cardíaca, doença arterial periférica, infarto do miocárdio e, até mesmo, acidente vascular cerebral (derrame)”, explica.

Sintomas

Apesar das elevações de pressão na grande maioria das pessoas ocorrerem de forma completamente silenciosa há alguns sintomas a serem observados, como: dor de cabeça; falta de ar; visão borrada; zumbido no ouvido; tontura; dores no peito.

Fatores de Risco

Mesmo existindo pontualmente causas específicas de hipertensão, na maior parte das vezes, uma causa não é identificada. Nesses casos, geralmente, temos um somatório de fatores associados, como: histórico familiar (filhos de pais hipertensos têm um risco 30% maior de ter pressão alta); idade (a partir dos 60 anos de idade, as artérias perdem a flexibilidade); etnia (a doença incide mais nas populações negra e asiática); obesidade; poluição; estresse; sono irregular; menopausa (a queda dos hormônios femininos danifica as artérias); excesso de bebida alcoólica; tabagismo; alto consumo de sal; sedentarismo; diabetes; doenças renais; apneia do sono; hipertireoidismo; uso de medicamentos específicos (exemplo: anti-inflamatórios, alguns inibidores de apetite e etc.).

Diagnóstico

A única forma de fazer o diagnóstico de hipertensão é examinando a pressão arterial. A avaliação deve, preferencialmente, ser feita com um médico de confiança, pois inúmeros fatores podem influenciar no resultado, como por exemplo dor, ansiedade, eventualmente, um aparelho com calibração inadequada, entre outros.

Prevenção

Um estilo de vida saudável é fundamental. As pessoas devem se exercitar e se alimentar adequadamente. O consumo de sódio, por exemplo, deve ser moderado. Não fumar, não extrapolar na ingestão de bebidas alcoólicas e ter qualidade de sono são iniciativas bem-vindas.

Tratamento

Segundo Gebara, apesar de termos, hoje, inúmeros medicamentos eficazes e seguros para a hipertensão, o tratamento começa com as mudanças de hábito, tanto na atividade física quanto na alimentação. “Em relação às medicações, não existe, hoje, um remédio melhor e, sim, o mais adequado a cada paciente individualmente. Há classes de medicamentos mais direcionadas para determinados grupos de pacientes hipertensos, como diabéticos, portadores de doença renal, de alterações de colesterol, de ácido úrico elevado, com antecedentes de infarto do miocárdio, além de medicamentos de potências muito distintas para elevações maiores ou menores da pressão arterial e diversas associações de remédios”  De acordo com o especialista, a pessoa mais adequada para fazer o ajuste é um médico de confiança, que conhece as particularidades do quadro clínico do paciente.

Postado em 22 de Abril, às 10:36 por Yago Lázaro 0 comentários

Especialista alerta que a Páscoa é época importante para falar sobre diabetes

A Páscoa é uma das datas mais celebradas pelos brasileiros e o motivo não é segredo. A troca de ovos de Páscoa, repletos de chocolates e cada dia mais recheados de guloseimas que vão desde doces até o chantili, é alegria garantida. A data, porém, é uma boa deixa para falar de um dos principais males que assombram a nação: a diabetes.

Segundo informações da International Diabetes Federation (IDF), o Brasil é o quarto país com mais diabéticos no mundo. Cerca de 7%, ou 12,5 milhões de cidadãos nacionais, sofrem de algum tipo da doença. Estamos atrás apenas da China, Índia e Estados Unidos, diz a federação. Já o Ministério da Saúde informa: o número de brasileiros com diabetes cresceu 61,8% nos últimos dez anos. São dados deveras desanimadores.

A diabetes é uma síndrome metabólica decorrente da falta de insulina ou da incapacidade dela de exercer suas tarefas de maneira adequada, o que causa um aumento da glicose no sangue. Isso acontece quando o pâncreas não é capaz de produzir a insulina em quantidade suficiente para o organismo.  A diabetes pode vir de diversas formas, sendo que o tipo 1, por exemplo, ocorre quando o pâncreas perde a capacidade de produzir insulina em razão de um defeito do sistema imunológico. Já o tipo 2, mais comum, é uma combinação de dois fatores: a diminuição da secreção de insulina e um defeito na sua ação. Este segundo é tratável com medicamentos orais ou injetáveis, diferentemente do primeiro. Há, ainda, a diabetes gestacional, que é o aumento da resistência à ação da insulina durante o período de gestação, o que leva aos aumentos nos níveis de glicose no sangue. Infelizmente, a condição pode, sim, persistir após o parto.

A diabetes pode causar diversas complicações, como a arteriosclerose, a retinopatia diabética e o infarto do miocárdio, então deve ser levada a sério. Hoje em dia, já sabemos que uma das causas da diabetes é justamente o ganho de peso, por isso, é necessário o cuidado com o chocolate. Há, porém, outros fatores que aumentam o risco de desenvolver a doença, entre eles o histórico familiar.

Ou seja, não tenha medo: a grande maioria da população pode comer seu ovo de Páscoa, sim. Porém, para os diabéticos, a recomendação é maneirar. O mais importante é conhecer seu histórico familiar e estar em dia com suas visitas ao médico. Além disso, uma vida saudável, repleta de refeições balanceadas e uma rotina ativa são essenciais. Então, acabe-se nos chocolates, sem culpa, mas com responsabilidade.

*Dr. Ulisses dos Santos é gestor médico do HSANP, centro hospitalar da Zona Norte de São Paulo

Postado em 22 de Abril, às 10:31 por Yago Lázaro 0 comentários

Adab realiza campanha de prevenção contra peste suína clássica

A Bahia é considerada zona livre de Peste Suína Clássica (PSC). Mas, recentemente, alguns estados nordestinos registraram casos da doença. Para proteger o rebanho e evitar que o vírus entre na Bahia, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab) realiza uma campanha de conscientização junto aos criadores. As fiscalizações estão sendo realizadas em todo estado, principalmente em criatórios de subsistência, com campanhas educativas.  

“Com os focos recentes no Ceará e no Piauí, nós intensificamos nossas ações de vigilâncias móveis nas regiões de divisa. Também capacitamos o pessoal dos postos de fiscalização e tivemos mais ação de vigilância ativa em toda a região. Nós fazemos sorologia semestral nos municípios que fazem divisa com o Piauí, além de sorologia anual no estado todo para continuar mostrando às organizações internacionais que a Bahia é livre de PSC”, explica o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal.

Doença viral que acomete suínos domésticos e javalis, a PSC é altamente contagiosa entre os animais, mas sem risco de contaminação a humanos através da carne. Os sintomas são febre alta, conjuntivite, lesões avermelhadas na pele dos animais (hemorrágicas), principalmente nas extremidades do corpo. Ela provoca alta mortalidade, falta de apetite, fraqueza e a tendência de se amontoar. 

O vírus é transmitido pelo contato direto com animais doentes; por pessoas, utensílios, veículos, roupas, instrumentos e agulhas com o vírus; por restos de alimentos mal conservados; ou da mãe para o filhote, ainda na placenta.

Orientações

A Adab, órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), recomenda que os produtores sigam algumas orientações sanitárias para evitar a entrada do vírus no estado, como não adquirir animais de granjas não certificadas para reprodução, não trazer suínos e subprodutos dos estados do Norte e Nordeste (exceto Acre, Rondônia, Tocantins e Sergipe), não alimentar os animais com restos de alimentos, controlar a entrada de pessoas e veículos nas propriedades, entre outros cuidados.

Em Mata de São João, esses padrões sanitários já fazem parte da rotina na unidade de criação 'Agro Suíno Bons Amigos', desde a reprodução até a fase de venda para o abate. “Não é uma doença que transmite para a carne. Os consumidores podem ficar tranquilos. Mas, economicamente, nos atrapalha. Então, cabe a nós, como produtores, nos preocuparmos sempre com a biosegurança, com a questão da quarentena dos animais, não permitindo acesso às propriedades para que se continue com a empresa idônea a nível de sanidade”, afirma o produtor Virgílio Santana.

Postado em 20 de Abril, às 16:26 por Adileuza Barreto 0 comentários

Atenção Básica à beira do colapso

No fim do ano passado, 8.517 médicos cubanos deixaram o programa Mais Médicos no Brasil. Apesar do anúncio do Governo Federal de que médicos brasileiros haviam preenchidos as vagas, a recente deserção já estava anunciada, deixando a Atenção Básica à beira do colapso. A análise do secretário da Saúde do Estado da Bahia, Fábio Vilas-Boas, foi publicada na edição desta quarta-feira (17), no jornal A Tarde.

De acordo com o secretário, "a verdade é que todos os estudos de fixação profissional já corroboravam essa dinâmica de abandono, inclusive o recente estudo do Conselho Federal de Medicina, Demografia Médica do Brasil - 2018, onde 80% dos médicos recém-formados (perfil do grupo desertor) desejavam ingressar em algum programa de residência médica e apenas 5% queriam ir para programas vinculados à Atenção Básica", afirma.

Vilas-Boas ainda pontua que "é comum que boa parte dos médicos queira atuar em centros especializados e grandes hospitais, até porque o curso de Medicina ainda é muito elitista. A prática confirmou o que já vinha sendo observado há cinco anos, uma elevada adesão inicial de médicos brasileiros na reta final da faculdade, cujos planos de curto prazo eram outros: cursar residência ou se especializar", ressalta.

O titular da pasta estadual da Saúde ainda alerta que "o reflexo da desestruturação por que passam os municípios já pode ser sentido nos números da central de regulação: aumento de 40% na demanda por internações hospitalares ao longo dos últimos três meses", diz.

Postado em 20 de Abril, às 16:21 por Adileuza Barreto 0 comentários

Falta de uso de preservativo faz explodir número de casos de sífilis no país.

O Brasil enfrenta uma epidemia de sífilis, Doença Sexualmente Transmissível (DST) causada pela bactéria Treponema pallidum. O Ministério de Saúde admite a epidemia. Mesmo assim, não lançou até o momento nenhuma campanha institucional educativa, que alertasse a população sobre o mal. A sífilis se manifesta inicialmente como uma ferida indolor, mais frequentemente localizada na genitália, no reto ou na boca. Em uma segunda fase, é caracterizada por lesões avermelhadas na pele, inclusive na palma de mãos e planta de pés. A partir daí, ocorre um período sem novos sintomas até a fase final (latência), que pode variar de meses a anos, levando a sérios danos para a saúde em geral e até à morte.

A médica ginecologista Juliana Pierobon, da Altacasa Clínica Médica, adverte que a população sexualmente ativa deve estar atenta e adotar medidas de prevenção, como a realização de exames médicos regulares e, principalmente, o uso de preservativo durante as relações sexuais. "A sífilis é um mal silencioso. Após a infecção inicial, a bactéria pode permanecer no corpo por décadas, para só depois manifestar-se novamente. A doença é grave e não pode ser negligenciada”, ressalta.

Dados do Boletim Epidemiológico de Sífilis – 2018, publicado em novembro passado pelo Ministério da Saúde, apontam aumento no número de casos dessa enfermidade em todo o país e em todos os cenários da infecção. Em comparação a 2016, houve crescimento de 28,5% na taxa de detecção de sífilis em gestantes, 16,4% na incidência de sífilis congênita e 31,8% na incidência de sífilis adquirida. 

A sífilis é uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível. Embora seja transmitida pelo contato sexual, na maioria dos casos, ela pode aparecer também em decorrência de transfusão de sangue, por contato direto com sangue contaminado ou na forma transplacentária, transmitida da mãe para o feto, em qualquer período da gestação.

“É muito importante alertar que um terço das pessoas que tem um parceiro infectado adquire a doença. Os sintomas são mais evidentes nos estágios iniciais, quando o risco de transmissão também é maior. Depois, a bactéria fica latente no organismo. Se a doença não for investigada e tratada, pode voltar com agressividade, levando o indivíduo,  muitas vezes, a complicações graves, como doenças cardíacas, transtornos mentais, cegueira, paralisia e até mesmo à morte”, adverte a ginecologista da clínica Altacasa, na capital paulista.

Por isso, a realização do teste de sífilis é fundamental, não só entre as gestantes, mas também entre os jovens, que em geral têm uma vida sexual mais ativa. É nesta faixa etária, inclusive, que foi registrado maior aumento de casos da doença nos últimos anos.

"Os jovens, que cada vez mais praticam sexo sem prevenção por não saberem muitas vezes do perigo das DSTs, precisam ser alertados. Acredito que o tema deveria ser discutido, inclusive, nas escolas e universidades. No caso das gestantes, é importante iniciar o pré-natal o mais cedo possível, com a inclusão do teste de sífilis (VDRL) no primeiro e no terceiro trimestre da gravidez, além de repetí-lo na hora da internação para o parto", afirma a Dra. Juliana.

Teste é rápido e seguro

A sífilis tem cura. O tratamento é simples e feito com antibióticos. Todos que tiveram relação sexual sem proteção devem fazer o teste, que está disponível na rede pública de saúde.

"O teste que detecta a sífilis – e também o HIV – é rápido, seguro e sigiloso. É realizado a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. Depois de 20 minutos, em média, sai o resultado. O diagnóstico precoce é muito importante. Quanto mais rápida é a descoberta da sífilis, mais cedo é possível começar o tratamento, prevenindo doenças oportunistas. Além disso, a rápida conscientização sobre a doença possibilita que a pessoa não transmita a bactéria para seus parceiros.

“Na suspeita de algo diferente no seu corpo procure o médico, busque informações e utilize sempre o preservativo na hora do sexo”, conclui a especialista.

Postado em 20 de Abril, às 16:03 por Adileuza Barreto 0 comentários

Educador Físico dá dicas de como não perder motivação com o fim do verão

Depois que acaba o verão, muita gente abandona as atividades físicas. É comum acordar e não ter vontade de ir à academia e os motivos são diversos: cansaço, estresse, trabalho acumulado, tempo chuvoso ou até mesmo preguiça. Mas existem várias maneiras de estimular as pessoas a investirem na malhação. Começar escolhendo uma academia que fique perto de casa, do trabalho, ou ainda no caminho entre os dois é um primeiro passo.

“O que importa é não faltar. Assim, o aluno acaba se acostumando a frequentar a academia como mais uma atividade dentro da rotina diária”, explica o coordenador técnico e educador físico Igor Castro, da rede Alpha Fitness. Para o educador, um segundo passo é que cada indivíduo descubra (ou identifique) uma atividade que goste mais de praticar. Assim, vai ter mais prazer ao realizar.

“É importante também que a pessoa faça metas pequenas e progressivas, seja no tempo da prática ou nos exercícios escolhidos, e com o tempo seguir aumentando os esforços de maneira gradual. Assim vai percebendo resultados e se motivando”, conta.

O profissional ressalta a importância do acompanhamento, com avaliações a cada três meses, em média. “Esse é o melhor jeito de saber se o esforço que você está fazendo, tem trazido resultados”, conclui.

Postado em 18 de Abril, às 11:17 por Yago Lázaro 0 comentários

Paulo Afonso e Jeremoabo recebem a Estratégia de Rastreamento do Câncer de Mama

Os municípios de Paulo Afonso e Jeremoabo, da região de saúde de Paulo Afonso recebem a partir de segunda-feira (22), a Estratégia Saúde sem Fronteiras Rastreamento do Câncer de Mama. 

Em Paulo Afonso, o atendimento será feito até o dia 9 de maio, com a unidade móvel estacionada no Ginásio de Esporte Luís Eduardo Magalhães, tendo como meta atender a 2.100 mulheres. Já em Jeremoabo, a meta também é atender 2.100 mulheres até o próximo dia 9 de maio. Neste município, a unidade móvel ficará estacionada na Praça do Forró, próximo ao |Centro Médico Dr. Fausto de Aguiar Cardoso. Para serem atendidas, as mulheres devem levar um documento de identidade, o Cartão SUS e um comprovante de endereço no município.

Para as mulheres com diagnóstico positivo, o tratamento cirúrgico, quimioterápico ou radioterápico será realizado em unidades de alta complexidade em oncologia. Este programa é uma ferramenta de acesso da mulher às ações de atendimento, diagnóstico e tratamento do câncer de mama.

O Saúde sem Fronteiras, programa da Secretaria da Saúde do Estado, tem como diferencial o acompanhamento das mulheres com mamografias inconclusivas, com a oferta de exames complementares para o diagnóstico e o encaminhamento ao tratamento, visando a integralidade do atendimento.

Postado em 18 de Abril, às 11:02 por Yago Lázaro 0 comentários

Acompanhamento médico regular pode salvar milhares de vidas anualmente

São Paulo, 17 de abril de 2019 – De acordo com uma pesquisa feita pelo Instituto Data Popular, seis em cada dez brasileiros só vão ao médico quando estão doentes em caso de urgência, mesmo existindo grandes campanhas sobre a importância de se fazer exames médicos com regularidade, ressaltadas inclusive no Dia Mundial da Saúde que foi comemorado no dia 7 de abril.

Com a crise financeira no Brasil em 2014, cerca de 3 milhões de pessoas perderam o acesso a planos de saúde, deixando atualmente 75% dos brasileiros dependendo do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS). Para não enfrentar a demora das longas filas de espera do SUS e o preço alto dos planos de saúde, uma boa alternativa são as clínicas populares, que oferecem acesso a profissionais de qualidade e por um valor acessível a todas as classes sociais.

O dr.consulta, por exemplo, nasceu em Heliópolis em 2011. Hoje, oito anos depois, são 57 centros médicos distribuídos entre São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. São dezenas de especialidades e exames por um valor justo e que cabe no orçamento de grande parte da população, sendo que atualmente cerca de 53% dos atendidos pelas clínicas são de classes A e B e 47% de classes C e D. “Isso demonstra que é possível oferecer exatamente a mesma qualidade de serviço para toda a população de uma maneira justa. As pessoas de Higienópolis têm o mesmo tratamento que as pessoas de Heliópolis”, afirma Bruno Reis, Diretor Médico Assistencial do dr.consulta. É possível agendar consultas por meio do telefone, site ou aplicativo, até para o mesmo dia, e ter facilidade na forma de pagamento.

Para os profissionais da saúde, a regularidade das consultas médicas é a melhor forma de prevenir qualquer doença. Fazer check ups todos os anos, ter uma alimentação saudável e balanceada e praticar exercícios físicos reduzem diversas doenças e melhoram a qualidade de vida. Só no Brasil, as doenças mais comuns são diabetes, hipertensão e obesidade, graves problemas de saúde que quanto mais cedo identificadas, mais certeiro e competente o tratamento pode ser.

O câncer do colo de útero é um dos principais exemplos da importância de fazer exames rotineiros. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer, mais de 5 mil mulheres morrem por ano por causa da doença. Na maioria das vezes, a principal causa é a demora do diagnóstico, que pode ser feito com um exame simples e rápido, o Papanicolau. Quem depende do SUS, leva uma média de seis meses para realizar esse exame.

Uma pesquisa realizada pelo Datafolha mostra que 77% das pacientes com câncer do colo de útero são diagnosticadas tarde demais, quando os primeiros sintomas começam a aparecer. “O câncer do colo de útero é uma doença silenciosa que pode matar. Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais cedo podemos começar o tratamento e mais eficiente ele será, aumentando consideravelmente as chances de recuperação. As pessoas precisam ter o costume de ir ao médico com frequência, pelo menos uma vez ao ano, para evitar problemas sérios, que podem ser evitados com simples exames de rotina. Essa é a nossa missão, salvar a maior quantidade de vidas possíveis”, finaliza dr. Bruno.

Postado em 17 de Abril, às 22:55 por Adileuza Barreto 0 comentários

Biomédica baiana investe em capacitação nos Estados Unidos da América

Autoestima, segurança e harmonia são alguns dos tantos aspectos buscados nos procedimentos estéticos, especialmente na harmonizaçãofacial.

A técnica, que é destaque entre os procedimentos minimamente invasivos, vem sendo cada vez mais buscada em todo o mundo, ganhando uma ampla proporção no Brasil - 2º país que mais realiza procedimentos estéticos - segundo o relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica.

A biomédica e especialista em harmonização orofacial, Elisa Marchesini, destaca como essa área em expansão precisa ser explorada e inovada. “Em um cenário de crescimento do ramo, é necessário buscar inovações e novas tecnologias que complementem o estudo da face e que tragam para o mercado baiano cada vez mais qualificação”, afirma.

Em contínuo processo de capacitação, Elisa Marchesini participou entre os dias 8 e 12 de abril da Imersão Premium Internacional - Anatomy and Facial Harmonization, onde pôde estudar em um dos maiores centros de anatomia do mundo. “A possibilidade de estudar anatomia em um cadáver fresco me trouxe uma visão ainda mais apurada sobre procedimentos, produtos e efeitos obtidos com cada intervenção. Sem dúvida essa imersão me trouxe um grande diferencial de carreira”, garante Elisa.

A certificação internacional com foco no estudo avançado da anatomia e harmonização facial, aconteceu no MARC Institute - 8850 NW 20th St, Doral, FL 33172, EUA, reunindo grandes e importante nomes da harmonização facial no mundo.

De volta ao Brasil e com atendimento exclusivo, Elisa Marchesini  atende de segunda à sexta, das 8h às 18h, na clínica Elisa Marchesini – Costa Azul. Para informações e agendamentos, acesse www.elisamarchesini. com.br, ou através dos telefones 71 3341-1273 ou 98788-3611.

Postado em 16 de Abril, às 15:04 por Yago Lázaro 1 comentários

Técnica de micropigmentação rejuvenesce e realça os lábios

A novidade estética conhecida como micropigmentação labial já está conquistando cada vez mais espaço entre as mulheres que buscam correção ou apenas desejam destacar seus traços de maneira mais natural. Entretanto, o método é ainda bastante procurado em casos decorrentes de algum acidente, cirurgia e até mesmo fatores ligados à idade. E a durabilidade do efeito pode variar de 1 a 5 anos, dependendo do perfil de cada pele.

O procedimento é muito semelhante à micropigmentação de sobrancelhas, aplicado de forma superficial, sem atingir profundamente a derme. Ele promove volume, cor aos lábios opacos e redefine o contorno da boca. “A micropigmentação dá mais vivacidade ao rosto da mulher. Muitas escolhem este tipo de tratamento por se tratar de uma maquiagem semipermanente, pois embeleza sem ficar artificial”, conta a Face Stylist Nanda Saeko, especialista em alongamento de cílios e micropimentação, que atua no mercado de beleza e estética há 10 anos.

O processo acontece com a escolha da coloração do pigmento que será colocado no desenho e preenchimento dos lábios para dar o aspecto de batom. “ Vale ressaltar que contornos muito delineados deixam a aparência bastante marcada, podendo dar um ar pesado. Já os mais delicados, rejuvenescem os lábios e trazem leveza ao rosto. Tudo vai depender da preferência de cada mulher e a escolha por um bom profissional’’, reforça Nanda.

A profissional também alerta sobre a importância de manter a pele sempre hidratada, não puxar a camada que pode se desprender após a aplicação, ter cuidado ao lavar a boca e ao comer alguns tipos de alimentos. “Após o procedimento, deve-se usar uma pomada própria para melhorar a cicatrização e não tomar sol, nem entrar no mar ou piscina. E, até mesmo, passar um ácido nos próximos 30 dias para não haver alteração de cor”, finaliza a face stylist.

 

Postado em 12 de Abril, às 21:21 por Adileuza Barreto 0 comentários

Especialista em rinoplastia avalia narizes de Fernanda Souza, Anitta e Bruna Marquezine

A rinoplastia pode modelar e diminuir o tamanho do nariz. Além disso, é uma das cirurgias que mais mexe com a estética facial. Para exemplificar, otorrinolaringologista  Guilherme Scheibel avaliou algumas famosas que passaram pelo procedimento. 

Bruna Marquezine:

Segundo o médico, antes da cirurgia, os principais problemas do nariz eram a ponta caída e narinas largas. 

"Possivelmente associada a uma falta de projeção da ponta, apesar de não termos a visão do perfil. No pós-operatório vemos que levantou e ganhou mais definição, pelo provável aumento da projeção. Este aumento também levou a uma melhora das narinas. Mas creio que necessitou de ressecção das mesmas. Ficou um resultado bem natural, tanto que muitos ainda questionam se ela realmente fez a cirurgia", explica o otorrino. 

Anitta:

De acordo com Guilherme, a cantora operou pelo menos duas vezes. 

No começo da carreira, ela já tinha um nariz possivelmente operado, pois a parte do meio, cahama dolumela, está muito evidente. O dorso também parece estar “apagado”, consequência de uma diminuição excessiva. Um tempo depois, vemos um dorso mais encorpado, melhora da pendência da columela e com uma boa transição de luz entre a ponta e as narinas, dando um aspecto natural".

Fernanda Souza:

Scheibel diz que o nariz de Fernanda antes de se submeter a rinoplastia era pouco definido. Ele ainda acredita que deveria ter sido removido um pouco mais das narinas.  

"No pré-operatório, o nariz da atriz e apresentadora tinha pouca definição de ponta, narinas largas e possivelmente uma discreta giba (elevação no dorso). No pós, houve uma melhora discreta em todos quesitos. Na minha avaliação, poderia ter sido removido um pouco mais das narinas, porém, em muitas vezes, alterações menores vêm à pedido do paciente e temos que respeitá-las".

Avaliação geral

O médico explica que todas elas tiveram bons resultados nas cirurgias plástica, mas apenas com passar dos anos se pode atestar que as rinoplastias tiveram êxito. 

"Somente o tempo para dizer se as técnicas utilizadas são refinadas o suficiente para que ele se mantenha. Se a fundação não for forte, o tempo será implacável e o nariz pode vir a ter sérios problemas, como queda da ponta, narinas muito aparentes e dificuldade respiratória. Infelizmente vemos muitas cirurgias em que somente se remove cartilagens do nariz. O conceito moderno é o oposto. Preservar as cartilagens naturais e estrutura-las para que o nariz fique bonito e funcional para sempre", finaliza. 

Postado em 12 de Abril, às 21:16 por Adileuza Barreto 0 comentários

Barulho em excesso nos estádios de futebol pode causar danos à audição

Na reta final dos Campeonatos Estaduais em todo o país, as torcidas formam uma corrente de otimismo em busca do almejado título; e os estádios ficam lotados de torcedores gritando, cantando e fazendo provocações ao time rival. Isso sem falar no som das cornetas, bandinhas e instrumentos de percussão das torcidas organizadas – todos cumprindo o papel de 12º jogador de forma contagiante e estrondosa. A cultura das arquibancadas é barulhenta e se você é esse torcedor que frequenta assiduamente os estádios de futebol, é bom tomar cuidado com seus ouvidos. O nível de ruído durante uma partida de futebol pode chegar a 115 decibéis – barulho provocado pelas turbinas do avião – e toda essa festa ruidosa nos estádios pode trazer consequências desagradáveis à audição.  

“Sons acima de 85 decibéis são prejudiciais aos ouvidos e o estádio de futebol é um lugar barulhento por natureza. Por causa do nível de intensidade do ruído, as pessoas podem, algumas vezes, ter a sensação de pressão nos ouvidos, tontura, zumbido e dificuldades para ouvir logo após os jogos. Essa sensação tende a passar naturalmente no decorrer de horas ou dias. Mas depois de muito tempo de exposição constante ao barulho, o próprio sistema auditivo entra em fadiga. As células ciliadas – receptores sensoriais do sistema auditivo – vão morrendo e, como não são repostas pelo organismo, a audição vai diminuindo de forma lenta, mas progressiva. A perda auditiva é definitiva e pode se agravar ao longo dos anos”, afirma a fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas, que complementa: “A perda de audição depende tanto da potência do som quanto do tempo de exposição ao ruído; quanto maior, pior para o sistema auditivo”.

Para aqueles que têm o hábito de frequentar estádios de futebol, Isabela Carvalho, que é especialista em audiologia, recomenda que mantenham uma distância mínima de 10 metros de aglomerações barulhentas. No caso das crianças, os cuidados devem ser redobrados. O barulho em excesso pode trazer irritação, choro e elas podem sair do estádio com zumbido nos ouvidos, sem que os pais percebam.

De acordo com normas reguladoras de segurança e saúde do Ministério do Trabalho, um indivíduo exposto a uma intensidade de som de 115 decibéis, por apenas sete minutos,  já pode sofrer danos à audição. A exposição prolongada ao som alto, por anos seguidos, pode levar a diversos graus de perda auditiva, de acordo com a sensibilidade de cada pessoa.

Há ainda os torcedores que costumam soltar fogos e rojões dentro ou ao redor dos estádios, ou mesmo em outros locais de concentração, para comemorar a vitória do time. O alerta para eles é ainda maior. A manipulação desses artefatos pode causar, além de queimaduras, danos irreversíveis à audição. Um caso emblemático foi o da torcedora Greice Gomes, 25 anos, que ficou surda quando um rojão explodiu ao seu lado na Arena do Grêmio (RS), em 2013. Na hora do estouro, com a audição comprometida, Greice levou as mãos ao ouvido enquanto o namorado, Guilherme Costa, pedia socorro aos seguranças do estádio.

 “Quanto mais próximo alguém estiver dos fogos, maior a probabilidade de ter sua audição afetada. É preciso muito cuidado, inclusive para não ter os tímpanos perfurados”, alerta a fonoaudióloga da Telex. 

Postado em 10 de Abril, às 20:43 por Adileuza Barreto 0 comentários


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