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Os desafios da recolocação profissional

A perda do emprego é algo que preocupa qualquer pessoa. Alguns ficam deprimidos e outros preocupados sobre o futuro. Mas é o grande momento para se repensar nos rumos da carreira.

É preciso também lembrar do fato de que todo o conhecimento e experiência aprendidos anteriormente podem ser muito úteis em outras empresas. 

Uma coisa que nunca pode ser jogada fora são os contatos. Muitas pessoas são tímidas e têm dificuldades de fazer networking. Mas ter bons relacionamentos profissionais podem ajudar a ser mais conhecido por outros e auxiliar na recolocação no mercado de trabalho.

Sempre tem alguém que conhece um amigo comentando sobre uma vaga. Por isso, mantenha seus contatos atualizados e tenha, se possível, cartão de visita. Mantenha-se à vista de todos. 

Estar com o currículo em dia é também essencial para recolocação. Mas não exagere nas informações. Caso comece a enfeitar muito e colocar experiências que não tem, pode ser ruim. A mentira tem perna curta. O entrevistador pode perceber no meio da conversa que aquelas informações no documento não são tão verídicas.

Quando se perde a confiança, perde-se tudo. Por isso, não se deve esquecer de que, mesmo se não conseguir vaga naquela entrevista, podem surgir oportunidades futuras talvez na mesma empresa. Portanto, seja verdadeiro.  

Cuide também da sua imagem, pois vale mais do que mil palavras. Essa expressão nunca foi tão usada como hoje com as redes sociais. As empresas observam o comportamento dos candidatos nas redes sociais e, dependendo do que vejam, pode influenciar muito na contratação ou não de um colaborador. 

Por isso, tenha cuidado sobre o que você publica. Analise sempre que tipo de mensagem suas fotos ou comentários estão transmitindo sobre você. Rede social não é diário pessoal. Todos estão ali vendo, principalmente os recrutadores. 

Durante uma entrevista, evite falar demais. Numa entrevista, quando o entrevistador pergunta muito, pode significar que o candidato está falando pouco. No entanto, é importante responder as perguntas de maneira objetiva, sem rodeios, sem falar muito da vida pessoal.  Quando começa a falar muito nesse tipo de assunto, a pessoa pode se desfocar e comentar coisas que não tem ligação com o que a empresa está buscando. 

Há outro fator que pode atrapalhar a vida do candidato: o nervosismo. Uma dica é quando for para uma entrevista, tente contar devagar de 1 a 10 ou lembre o número do CPF, de outros documentos ou placas de carro.

Esse tipo de exercício mental pode ajudar a se acalmar. A apreensão do momento pode fazer a pessoa falar muito e comentar coisas desnecessárias. Por isso, quanto mais à vontade e tranquila ficar, de maneira mais racional vai agir. 

Por último, e mais importante, é a ética profissional. Caso já tenha uma experiência anterior, é importante não citar momentos desagradáveis ou negativos, pois vai acabar comprometendo a imagem da pessoa. Quando estiver comentando de algo assunto anterior, pense muito bem antes de falar. É preciso se focar em coisas positivas e nos aprendizados que teve.

Apesar de ser difícil falar só do lado positivo, evite pensar em assuntos negativos. É a sua imagem e o primeiro contato que estão ali. A primeira impressão é a que fica.

Postado em 11 de Dezembro, às 16:56 por Toy Guimarães 0 comentários

Um período de transição para o mercado de contêineres

Considerando o setor de comércio exterior marítimo, em particular as empresas de navegação e terminais envolvidos na exportação e importação de mercadorias conteinerizadas, verificamos que 2018 foi um ano de transição.

A expectativa era de continuidade da recuperação que começou no final de 2017, porém com a ressalva de que 2018 seria um ano de eleições. Isso significou uma retenção de investimentos, que agora poderão ser retomados.

O resultado das eleições trouxe um viés potencialmente mais positivo para investidores, o que ainda precisa se concretizar.

Neste mesmo período, as empresas de navegação completaram um ciclo importante de fusões, reduzindo o número de players significativamente, se compararmos com o cenário há três anos. Se em 2015 eram 26 grupos independentes, hoje esse número está em 15. Oito empresas foram compradas, enquanto duas pararam de operar no Brasil e uma faliu globalmente. 

Para alguns especialistas, ainda existe espaço para maior consolidação.

Considerando que das 15 que operam no Brasil, as top 5 detêm quase 90% do mercado, é muito factível que um dos outros 10 seja absorvido. Boa parte destes 10 atua em mercados nicho, o que talvez não seja tão atraente para os maiores players, que têm mais interesse nos pequenos armadores que operam em mercados tradicionais. 

Exportadores e importadores não estão totalmente satisfeitos com o serviço que a consolidação dos armadores tem gerado, especialmente na rota do extremo oriente, onde a diminuição no número de serviços gerou fretes mais altos e falta de espaço ocasional em alguns navios.

Restrições internacionais impostas por alguns países nessas rotas levaram à obrigatoriedade de mudança nas configurações dos serviços, o que gerou uma expectativa entre os terminais de contêiner, que lutaram para conquistar os contratos desses serviços. As publicações recentes dos armadores já revelaram os vencedores e perdedores desses contratos.

O setor de terminais de contêiner também tem visto uma consolidação global, dividida entre grupos que têm uma participação societária importante de armadores e grupos independentes.

Tem sido interessante observar até que ponto os serviços dos armadores têm escalado nos terminais onde detêm participação, e até onde a força da situação do mercado fala mais alto.

Todas essas transformações tornam as previsões para 2019 desafiadoras, porém com alguns indícios interessantes. Isso tanto para as empresas de navegação e terminais como para o segmento de provisão de dados.

Atualmente, muitas pessoas defendem que os dados devam ser gratuitos.

O que nem sempre fica claro é que existe um custo para entregar aos clientes informações confiáveis, estruturadas e analisadas. É preciso abordar este tema com transparência e explicar que existe uma grande diferença entre os dados analíticos daqueles que são apenas coletados. 

Empresas sérias, que trabalham na produção de análises robustas, têm investido cada vez mais em novas tecnologias para as áreas de desenvolvimento e conhecimento de mercado.

O objetivo é coletar, cruzar informações e disponibilizá-las, de acordo com todas as normas de compliance, gerando relatórios que atendam às necessidades dos clientes. 

Neste cenário, é fundamental que os players saibam de quem estão contratando as informações, pois há provedores de dados que se utilizam de fontes duvidosas.

A orientação é que busquem empresas consolidadas no mercado, que trabalhem dentro dos limites estabelecidos pelas leis que regem a publicação de informações. 

Se de um lado defendemos mais transparência das fontes utilizadas nas pesquisas e previsão de dados, por outro esperamos do governo mais segurança das informações que estão sob seu controle.

Só assim, podemos evitar que dados estratégicos sejam compartilhados de maneira equivocada por instituições que colocam seu interesse particular acima dos benefícios do setor.

Postado em 10 de Dezembro, às 16:52 por Toy Guimarães 0 comentários

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Inclusão é a palavra da moda. Pensando no contexto social, o termo fica bem bonito, concordam? Mas há de se pensar que no Brasil temos mais de 45 milhões de Pessoas com Deficiências (PCDs) o que representa 24% da nossa população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao realizar consultorias e ministrar aulas, percebo claramente que a nossa população não possui muitos conhecimentos de como funciona o processo seletivo para essas pessoas. 

Um motivo é que, em alguns casos, as vagas não são atrativas. Em outros casos, as pessoas não possuem a qualificação necessária para estarem ocupando aquela vaga. Além disso, também não temos práticas que sejam reais e possam cercear como base para uma sociedade mais inclusiva de forma REAL (isso com letras maiúsculas). Pois, há ainda muitas barreiras para que a sociedade se eduque para trabalhar, conversar, falar sobre e com os portadores de deficiências.

A lei determina que empresas, com mais de 100 funcionários, tenham colaboradores que sejam PCDs. E que estas reservem de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiências. Mas novamente vai a pergunta: “A cidadania no país é valorizada?”

Essas pessoas também precisam trabalhar e estudar, até para se ter condições de ter uma profissão, uma atividade remunerada. Mas, além disto, podemos falar dos nossos espaços públicos, que não são inclusivos, do nosso transporte, que também não é inclusivo. E, principalmente, dos locais de trabalho, que em muitos casos não possui adaptação para esse novo colaborador. Sendo assim, digo de antemão, não queira contratar apenas para sanar a lei.

Faça o processo e tenha PCDs na sua empresa para que a sua empresa, seja uma empresa cidadã. Ainda por cima, possa vender uma imagem de empresa que lida com motivação, com a inclusão e colabore para uma sociedade melhor e para que essa lei seja cumprida. Mas não apenas a lei, mas, sim, a lei do ser humano: de ser e poder mais a cada dia, como indivíduo produtivo além de sua deficiência.

Postado em 06 de Dezembro, às 12:15 por Toy Guimarães 0 comentários

Black Friday x Consumo Consciente

A Black Friday passou e já estamos pensando nas lembrancinhas de Natal. Alguns aproveitaram para comprar os seus presentes nesta que virou mais uma data de vendas no país, principalmente na internet. Segundo o Ebit, neste ano o varejo online vendeu R$ 1,9 bilhões, com um aumento de 17% em relação ao ano passado. Mas o mesmo órgão esperava a cifra de R$ 2,1 bilhões para este ano.

É interessante que os sites eletrônicos de vendas e, principalmente, a sua parte de logística e processos estão começando a ficar preparados para este dia de boomde atividades. Quem mostra este dado é o site Reclame Aqui, que apontou 2.912 reclamações nas 24 horas do dia da Black Friday, sendo 33% a menos do que no ano passado.

Não só o bombardeio de publicidade na TV, jornais, rádios e internet, mas a invasão de anúncios nos nossos e-mails e mídias sociais. Tudo isso fez com que muitos resolvessem comprar o que talvez não estivessem precisando ou ainda “só para aproveitar o que estava barato”.

Mas também não era apenas a Black Friday, era a semana Black Friday, o fim de semana Black Friday, o mês Black Friday. Engraçado que em minha aula de inglês, Friday era sexta-feira, mas deixa pra lá.

Sim, estamos precisando mexer na economia, mover o consumo para voltarmos a crescer e sair desta recessão que muitos da geração Millenium nunca tinham passado. Precisamos fabricar mais, produzir mais, vender mais e fazer a roda econômica girar. Mas sempre com muita consciência!

O momento é crítico e muito, amigos e amigas estão desempregados buscando vagas há mais de um ano. Mas o motor do consumo vai salvá-los?

Não sei se só isso é suficiente. O que sei é que neste momento precisamos ter ainda mais consciência nas nossas compras e débitos nos cartões de crédito. Precisamos entender o momento econômico do Brasil e do mundo, além destas turbulências políticas pelas quais estamos passando. Para isso, o Instituto Akatu nos ensina a questionar antes de digitar o número do seu cartão:

Por que comprar?Você realmente precisa ou está sendo estimulado por propagandas e impulso do momento? É importante comprar agora ou pode esperar o mês que vem?

O que comprar? Neste momento precisa analisar as opções e escolher algo que as características realmente atendam à sua necessidade, pois atributos demais no produto podem ser desperdícios.

Como comprar? À vista, a prazo, no cartão? Vou conseguir pagar as prestações? Não se somarão às já existentes? Será que o meu momento financeiro permite?

De quem comprar? Este produtor ou empresa é confiável? Esta loja é indicada? Já ouviu falar de algum problema com a empresa sobre mão de obra escrava ou trabalho infantil? Pesquisou o preço?

Como usar? Usar com delicadeza para não quebrar e ter que comprar outro. Usar até o fim, não em função da moda ou da novidade.

Lembre-se da energia e dos recursos naturais e pessoais que foram utilizados para o seu produto estar com você.

Como descartar? Depois de usar o que fará com o produto? Ele não desaparecerá como mágica. Você poderá doar? Reciclar? Transformar? Tem que pensar nisso antes de comprar!

Pois é, perguntas que parecem fáceis, mas que no nosso dia a dia não nos fazemos.

O consumo consciente tem a ver com você atender as suas necessidades sem com isso afetar a sua condição monetária (entenda-se endividamento), a sua condição produtiva (leia-se trabalho, será que você continuará empregado ou recebendo?) e os impactos diretos no planeta e nas pessoas. Vamos nos desenvolvendo sempre!

*Marcus Nakagawaé doutorando em Sustentabilidade pela USP/EACH, mestre em Administração pela PUC/SP; graduado em Marketing e Publicidade pela ESPM/SP; professor da graduação e MBA da ESPM, nas questões de ética, empreendedorismo, responsabilidade socioambiental, empreendedorismo social e terceiro setor.

Coordenador do CEDS (Centro de ESPM de Desenvolvimento Socioambiental), idealizador e diretor administrativo da Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável); consultor e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.

Postado em 30 de Novembro, às 16:09 por Toy Guimarães 0 comentários

Como a comunicação pode salvar ou acabar com um negócio?

A comunicação bem feita é fundamental no mundo atual, e não são apenas os estudiosos que alertam para a posição de destaque dessa. Cada vez mais se tem essa percepção no próprio cidadão comum, o indivíduo que já sentiu a necessidade de se comunicar e de se familiarizar às pressas com as novas e velozes ferramentas da informação.

Contudo, dentro de uma empresa o cuidado deve ser redobrado, pois uma má comunicação, que abre brecha para entendimentos errados, refletindo em sérios problemas no ambiente de trabalho e até mesmo nos resultados.

Assim, é preciso se atentar na comunicação com os colaboradores e com o público externo para fortificar a imagem da empresa, além de manter a qualidade dos serviços/produtos.

Para Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Passadori (www.passadori.com.br) e especialista em Comunicação Verbal, um dos segredos para evitar problemas relacionados ao tema é vencer tabus e entender que quanto melhor for a capacidade de se comunicar adequadamente, melhores serão os resultados para os negócios.

Lembrando que vivemos em uma sociedade formada por pessoas que possuem ideias e pensamentos diferentes, consequentemente opiniões e interpretações diversas diante dos mesmos acontecimentos.

Assim, é fundamental tomar a frente do que se fala sobre sua empresa, evitando que conteúdos negativos proliferem interna e externamente. Para Passadori são dois os principais problemas enfrentados em relação ao tema: “um é a fofoca ou opiniões sobre algo que possa ter ocorrido, a decodificação de uma ocorrência qualquer ou maledicência mesmo.

Outro problema é a inércia da empresa em processos de comunicação, ou seja, a empresa não se preocupa em se antecipar e fornecer informações aos seus colaboradores, gerando com isso uma omissão de dados ou de detalhes que seriam úteis se compartilhados do jeito e no momento certo”.

Embora seja quase impossível eliminar esses problemas, eles podem ser atenuados com ações claras, transparentes, sem tentar ocultar informações do público.

Além disso, é imprescindível para empresa criar bons porta-vozes, capazes de se posicionarem, dentro do limite do sigilo. Se a empresa souber se comunicar de maneira eficiente, ampliará as chances de impedir que informações equivocadas sejam disseminadas.

Também é necessário identificar os formadores de opinião internos e externos, isto é, as lideranças informais, pois eles que disseminam as informações e possuem credibilidade.

Aproximando-os do setor de comunicação é possível trabalhar esse canal a favor da empresa.

Enfim, em um mercado no qual a exposição não pode mais ser evitada, o papel das lideranças de uma empresa é aperfeiçoar a comunicação, deixando de ter uma posição passiva, para uma mais agressiva, criando ferramentas de comunicação internas e externas e se capacitando para oferecer as melhores respostas, com credibilidade e rapidez.

Postado em 30 de Novembro, às 16:01 por Toy Guimarães 0 comentários

Aspectos legais que podem arruinar seu E-commerce

Olá, sou Pedro Jones e estou aqui novamente para tratar de e-commerce. Mas dessa vez, vamos falar sobre aspectos legais que podem arruinar seu negócio. Sim, isso é possível.

Embora as vendas on-line tenham ganhado um tom meio informal, esse tipo de negócio possui inclusive legislação própria e aspectos jurídicos e operacionais que devem ser observados.

Para manter um negócio online sem prejudicar o consumidor e sem sofrer prejuízos, é importante estar atento a esses pontos e a possíveis problemas que podem surgir.

Por isso no texto de hoje, entre outras coisas, vamos falar sobre:

●      Erros operacionais;

●      Contratos;

●      Política de privacidade;

●      Assessoria jurídica.

 

Postado em 28 de Novembro, às 15:10 por Toy Guimarães 0 comentários

Qual o meu papel de pai e como pai na escola?

 

Depois de vivenciar um forte e lindo momento em minha vida e participando da atividade escolar vejo que vivemos num tempo em que tudo passa muito depressa. Como a sociedade está cada vez mais organizada à volta do trabalho (e não em redor da família ou dos afetos em geral), acontece que, cada vez temos menos tempo para estarmos com os outros. Este problema é particularmente inquietante para a vida familiar.

Sabemos que para um bom desenvolvimento psicossocial dos filhos, a presença e o suporte afetivo dos pais é fundamental. Este apoio é especialmente importante ao longo do trajeto pessoal, desde a infância até à fase final da adolescência.

No entanto, sabemos que muitos pais lamentam chegar a casa cansados e indisponíveis, enquanto os filhos acham que não vale a pena falar com os mais velhos, pois eles nunca têm tempo.

Como conseguirão os pais manter os empregos, essenciais para a sobrevivência da família, sem descurar o acompanhamento dos seus filhos?

Ouve-se com muita frequência dizer que os pais participam cada vez menos na vida escolar dos seus filhos, remetendo exclusivamente para a escola a tarefa de os educar.

Sabemos que é na pré-primária que os pais contactam com mais frequência a escola, e que a sua participação diminui à medida que se avança na escolaridade.

Não devemos, no entanto, esquecer que a escola é, também, responsável por este alheamento dos pais em relação à instituição, já que nem sempre informa claramente, ao mesmo tempo que não mobiliza os pais da melhor forma.

Contudo, é cada vez maior a convicção que a educação dos jovens é tarefa a ser assumida pelos pais e professores. Para isso, é necessário que se construam relações frutuosas de cooperação para atingir um objetivo comum: o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens.

É necessário que os pais assumam que a sua participação na vida da escola é um direito e um dever
Além de ser um dever cívico, a participação ativa dos pais em estruturas da escola (associação de pais, conselho pedagógico, conselho geral) é vista pelos filhos como uma demonstração de empenho e interesse, mesmo pelos alunos mais velhos.

As primeiras reuniões, que se realizam no início do ano letivo, com os diretores de turma ou, muitas vezes, com a direção, são muito importantes, já que os pais são informados não só de que modo podem ter conhecimento do processo educativo dos seus filhos, mas também de como se vai desenrolar o processo de representação dos pais nas estruturas escolares.

É fundamental que a escola e os pais caminhem de mãos dadas porque o “pai” só triunfará como figura parental se mostrar a sua imperfeição e, sem abdicar das suas convicções, estiver disposto a ouvir e a discutir experiências. Enquanto o professor só terá êxito se efetivamente ouvir os seus alunos e partilhar o saber.

Assim, só conseguiremos educar os nossos filhos como cidadãos interventivos e críticos, se dermos o exemplo.

Nesta semana convite da professora Tatiana do 2° ano do colégio Monte Tabor localizado no bairro Patagônia, tive esse momento e oportunidade única de vivenciar, partilhar e cooparticipar do meu papel de pai acopanhando e participando diretamente ao lado da professora, alunos e escola do papel socioeducativo.

Naquele momento uma emoção tomou conta de mim, lógico que fiz de tudo para não demonstrar aqueles alunos e principalmente a minha filha Ana Maria. A professora falou sobre o projeto da presença dos pais na escola, e se eu poderia comoarecer algum dia para contar uma historia para os alunos de sua turma onde a minha filha tem a honra de estudar com ela.

Ao chegar na sala tinha a certeza que era apenas pegar uma historinha que provavelmente ja teria na sala de aula ou na escola, más para minha surpresa, o pai ou a mãe estaria a vontade para fazer daquele momento do seu jeito, no momento não havia levado ou decorado nenhuma historinha, então respirei fundo, olhei para cada criança, especialmente para Ana Maria e vi em seus semblantes a atenção e olhinhos toda focada em que eu iria falar, comecei então a me entregar aquele momento mágico, me coloquei no lugar deles, relembrei meu tempo de criança e de escola, no momento em que falava, a atenção delas aumentava, elas começaram a interagir, a falar a perguntar, a sorrir, eu me soltava e me sentia um deles, o pai voltava a ser criança.

Compartilhei com eles o meu tempo de criança, de aluno e como filho, contava a eles sobre as nossas brincadeiras de criança de antigamente e de que forma são as brincadeiras de hoje, pedi a elas que continuassem sendo crianças, e que escutassem e obedecessem seus pais assim como fazem na escola. Eu falava e meus olhos enchiam-se de água, e percebir que de muitas crianças também, a emoção e alegria tomava conta da sala, não queria que o tempo acabasse nem passasse logo, mais ao mesmo tempo, precisava ir embora, voltar ao trabalho e deixar a professora Taty continuar a sua aula.

Naquele momento eu tinha a certeza de qual grande é o papel dos pais na escola e próximo a ela, de estar presente com os filhos também nas atividades escolares e não apenas em casa.

Sempre procurei ser um pai presente como por exemplo comparecer as reuniões de pais, atividades comemorativas ou atividades desenvolvidas e sugeridas pela escola, mais aquele momento de falar na sala de aula apenas você e elas foi mágico, foi único, foi emocionante, tinha a certeza que ser pai também é ser educador, naquele momento em sala de aula com aquelas crianças me sentir um professor, um super héroi e como disse a elas: - "A escola compartilhar conhecimentos mais nós pais temos o dever e obrigação de dar a educação dentro de casa e participar da vida de seus filhos na escola e em seus trabalhos e tarefas escolares". Já diz a música "Viver é melhor que sonhar", e quero viver o sonho de termos uma educação melhor valorizada e mais reconhecida por nossos governantes, pois os professores são nossos mestres e hérois, por meio deles nos tornamos, médicos, advogados, padres, pastores, secretários, futuros professores, etc.

Por meio deles e da educação, mudamos e transformamos o mundo. Por meio da responsabilidade de assumir o papel de pai na escola, criamos homens e mulheres para serem dignos de sabedoria, respeito e responsabilidade consigo mesmo e para com o próximo.
Obrigado tia Taty pelo convite, obrigado Colégio Monte Tabor por nos motivar e mostrar o nosso dever, obrigado crianças por me relembrar a ser e ter um coração e inocência de criança.

Postado em 24 de Novembro, às 15:02 por Manoel Gusmão 0 comentários

Hackers, uma ameaça para as corporações

A segurança da informação tornou-se um imperativo para as corporações de todos os portes diante da necessidade de preservação de arquivos essenciais.

A ameaça de invasão de sistemas corporativos por hackers tem se tornado frequente em todas as partes do planeta. Por outro lado, novos sistemas têm garantido a tranquilidade, de maneira ágil e segura.

Em muitos casos, as corporações não estão devidamente preparadas para enfrentar esses riscos. Os ataques são conhecidos dos especialistas e chegam por meio de um email.

O procedimento se repete na maioria das companhias, com um computador infectado por malware, bloqueando o usuário de seus dados antes de se mover pela rede para assumir todo o sistema.

Com o controle dos dados da empresa, o hacker assume papel intimador, cobrando da corporação para desbloquear a interferência.

Diante desse panorama, os prejuízos podem ser incalculáveis, não apenas pelo prejuízo financeiro, mas pelo risco de vazamento dos dados sigilosos da organização. 

O fenômeno mundial também faz grandes estragos nas companhias brasileiras. Aqui, os ataques cibernéticos têm crescido, em média, 20% ao ano, com 70 mil registros em 2016, e 72% das organizações perderam acesso por dois dias ou mais.

A pesquisa 2018 IDG/Iron Mountain traz um panorama dessas ameaças a partir das companhias do setor financeiro (https://bit.ly/2udeodr). Segundo o levantamento, 65% dessas empresas admitiram experimentar um ou mais eventos de segurança cibernética, ataques de malware, fraude e/ou perda acidental de dados.

O estudo revela ainda que 22% dessas companhias sofreram um ataque de ransomware, que não foi bloqueado com sucesso. Outro dado relevante mostra que 36% das empresas pesquisadas demoraram mais de um dia para recuperar os arquivos afetados pelo ataque silencioso. 

Nos velhos tempos, a recuperação desses dados ocorria por um plano de backup. Hoje, existem processos mais eficientes e econômicos utilizando o backup em nuvem.

As organizações podem reconfigurar a sua infraestrutura de informação combinando servidores locais e servidores em nuvem. As soluções como o Cloud Backup Service e também as de Disaster Recovery garantem a recuperação do sistema por meio de um backup limpo em questão de minutos. 

O avanço dos ataques cibernéticos aponta para que todas as organizações tenham um programa de recuperação de desastres. Ele é uma ferramenta indispensável para a preservação dos ativos da empresa, apresentando a melhor relação custo-benefício.

Postado em 22 de Novembro, às 16:26 por Toy Guimarães 0 comentários

O espaço do negro no mercado de trabalho

É comum as pessoas usarem a seguinte frase: “somos todos iguais e todos temos as mesmas oportunidades.” Depende de como e de que lado você está fazendo esta análise. Vamos refletir um pouco mais sobre a questão do negro no mercado de trabalho e academicamente.
 
Essa é uma discussão necessária. Nós, negros, precisamos ter nossa história validada e dita por nós. Esse é o lugar de fala do negro. Em alguns processos seletivos de empresas, há códigos que a empresa cria, por exemplo, um código de inscrição para indicar uma pessoa negra, pois pode ser que o cliente que deseja aquele novo colaborador não queira uma pessoa negra no seu local de trabalho.
 
Temos também outras descrições, como Cabelo Black ou não liso, nariz largo, lábios mais grossos, tonalidade de pele mais escura. Alguns podem perguntar: “Será que essa pessoa será uma boa recepcionista ou uma boa gerente de contratos para lidar com nossos clientes de outras empresas?”
 
Incrível essa pergunta e a colocação. Infelizmente, sinto em informar que é o que mais acontece no mercado de trabalho no Brasil. Pessoas são simplesmente julgadas por sua tonalidade de pele, por seu cabelo e seu tipo físico. Neste caso, falo de pessoas negras. Dessa dita “minoria” (em ocupação e mobilidade social), mas que na verdade é a maioria da população brasileira. Vai entender, não é?
 
Eu faço questão de conversar sobre isso. Critica-se a cota para negros em universidades. Podemos falar do Conceito da Equidade Aristotélica “Implica tratar desigualmente os desiguais para promover a efetiva igualdade” para falarmos de oportunidades. Mas para pensarmos em igualdade, precisamos investir em saúde, educação, saneamento básico e políticas públicas que realmente aconteçam. Isso só irá acontecer realmente se for de interesse da outra parte que é dita “maioria”.
 
Hoje, há um movimento em que os negros estão realmente utilizando suas vozes para ter espaço de fala e contar a sua história como não foi contata nos livros de história, pois negro era mercadoria, escravo e ainda considerado preguiçoso. Ou seja, não tinha identidade.
 
Quando vemos pessoas negras atingindo um lugar de gerência, diretoria, destaque, dizem que é sorte ou que teve um bom padrinho ou usam isso para afirmar que as oportunidades são iguais para todos. 
 
O pesquisador Milton Santos dizia o seguinte: “Nossos corpos falam”. Nosso corpo está tão ligado a imagem do negro preguiçoso (dito na época da escravidão) que não quer nada com nada. Constroem-se ainda mais estereótipos que os livros de história dizem por aí que a sociedade, como um todo, não coloca o negro em outro local. Apenas como inferior.
 
Isso é algo sério, pois é passado por gerações. Estamos na luta incessante de desconstruir isso. Mas ainda vemos muita resistência, por parte de empresas, pessoas, grupos de classes socias, escolas, salão de beleza, lojas e muitos outros.
 
O negro sofre psicologicamente com essas negativas. É um fato que vivemos na sociedade. Se está na hora de mudar? Mais que nunca essa é a hora. Por isso não deixem que a ideia de que o seu corpo fala por você e não o seu conteúdo, seja maior. Por isso, saiba que no caminho de todos nós há pedras, mas no nosso há pregos, cacos de vidros e o racismo. Se podemos? Sim. Por isso, que acredito que “Eu sou, porque nós somos.”

Postado em 19 de Novembro, às 15:59 por Toy Guimarães 0 comentários

Conhece a Síndrome de Williams

Apesar de ainda ser pouco conhecida, a Síndrome de Williams tem particularidades que são facilmente notadas. Por exemplo, as crianças que sofrem disso apresentam características faciais típicas, como lábios grossos, olhos relativamente grandes, nariz pequeno, ponte do nariz mais aprofundada.
 
Segundo o neurologista infantil Dr. Clay Brites, do Instituto NeuroSaber, a síndrome se caracteriza como uma falha ou uma desordem no cromossomo 7. “É importante notar que afeta crianças de ambos os sexos e que pode levar a problemas de desenvolvimento e de comportamento, como o TDAH e Autismo.”
 
O especialista explica que a Síndrome de Williams ganhou notoriedade após ser descrita pelos médicos J. C. P. Williams, em 1961; e A. J. Beuren, em 1962. “Por isso que em alguns lugares a síndrome recebe o nome de Williams-Beuren”.
 
De acordo com o neurologista infantil, os sintomas são os mais variados possíveis, mas, se bem conhecidos, podem ajudar até no diagnóstico precoce. Os pequenos com Williams-Beuren têm estatura aquém para a idade, os dentes são espaçados, o peito é escavado e possui uma deformidade que dá aspecto de tórax mais fundo.
 
Brites explica que eles também têm hipotonia que é baixo tônus muscular; baixo peso ao nascer, baixo timbre de voz, atrasos no desenvolvimento motor e espacial, alterações de linguagem e problemas renais entre outros. “Outra característica marcante: são extremamente sociáveis e hiperativos o que chama muito a atenção de observadores atentos”.
 
- O acompanhamento médico é importante e essencial em tudo aquilo que pode comprometer a vida da criança, independente do caso apresentado - reforça.
 
Em relação aos danos causados por Williams-Beuren, Brites diz que os profissionais especializados conseguem dar todo o aparato para uma melhor qualidade de vida ao paciente que sofre dessa síndrome. “Além disso, eles estão preparados para lidar com possíveis complicações provenientes da síndrome, como problemas no desenvolvimento cognitivo, motor e comportamental”.
 
- Ressaltando que não há cura nem tratamento específico. No entanto, o médico conta com a ajuda de profissionais de outras áreas, como a psiquiatria e a psicologia. Outras especialidades que podem fazer parte do acompanhamento são neurologia, angiologia, nefrologia, cardiologia, otorrinolaringologia, pediatria, entre outros – reforça.
 
Sobre o especialista

Um dos idealizadores do Instituto NeuroSaber (www.neurosaber.com.br), Dr. Clay Brites é neurologista infantil,  tem título de especialista pela Sociedade Brasileira de Pediatria e doutor em Ciências Médicas pela UNICAMP. 
 
NeuroSaber

O projeto nasceu da necessidade de auxiliar familiares, professores, psicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, médicos e demais interessados na compreensão sobre transtornos de aprendizagem e comportamento. A iniciativa tem como objetivo compartilhar informações valiosas para impactar as áreas da saúde e educação, além de unir especialistas do Brasil e do exterior.

Postado em 13 de Novembro, às 17:40 por Toy Guimarães 0 comentários

Escritora Karen Alvares fala sobre a relação das mulheres e o terror

Em tempos de crise ou não, viver de literatura no Brasil nunca foi uma tarefa fácil. E para as mulheres que escrevem terror as portas têm se fechado ainda mais. A autora Karen Alvares  - que escreve obras de terror e suspense psicológico como a "Duologia Inverso & Reverso" e "Alameda dos Pesadelos” - sente na pele a dificuldade de provar que o Terror não é um gênero exclusivamente masculino.
 
"Escrever terror, sendo mulher, no Brasil, é uma tarefa árdua. Assim como em quase todas as atividades, para ser reconhecida como escritora de terror a mulher precisa provar três vezes que é tão capaz ou mais que qualquer homem.

Outro dia, em uma entrevista, um blogueiro perguntou a mim e a outra escritora por que o terror flui tão bem nas mãos de mulheres, desde Frankenstein, de Mary Shelley. Minha resposta fez todos rirem (de nervoso): porque a vida das mulheres é um terror constante. É o terror de se provar a cada dia, de não ser aceita, de não ser ouvida, de ser diminuída, humilhada, violentada.” -  comentou.
 
Karen, que levanta a bandeira da necessidade de temos mais obras escritas por mulheres, organizou recentemente nas redes sociais uma lista com diversas escritoras nacionais independentes de terror e suspense que se dedicam, ou que entre uma obra e outra já escreveram obras gênero. A lista das Escritoras Brasileiras de Terror, hoje conta com mais de 90 autoras. Para conferir e contribuir com ela basta acessar o link: encurtador.com.br/bMT58
 
"Às vezes a gente cansa. Desanima se esforçar tanto, trabalhar tanto, e encontrar tantas barreiras e dificuldades apenas por sermos mulheres criando terror, um gênero que injustamente ainda é visto como muito masculino. Mas o que posso dizer é: mulheres, nós precisamos da sua garra e da sua arte. Vocês são boas. Vocês têm talento e, principalmente, um ponto de vista único para contar suas histórias.

Ao mesmo tempo que apreciamos o trabalho de muitos homens, também estamos cansadas de esbarrar no mesmo ponto de vista masculino sobre o terror e o horror. O mundo precisa de mais obras criadas por mulheres.” – revela a escritora.
 
Gamer e nerd assumida, Karen reflete em seus livros a paixão pelos jogos, livros, filmes e séries de TV. Suas obras trazem a tona não só histórias que causam calafrios, mas também o lado mais profundo do ser humano, tornando fácil e prazerosa a imersão na história. Questões familiares, por exemplo, são frequentes em suas obras. Sempre se preocupando em contar histórias de maneira cativante e surpreendente a cada lançamento.
 
“Escritor, para mim, é alguém para quem a realidade não é suficiente. Claro, para a maioria das pessoas, a ficção é importante, por isso existem livros, filmes, teatro, jogos.

Mas o escritor não está satisfeito em viver no mundo real e aceitar passivamente a ficção dos outros, ele quer ser ativo nesse processo. O escritor se abriga na sua ficção, vive parte da sua vida nela” - Karen Alvares.
 
Sobre Karen Alvares

Sua carreira literária começou em 2013, como autora de mais de 35 fanfics de Harry Potter, populares até hoje. Karen publicou e autopublicou por editoras contos e livros de fantasia medieval, dark fantasy, cyberpunk, distopia e young adult.

Conquistou prêmios literários, como Celebrando Autores Independentes, da Amazon (Bienal do Livro São Paulo 2016) e #SweekStars (Sweek Brasil, conto "Nossa Senhora” na categoria História Mais Original). Karen Alvares também é membro da Associação Brasileira de Escritores de Romance Policial, Suspense e Terror (Aberst).
 
Conheça sua bibliografia, disponível em livrarias e em plataformas de autopublicação:
 
Duologia Inverso (Draco, 2015) e Reverso (Draco, 2016)

Boys Love - Meia-noite sem estrelas (Draco, 2017)

Jornada para Far Lands - uma aventura não oficial de Minecraft (Draco, 2016)

Alameda dos Pesadelos (Cata-vento, 2014), 

Dois Lados, Duas Vidas (Cata-vento, 2015)

Horror em Gotas (Independente, 2013),

Organizou a antologia Piratas (Cata-vento, 2015) e foi publicada em diversas antologias de contos das editoras Andross, Draco e Buriti, além de publicações independentes e revistas.

Prêmios literários:
 
3º Lugar – Prêmio Sesc/DF de Crônicas Rubem Braga – 2012

6º Lugar – I Concurso Feminino de Contos Dirce Doroti Merlin Clève (Menção Honrosa) – 2015

2º Lugar – II Concurso Feminino de Contos Dirce Doroti Merlin Clève – 2016

3º Lugar – Destaque como Melhor Autora de Ficção da Amazon no evento Celebrando

Autores Independentes da 24ª Bienal do Livro São Paulo – 2016

9º Lugar – III Concurso Feminino de Contos Dirce Doroti Merlin Clève (Menção Honrosa) – 2017

Concurso Literário Leia Mulheres: Histórias Vencedoras e Shortlist | Sweek (Menção Honrosa) – 2017

Postado em 13 de Novembro, às 16:14 por Toy Guimarães 0 comentários

Quanto vale o seu tempo?

Quem quer faz, quem não quer, inventa uma desculpa. Você, certamente, já ouviu essa frase, que mais do que um ditado popular, diz muito sobre gestão de tempo e prioridades. 
  
Todos os dias ouço pessoas, de todas as idades, dizendo que estão sobrecarregadas e que não têm tempo para estudar, praticar uma atividade física ou mesmo se organizar na entrega de suas tarefas profissionais. E isso é verdade. 
  
Vou te contar que tenho pensado muito em como usar, com sabedoria, minhas 24 horas todos os dias, de forma a procurar um equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

Além de ser CEO de uma empresa de TI, pratico esportes, enfrento semanalmente uma ponte área, leio histórias para os meus filhos dormirem (muitas vezes via Skype), brinco com eles quando estamos juntos e estou me preparando para uma prova de triatlo. 
  
A reflexão que trago para você é: o quanto vale o seu tempo? Você dedica suas horas de forma adequada às tarefas e as pessoas que participam da sua vida? 
  
Vou falar de esporte porque gosto, mas nem sempre foi assim. Já estive bem acima do peso e, por isso, um diretor me desafiou a alinhar o atingimento das minhas metas no trabalho com a minha perda de peso.

Resolvi encarar o desafio, mas confesso que demorei um tempo para entender o quanto era difícil mudar. Felizmente, o resultado não poderia ser mais positivo. Primeiro, emagreci mais de 20 quilos, porém não perdi apenas peso, foram tantas mudanças que penso ter "engordado em experiências e aprendizado").   
  
O esporte me ajudou a conciliar minha agenda, me tornar mais disposto e até mesmo a observar melhor o mundo a minha volta. Sem medo de parecer clichê, foi andando de bike e correndo que percebi que existiam patos e capivaras na Lagoa da Pampulha, próxima à minha casa. Eu passava todo dia de carro por lá, mas apressado, nunca tinha visto. 
  
A corrida, que se tornou uma paixão na minha vida, também me ajuda a pensar em estratégia, resolução de problemas e enfrentar desafios. Ela me ensinou a refletir, pois quando estou correndo consigo conversar comigo mesmo e chegar a conclusões e soluções que muitas vezes não tenho sentado na mesa do trabalho. 
  
Disposição para mudar pode vir de vários fatores. Lembro de uma vez que fui entrevistar um candidato para uma vaga na empresa e vi que ele tinha realizado muitas certificações e capacitações em um período curto de tempo. Muitas mesmo. 
  
Achei estranho, pois era quase impossível alguém se dedicar tanto tempo para concluir todo aquele feito em um pequeno espaço de tempo. Foi durante a entrevista, que ele explicou que havia sofrido um acidente de moto e ficou acamado por um tempo.

E, em vez de se lamentar, aproveitou para se especializar. Ele mostrou resiliência e foco, e eu o contratei principalmente por essa atitude positiva com a vida e com a conquista de uma ótima gestão de tempo. 
  
Agora, estou me preparando para fazer uma prova de triatlo. Afinal, acredito que depois de nadar 3,8 Km, pedalar por mais 180 Km e correr por 42 Km, qualquer problema ou dificuldade do dia a dia será ainda menor. E assim os desafios aumentam e os problemas diminuem.   
  
Essa é a maneira que encontrei para fazer os meus dias mais felizes, buscar pique para dar conta da minha agenda e contagiar quem está do meu lado. E você, como passará o seu dia amanhã? Lembre-se: você tem 24 horas. 

Postado em 07 de Novembro, às 16:39 por Toy Guimarães 0 comentários

Como ser bem-sucedido em vagas temporárias

As vagas temporárias representam a possibilidade de uma renda extra, seja como primeiro emprego ou para recolocação profissional. Conseguir a tão sonhada efetivação ao término do período é o objetivo de muitos dos colaboradores contratados nesse regime de trabalho.
 
O colaborador deve dar o melhor de si e ser o mais profissional possível. O mercado está com uma carência grande de pessoas comprometidas que procuram ter um êxito maior, dando uma quilometragem a mais no seu novo ambiente de trabalho. 
 
Um desses passos é se preocupar com o cliente. Isso envolve procurar dar o melhor atendimento e atenção maior para ele. É um bom exercício para melhorar o rendimento é se colocar no lugar dele para saber como gostaria de ser atendido.
 
Outro fator a observar é a pontualidade. Apesar dos primeiros meses serem importantes, chegar na hora proposta pelo chefe é essencial para se manter no emprego. O período inicial serve para o gestor observar tanto as qualidades quanto os defeitos. Porém, há defeitos que sobressaem mais, como chegar atrasado. Isso mostra que a pessoa não está tão comprometida como disse na entrevista de seleção.
 
Obedecer às regras também faz a diferença. Toda empresa tem o seu jeito de gerir os colaboradores. É o direito delas. E quem quer se manter no time, precisa entender o que pode ou não ser feito. Pense sempre: caso alguém tenha decidido que um comportamento ou maneira de agir é inapropriado para o lugar, é porque isso pode desestabilizar a harmonia da equipe. Portanto, quem não quer perder a vaga precisa saber quais as regras e seguir cada uma delas.
 
É preciso também cuidado para não confundir local de trabalho com local de paquera. Isso pode intimidar colegas de trabalho e atrapalhar o desempenho da equipe. Além disso, há empresas que proíbem casais ou até parentes no ambiente de trabalho. Então, pense bem antes de querer começar a paquerar.
 
A interação com a equipe e com o superior é mais um passo que pode indicar se você vai obter ou não a efetivação. Isso não significa que você vai conseguir fazer amizade com todos. Mas é fundamental conseguir respeitar os colegas e mostra-se disposto para ajudar. Saiba também como conversar e procure mostrar que veio para somar. Entenda que equipe unida é formada por integrantes que trabalham com a mesma mentalidade. E quem ajuda, também acaba sendo ajudado.
 
Por último, mesmo que você não seja efetivado, não fique triste. Isso não significa que o trabalho realizado foi ruim, mas que realmente estão sem vagas para contratar em períodos maiores.

O mais importante é tentar dar o seu melhor, independente do tempo em que fique.

Outras oportunidades podem surgir, ou até mesmo na empresa que ofereceu a vaga temporária. Portanto, não desanime e busque sempre dar o seu melhor.

Postado em 07 de Novembro, às 11:43 por Toy Guimarães 0 comentários

Psicólogo Bruno César Sousa, do Instituto Viver, alerta sobre as consequências de um ‘clima político pesado’ para a saúde mental: ‘impacto é grande’

Muito se fala sobre 'medo' após as eleições 2018 no Brasil. Com um clima de disputa polarizada e alguns 'rompimentos' em amizade e em relacionamentos familiares por discussões políticas, o psicólogo Bruno César Sousa, do Instituto Viver, de Salvador, aponta que o impacto de um cenário 'pesado' no País pode ser grande para a saúde mental dos brasileiros e, diz ainda, que é preciso se cuidar para que as alterações de humor não sejam tão bruscas e que discussões desnecessárias não façam parte da rotina.
 
"O clima político no Brasil desde 2013, pelo menos, vem trazendo à tona uma polarização entre a população. E isso se reflete nos relacionamentos familiares, conjugais, profissionais e nas amizades. Desta forma, podemos dizer que o núcleo psicológico básico do indivíduo brasileiro se encontra polarizado e em conflito.

Os sintomas desse conflito são uma manifestação mais frequente e intensa de ódio, medo, insegurança nos vínculos, dificuldade em expressar opiniões livremente. E com uma característica preocupante que é a cronicidade desses sentimentos. Eles vêm ocorrendo já durante alguns anos em um nível moderado a intenso.

Essa duração pode favorecer o desenvolvimento de transtornos de ansiedade, dependências de maneira geral e depressão. Pois são sentimentos intensos ocorrendo dentro do grupo íntimo do sujeito, deixando poucas opções de fuga ou alternativas de solução", explica o psicólogo.
 
Para o especialista, o 'medo', que muitos relatam sentir com a política, é um sentimento que precisa ter atenção e é necessário descobrir a verdadeira causa.

"O medo é um sentimento impactante na vida psicológica de uma pessoa. E uma das principais maneiras de lidar com ele é entende-lo com mais clareza. Investigar o que realmente causa esse medo? De que a pessoa tem medo? O medo se alimenta da incompreensão, quando não sabemos com o que estamos lidando, ele tende a crescer e dominar a vida.

Ao compreendermos sua ação, nós podemos planejar ações que nos deem ferramentas de ação efetiva dentro das contingências", diz Bruno.
 
O psicólogo cita a 'insônia' como uma das consequências deste medo pela situação política. "É aconselhável procurar ajuda de um profissional, como um psicólogo ou psiquiatra, para que ocorra uma avaliação adequada da intensidade e causa do problema.

Em paralelo a isso podemos pensar em uma higiene básica do sono, que consiste em tomar alguns cuidados como evitar o consumo de notícias ligadas ao clima politico perto de dormir, aumentar ou iniciar a pratica de exercícios físicos, e retomar os relacionamentos íntimos".
 
Sobre a retomada dos relacionamentos perdidos por confrontos na eleição, Bruno diz não ter 'receita' para isso, mas reafirma: "Sem dúvida é importante resgatar os laços mais íntimos, pois eles são considerados importantes fatores de proteção social e psicológica. E já temos diversas pesquisas mostrando que os relacionamentos mais íntimos estão diretamente ligados a qualidade de vida.

No entanto é difícil definir uma receita de como fazer isso. Um passo que deve existir é o respeito. Momentos de polarização como o que vivemos no Brasil nos convidam a exercitar o respeito por formas de ver e pensar o mundo que diferem das nossas. Esses momentos também servem para que possamos perceber partes difíceis de olhar na nossa personalidade e nas pessoas que nos são próximas.

É preciso um tempo para acolher isso e construir novas formas de relacionamento. Mais honestas provavelmente, e que podem por isso ser de melhor qualidade também".
 

Postado em 06 de Novembro, às 17:11 por Toy Guimarães 0 comentários

Nem sempre é para sempre

Aquela paixão parecia ser eterna, perfeita, mas chegou ao fim. A dor da separação é insuportável, uma perda imensa. O que fazer para ter forças e seguir em frente se a vontade é só ficar isolada do mundo? Como preparar o coração para abrir espaço para um novo amor?

Se a relação terminou, você provavelmente não reparou nos sinais de que ela havia deixado de ser maravilhosa há algum tempo, ou preferiu ignorá-los.

Este é o momento de fazer uma autoanálise e refletir a respeito dos erros e acertos, sem procurar culpados.

A felicidade não foi eterna como você queria, mas valeu enquanto durou. Neste momento de fragilidade de sentimentos e até da autoestima, dê um tempo a si mesma. Vale falar, desabafar, chorar, mas deixe doer.

Todas as separações que envolveram um grande amor têm o seu período de luto. É só a primeira etapa do processo. Aceite-a com serenidade. Acredite que a dor vai passar, tudo passa.

Por mais que seja dolorido, afaste-se do seu ex. Talvez, um dia, vocês até possam ser amigos, mas não agora. Corte os vínculos, mantenha a distância para evitar sofrimentos desnecessários.

Controle a vontade de seguir a pessoa pelas redes sociais, de procurar saber o que ele anda fazendo por amigos em comum e também não saia falando mal dele por aí. Nada disso irá trazê-lo de volta e muito menos ajudará você a esquecer. Não se torture. Você precisa seguir em frente. 

Depois de secar as lágrimas, é tempo de ocupar o seu tempo com hobbies, procurar fazer algo diferente que proporcione prazer e preencha as suas horas ociosas. Um novo curso poderá trazer uma motivação extra, explore uma habilidade.

Pratique atividade física, o seu organismo será estimulado a produzir substâncias relacionadas ao bem-estar. Cerque-se dos seus amigos, evite ficar em casa sozinha rodeada de lembranças. Mude a decoração, o jogo de lençol, enfeite a sua casa com flores.

Você merece!

Aprenda a se aceitar, a ser gentil e amorosa consigo mesma. A autocompaixão é tão importante quanto à autoestima! E, de uma vez por todas, comece a se amar! Você é a sua melhor companhia, antes de tudo.

Estar sozinha pode ser compensador, é o momento de se conhecer profundamente, descobrir o que move você pela vida. Ouse se permitir uma transformação.

Deixe para trás tudo aquilo que não oferece mais satisfação, afinal, você pode assumir os seus desejos e fazer diferente de agora em diante.

Passado o momento inicial de extrema fragilidade, você perceberá que o relacionamento frustrado acrescentou mais experiência na bagagem. É hora de voltar a sonhar e abrir espaço no coração. Respire fundo e siga sem medo.

Com mais maturidade, esteja pronta para vivenciar novas experiências. Não importa quanto tempo as relações durem, o mais importante é aquilo que acrescentaram às nossas vidas. Sim, finais felizes existem! Seja persistente e você encontrará o seu!

Postado em 05 de Novembro, às 11:59 por Toy Guimarães 0 comentários

Entenda cinco formar de lidar com conflitos e qual o melhor caminho

Conflitos nos tempos atuais são inevitáveis nas empresas, principalmente quando essas atravessam por dificuldades. Estar numa situação de conflito provoca um estado de pressão interna não calculado, podendo nos levar à um comportamento errado que pode prejudicar todo processo de trabalho.

Assim, entender e saber as técnicas de administração de conflito são cruciais para adquirir habilidades e maturidade para lidar de forma assertiva em situações de temperatura e pressão fora da normalidade. Tudo focando chegar a um acordo final que satisfaça todas as partes envolvidas.

Com base nesse objetivo existem algumas formas de administrar conflitos. Lembrando que o indivíduo pode estar em duas dimensões básicas, a assertiva, que busca atender os interesses próprios, e a cooperativa (passiva), que procura satisfazer os interesses dos outros.

Com base nosso são cinco formas para o tratamento de conflitos:

Competição - no primeiro estilo o indivíduo está em um nível alto de assertividade, buscando seu interesse próprio, mas com baixa cooperação.

Nesse estilo a pessoa é agressiva e prevalece o poder. Sendo assim, o indivíduo não será assertivo, mas agressivo.

Acomodação - já no segundo estilo o indivíduo tem pouca assertividade e alta cooperação. Ele se autossacrifica para satisfazer a vontade de outra parte e abre mão do seu direito, se tornando passivo e não se posicionando com franqueza. Desta forma o indivíduo não é assertivo em seu comportamento.

Afastamento – nesse terceiro estilo, o indivíduo possui pouca assertividade e cooperação. Se afasta do problema e abre mão dos seus direitos. Ele se torna passivo e não é assertivo em seu comportamento.

Acordo - no quarto estilo nem a assertividade e a colaboração estão em seu estágio latente, nesse ponto o indivíduo abre mão de alguma coisa e outra parte também. Não há ação do ganha-ganha cem porcento, e ambos saem perdendo.

Colaboração - quinto e último é o estilo de administração de conflito assertivo.

O indivíduo busca entender a outra parte e aprender com os erros, sem deixar que seus direitos sejam suprimidos ou esquecidos.

Ao colaborar o indivíduo vê o outro como próximo e busca resolver o conflito de forma satisfatória para ambos os lados.

Como pode ver, das maneiras existentes, é claro que a resposta mais interessante é a última – colaboração, contudo, se não houver uma capacitação para essa postura, partiremos para os tratamentos errados e o resultado não será satisfatório.

Postado em 26 de Outubro, às 16:57 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

O olhar do profissional de RH para a fragilidade emocional dos profissionais em transição de carreira

O desemprego quase sempre nos pega de surpresa. Mesmo em momentos de crise, por mais esperada que seja, essa notícia costuma gerar um ciclo de reações. Muitos demoram um tempo para entender e aceitar. O estresse decorrente das incertezas sobre o futuro costuma causar grande angústia e apreensão. 

A situação tende a se agravar se o cenário não se mostrar promissor, como tem sido o caso de muitos. Depois de alguns meses e tentativas frustradas de recolocação, o desânimo tende a aparecer. Nessas horas, é fundamental poder contar com o apoio da família e dos amigos. A situação pede que se ande de cabeça erguida, mantendo a autoestima e o pensamento positivo.
 
Procurar emprego dá trabalho e é preciso foco e dedicação. O profissional deve elaborar currículos e se candidatar a vagas, se colocando à disposição do mercado. É fundamental fazer networking, ativando a rede de contatos. Participar de cursos e eventos também é uma ótima oportunidade para conhecer pessoas novas e fazer relacionamento que podem gerar oportunidades de trabalho. Há várias opções gratuitas.   
 
Por mais difícil que seja, é importante manter a motivação e a energia, entendendo que isso é uma tempestade passageira. O profissional precisa identificar suas qualidades e se valorizar. Precisa estar consciente de todas as suas conquistas e potenciais, demonstrando garra para encarar uma nova oportunidade de trabalho. Quem contrata quer ver brilho nos olhos.
 
Por outro lado, cabe ao recrutador entender que está lidando com um ser humano. Ele precisa acolher o candidato e entender seu momento. Não há motivos para desqualificação, ainda que aquele profissional não seja o mais adequado para a vaga em andamento. Informar sobre as etapas do processo e dar feedback é essencial. O profissional de RH também tem o papel de combater qualquer tipo de discriminação em relação aos candidatos.
 
Com os altos índices de desemprego, aceitar uma redução de salário ou mesmo uma oportunidade em uma área diferente da que se está acostumado é uma possibilidade. É preciso estar aberto para adaptações e verificar se elas condizem com a sua realidade. Em função da grande oferta de profissionais disponíveis, muitas empresas tendem a jogar salários para baixo e exigências para cima.
 
O trabalho, além de ser um apoio financeiro ou salarial, também pode ser considerado uma fonte de bem estar e equilíbrio psicológico e social. É preciso desenvolver a empatia, tendo um olhar humano para o profissional. Acima da habilidade técnica, deve estar a habilidade humana. Só assim conseguiremos combater toda a fragilidade que o desemprego, por si só, costuma gerar.
Fernanda Andrade é Gerente de Hunting e Outplacement da NVH - Human Intelligence.

Postado em 24 de Outubro, às 15:38 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Imortal e culto, “Taurino já nasceu grande”

A Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) sedia o lançamento do extraordinário livro Hermenêutica da Desigualdade: uma introdução às Ciências Jurídicas e também Sociais, de Taurino Araújo, CBJM e, aqui, fico eu imaginando o prazer estético experimentado pelo imortal Nelson Cerqueira, perito na arte de desvendar sentidos em meio às entrelinhas textuais, ao reler tantos autores no tempo-espaço desta teoria da interpretação e concluir que tal obra seja au-delá de Sócrates, Platão e Aristóteles, revolucionária de todo o pensamento ocidental.

Cultor do universo tedesco, através do qual se aprofundou nas Letras, na Hermenêutica e, sobretudo na Literatura Comparada, o texto de Nelson Cerqueira testifica o totalizador e humanístico impacto de Taurino Araújo ter alçado a desigualdade (tema idêntico global por excelência) a conceito jurídico fundamental. Daí dirigir, em direção a Taurino, tanto a vista crua que se depara com a lavra de uma pedra rara, quanto o telescópio que lhe sinaliza o real sentido e alcance ou, ainda, o microscópio em direção à profundeza das possibilidades denotativas e conotativas da obra, sobre a qual já se debruçaram sujeitos dos mais variados matizes intelectuais e culturais o que a torna, no mínimo, uma ode à Língua Portuguesa e seus utentes, eloquente forma de difusão da cultura da Bahia e do Brasil em sua pluralidade de manifestações pela dignificação e independência da intelectualidade brasileira e sua imortalidade ou, na síntese de Agenor Sampaio Neto, literário e apoteótico “tema para doutorado e para samba-enredo”.

É assim que, no âmbito da filosofia e mito de Hermes, Nelson Cerqueira acaba testemunhando, em face do extraordinário resultado de pesquisa e crítica obtido por Taurino, que mesmo as ciências exatas surgiram da comparação das chamadas “novas disciplinas” ou dos campos indisciplinares por que Taurino Araújo passeia com tanta desenvoltura. Também a Literatura Comparada, conforme postula Marc Ancel, devolveu-se em ambiente alemão, tal a Teoria Geral do Direito [declínio ou morte?!].

Para Manuela Motta esses tantos diálogos constituíram também excepcional miscelânea, polianteia de possibilidades literárias em sentido amplo, pois a linguagem em Taurino Araújo, além do fundo científico e denotativo, por sua escancarada abrangência, é mesmo um saboroso elemento de interação social, no qual o sentido polifônico se impõe através de um excepcional e significativo entrelaçar de ideias ao qual já se atribuiu tantos usos no âmbito do Governo, Negócios, Educação, Direito, Saúde e Terceiro Setor; análise, terapia, método, filosofia, pedagogia, autoeducação... Conheço Taurino há 40 anos. Imortal e culto, “Taurino já nasceu grande”!

Postado em 23 de Outubro, às 03:46 por Ivanildo Bastos 0 comentários

O olhar do profissional de RH para fragilidade emocional dos profissionais

O desemprego quase sempre nos pega de surpresa. Mesmo em momentos de crise, por mais esperada que seja, essa notícia costuma gerar um ciclo de reações. Muitos demoram um tempo para entender e aceitar. O estresse decorrente das incertezas sobre o futuro costuma causar grande angústia e apreensão. A mudança brusca e repentina na rotina faz com que muitos cheguem até a quadros depressivos.
 
A situação tende a se agravar se o cenário não se mostrar promissor, como tem sido o caso de muitos. Depois de alguns meses e tentativas frustradas de recolocação, o desânimo tende a aparecer. Nessas horas, é fundamental poder contar com o apoio da família e dos amigos. A situação pede que se ande de cabeça erguida, mantendo a autoestima e o pensamento positivo.
 
Procurar emprego dá trabalho e é preciso foco e dedicação. O profissional deve elaborar currículos e se candidatar a vagas, se colocando à disposição do mercado. É fundamental fazer networking, ativando a rede de contatos. Participar de cursos e eventos também é uma ótima oportunidade para conhecer pessoas novas e fazer relacionamento que podem gerar oportunidades de trabalho. Há várias opções gratuitas.   
 
Por mais difícil que seja, é importante manter a motivação e a energia, entendendo que isso é uma tempestade passageira. O profissional precisa identificar suas qualidades e se valorizar. Precisa estar consciente de todas as suas conquistas e potenciais, demonstrando garra para encarar uma nova oportunidade de trabalho. Quem contrata quer ver brilho nos olhos.
 
Por outro lado, cabe ao recrutador entender que está lidando com um ser humano. Ele precisa acolher o candidato e entender seu momento. Não há motivos para desqualificação, ainda que aquele profissional não seja o mais adequado para a vaga em andamento. Informar sobre as etapas do processo e dar feedback é essencial. O profissional de RH também tem o papel de combater qualquer tipo de discriminação em relação aos candidatos.
 
Com os altos índices de desemprego, aceitar uma redução de salário ou mesmo uma oportunidade em uma área diferente da que se está acostumado é uma possibilidade. É preciso estar aberto para adaptações e verificar se elas condizem com a sua realidade. Em função da grande oferta de profissionais disponíveis, muitas empresas tendem a jogar salários para baixo e exigências para cima.
 
O trabalho, além de ser um apoio financeiro ou salarial, também pode ser considerado uma fonte de bem estar e equilíbrio psicológico e social. É preciso desenvolver a empatia, tendo um olhar humano para o profissional. Acima da habilidade técnica, deve estar a habilidade humana. 

Postado em 16 de Outubro, às 15:46 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

75% das MPE baianas utilizam a internet para potencializar os negócios

Um levantamento realizado pelo Sebrae apontou que a internet é o principal meio de potencializar os negócios para 75% dos micro e pequenos empresários baianos. O número é da Pesquisa sobre Transformação Digital, realizada pelo Sebrae Nacional, que celebra o Dia da Micro e Pequena Empresa nesta sexta-feira (5), em comemoração à aprovação do Estatuto da MPE, por meio da Lei 9.841, de 1999.

Outro dado importante diagnosticado pelo Sebrae foi a relevância da internet na busca por soluções. Pelo menos 41% dos micro e pequenos empresários na Bahia procuraram informações na rede mundial de computadores para resolver problemas do negócio (o Google é principal fonte de ajuda) e 16% contrataram ou tentaram contratar um serviço financeiro, como empréstimos e financiamentos, pela internet.

A pesquisa realizada pelo Sebrae apontou também que grande parte (89%) das micro e pequenas empresas baianas se comunicam com clientes e fornecedores através da web. O estudo indica que 17% dos micro e pequenos negócios possuem página na internet e 31% utilizam Facebook, sendo o WhatsApp (68%) o principal meio de comunicação.

A transformação digital das micro e pequenas empresas baianas também se mostrou na busca pela diversificação de canais para ampliação das vendas. A pesquisa apontou que 24% dos empresários entrevistados tentou vender seus produtos ou serviços pela internet.

Mesmo com grande número de micro e pequenos empresários conectados no estado, pouco mais da metade (53%) faz a gestão financeira do negócio em um caderno ou papel e apenas 21% utilizam uma planilha eletrônica. Dos empreendedores entrevistados, 26% utilizam softwares para gerir suas empresas.

A Pesquisa sobre Transformação Digital entrevistou 229 empresários baianos, cujos negócios estão enquadrados como empresa de pequeno porte (EPP), microempresa (ME) e microempreendedor individual (MEI). De abrangência nacional, o levantamento ouviu 6.022 empresários.

Postado em 10 de Outubro, às 15:48 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

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