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Sete passos para recolocação profisisonal

O índice de desemprego ainda é alto e ainda se observa um grande desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado de trabalho, desemprego ainda é alto e ainda se observa um grande desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?

Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para seu reposicionamento.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais, por isso se controle. Além disso, agir por impulso de induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos. Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico. 

Passos para se reposicionar

A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:
1.    Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;
2.    Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;
3.    Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;
4.    Cuidar da imagem pessoal é tão importante quantos os demais itens, demonstram autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;
5.    Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;
6.    Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.
7.    Tenha transparência e autenticidade, esses pontos que atraem as empresas, portanto, não queira construir um personagem, seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito!

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

Celso Bazzola, consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH.

Postado em 21 de Março, às 21:13 por Adileuza Barreto 0 comentários

Manter uma boa comunicação é essencial para o bem estar do idoso

A população idosa vem crescendo no Brasil. Em 2020 o país deve ter 32 milhões de pessoas com mais de 60 anos. Os avanços médicos e tecnológicos são fatores que colaboram para o aumento da longevidade, mas é preciso lembrar também dos males que a idade avançada acarreta. Um deles é a perda de audição.

A dificuldade de ouvir atinge grande parte da população idosa e gera problemas de comunicação, acarretando situações constrangedoras na família e no dia-a-dia em sociedade. E o pior: essa incapacidade auditiva, com o decorrer do tempo, pode levar ao isolamento social progressivo e à depressão, principalmente se o indivíduo também tiver outras limitações funcionais, como dificuldade para andar.

“O ser humano é um ser social, por isso a comunicação e o relacionamento são aspectos primordiais na vida. Não existe ser humano sem comunicação. Mesmo assim, não é fácil falar sobre deficiência auditiva por causa da resistência que as pessoas têm em admitir a surdez. Mas trazer à tona o problema é a melhor coisa a fazer. Uma das soluções possíveis é o uso de aparelhos auditivos, que resulta em melhoras significativas na qualidade de vida do idoso”, afirma a fonoaudióloga Isabela Carvalho, da Telex Soluções Auditivas.

A hereditariedade e a exposição frequente a ruídos altos, ao longo da vida, são os principais fatores que contribuem para a perda de audição na terceira idade - chamada de presbiacusia. O zumbido no ouvido também pode ser um sinal de dano auditivo. Outra evidência é a dificuldade do idoso para entender uma conversa ou ouvir o noticiário da TV, por exemplo.

A imensa maioria dos pacientes demora vários anos para procurar ajuda médica para tratar da dificuldade de ouvir. Este fato ocorre, em parte, devido ao início lento da perda auditiva, bem como ao estigma negativo associado ao uso de aparelho.

Com a vida moderna e as várias opções de lazer e atividades físicas e culturais, a quebra do preconceito em relação ao uso de aparelhos de audição é fator primordial para que o idoso aceite sua limitação auditiva, procure ajuda e mantenha-se ativo. 

"A audição é fundamental para mantermos uma boa comunicação em nosso dia-a-dia, seja em casa, no trabalho ou no convívio social; e atualmente os aparelhos são discretos, muito melhores do que aqueles de quinze, vinte anos atrás, tanto em termos de tecnologia quanto de design”, lembra a fonoaudióloga.

É muito frequente os familiares injustamente descreverem o idoso portador de deficiência auditiva como confuso, desorientado, distraído, não colaborador e zangado. Segundo especialistas, muitas pessoas já experimentam algum grau de perda da audição a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo. O processo é diferente em cada um, mas aproximadamente uma em cada dez pessoas nesta faixa etária tem dificuldade para ouvir. Depois dos 65 anos, a perda auditiva tende a ser mais severa. Por isso, o melhor é procurar um especialista aos primeiros sintomas de perda auditiva. 

 “O uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate sua autoestima. Infelizmente, muitas vezes, quando se procura tratamento, o caso já está grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva e com o decorrer dos anos a deficiência atinge um estágio mais avançado”, explica Isabela Carvalho.

Qualquer pessoa que sinta algum desconforto na audição deve procurar um otorrinolaringologista. É imprescindível diagnosticar a deficiência auditiva, identificar suas causas e tratá-la o mais precocemente possível. Na maioria das vezes, o uso do aparelho auditivo transforma a vida do usuário, devolvendo a sua confiança ao ouvir os sons do mundo a sua volta. 

Postado em 21 de Março, às 21:07 por Adileuza Barreto 0 comentários

Série de fotos homenageia Dia Internacional da Síndrome de Down

Hoje é um dia para celebrar o amor. No Dia Internacional da Síndrome de Down, o fotógrafo Brunno Carone, do Mukua Kids, traz um ensaio emocionante sobre amor e acolhimento em família.

Para comemorar o dia 21/03, o fotógrafo clicou a família em cenário lúdico. “Registramos o amor de uma família, o carinho e o envolvimento entre irmãos. Um dos trabalhos mais emocionantes que já realizamos no estúdio”, comenta Carone.

Abaixo, confira o ensaio para comemorar o Dia Internacional da Síndrome de Down. Os créditos são para Mukua Kids.

Postado em 21 de Março, às 20:58 por Adileuza Barreto 0 comentários

Entregar a Declaração de Imposto de Renda antes ou deixar para a última hora?

Sempre se fala sobre a mania que o brasileiro possui de deixar para entregar a declaração de Imposto de Renda Pessoa Física para a última hora. Contudo, será que sempre será benéfico seu um dos primeiros a entregar esse documento?

Segundo o diretor tributário da Confirp Consultoria Contábil Richard Domingos, a recomendação é preparar a declaração com bastante antecedência, já a entrega dependerá de cada caso. A partir da declaração pronta chega um momento de análise da melhor data de entrega.

“Os contribuintes confundem elaborar a declaração com a entrega do documento. É importante que se saiba que pode estar com o documento totalmente preparado e mesmo assim planejar a melhor data de entrega, que dependerá de variáveis como: situação financeira do contribuinte, se vai ter restituição ou se terá que pagar impostos ao governo, dentro outras questões”.

Contudo, Richard Domingos reforça um alerta: “pode ser interessante planejar o prazo de entrega e não a elaboração do documento. O ideal é já ter a declaração preparada o quanto antes, caso o contrário poderá enfrentar diversos problemas, como falta de documentos ou falta de tempo de análise de opções”

Outro ponto que deve ser levado em consideração é a possibilidade de congestionamento no sistema nas últimas horas de entrega. Por mais que a Receita Federal veja se aprimorando, não se deve confiar totalmente, assim, mesmo que deixe para os últimos dias, não deixe para o limite do prazo.

Veja quando que o diretor da Confirp montou detalhando vantagens e desvantagens de entregar rapidamente a declaração:

Vantagens de entregar antes:

Contribuintes que possuem Imposto a Restituir e estão necessitando de recursos financeiros receberão logo nos primeiros lotes;
Se livra do compromisso e do risco de perda do prazo;
Possuir mais tempo para ajustes da declaração e para buscar documentos perdidos ou extraviados;
Possuir mais tempo para conferir a declaração para entrega dos documentos sem omissões ou erros.
Vantagem em entregar nos últimos dias:

Contribuintes que possuem Imposto a Restituir e não estão necessitando de recursos financeiros, poderão restituir nos últimos lotes gerando uma correção monetária muito maior que a maioria das aplicações financeiras pagariam (Juros Selic), e detalhe, sem incidência de imposto de renda sobre o rendimento obtido;
Quem tem que pagar novos valores de impostos terá como melhor planejar o caixa para esse pagamento, pois postergará o prazo.

Postado em 21 de Março, às 20:51 por Adileuza Barreto 0 comentários

"Contratar um colaborador com Down transformou nossas vidas"

Hoje, dia mundial da Síndrome de Down, 21 de março, histórias positivas abrilhantam a data e mostram que felizmente o Brasil está caminhando para um cenário de mais inclusão e empatia. Uma destas histórias é o caso do ‘Neco’, que tem Down e trabalha na Apsen Farmacêutica há 12 anos e demonstra competência profissional e dedicação ao trabalho, recebendo de volta amor e reconhecimento de todos.

A empresária e diretora executiva da Apsen, Renata Spallicci conta como foi o início desta integração do Neco aos quadros da empresa: “O Neco é filho do seu Manuel e da Dona Maria, donos de um bar que ficava em frente a Apsen. Então um dia meu pai teve a vontade de contratá-lo, com um projeto de inclusão para a região em que a está situada. No início ele não conversava tanto e tinha um vocabulário muito restrito e ele se desenvolveu muito. Ele atua no financeiro e faz um trabalho de office boy interno. A partir daí desenvolvi um relacionamento muito próximo com a familia do Neco. Hoje o pai dele ja é falecido, mas somos próximos da mãe, das irmãs, sobrinhos e isso é muito importante tanto pra nós como para eles”.

Renata elogia o trabalho do colaborador e seu comportamento no ambiente da empresa: “Ele é um ótimo colaborador, leva e traz documentos, conhece todo mundo na empresa, conhece os processos e também é muito querido aqui por todos. O Neco tem um ótimo senso de humor, é muito engraçado e isso nos contagia positivamente. Ele traz para o ambiente corporativo muito mais leveza e amor, é divertido trabalhar com ele. Todos os colaboradores tem um carinho por ele muito grande e existe uma sinergia, uma recíproca”.

A empresária afirma que a contratação não trouxe apenas benefícios ao colaborador, mas também a todos na empresa: “O Neco está conosco há mais de 12 anos. Antes ele tinha apenas o convívio com a própria família até entrar pra Apsen, então isso foi importante para o desenvolvimento social dele. Na época que ele veio para a empresa trabalhava no mesmo departamento que ele, o financeiro, então ficamos muito próximos e essa proximidade me ensinou muita coisa. Lembro que um dia ele entrou na minha sala e disse que estava feliz e perguntei o motivo, e ele disse ‘está sol’. Isso me fez refletir e mudou minha postura diante de algumas situações da vida. Às vezes não damos valor às coisas e em meio aos nossos problemas, dai esquecemos de ver a beleza da vida. E o Neco está ali para nos lembrar disso e mostrar com o próprio exemplo de superação que a vida pode ser melhor se decidirmos mudar nosso posicionamento e ‘ver o sol’ mesmo em meio a tempestades”.

Postado em 21 de Março, às 20:42 por Adileuza Barreto 0 comentários

O amor vence os desafios do transtorno de déficit de atenção

As famílias que convivem com os portadores do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) percorrem um labirinto com muitas entradas e becos escuros até encontrar a luz no fim do túnel. O início é marcado quase sempre por uma fase cheia de interrogações e os caminhos são tortuosos até a evolução para a saída.

A pura e simples distração da minha filha como também o chamar e não ser atendida da primeira vez eram situações que me deixavam frustradas. Na escola, era comum ela esquecer ou perder os materiais. Ela também era mais lenta que as outras crianças na execução das tarefas ou simplesmente deixava as tarefas pela metade.

A minha primeira reação foi me perguntar se havia algo errado ou não. Mas com o passar do tempo, vi que não era normal. Depois de uma sugestão da escola para realizar uma avaliação psicológica e posterior consulta médica, recebi o resultado final de TDA (Transtorno de Déficit de Atenção). Para o pai e a mãe, a difícil aceitação de que tem algo de errado com o filho (a) e a indignação também fazem parte do processo.

No entanto, temos de seguir em frente. É preciso aceitar, contar para família, escola e amigos. Buscar auxílio médico e estudar bastante para entender sobre como ajudar a criança. Na minha época, havia poucos livros. Hoje, temos mais recursos para pesquisar.

A primeira lição é que o TDA vai muito além das dificuldades na escola com cálculos ou em matérias teóricas. Por exemplo, é comum a criança ficar abalada emocionalmente por conta de bullying. Alguns se sentem excluídos dentro da sala de aula, o que gera baixa autoestima e depressão.

Por isso, o acompanhamento dos pais é fundamental. É importante saber que dia após dia aparecem novas dificuldades. A adolescência também traz novos desafios. Os pais precisam de uma preparação psicológica para dar conta, além de discernimento, conhecimento, perseverança e o mais importante, o amor. O TDA não é fácil. Cada dia é um novo problema. Tem que ter força e fé.

Com a minha filha, precisei fazer o acompanhamento com uma equipe multiprofissional, com médico, psicólogo e psicopedagogo. Em casa, o cuidado era redobrado. Era necessário ajudar a organizar os estudos, fazer constantes lembretes, criar cronogramas, impor rotinas entre outras táticas.

Houve ainda necessidade de uso de medicamento. Também fomos trocando de profissionais e de remédios até acertar o melhor para ela. Por exemplo, a psicóloga pode até ser boa, porém, quando a criança não se adapta, não funciona. Tem que haver uma troca entre paciente e profissional para acontecer a aceitação do tratamento.

Por isso, é tão importante que os pais mostrem paciência com as dificuldades dos filhos. É necessário saber que paciência é uma arte, porque diante de tantas negações e reclamações, a tendência deles é caminhar para a desistência. A vontade de ver o filho vencer derruba qualquer barreira causada pelo cansaço. 

Acredite sempre no poder do amor e da insistência. O reconhecimento dos filhos pode até demorar, mas ele vem. Entenda também que a luta contra o transtorno não tem um final. O que há é o entendimento e a aceitação da condição, além da certeza de que a pessoa pode ser feliz e realizar tudo o que quiser.

Postado em 20 de Março, às 20:54 por Adileuza Barreto 0 comentários

Confira a Coluna da Dra. Ellen Lopes "O mito dos hormônios nos frangos"

É comum escutar hoje em dia que frangos criados em granjas são tratados com hormônios. Esta noção, já disseminada pelos quatro cantos do Brasil, é mito, ou fake news, como se tornou comum dizer por aí. Muitos assumem que frangos necessitam de hormônios para apresentar uma boa performance produtiva, mas isso não é verdade. A desinformação, inclusive, chega a ser uma afronta às centenas (e quiçá milhares) de cientistas e pesquisadores que trabalharam anos a fio para criar frangos maiores e mais saudáveis.

Foi necessária muita pesquisa na área de genética, nutrição e no manejo da produção de aves para que os frangos atualmente tivessem maior peso e crescessem de forma mais rápida que no passado, para assim fornecer proteína de alta qualidade a um preço mais acessível para todos.

A moderna pecuária prevê alimentação balanceada, cuidados constantes com a saúde dos animais, além da preocupação com o bem-estar animal. Fatores estes que, em conjunto, propiciam um crescimento mais acelerado e muito mais eficiente do frango.

Então, onde entra o hormônio? Simples: ele não entra em lugar nenhum. As embalagens com o selo “hormone free” existem apenas por razões de marketing, e não para alertar o consumidor sobre qualquer coisa que possa ser útil. É absoluto: não se cria frangos ou galinhas tratando-os com hormônios.

Há, inclusive, um problema de logística para aplicar hormônios em galinhas ao redor do Brasil: para ser eficaz, o hormônio teria que ser injetado. Imagine só, em uma granja com mais de 10.000 aves, a demanda de funcionários para aplicar a injeção em cada frango!

No Brasil, como em outros países, há até legislação: a Instrução Normativa 17 de 2004, que proíbe a utilização de qualquer hormônio em aves. Há diversos estudos, também, que mostram que não há vantagem nenhuma na prática, seja ela técnica ou econômica.

Então, vamos um ponto final nessa história. O frango, a carne mais consumida no Brasil, está 100% livre de hormônios. Coma sua asinha de frango no churrasco, o peito de frango no almoço ou a canja de galinha à noite sem medo!!!

 

*A Dra. Ellen Lopes atua há 40 anos em todos os elos da cadeia de alimentos, desde a indústria, foodservice, varejo, até estocagem e distribuição. É mestre e Ph.D. em Ciência dos Alimentos pela USP, Especialista em Cultura de Segurança de Alimentos e fundadora da Food Design Consultoria.

Postado em 19 de Março, às 10:26 por Yago Lázaro 0 comentários

A retomada do setor de construção civil

O setor de construção civil sofreu muito com a crise dos últimos anos. Mas, felizmente, desde o final de 2018, nota-se uma retomada na confiança, o que já representa um crescimento nas vendas de imóveis. As perspectivas voltaram a ser otimistas.

Com o PIB previsto para avançar 2,5% em 2019, o setor de construção estima crescer até 2%, como apontam dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e o Sindicato da Indústria de Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Muito disso se deve à esperança da população no novo governo e à expectativa de estabilidade política e econômica.

Contudo, assim como vários mercados, o setor imobiliário também passa por transformações importantes. A busca pelo acesso em vez da posse tem feito com que algumas construtoras passassem a construir condomínios não com a intenção de vender os apartamentos, mas sim de alugá-los. Uma grande mudança de paradigma para o modelo de negócio.

Outra vertente de mudança é a de imóveis cada vez menores. Com menos filhos, a necessidade de espaço diminui, fazendo com que a localização se torne muito mais importante do que o espaço. Nesse sentido, imóveis modulares, onde um quarto se transforma em sala em questão de segundos, registram franca expansão.

Mais conscientes, as famílias não abrem mão de imóveis mais sustentáveis. Condomínios com sistemas de reuso de água, irrigação inteligente das áreas verdes e painéis solares para produção de energia limpa são cada vez mais procurados.

Construções com fachadas verdes e amplos jardins que proporcionem momentos de relaxamento e bem estar estão no topo das prioridades de quem busca um imóvel com apelo ambiental. Além de mais conforto térmico, redução da poluição sonora, visual e do ar, moradores de várias cidades do país já começam a se beneficiar de iniciativas como o IPTU Verde, que faz uma redução gradativa no imposto de acordo o nível de sustentabilidade do imóvel.

Além de economia nas contas de energia, água e IPTU, outra grande vantagem desses investimentos sustentáveis é a valorização do imóvel. Pesquisas mostram que casas e apartamentos com práticas mais sustentáveis chegam a valer até 30% mais.

Construtoras que se atentarem a todas essas tendências certamente verão uma rápida recuperação em seus mercados. Entender as demandas, necessidades e preferências dos clientes será sempre o melhor antídoto contra qualquer crise.

Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec.

Postado em 19 de Março, às 09:50 por Yago Lázaro 0 comentários

Bacalhau ou chocolate? O que fazer para lista de compras da páscoa?

É inegável que os portugueses trouxeram vários hábitos e tradições para o Brasil na época da colonização, inclusive o próprio catolicismo que foi inserido na nossa cultura. E são os católicos que seguem tradicionalmente o costume de se abster de carne vermelha durante toda a Quaresma, incluindo a Semana Santa, e principalmente, no domingo de Páscoa. Eles optam por comer peixe neste período, e um dos mais queridos e escolhidos na hora dessa substituição é o famoso bacalhau, espécie bastante conhecida em Portugal.

E com a páscoa chegando, a procura pelo peixe aumenta, pois, a data é uma ótima ocasião para reunir a família e uma oportunidade de apreciar uma bela bacalhoada. Obviamente, os ovos de chocolate estão nas listas de compras, mas, pesquisas mostram que os brasileiros estão optando cada vez mais pelo famoso bacalhau ao invés de gastar com os ovos de páscoa. E não é para menos, o custo elevado do produto faz com que as pessoas busquem outras alternativas e direcionem tempo e dinheiro para comprar um bom peixe para toda a família saborear.

No gosto dos brasileiros
De acordo com a pesquisa “Hábitos Alimentares dos Brasileiros – preferências, dietas e tendências de consumo”, realizada pela Banca do Ramon, na hora de escolher o que vai integrar o cardápio pascoal, 52% dos brasileiros entrevistados dizem que o bacalhau não pode faltar na mesa nesta data, 25% não dispensa o chocolate, 13% aprecia um bom vinho durante a refeição e 10% não dispensa um bom azeite de oliva para acompanhar os pratos.  

De acordo com a nutricionista consultora da Banca do Ramon, Nathália Gazarra, ter mais interesse pelo bacalhau do que pelo os ovos de páscoa reflete na mudança de hábitos alimentares que o brasileiro vem adquirindo nos últimos anos. “O chocolate sempre ocupou e ainda ocupa um lugar sagrado na páscoa, mas um bom bacalhau e um azeite boa qualidade tem chamado muito a atenção das pessoas, por estarem mais preocupadas em se alimentar melhor. Acredito que estamos num momento em que prestamos mais atenção na nossa alimentação. E o bacalhau está presente pelo menos duas vezes ao ano, sem contar que além de ser um prato saudável é super democrático, pois, pode ser feito de várias formas”, explica a especialista.

Na mesa, um bom bacalhau!
Por ser um prato que não é feito com frequência pela maioria das pessoas, muitas vezes surgem algumas dúvidas de como escolher um bom peixe para incluir no cardápio. Sendo assim, a nutricionista dá algumas dicas para não errar e escolher o melhor. “Um bom e verdadeiro bacalhau, normalmente, custa um pouco mais, então, quando é oferecido por um preço mais barato que o comum, talvez seja uma peça de um outro tipo de peixe e aí são sabores e texturas bem diferentes. Outro ponto importante a se atentar é o fornecedor, porque os peixes precisam estar climatizados e conservados”, ressalta.

O bacalhau tem várias possibilidades de receitas, e possui muitos benefícios para a saúde. Tendo em vista o alto valor nutritivo, é um peixe com baixo nível de colesterol e rico em ferro, magnésio e fósforo, além de vitaminas A, E e D. E para escolher um bom bacalhau, é importante prestar atenção nos seguintes fatores:

Aparência
Deve estar seco e sem sinal de umidade ao toque. O cheiro do bacalhau também é bem característico, se estiver diferente, é melhor procurar uma outra peça.

O que vem no pacote
Se for comprar um bacalhau que está embalado, se atente ao que vem junto com o peixe. Nada de rabo ou barbatanas, pois não são úteis no preparo.

Higiene do local
Hoje o bacalhau pode ser encontrado em vários locais, como feiras, empórios, mercado, etc. O espaço precisa estar limpo, com a temperatura adequada e atendentes devidamente uniformizados.

Tipos de bacalhau
Engana-se quem acredita que só existe um tipo de bacalhau disponível no mercado, vendidos de vários tamanhos (inteiro, postas ou em lascas), há opções para todos os gostos e preferências:

Bacalhau Gadus Morhua
De acordo com a nutricionista da Banca do Ramon, esse bacalhau é mais nobre de todos, ele possui uma carne mais branca e macia, e é proveniente do Atlântico Norte. “É um peixe que pode ser preparado de várias formas, as aparas laterais desfiam, então, elas rendem molhos, tortas e saladas. Além disso, seu filé é ótimo para ser assado”, detalha.

Bacalhau Saithe
Esse possui uma coloração mais escura e um sabor mais forte que o Gadus Morhua. Também fica macio quando é cozido, assim sua carne pode ser desfiada com mais facilidade. Para quem gosta de bolinhos de bacalhau, ensopados, tortas e pasteis, é uma ótima opção.

Bacalhau Gadus Macrocephalus
É originário do Pacifico Norte, mas é parecido com o Gadus Morhua. É possível diferencia-lo pelo rabo e também pelas barbatanas, pois, ele tem um bordado branco nas pontas. Ele também possui a pele mais clara e não desmancha em lascas perfeitas. O ideal é que seja feito em grandes pedaços.

Bacalhau Zarbo
É o menor de todos os tipos. Tem corpo alongado e quando é desfiado as lascas ficam mais duras. Também é indicado para pratos como bolinhos de bacalhau, ensopados, tortas e pirão, pois a textura do bacalhau não será tao importante nesses alimentos.

Bacalhau Ling
O sabor desse bacalhau é bem marcante e ele possui uma carne mais branca. Pode ser cortado em postas e pode ser usado em saladas de bacalhau ou fazê-lo em pedaços para ser grelhado ou cozido.

De acordo com a especialista, é importante conhecer o peixe que pretende comprar para que possa fazer os pratos mais adequados com cada tipo e aproveita-lo da melhor maneira possível. “É interessante saber como cada alimentos pode ser aproveitado, para que não haja desperdícios e até mesmo para que sejam saboreados em sua totalidade. Existe vários pratos que podem ser feitos com o bacalhau, mas nem todo tipo é recomendado para ser assado, por exemplo. Além disso, conhecê-los ajuda a não sermos enganados na hora da compra”, salienta.

Cuidado no consumo
Mesmo que seja delicioso e possua os mais variados tipos de receitas, ainda é necessário ter cautela no consumo deste tipo de peixe, por mais que não faça parte das refeições diárias corriqueiramente. Por isso, dessalgar o bacalhau é extremamente importante para que seja não apenas mais saboroso, mas também mais saudável, pois o bacalhau costuma ter muito sódio na sua composição. “É um peixe muito rico em fontes nutritivas, mas o preparo merece bastante atenção porque deve ser dessalgado da maneira certa, se não dessalgar da forma correta, acaba deixando o prato muito salgado ou até mesmo sem sal. O correto é deixa-lo em uma média de 36 horas na água com gelo, trocando o liquido, no mínimo, três vezes”, finaliza a nutricionista.

Postado em 18 de Março, às 22:08 por Adileuza Barreto 0 comentários

Água potável: direito da humanidade a ser preservado

O planeta apresenta, de fato, escassez de água potável. Segundo a Organização das Nações Unidas, 97,61% da água do mundo é proveniente dos oceanos e apenas 3% do total corresponde aos rios e afins que originam a água doce. Portanto, tão imprescindível quanto a humanidade utilizar de forma consciente esse escasso recurso, é a população ter acesso à água tratada para o consumo. Porém, infelizmente, não é isso o que acontece, já que cerca de 50% da população mundial ainda consome água não tratada e pelo menos 2,2 milhões de pessoas morrem anualmente em função do contato com água contaminada ou poluída.

Isso ocorre porque, de acordo com os dados do último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em 2017, cerca de três em cada dez pessoas no mundo não recebiam água potável em casa, e seis em cada dez também não contavam com um serviço de saneamento seguro.

No Brasil, de acordo com o último Ranking do Saneamento – 100 Maiores Cidades do Brasil produzido pelo Instituto Trata Brasil, os números nacionais sobre o assunto avançaram, mas bem pouco. Em 2016, os indicadores mostravam que 17% dos brasileiros ainda não eram abastecidos com água potável e que 48% não tinham coleta de esgoto.

O grande dilema então é ponderar o que cada um de nós pode fazer para evitar uma piora da situação. Há muitas campanhas na mídia para que as pessoas pratiquem um consumo responsável e evitem ao máximo desperdícios. Debate-se a importância de tomar banhos rápidos, de fechar a torneira enquanto lavamos uma louça ou escovamos os dentes, de usar água de reuso para lavar a calçada e veículos e assim por diante. Porém, há também perdas em algumas estações de tratamento de água utilizada na lavagem dos filtros e nas redes de distribuição.

Entre os motivos que levam a esse resultado está o fato de que existem estações de tratamento de água no Brasil (ETAs), representadas por empresas públicas e concessionárias privadas, que contam com estruturas e tecnologias em operação há muito tempo. São redes de distribuição antigas que ocasionalmente se rompem, sem dizer dos “gatos” que são feitos por parte de consumidores para desvio de água tratada, os quais comprometem a potabilidade com possíveis contaminações. É comum, por exemplo, que a água usada na lavagem de filtros e decantadores seja simplesmente descartada, gerando perda pela não reutilização neste processo.  Com investimento e controle adequado esse “desperdício” poderia ser evitado. Claro que para toda regra há exceção e, sendo assim, existem ETAs que reaproveitam essa água. Entretanto, elas ainda são poucas. 

Para reverter esta preocupante realidade, penso que o ideal é garantir investimentos, recursos na manutenção e mais tecnologia para um melhor serviço de tratamento de água. Nesse sentido, aponto dois caminhos como opção. Um deles é o uso do dióxido de cloro, que apresenta elevado potencial oxidante e desinfetante, além de não formar trihalometanos e ácidos haloacéticos, poluentes que contaminam a água. O outro é o cloro gás liquefeito, que pode ser usado tanto nas ETAs como na indústria de alimentos e bebidas, entre outros setores, para tratar da água residual, que posteriormente pode ser aproveitada inclusive pelo setor agrícola, um dos grandes consumidores de água potável. Este reaproveitamento para mais do que um único fim faz toda a diferença quando a pauta é evitar o desperdício de um recurso tão escasso como a água doce.

Com base em todos esses dados, dá para concluir o quão importante é um serviço de tratamento de água e o fornecimento de água potável para toda a população do planeta, não é mesmo? Que neste Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, todos nós possamos refletir sobre o tema e, mais do que isso, agir para transformar nossa realidade!

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.

. Segundo a Organização das Nações Unidas, 97,61% da água do mundo é proveniente dos oceanos e apenas 3% do total corresponde aos rios e afins que originam a água doce. Portanto, tão imprescindível quanto a humanidade utilizar de forma consciente esse escasso recurso, é a população ter acesso à água tratada para o consumo. Porém, infelizmente, não é isso o que acontece, já que cerca de 50% da população mundial ainda consome água não tratada e pelo menos 2,2 milhões de pessoas morrem anualmente em função do contato com água contaminada ou poluída.

Isso ocorre porque, de acordo com os dados do último relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em 2017, cerca de três em cada dez pessoas no mundo não recebiam água potável em casa, e seis em cada dez também não contavam com um serviço de saneamento seguro.

No Brasil, de acordo com o último Ranking do Saneamento – 100 Maiores Cidades do Brasil produzido pelo Instituto Trata Brasil, os números nacionais sobre o assunto avançaram, mas bem pouco. Em 2016, os indicadores mostravam que 17% dos brasileiros ainda não eram abastecidos com água potável e que 48% não tinham coleta de esgoto.

O grande dilema então é ponderar o que cada um de nós pode fazer para evitar uma piora da situação. Há muitas campanhas na mídia para que as pessoas pratiquem um consumo responsável e evitem ao máximo desperdícios. Debate-se a importância de tomar banhos rápidos, de fechar a torneira enquanto lavamos uma louça ou escovamos os dentes, de usar água de reuso para lavar a calçada e veículos e assim por diante. Porém, há também perdas em algumas estações de tratamento de água utilizada na lavagem dos filtros e nas redes de distribuição.

Entre os motivos que levam a esse resultado está o fato de que existem estações de tratamento de água no Brasil (ETAs), representadas por empresas públicas e concessionárias privadas, que contam com estruturas e tecnologias em operação há muito tempo. São redes de distribuição antigas que ocasionalmente se rompem, sem dizer dos “gatos” que são feitos por parte de consumidores para desvio de água tratada, os quais comprometem a potabilidade com possíveis contaminações. É comum, por exemplo, que a água usada na lavagem de filtros e decantadores seja simplesmente descartada, gerando perda pela não reutilização neste processo.  Com investimento e controle adequado esse “desperdício” poderia ser evitado. Claro que para toda regra há exceção e, sendo assim, existem ETAs que reaproveitam essa água. Entretanto, elas ainda são poucas. 

Para reverter esta preocupante realidade, penso que o ideal é garantir investimentos, recursos na manutenção e mais tecnologia para um melhor serviço de tratamento de água. Nesse sentido, aponto dois caminhos como opção. Um deles é o uso do dióxido de cloro, que apresenta elevado potencial oxidante e desinfetante, além de não formar trihalometanos e ácidos haloacéticos, poluentes que contaminam a água. O outro é o cloro gás liquefeito, que pode ser usado tanto nas ETAs como na indústria de alimentos e bebidas, entre outros setores, para tratar da água residual, que posteriormente pode ser aproveitada inclusive pelo setor agrícola, um dos grandes consumidores de água potável. Este reaproveitamento para mais do que um único fim faz toda a diferença quando a pauta é evitar o desperdício de um recurso tão escasso como a água doce.

Com base em todos esses dados, dá para concluir o quão importante é um serviço de tratamento de água e o fornecimento de água potável para toda a população do planeta, não é mesmo? Que neste Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, todos nós possamos refletir sobre o tema e, mais do que isso, agir para transformar nossa realidade!

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de 60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.

Postado em 18 de Março, às 21:50 por Adileuza Barreto 0 comentários

As eleições no Brasil parecem ainda não ter acabado

Muito embora o pleito eleitoral que escolheu o novo presidente do Brasil para o quadriênio 2019/2022 tenha se encerrado em outubro do ano passado, em eleições democráticas, parece que a eleição ainda não aconteceu e está em disputa um 3° turno, pois o clima de campanha acirrado e bipolarizado continua efervescente.

É notória a preocupação de muitos simpatizantes da esquerda e da direita, Lulistas e Bolsonaristas, melhor dizendo, em buscar justificativas e culpabilidade, bem como em estabelecer comparativos para demonstar quem errou mais ou quem errou menos nos diversos aspectos governistas.

É inegável o escândalo de corrupção que envolve o senador, filho do presidente, que contratou para assessores do seu gabinete todos os membros de uma mesma família, que recebiam os altos salários e devolviam a maior parte (prática comum entre os parlamentares, inclusive, o próprio presidente, que recebia auxílio moradia, mesmo morando em apartamento funcional) e a ligação ou proximidade da família Bolsonaro com milicianos, inclusive os presos pelo assassinato da vereadora carioca Marielle Franco.

Da mesma forma, não se pode obscurecer o laranjal plantado pelo PSL, partido do presidente, para desvio de verbas do fundo partidário, a escolha de alguns incompetentes e de investigados e envolvidos em escândalos para compor ministérios e outros cargos no governo federal.

Mas, esquecem-se os ora acusadores, que houve crimes nunca desvendados como o assassinato de Celso Daniel, ex-prefeito petista de Santo André, que não foram poucos os ministros dos governos petistas envolvidos em escândalos de corrupção, que houve enriquecimento meteórico do Lulinha, filho do ex-presidente Lula, como também da aliança petista com os ex-governadores cariocas Sérgio Cabral, Fernando Pezão e outros tantos caciques do PMDB que estão presos ou respondem a processos por milionários desvios de dinheiro público, a exemplo de Geddel Vieira Lima, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá, a família Sarney, Eduardo Cunha e outros tantos políticos, inclusive, petistas como José Dirceu, Antonio Palocci, José Genoino, Delúbio Soares, que envergonham a nação.

A verdade reinante é uma só: Antes eram os corruptos de esquerda defendidos por um monte de fanáticos que acreditavam e defendiam que Lula é um pobre coitado, que não sabia de nada de errado que se passava no seu governo, por isso, ainda saem às ruas ou vão às redes sociais defender o movimento “Lula Livre”. Agora são os lunáticos, incrédulos, que fizeram campanha e votaram num incompetente e tosco presidente que se intitulava e era defendido como o único político honesto do Brasil, que se recusam a acreditar que exista corrupção no governo e entre os políticos de direita, mesmo diante de um mar de evidências.

Seria cômico se não fosse trágico assistir a batalha atual entre Bozistas e Petralhas, para saber qual bandido de estimação roubou menos. O presidente, seu clã e muitos opositores demonstram alienação aos muitos problemas do país. Se morrem pessoas por rompimento de barragens, incêndios, enchentes ou se acontecem chacinas em escolas, não se discute o problema ou se respeita a dor das famílias, aproveita-se mesmo é a oportunidade para discutir e fazer política, cada lado defendendo sua bandeira.

Se importam e se empenham mais na discussão de ideologias, travando batalhas épicas nas redes sociais. Mas, não se poderia esperar outro comportamento, pois assim foi a campanha eleitoral que os elegeu.

O sistema político brasileiro é podre e nossa sociedade é formada por pessoas que nasceram e cresceram aprendendo (e vivem tentando) levar vantagem em tudo, mesmo que isso prejudique outras pessoas. Temos um poder judiciário justo apenas para aqueles que podem pagar. Nossos políticos, com raríssimas exceções, se mantêm no poder enriquecendo a si próprios e proliferando a miséria, manipulando eleitores e distribuindo migalhas.

A moeda tem dois lados, mesmo que com faces diferentes. Difícil mesmo é ela cair em pé. Infelizmente, não há virgens nos bordéis, acordem!

Postado em 18 de Março, às 15:26 por Yago Lázaro 0 comentários

As redes sociais estão roubando sua produtividade e seu tempo de vida

Uma das palavras mais recorrentes hoje no mundo corporativo é “produtividade”. No centro dessa palavra, está o famoso ditado: “tempo é dinheiro”. Assim como os alquimistas buscaram a pedra filosofal no passado, muitas pessoas atualmente buscam o segredo de ser mais produtivo.  

Ser produtivo é uma fórmula simples, mas difícil de ser executada. É fazer mais coisas com menos recursos, no caso, o tempo. O problema é que a cada dia parece que as 24 horas diminuíram. A cada dia estamos dormindo menos, aproveitando menos nosso tempo vago e, por outro lado, o tempo no trânsito aumentou, a pressão no trabalho também, o que pode acarretar em horas extras de trabalho em casa, que muitas vezes não será remunerado.

Um dos grandes vilões dessa falta de tempo, caro leitor, está em suas mãos agora: os aparelhos eletrônicos. Passamos cerca de 9 horas diárias em frente às telas eletrônicas. Em grande parte desse tempo, estamos nos distraindo nas redes sociais. E nas outras? Trabalhando, claro. Quem nunca respondeu uma mensagem de trabalho em horário de lazer?

O problema é a utilização exagerada dos aparelhos eletrônicos, tanto para distração quanto para o trabalho fora de hora. Essa dinâmica tem gerado, para nós, estresse no cotidiano, perda recorrente de memória e falta de foco em âmbito pessoal e profissional. Há aí um "borrão" entre o pessoal e o profissional. A soma disso tudo é uma sociedade cansada, deprimida e estressada.

Sabendo disso, líderes de empresas multinacionais, como Zuckerberg e o falecido Steve Jobs, sempre tentaram reduzir o número de questões para resolver no cotidiano e isso inclui até o que e como se vestir. Ambos escolheram somente um conjunto de roupas, assim conseguiriam focar em problemas de suas empresas com mais facilidade.

O que esses líderes nos ensinam? Fazer várias coisas ao mesmo tempo, ou seja, ser multitarefas, pode não ser sinônimo de produtividade. Pode ser sinônimo de coisa malfeita. Focar é importante, saber dosar o momento de trabalhar, se distrair e descansar também.

O que não contam nas empresas é que, assim como o tempo é dinheiro, o dinheiro é tempo. O dinheiro parece ser ilimitado, um papel que pode ser produzido, perdido e ganhado infinitamente. Mas o seu tempo de vida, esse não. Esse é limitado e efêmero. A produtividade real, ou seja, aproveitar o tempo que temos, deve ser muito bem selecionada e equilibrada entre o pessoal e o profissional.

*Leonardo Torres, professor, palestrante e doutorando em comunicação e cultura midiática. 

Postado em 15 de Março, às 21:41 por Adileuza Barreto 0 comentários

Instabilidade do WhatsApp, Instagram e Facebook, 3 fatos importantes

Durante a tarde e a noite de ontem (13), os serviços que pertencem ao Facebook: WhatsApp, Instagram e Facebook sofreram instabilidade em todo o mundo. Apesar de já terem voltado ao normal para todos os usuários, a empresa não se manifestou sobre o que pode ter causado o problema, apenas mencionou, através do Twitter, que estavam tentando resolver tudo o mais rápido possível. Essa foi a instabilidade mais longa de toda a história do Facebook.

Alguns usuários não conseguiam nem fazer login nas redes sociais, alguns não conseguiam publicar fotos e vídeos, nem enviar áudios e imagens no WhatsApp, alguns conseguiam navegar assistindo a aquilo que já havia sido carregado.

Toda essa instabilidade chama a atenção por alguns detalhes:

 Como todo bom assunto viral na internet, surgiram as fake news. Começaram a espalhar a informação de que os aplicativos foram bloqueados para impedir a propagação de fotos, vídeos e áudios da tragédia de Suzano (SP), e que ficariam fora do ar por tempo indeterminado. O fato é que a instabilidade aconteceu no mundo todo, portanto não teve nada a ver com a ocorrência no interior de São Paulo.

 O comportamento do consumidor mudou MUITO. O brasileiro é o terceiro no ranking mundial de quem passa mais tempo na internet, passando em média 9 horas por dia. Já nas redes sociais são quase quatro horas todos os dias. Por isso os usuários ficam tão desesperados quando as redes sociais sofrem alguma instabilidade. Se o WhatsApp tivesse paralisado 100% as atividades, imagina o transtorno social que causaria.

 Mais de 96% das empresas estão presentes nas redes sociais, e uma pesquisa mostra que 59% das microempresas não têm site. Muitas empresas ficaram desesperadas por não conseguir publicar conteúdos. O mesmo aconteceu em fevereiro quando o Instagram sofreu uma instabilidade e sumiram seguidores de diversas contas. O ideal para uma empresa é nunca ficar refém de um canal de comunicação só, e se for, escolha o site como principal ferramenta digital. Afinal um site está no controle do administrador, e dificilmente o serviço de hospedagem sofrerá instabilidades como sofrem as redes sociais.

Postado em 15 de Março, às 11:08 por Yago Lázaro 0 comentários

União é caminho ideal para desenvolvimento de mulheres empreendedoras em rede

Daiany França é empreendedora, semeadora de ideias, maker creative, designer educacional e gestora de projetos sociais, além de participar de grupo da ONU Mulheres e coordenar o Instituto Rede Mulher Empreendedora. Com um currículo tão qualificado, a jovem de apenas 30 anos também é “empreteca” e ministrou, na noite da última quarta-feira, 13 de março, a palestra “Mulheres e empreendedorismo”, realizada pelo Sebrae no Antonius Imperial Hotel, em Santo Antônio de Jesus.

De acordo com a palestrante, o melhor caminho para potencializar o empreendedorismo feminino em rede é a união das próprias mulheres. Durante o evento, a especialista apresentou dados que representam dificuldades das mulheres em relação aos homens no universo empreendedor como diferenças salariais, falta de representatividade, menos acesso à educação e problemas com planejamento financeiro e gestão de tempo.

Na sua apresentação, Daiany mostrou que 24 milhões de mulheres empreendem no país, sendo que 10 milhões delas já têm empresas estáveis e outras 14 milhões seguem em estruturação do próprio negócio.

Ela apresentou ainda outros dados importantes: 86% das empreendedoras iniciam o negócio sem planejamento, recebem 30% a menos do que os homens ocupando o mesmo cargo e 48% empreendem por necessidade e que ficam desempregadas por cerca de dois anos após retorno de licença maternidade.

Os índices, segundo Daiany, apontam para uma questão que deve ser solucionada com o esforço coletivo de homens e mulheres. “Os dados representam um desafio que deve ser superado juntos, sem distinção de gênero. Nós, homens e mulheres, somos todos partes do problema e da solução”, destaca.

Um talk show com as presenças da escritora premiada, especialista em design thinking e gestora na Oxe Conteúdo, Tatiele Silva; da digital influencer instablog “Quero Ser Rica”, Fernanda Silva; e do presidente do Grupo Frei Felipe, Luiz Andrade Júnior, também integrou o evento, mostrando exemplos locais de empreendedores de sucesso.

A analista do Sebrae, psicóloga e especialista em gestão de projetos e Neuropsicologia, Maria Guadalupe mediou o talk show e lembrou a importância de ter atitude para chegar onde se pretende.

“Sonhar é projetar o futuro, no campo das ideias. Já empreender é ação, no campo do comportamento. Para empreender necessitamos agir no sentido de implementar ações que nos possibilite atingir nosso objetivo final, requer coragem e persistência”, aponta.

Iana Souza já fez Empretec e Bootcamp. Ela participou do seminário e expõe suas impressões sobre o evento. “Já atravessei dificuldades, mas nunca parei de empreender – em casa, no trabalho e na vida. Achei muito importante, principalmente a parte que fala de atitude para empreender. Fazendo as ligações entre a primeira palestra e o talk show, pude assimilar que para você empreender no mercado do trabalho, é preciso ter atitude e saber que há espaço para atuação das mulheres no mercado”, analisa.

Para a analista do Sebrae em Santo Antônio de Jesus, Maiane Matos, o evento potencializa um movimento maior de ocupação de espaços pelo público feminino.

“Falar de empreendedorismo feminino não é fácil, principalmente em espaços onde o homem ainda é maioria. Essa ação mostra a importância e a necessidade do tema, pois a mulher está começando a se inclinar e a ganhar fôlego para preencher esses espaços. Acredito que, a cada ano, o Sebrae realiza ações como esta focando a mulher, mas oportunizando a participação de todos, mostrando que a nossa missão é completa”, conclui.

Postado em 14 de Março, às 22:56 por Adileuza Barreto 0 comentários

“O FEMINICÍDIO é a instância última de controle do homem sob a mulher

Infelizmente o caso de " FEMINICÍDIO " que ocorreu na cidade de Itatim é o espelho de uma realidade cruel que tem vitimado mulheres em todo o Brasil e no mundo. “O FEMINICÍDIO é a instância última de controle do homem sob a mulher: o controle da vida e da morte.” Ele se expressa como afirmação irrestrita de posse, igualando a mulher  a um objeto.

Todos os dias a cada duas horas uma mulher é morta pelo seu parceiro. A legislação prevê penalidades mais graves, para casos de Feminicídio e de misoginia. 

Quando paramos para refletir o por quê de tantas mulheres mortas, observamos que o Feminicídio representa a última etapa de um contínuo de violências que leva a morte. O caráter violento do parceiro evidência o controle e a predominância na relação de gênero hierarquico e desigual. Procedido por outros eventos, tais como abusos físicos e psicológicos, que tentam submeter mulheres a uma lógica de dominação masculina e a um padrão cultural que foi aprendido ao longo de gerações. 

É preocupante vermos o quanto isso vem crescendo a cada dia, as pessoas precisam de ajuda, as mulheres precisam serem ouvidas, mesmo quando elas não falam, dão sinais, sinais esses que muitas vezes são omitidos por pessoas que não se importam em ver o sofrimento do outro e não dispõem de coragem para reagir a algo.

Nesse grande impacto que houve com essas vidas que foram ceifadas, deve-se refletir cada vez mais sobre a necessidade do outro, nunca imaginamos que isso pode acontecer com alguém próximo a nós, uma filha, irmã, amiga, tia, ou simplesmente uma mulher. E ainda assim vejo mulheres que ao invés de refletirem e praticarem a empatia, estão preocupadas em saber qual o erro que ela cometeu para que ele pudesse praticar um ato tão absurdo desses.

O que sai um pouco da normalidade, porque sempre a mulher precisar fazer algo para sofrer algum tipo de violência? 
As pessoas estão adoecendo, esquecendo de cuidar da sua saúde mental, de procurar ajuda profissional. Quando começarem os indícios de que algo na relação está indo na contramão daquilo que foi mostrado no início, deve-se tomar uma atitude e procurar ajuda. Você que é mulher, amiga, mãe, avó, tia, fique atenta a qualquer tipo de violência que esteja sendo praticada com você. A violência não se resume somente na física (ao qual é a pior que existe), mas também a outros tipos como: violência patrimonial, doméstica, psicológica, sexual, moral... 

Ao menor sinal procure ajuda, converse com um amigo, procure um psicólogo. Não permita que o seu parceiro tire a sua liberdade até finalmente tirar a sua vida. Comecei a refletir e também a me questionar o que leva um homem a cometer um crime tão terrível como este? Já que eram para ser os companheiros que deveriam respeitá-las, amá-las, e  protegê-las. 

Não é tão simples como parece responder algo desse tipo. Mas como profissional, baseado em estudos na área, entendo que por trás de tal ato existe uma pessoa que pode apresentar ou não, problemas psiquiátricos, traços comportamentais de agressividade, assim como, são homens dominadores e que podem possuir traços de psicopatia. Segundo Doutor Daniel Barros, psiquiatra forense,  “nem sempre eles apresentam problemas psiquiátricos, mas trazem traços da personalidade sendo hostis, e violentos, como também apresentam-se machistas ao qual demonstram sempre uma sensação de posse em relação a mulher. “

Por muitas vezes a vítima não consegue sair da relação pois ela é levada pelo seu parceiro a um mundo de promessas e desculpas, primeiro ele age, se desculpa e depois promete que vai mudar, e cada vez mais o grau de violência vai aumentando sem que a vítima se dê conta. As vezes começa pelo ciúme das roupas, das pessoas, as proibições de frequentar lugares públicos, aos gritos e ofensas diminuindo a mulher, humilhando-a, até aos beliscões na perna ou braço, enforcamento, e agressões mais graves como lançá-la na parede ou sobre algum móvel até o espancamento e a morte... 
Se você já presenciou algum tipo de violência ou presencia, converse com a vítima e sempre que necessário tome as devidas providências, denuncie. Você pode estar ajudando a salvar uma mulher, mais uma vida. Se já ouviu de alguma amiga, que ela passa por situações parecidas, indique a ela um profissional para que possa busque ajuda, muitas vezes ela precisa que alguém faça isso por/com ela, por medo de sair da relação e se prejudicar de alguma forma. Se perceber que algum homem, amigo, companheiro, se encaixa nas descrições de agressor fique atenta, busque ajuda, sempre conte para alguém o que está acontecendo em sua relação, deixe sempre um amigo, profissional a par do seu relacionamento com o outro. 

Queremos e desejamos que o mundo mude para melhor, que neste mês de março onde foi comemorado o dia da mulher seja um mês para REFLEXÃO e MUDANÇAS de atitudes para consigo mesmo e com o outro. Observe as pessoas, analise, seja ouvinte e fale quando necessário, uma mulher pode estar precisando de você nesse exato momento, fique atento aos sinais. Se ela se excluir, mudar de comportamento, aparecer com marcas no corpo, procure conversar, não julgue a atitude do outro, muitas vezes ela não sabe como sair desse ciclo ao qual esteja vivendo, fique ao lado dela a apoiando em qualquer decisão, nesses momentos ela pode estar fragilizada e encontrar em você uma fonte de apoio, se alguém julgá-la ela irá se afastar. 

Gostaria aqui de externar meus sinceros sentimentos as duas famílias das vítimas. Que Deus possa confortar os corações de cada um que sofre por tamanha perda. 

“Ser Psicóloga é saber ouvir mais do que falar, é ser resiliente, é se colocar no lugar do outro praticando sempre a empatia, e o respeito pela subjetividade de cada um.”

#feminicidio #leimariadapenha #nãoaviolênciacontraamulher #simavida #disque180 #denuncie #sejaavozdealguém #nãosecale #saúdemental #cuide-se #psilúgonçalves

 “Tão importante quanto cuidar da sua saúde física, social e financeira, é cuidar da sua saúde mental. 
Sua saúde mental é mais importante do que seu diploma, seu emprego e sua conta bancária.” 
@psilucilenegoncalves 

Caso precise de ajuda ou queira indicar alguém entre em contato.

👩🏼‍💼Psicóloga Lucilene Gonçalves 
 71 991852379

Postado em 14 de Março, às 19:48 por Redação Criativa 0 comentários

A importância de inovar nas empresas por Janguiê Diniz

O mundo tem mudado cada vez mais rápido. Acompanhar essas tendências já não é mais opção, é questão de sobrevivência. A lista das empresas que se recusaram a inovar para acompanhar o mercado e acabaram declarando falência não é pequena e desconhecida. Blockbuster, Kodak, Xerox, Yahoo... todos esses nomes fizeram história no mercado mundial e acabaram sendo esquecidas por não entender a necessidade de inovar.

O primeiro passo para entender a inovação nas empresas é não pensar que ela está restrita apenas à uma nova gestão empresarial criativa. Mas, que inovar também está ligado a ofertar serviços diferenciados, melhorar a produção, reinventar a distribuição, proceder a transformação digital em uma empresa já existente. Inovar é avançar com os negócios, é reinventar os processos, é identificar oportunidades, e é, inclusive, ganhar mais, gastando menos.

É um grave erro achar que apenas grandes empresas conseguem inovar. A inovação precisa ser características tanto de pequenos quanto de grandes negócios. Empresas inovadoras pensam de dentro para  fora, criando um capital intelectual, conversando com seus funcionários e enxergando problemas como oportunidades.

Podemos entender o processo de inovação de duas maneiras: emergente e disruptivo. Entendê-los é fácil. A inovação disruptiva está diretamente ligada a fazer algo novo, do zero. É quando um produto, processo ou negócio nunca visto antes é criado e colocado em prática. Já a inovação emergente é aquela que traz a proposta e garantia de melhorias de algo que já existe.

É importante ressaltar que o empreendedor não deve pensar em inovação como um custo para seu negócio. Não importa se a inovação é básica ou radical, o processo gera impactos e muitos resultados positivos além do lucro, propriamente dito. Inovar traz, acima de qualquer coisa, visibilidade para o negócio.

Inovação virou item imprescindível que há rankings de avaliação anuais para identificar as empresas mais inovadoras, como o Ranking Fast Company que reúne as 50 empresas mais inovadoras e, em 2017, elegeu a Amazon como a mais inovadora – a empresa é focada em buscar melhorias na experiência dos clientes nas compras.

Inovar é, acima de qualquer coisa, questionar. A melhor forma de iniciar o processo de inovação é colocar-se no lugar do seu cliente e perguntar o que pode ser feito para melhorar o produto ou serviço oferecido. É desafiar-se a fazer diferente e melhor. É buscar sempre o novo e saber que não há fórmula certa para o sucesso, mas que adicionando-se criatividade com ação  ao processo empreendedor, a inovação será uma constante.

Postado em 13 de Março, às 15:33 por Yago Lázaro 0 comentários

As mulheres e a anorgasmia, um quadro que precisa mudar

De acordo com pesquisa divulgada em 2017 pelo Projeto de Sexualidade da Universidade de São Paulo (Prosex), na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), metade das brasileiras não tem orgasmo nas relações sexuais. Foram mais de 3000 participantes com idade entre 18 e 70 anos em São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Porto Alegre e Distrito Federal.

“Anorgasmia significa inibição recorrente ou persistente do orgasmo. As causas podem ser orgânicas como lesões neurológicas, traumas na medula espinhal e sistema nervoso ou psicossociais como falta de informação e crenças limitantes em relação ao prazer, que são as principais causas femininas. Embora em homens não seja comum, pode acontecer.”, explica May Irineu, terapeuta corporal há 14 anos.

A falta de comunicação entre os parceiros e o conhecimento limitado do próprio corpo são alguns dos pontos em questão quando o assunto é orgasmo. Possíveis consequências? Medo, angústia, ansiedade,  fuga do relacionamento sexual e, inclusive, diminuição da autoestima. O corpo inteiro é orgástico, não apenas os órgãos genitais. Por isso, questões como uso excessivo de álcool, drogas e problemas financeiros, podem interferir diretamente no alcance do clímax.

“Uma maneira interessante é conhecer os orgasmos sensoriais (não genitais). Esses promovem a saúde energética, auxiliam no desenvolvimento e fluxo da energia mais criativa que há no ser humano, aumentando a autoestima e o poder sexual. Orgasmo não está relacionado apenas a ejaculação. A pessoa pode sentir através do cheiro, toque, sabor, do ouvido – ouvir uma música que emociona, arrepia. Essas sensações são consideradas orgásticas”, finaliza a terapeuta.

Postado em 13 de Março, às 10:48 por Yago Lázaro 0 comentários

Conversar com as plantas ajuda no crescimento delas? Mito ou verdade?

Já sabemos que elas interagem com o ambiente, possuem técnicas evolutivas de sobrevivência, de reprodução, de defesa e até captam informações ao seu redor.

Um bom exemplo são plantas que liberam uma toxina de defesa ao captarem o som de lagartas mastigando folhas. Isso acontece mesmo quando se trata de um som gravado. Outro exemplo é a atração de insetos através de cores e odores em suas flores.

Há estudos científicos que buscam compreender o comportamento das plantas pelo mundo todo. Muitos acreditam em algo que se assemelha a um instinto automático de sobrevivência. O ponto é que, o que entendemos por consciência, captação e troca de informação se baseia muito no funcionamento dos corpos humanos, de animais e até insetos. Esses seres possuem mecanismos mais semelhantes de interação. Um gato, assim como um humano, tem um ouvido para captar som. Uma planta identifica o som, mas seus receptores nada tem a ver com um ouvido.

Da mesma forma, é impossível esperar que haja uma atribuição de valor humana ao que é falado a uma planta. Muitos argumentam que há características ligadas ao metafísico, como transmissão de energias, vibrações, e outras situações ligadas a um espiritualismo ou crença.

Contudo, há estudos que mostram que, ao falar com uma planta, liberamos CO² ao redor dela. Esse gás é expelido naturalmente ao expirarmos e as plantas o usam como matéria-prima na fotossíntese. Logo, essa quantidade de CO² pode contribuir para uma fotossíntese saudável da planta, o que a fará crescer.

Por outro lado, temos crianças fazendo experimentos em escolas, onde se fala coisas boas a uma planta e más à outra, e se nota uma diferença de crescimento e saúde entre elas. Porém, de acordo com a conclusão científica citada acima, o que é dito não deveria importar.

Então, qual a verdade por trás desse dito popular que todo dono de jardim já ouviu? A maioria dos cientistas diria que esse é realmente um mito. Mas, o fato é que ainda entendemos muito pouco sobre os mecanismos de interação das plantas. São precisos mais estudos para conclusões baseadas em testes científicos.

Independentemente da verdade, a questão é que as plantas demandam cuidado, atenção e uma dose de carinho, tanto quanto demandam irrigação, adubagem e luz. O bem estar que o verde trás para quem desfruta do jardim também tem explicações psicológicas e metafísicas que não são completamente entendidas pelo método científico. Se você se sente bem conversando com as suas e elas estão bonitas e saudáveis, para que parar?

Postado em 11 de Março, às 17:13 por Yago Lázaro 0 comentários

Cicatrizes de uma vida de sofrimento por ser mulher por Nara Manriquez

A produtora de moda chilena Nara Manriquez, conhecida como Valkiria, é uma mulher independente e engajada em causas sociais, que se tornou não apenas uma referência de estilo e no mundo fashion, mas de superação e luta por igualdade social.

Nara Manriquez teve uma infância difícil, e foi muito reprimida até a adolescência simplesmente por ser mulher: "o desejo de liberdade foi o motivador de tudo que realizei até aqui. Meu pai era uma pessoa difícil, que me obrigava a ficar em silêncio, a guardar minhas idéias para mim mesma, e me proibia de vestir com roupas femininas, e não aceitava o fato de eu não ser homem. Meu maior sonho era poder me vestir como menina, usar coisas de menina, e daí nasceu minha fascinação por moda”.

Hoje a produtora busca empoderar mulheres através da moda e de suas criações, e deixou para trás uma história de repressão: “repudio quando a sociedade tenta me oprimir, quando tentam me calar, por qualquer motivo que seja. Independente das diferenças de opinião e posicionamento, todos devem ter o direito a se expressar. Descobri na a moda um poderoso meio para se impor, marcar posição e até mesmo protestar contra o preconceito e a injustiça social”.

Apesar de tudo que sofreu e de sofrer repressão de sua feminilidade, Nara transformou todas as suas experiências em combustível para viver o seu sonho e se tornar uma produtora e desenhista de moda. No entanto, Nara evita associar-se ao chamado ‘vitimismo’: “apesar de toda a minha história, não quero ser vista como vítima ou coitada. Infelizmente, coisas que aconteceram comigo acontecem o tempo todo com outras mulheres ao redor do mundo. Decidi ver  as coisas de outro ângulo e usar minha história como superação, para evolução e aceitação da minha pessoa, aceitar que sou mulher, que tenho curvas, aceitar minha beleza, minha inteligência, meu espírito que habita dentro desse corpo”.

Postado em 11 de Março, às 16:43 por Yago Lázaro 0 comentários

Disfunção sexual feminina é tema de palestra neste mês da Mulher

A abertura acontece na sede da instituição na próxima terça, dia 12, com Fernanda Santiago, psicóloga e especialista em sexualidade humana que traz o debate sobre disfunção sexual feminina. Paraparticipar é necessário apenas doar 1kg de alimento não perecível que será destinado ao Grupo de Apoio à Criança com Câncer (GACC-BA) e ao Núcleo de Apoio ao Combate do Câncer Infantil (NACCI).

“Segundo pesquisa brasileira realizada em 2004, na USP, concluiu-se que a frequência total das disfunções sexuais encontradas em mulheres foi de 50,9% da amostra (ABDO, 2004), dados que apontam para a importância de ampliarmos a discussão acerca da sexualidade feminina e suas repercussões na saúde e qualidade de vida”, pontua a psicóloga

As inscrições para o encontro podem ser feitas através dos telefones (71) 99103-0603 (WhatsApp)/ (71) 3052-4531 e realizar a inscrição. 

Postado em 11 de Março, às 10:09 por Yago Lázaro 0 comentários

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A Força da Comunicação na Internet! 23/03/2019 14:32