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Leia a coluna da colaboradora Livia Marques, Ser Mãe Empreendedora

Quando decidi, realmente, empreender eu já tinha meu filho mais velho e tinha acabado de passar por um forte assédio moral na empresa em que trabalhava. Decidi fazer algo que eu já gostava e era minha área.

A Psicologia, que eu conciliava a clínica com o RH, trabalhando com carteira assinada. Então, fui, mesmo com o maior medo. Logo depois, no Brasil veio na tal crise e as pessoas me perguntavam: “Você é louca?! Faz um concurso!”

Eu simplesmente fingia que não ouvia e continuava. Ser empreendedora não é fácil, aliás empreender não é nada fácil no nosso país. Mas eu faço isso e gosto muito do que realizo, tenho paixão real pelo meu trabalho.

E o principal, mostro isso para meus filhos. O que faz com que eles entendam o meu trabalho e me admirem. Por mais que tenha dias que sentimos muita falta uns dos outros.

Eu como mãe e psicóloga (a pessoa é psicóloga e tem filhos) sou bombardeada, sim! E sou muito. Por exemplo: “Essa mãe não liga para os filhos, só trabalha”. E os julgamentos continuam: “Ela não tem tempo para os filhos, trabalha todos os dias e em todos os horários”. Essas frases ouço com muita frequência.

Por mais que eu seja psicóloga, sei que precisamos nos ater às coisas boas, mas os julgamentos doem muito. Pessoas, não julguem mães que trabalhem e nem que empreendam! Aliás, vamos parar com esse julgamento de que essa mãe é ruim ou não dá atenção necessária. Crianças emães não nascem com manuais.

E outra, vamos levar em consideração que mães podem gostar do que fazem e podem trabalhar e não perderem seu amor materno. Essa ideia de que se a mulher estiver trabalhando é péssima mãe deve ser deixada de lado. Será que hoje falam dos pais que trabalham? Que você acha?

Ser mãe, empreender é muito bom, para mim é. Eu realmente me canso muito mais do que com a CLT. Mas a minha satisfação, a alegria de estar fazendo a minha agenda, por mais que, às vezes, ela possa não bater com a da família, é muito bom.

Outra grande questão é a importância de quando se tem apoio, seja da família, de amigos, companheiro(a). Isso é um grande diferencial. Se você tem medo e/ou passa por julgamentos, acredite, as pessoas falam. Mas apenas você pode ir atrás do que sonha.

Postado em 16 de Janeiro, às 12:04 por Toy Guimarães 0 comentários

Irregularidade climática aumenta a importância da captação de chuva para reuso

Geralmente, entre dezembro e janeiro começam a se intensificar as chuvas. Isso porque o verão, no Brasil, é tipicamente uma época chuvosa. Essa estação é sempre muito esperada, sobretudo nas regiões mais secas, e naquelas que só contam com energia hidrelétrica como fonte de abastecimento.

Apesar disso, as irregularidades dos períodos de chuva só vêm aumentando. As chuvas mais intensas, que geralmente abastecem reservatórios, são tão irregulares que complicam a distribuição, sobretudo de locais como o Sul e Sudeste do país. Já em contrapartida, as chuvas fortes e espaçadas acabam desaguando em outros problemas públicos, como os alagamentos, que nada mais são do que a consequência de ações humanas na natureza.

É, sem dúvida, uma situação complicada, já que essa irregularidade também vem de situações de ação humana, como o aquecimento global. Para 2019, as previsões não são positivas, e isso só reforça a necessidade de uma captação de chuva por parte da população, visando seu próprio bem estar. Com a irregularidade já estimada pelos meteorologistas, se espera um aumento de temperatura, assim como chuvas irregulares, que não resolvem o problema do abastecimento dos reservatórios.

Isso desperta a reflexão sobre os impactos ambientais em cima do planeta, pois é quando começamos a sentir muito mais intensamente os danos ao clima, que são causados pela ação humana. Porém, também é um momento de driblar as dificuldades e se preparar para utilizar bem a chuva que tivermos à disposição.

Sistemas de captação de água da chuva já não são novidade. Há inclusive alternativas caseiras, que tem sua utilidade, mas muitas vezes servem apenas momentaneamente a seu propósito. Vale muito a pena buscar soluções mais completas, que captem a água da chuva, a passe por processos de filtragem e purificação, de forma a utilizá-las de forma o mais eficiente possível.

A captação ocorre de forma simples, automática e, dependendo do sistema, a destinação da água já pode ser pré-determinada, como em casos de irrigação. A água da chuva é armazenada para manter a irrigação de áreas verdes, poupando esse importante recurso hídrico e mantendo o controle da temperatura dos ambientes.

O uso de água da chuva pode resolver diversos problemas de abastecimento. A água de reuso dá conta das atividades que mais gastam água nas residências, como por exemplo, descargas e higiene de quintas e garagens. Isso sem contar a economia gerada de forma total pelo bairro, o que possibilita um melhor destino às águas dos reservatórios, como a produção de energia.

Os sistemas de captação de água podem ser aliados importantíssimos em estabelecimentos comerciais, em escolas, em condomínios, residenciais ou empresariais, dentre muitos outros locais. Como bônus também há a redução de contas, que tendem a subir com racionamentos.

O fato é que o problema climático já está ocorrendo. É realmente de suma importância dar mais atenção ao meio ambiente e pensar soluções de longo prazo para resolver os impactos mundiais. Porém, até lá é possível lidar com o problema de forma sustentável e positiva para cada um e cada comunidade.

Soluções que não sejam sustentáveis e inteligentes só tendem a agravar o problema, assim como medidas temporárias podem ser abandonadas pelo incômodo cotidiano. Nunca antes nos beneficiamos tanto de uma solução completa e tecnológica para captação de água da chuva. Trata-se de um investimento no futuro e no progresso sustentável das nossas cidades.

 Danny Braz é engenheiro civil, consultor internacional com foco em construções verdes e diretor geral da empresa Regatec.

Postado em 15 de Janeiro, às 11:30 por Toy Guimarães 0 comentários

Férias e a importância do contato da criança com a natureza

As férias chegaram! Mas, em tempos de celulares com um milhão de jogos e aplicativos interessantes, falta às crianças um contato saudável com brincadeiras em ambientes offine e que demandem atividades físicas. 

Está comprovada cientificamente a importância do contato com a natureza para o desenvolvimento e saúde dos pequenos. É comum os mais velhos contarem que “em suas épocas” é que ser criança era divertido, ou que foram crianças mais ativas.

Isso porque antigamente havia menos opções prontas de entretenimento, e isso nos coloca diante de um dos primeiros aspectos da importância do contato da criança com um ambiente externo. Estar rodeado pelo verde, em um quintal, um jardim ou um parque, estimula os sentidos e a criatividade da criança. A diversão que eles tinham no passado estava nessa criatividade, que era tão divertida.

Ao ar livre, a criança é obrigada a abandonar soluções de diversão prontas e se reinventar com poucos recursos. O Health Education Reserach de 2008, chegou a mostrar que nas escolas com áreas verdes, as crianças brincam de forma mais criativa e cooperativa, estimuladas por esses ambientes. Além disso, o instinto explorador que ajuda no aprendizado e naquela curiosidade saudável também ganha espaço em um ambiente natural e “selvagem”.

Aproveitar a época para levar crianças a parques, além de um bem individual, também auxilia na socialização, criando laços que hoje parecem tão frágeis e feitos apenas em mídias sociais. A atividade física também se intensifica, pois com amigos é possível buscar brincadeiras de grupo, correr, se exercitar, praticar um esporte. A saúde da criança agradece a esses estímulos de desenvolvimento muscular, sinestesia e equilíbrio. Além disso, alergias e outras doenças são melhor controladas, pois se respira melhor e a circulação é ativada de forma saudável.

A psique também ganha com a atividade, já que o ambiente natural proporciona uma tranquilidade que ajuda no combate ao estresse infantil, que infelizmente vem se intensificam com a hiperestimulação. Outro aspecto importante da saúde é apontado no Journal of Attention Disorders de 2008, que explica que o contato com a natureza reduz significativamente os sintomas de TDA (Transtorno de Defcit de Atenção) e Hiperatividade.

Por fim, também é possível notar o crescimento e desenvolvimento de valores ligados ao meio ambiente. Uma criança que tem espaço para viver na natureza, consegue se importar com ela, se preocupar em cuidar dela, e compreender seus benefícios individuais e coletivos. Assim, aproveitar as férias para deixar a criança ser saudável e se desenvolver é algo que melhora a vida de todos, já que cria uma geração mais saudável mental e fisicamente.

Postado em 15 de Janeiro, às 11:27 por Toy Guimarães 0 comentários

Como obter uma renda extra para as contas do começo de ano

Todo começo de ano, o brasileiro sabe que a pilha de carnês vai aumentar: é IPTU, IPVA, mensalidade e material escolar, fatura do cartão de crédito pós festas de fim de ano... Mesmo para quem já usou o 13º salário, a oportunidade de receber uma renda extra nesta época do ano para fechar as contas do mês é sempre bem-vinda. O Airbnb reuniu dicas de alguns dos seus "super anfitriões" - os mais bem avaliados pelos hóspedes na plataforma - para quem quer alugar um cantinho de sua casa ou a casa inteira e ganhar um dinheirinho a mais em 2019, já que 97% do valor anunciado fica com o responsável pelo imóvel.

Para se ter uma ideia, somente no Réveillon, entre os dias 28 de dezembro e 02 de janeiro, a renda total gerada pelo aluguel por temporada no Airbnb foi de mais de R$ 118 milhões aos anfitriões brasileiros. Em 2018, a renda anual de um anfitrião típico da plataforma foi de R$ 6.580 - valor que cresceu 225% nos últimos cinco anos. Tanto para quem aluga, quanto para quem busca hospedagem, a plataforma oferece atendimento 24h, seguro contra danos ao patrimônio - chamada Garantia ao Anfitrião - e um sistema de pagamento seguro e online.

Dicas para alugar com tranquilidade e segurança:

1. Anúncio: descreva as dependências da casa e suas regras

Ao criar seu anúncio, escreva um perfil contendo as características do espaço. Por exemplo: se pode ou não usar a cozinha e quais utensílios estão disponíveis, se há conexão à internet e as regras gerais da casa. “Eu sempre aviso aos viajantes quais os horários de entrada e saída, se minha casa é ‘family-friendly’ ou ainda que aceito animais de estimação. Isso faz com que as expectativas em relação à hospedagem estejam alinhadas, sem surpresas e imprevistos para nenhum dos lados. Uma outra boa dica: deixe claro quantas pessoas podem ficar hospedadas e se elas podem receber visitas”, diz Rodrigo Melo Philippi, superhost e consultor que anuncia um imóvel inteiro no bairro Cacupé, em Florianópolis (SC).

2. Invista em fotos reais do seu espaço

Depois dos preços e avaliações, a fotografia é o fator mais importante para os usuários. No Airbnb, 60% das exibições de anúncios começam com um hóspede clicando em uma foto. Elas são importantes e devem mostrar o ambiente da forma mais real possível. Você pode conferir no site do Airbnb algumas dicas para tirar boas fotos usando celular ou câmera. “Quando fui colocar meu anúncio, eu entrei no site e fui ver as dicas. Dediquei um tempinho para entender como fazer uma boa foto e também as que mostrassem o que eu gostaria de ver se estivesse alugando um espaço. Funcionou. Tenho mais reservas e os hóspedes já chegam como se fossem amigos de longa data”, conta a designer de moda Lais Angélica Gondim, superhost que aluga um quarto em seu apartamento em Meireles, bairro de Fortaleza (CE).

3. Sempre converse com o viajante pela plataforma e com presteza

“Eu deixo o aplicativo sempre com as notificações ativas para responder aos questionamentos dos hóspedes de forma ágil e isso ajuda a fortalecer a relação de confiança, além de ajudar a melhorar a pontuação na plataforma. Estou sempre atenta, dou dicas de onde comer, onde passear, pergunto, quando é uma estadia longa, se está tudo bem, se precisa de algum apoio. É muito importante ser atencioso, amável, estar aberto para pequenos ajustes, como onde deixar a chave, por exemplo. Mas sempre faço isso pelo chat da plataforma, já que tudo fica registrado lá e dá mais segurança para mim e para o viajante”, explica a contadora Caroline Macedo que anuncia apartamento inteiro na Praia de Boa Viagem, no Recife.

4. Quanto devo cobrar pelo meu espaço?

O valor da estadia varia conforme a época do ano (fim do ano e Carnaval, por exemplo, costumam ser datas mais valorizadas). O anfitrião pode pesquisar na plataforma os valores praticados na época em que decidir alugar seu espaço e determinar o valor mais justo para a locação. O Airbnb informa durante o cadastro um valor médio para anúncios semelhantes ao dele(a) na região. Não se trata de uma obrigação, mas um valor comparativo para ajudar na definição.

“Eu costumo sugerir para as pessoas que analisem o preço que estão cobrando no entorno e se o valor proposto ajuda a cobrir os custos que tem com luz, água, internet, IPTU, condomínio e, eventualmente, pintura, por exemplo. Vale lembrar que esta é uma grana extra para ajudar nas contas da casa. Claro que a localização, as opções de lazer e compras no bairro, facilidade de transporte, tudo isso tem de ser levado em conta. Há quem ainda opte por oferecer descontos, mas sempre digo que cada um deve analisar a procura e fazer ajustes de acordo com a realidade daquele momento”, Marcus Sampaio, superhost de um apartamento inteiro no bairro do Rio Vermelho, em Salvador (BA).

5. Se o apartamento for em um condomínio, devo avisar ao síndico?

Sim. No  Brasil, a atividade de locação realizada entre anfitriões e hóspedes é o aluguel por temporada, previsto e regulamentado pela Lei do Inquilinato (Lei nº 8.245, de 18 de outubro de 1991). O proprietário do imóvel usufrui de seu livre direito de propriedade para compartilhar sua casa.

"No meu prédio, como sou anfitriã e síndica, eu converso com quem deseja oferecer seu espaço por temporada, explico as regras do prédio para este tipo de locação e oriento ao anfitrião que converse com os vizinhos informando sobre este tipo de locação e plataforma, e principalmente conte que ele analisou o perfil do viajante, falou com ele pelo site, leu outros comentários antes de aceitar a locação. Isso deixa todo mundo mais tranquilo. Outra coisa importante é expor as regras do prédio e as regras da casa, de forma clara ao locador. Eu também alugo meu apartamento e aviso que vale para o morador ou inquilino de longa temporada vale também para o de curta temporada, especialmente na questão da convivência.”, afirma Raquel Nicastro, superhost e síndica de um prédio na Bela Vista, em São Paulo (SP).

6. O que as pessoas mais buscam ao alugar?

O importante é que o espaço esteja limpo e seja igual ao que você descreveu no anúncio, afinal, as pessoas gostam de ter suas expectativas atendidas. “Cada viajante valoriza um item diferente, mas itens de higiene para o banho (shampoo e sabonete) ou mesmo uma lista de dicas de locais para comer e se divertir são um diferencial. Para as famílias, elas também gostam de ter acesso aos itens de cozinha (pratos, copos, talheres, panela, liquidificador etc) para preparar refeições no local. Um ambiente bem equipado valoriza o imóvel e aumenta a chance de atrair mais hóspedes”, explica Leonardo Tristão, diretor-geral do Airbnb no Brasil.

Postado em 11 de Janeiro, às 12:51 por Toy Guimarães 0 comentários

Verão e exercícios físicos uma combinação que pode dar certo

Aproveitar a rua, a orla e tudo que a cidade nos permite são alguns dos diferenciais da estação mais quente do ano. Mas, não pense que o lazer é a única finalidade da estação. 

Uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de Saúde, em setembro do ano passado, revelou que uma em cada duas pessoas em idade adulta no país não pratica atividades físicas suficientemente.

E, uma alternativa para fugir do sedentarismo é utilizar as áreas públicas. Ciclismo, corridas, treinos funcionais e stand up paddle estão entre as atividades que podem ser feitas e trazem inúmeros benefícios ao corpo e a mente.

O educador físico e coordenador do projeto Hapvida +1k, Júnior Soares, destaca que o principal benefício da prática de exercício ao ar livre é que a pessoa tem uma troca com o ambiente de forma natural e fica mais motivado com a atividade. “O verão significa mais luz, mais energia exposta.

O indivíduo faz a troca energética com o ambiente de forma saudável, eliminando as toxinas do corpo. Já no ambiente fechado (como é o caso das academias), a energia fica concentrada naquele local, sem troca com a natureza”, explica.

Cuidados

Mas, para quem pensa que é só sair pela rua aproveitando o dia ensolarado para se exercitar, é preciso estar alerta a alguns cuidados. A hidratação é algo que deve ser levado a sério, por que a falta de água no corpo acaba desequilibrando o organismo.

É importante também evitar os horários entre 9h e 15h, preferindo os primeiros e últimos horários do dia e fazendo sempre o uso do protetor solar, para evitar insolação. Os horários com menor incidência solar são mais saudáveis.

Correr, correr

No rol das atividades físicas, corrida e caminhada estão entre as mais praticadas no Brasil. Na relação custo-benefício, o profissional relata os principais ganhos para quem pratica as atividades.

“Entre os benefícios de praticar a atividade aeróbica durante o verão estão a perda de peso e o estímulo de uma produção maior dos hormônios saudáveis para o corpo, como a serotonina. O corpo é trabalhado em sua totalidade, há uma queda no mau colesterol e um aumento no bom”, pontua.

Hapvida +1K

Para quem quer começar a correr neste verão, uma opção é o projeto Hapvida +1K. Realizado em grupo, o treino acontece diariamente, de segunda a sábado, nos bairros do Rio Vermelho, Bonocô, Ribeira, Boca do Rio, Patamares e Stella Maris. Além da corrida, o projeto conta agora com exercícios funcionais que vão estimular a saída dos participantes do sedentarismo.

Postado em 11 de Janeiro, às 09:31 por Toy Guimarães 0 comentários

Irregularidade climática aumenta a importância da captação de chuva para reuso

Geralmente, entre dezembro e janeiro começam a se intensificar as chuvas. Isso porque o verão, no Brasil, é tipicamente uma época chuvosa. Essa estação é sempre muito esperada, sobretudo nas regiões mais secas, e naquelas que só contam com energia hidrelétrica como fonte de abastecimento.

Apesar disso, as irregularidades dos períodos de chuva só vêm aumentando. As chuvas mais intensas, que geralmente abastecem reservatórios, são tão irregulares que complicam a distribuição, sobretudo de locais como o Sul e Sudeste do país. Já em contrapartida, as chuvas fortes e espaçadas acabam desaguando em outros problemas públicos, como os alagamentos, que nada mais são do que a consequência de ações humanas na natureza.

É, sem dúvida, uma situação complicada, já que essa irregularidade também vem de situações de ação humana, como o aquecimento global. Para 2019, as previsões não são positivas, e isso só reforça a necessidade de uma captação de chuva por parte da população, visando seu próprio bem estar. Com a irregularidade já estimada pelos meteorologistas, se espera um aumento de temperatura, assim como chuvas irregulares, que não resolvem o problema do abastecimento dos reservatórios.

Isso desperta a reflexão sobre os impactos ambientais em cima do planeta, pois é quando começamos a sentir muito mais intensamente os danos ao clima, que são causados pela ação humana. Porém, também é um momento de driblar as dificuldades e se preparar para utilizar bem a chuva que tivermos à disposição.

Sistemas de captação de água da chuva já não são novidade. Há inclusive alternativas caseiras, que tem sua utilidade, mas muitas vezes servem apenas momentaneamente a seu propósito. Vale muito a pena buscar soluções mais completas, que captem a água da chuva, a passe por processos de filtragem e purificação, de forma a utilizá-las de forma o mais eficiente possível.

A captação ocorre de forma simples, automática e, dependendo do sistema, a destinação da água já pode ser pré-determinada, como em casos de irrigação. A água da chuva é armazenada para manter a irrigação de áreas verdes, poupando esse importante recurso hídrico e mantendo o controle da temperatura dos ambientes.

O uso de água da chuva pode resolver diversos problemas de abastecimento. A água de reuso dá conta das atividades que mais gastam água nas residências, como por exemplo, descargas e higiene de quintas e garagens. Isso sem contar a economia gerada de forma total pelo bairro, o que possibilita um melhor destino às águas dos reservatórios, como a produção de energia.

Os sistemas de captação de água podem ser aliados importantíssimos em estabelecimentos comerciais, em escolas, em condomínios, residenciais ou empresariais, dentre muitos outros locais. Como bônus também há a redução de contas, que tendem a subir com racionamentos.

O fato é que o problema climático já está ocorrendo. É realmente de suma importância dar mais atenção ao meio ambiente e pensar soluções de longo prazo para resolver os impactos mundiais. Porém, até lá é possível lidar com o problema de forma sustentável e positiva para cada um e cada comunidade.

Soluções que não sejam sustentáveis e inteligentes só tendem a agravar o problema, assim como medidas temporárias podem ser abandonadas pelo incômodo cotidiano. Nunca antes nos beneficiamos tanto de uma solução completa e tecnológica para captação de água da chuva. Trata-se de um investimento no futuro e no progresso sustentável das nossas cidades.

Postado em 10 de Janeiro, às 12:28 por Toy Guimarães 0 comentários

Qual o legado que você deixou pelo caminho?

Quando falamos em legado, sempre vem à cabeça uma ideia mais futurística, relacionada ao que vamos deixar depois da nossa passagem por algum lugar. Exatamente por isso é preciso ter atenção.

O legado nos acompanha desde sempre. A cada empresa que passamos, deixamos um pedacinho de nós, ou a nossa marca. 
  
Em algumas entrevistas de emprego, o recrutador perguntar para o candidato qual o legado que ele espera deixar na empresa onde pretende trabalhar. A resposta pode direcionar bem o que o profissional espera com aquela vaga, mas falará ainda mais sobre ele, seu grau de autoconhecimento e maturidade, além da sua visão do mundo. 
  
Portanto, preocupar-se com o legado é um item importante para a carreira. Você já parou para pensar no legado que já deixou nas empresas pelas quais passou ao longo da sua trajetória profissional? 
  
Avaliar as conquistas e lições de empregos passados é um exercício interessante e pode ajudar a definir que tipo de profissional você é, quais os aspectos e habilidades mais positivas você tem e quais os pontos que talvez você precise melhorar para continuar sua caminhada profissional. 
  
Até uns anos atrás, falar sobre legado era mais frequente para referir apenas às empresas e nem tanto ao profissional, como se as corporações escrevessem suas histórias sem as pessoas. Em uma visão mais moderna de carreira é importante destacar a jornada, reconhecer o papel dos profissionais dentro das corporações, em especial os que fizeram (fazem) diferença em todo o ecossistema corporativo. 
  
O legado de um profissional é moldado com a soma de alguns sucessos, muitas lições, experiências e transformações que ele deixou na empresa e na sua equipe, seja pelo conjunto da obra, como também pode ser em uma boa execução de um projeto específico. 
  
Se você está em dúvidas sobre os legados que deixou, se pergunte em qual momento você fez a diferença na empresa em que trabalhou, qual o resultado mais incrível que entregou, a inovação que aplicou ou qualquer outra contribuição que você se orgulha. 
  
As empresas também têm um papel importante sobre o investimento no capital humano, sim porque elas também precisam estarem abertas para a inovação de seus profissionais.

Uma companhia que trabalhe com a cultura do medo ou a falta de respeito será menos adequada para que seus colaboradores se sintam à vontade para fazer a diferença, caso contrário, muitos só vão ficar pensando em como sair daquele lugar.

Postado em 08 de Janeiro, às 10:11 por Toy Guimarães 0 comentários

Cinco passos para você ser feliz e produtivo no trabalho que você desenvolve

Muitas pessoas encaram a hora do trabalho como "aquela obrigação chata" do dia, colocando sua felicidade em um encontro com amigos no final de semana ou o momento de voltar para casa. Isso é nocivo para sua saúde mental e atrapalha também o seu rendimento no trabalho. Portanto, decidimos selecionar hoje cinco dicas de como ser feliz e produtivo em seu emprego.

1. Ame o que você faz

Por mais óbvio que pareça, você gostar do que faz é a principal diferença entre um trabalho bem feito e um trabalho "médio". Caso você esteja em uma função que não é completamente de seu agrado, procure algum ponto ou dê algum jeito de tornar aquela função divertida para você. Se não houver jeito, dedique um tempo da sua vida a procurar algo que te realize.

Todos nós temos talentos específicos e algo que amamos fazer e, com um pouco de criatividade, é possível monetizar qualquer coisa. Você gosta de jogar videogames? Pois crie um canal no YouTube em que você seja o melhor nesse segmento. Gosta de músicas? Procure estudar sobre o assunto.

2. Faça mais do que o seu chefe espera

Diretamente ligado ao ponto anterior, se você já está empregado e tem um objetivo designado pelo seu chefe, existe uma dica primordial para ser mais feliz e produtivo no trabalho: faça mais do que os outros esperam de você.

Tomar iniciativas e fazer sempre "mais" do que é pedido é uma excelente estratégia para você ter mais confiança no trabalho, se destacar perante os demais, e contribuir para o bom andamento como um todo.

3. Trace objetivos

Desenvolva uma lista de tarefas pessoais e atualize-a sempre que possível. Nela, você coloca seus pontos fortes e fracos e o que você pode fazer para melhorar ainda mais seu desempenho na empresa. Um curso a fazer? Uma pós graduação? Tutoriais encontrados pela internet? Todo tipo de conhecimento é válido e tudo que for para o bem da empresa é melhor ainda.

4. Aprenda a lidar com conflitos

Se há pessoas, há convivência, e evidentemente, há momentos de conflitos. No entanto, o trabalho é um momento de colocar as diferenças pessoais "de lado" e focar apenas no resultado.

Por outro lado, uma convivência harmônica é importante para um ambiente saudável e, evidentemente, facilita na execução do trabalho e na felicidade de todos. Procure se resolver com a pessoa, pedir desculpas, conscientizá-la que ela  está errada e chegar a um acordo com ela.

5. Tire um tempo para descansar

Quando amamos o que fazemos, a gente tende a pecar no extremo oposto do que quando não gostamos de algo: trabalhar em excesso. Nosso cérebro precisa de um tempo de descanso para fazer outras coisas, e isso auxilia na produtividade e na felicidade de seu trabalho.

Aproveite o tempo de descanso para jogar alguma coisa, seja algumas partidas de Blackjack ou assistir a um filme leve e divertido. Nada em excesso é bom, nem mesmo o trabalho que você ama.

Postado em 04 de Janeiro, às 11:46 por Ivanildo Bastos 0 comentários

Jornalista baiana lança livro sobre Reflexões e Pensamentos no Espaço Cultural da Barroquinha em Salvador

Amor, desamor, encontros, desencontros e a busca incessante pela superação da alma e do coração: esta é a tônica do Livro “O que há em mim, Reflexões e Pensamentos” da jornalista Josy Miranda.

O livro será lançado no dia 15 de janeiro, às 18h30min, no Espaço Cultural da Barroquinha, em Salvador. Baseado em vivências da autora, o livro conta, com riqueza de detalhes, estórias de sensibilidade e, ao mesmo tempo, lhe ajudará a superar as adversidades impostas pela vida.

O encontro também terá participação da banda Quirda e recitações de Poesias. Este é o segundo livro escrito pela jornalista, no ano de 2016 ela lançou um livro de poesia que tem como título, “Meu Eu, Poesia que vem da alma”.

Josy Miranda explora em seus textos, de maneira peculiar e poética, a profusão de sentimentos que percorrem o cotidiano da vida. Falando de amor, desilusão, traição, fé, devoção e felicidade.

Postado em 04 de Janeiro, às 09:12 por Toy Guimarães 0 comentários

Três importantes ensinamentos para seguir nesse novo ano

“Ser feliz” é uma das principais resoluções de ano novo. É só dar uma olhada nas listas para vermos o que as pessoas desejam fazer para alcançar a felicidade em 2019, se alimentar melhor, parar de fumar, ler mais, ajudar mais o próximo, um novo emprego, e tantas outras. Mas como de fato alcançar a felicidade?

Para ajudar a responder essa pergunta e começar o ano de 2019 feliz da vida, o rabino Samy Pinto, responsável pela Sinagoga Ohel Yaacov, traz três ensinamentos. “De acordo com o pensamento milenar judaico, a felicidade, a alegria interna e verdadeira, é alcançada quando nos aproximamos mais de Deus. Isso parece abstrato, mas quero mostrar que não é”, diz o rabino.

Seguem os três percursos que você deve percorrer para começar o ano novo cheio de felicidade:

Faça o bem o tempo todo

A pessoa se sentirá mais próxima de Deus, e consequentemente alcançará  um estado de felicidade e de alegria interna, quando ele praticar o bem. Fazer o bem. “A própria existência do mundo se deve pela criação divina. Deus quis o bem, Ele quis dar a oportunidade da existência. Então quando reproduzimos esse gesto, de dar a oportunidade do outro existir e viver, e de se sentir bem, estamos nos unindo e nos aproximando de Deus. Assim, rapidamente você se sentira feliz”, explica o rabino.

Pense bem do próximo

Para o rabino Samy, o principal motivo das pessoas estarem cada vez mais afastadas de alcançar a felicidade é porque a humanidade está cada vez mais acostumada a pensar negativamente dos outros. “Essa é na verdade, dentro da sabedoria milenar judaica, o maior de todos os adversários. Nós pensamos negativamente dos outros. Esse é um bloqueio de felicidade e alegria. Isso nos corrói, isso nos consome e até ficamos doente com isso” comenta.

Samy destaca um ensinamento da torá, no Levítico da bíblia, capítulo 19, que devemos julgar as pessoas com justiça, e não fazer pré-julgamentos, que nos leva a um pensamento negativo. “Então seja justo, tenha calma e busque o equilíbrio. Os nossos grandes sábios de Jerusalém diziam, no Talmud, que sempre se deve ver o outro pelo mérito dele. Isso pode ajudar bastante para alcançar a felicidade”, explica.

Veja como anda a produção da sua fala

A última questão que parece prática para alcançar a felicidade depende muito da nossa fala. “Tudo que se tira da boca, produz um estado de espírito, uma áurea ao seu redor. Se você é uma pessoa que está encontrando dificuldades, adversidades, tire da boca a palavra problema. Diga que isso é um teste, um desafio, e que isso vai te aprimorar como pessoa”.  

Manter a positividade é essencial para conquistar uma vida mais feliz. “Diga sempre “eu posso”, “eu consigo” e “eu acredito”, a fala positiva produz aberturas de porta. Assim devem ser feitas nossas produções verbais”, completa. “Se a pessoa quer uma fórmula para alcançar a felicidade e quer um ano novo com um outro astral, uma outra agenda, são esses os três os percursos que ela deve fazer”, finaliza o Rabino Samy.

Sobre o Rabino Samy Pinto

O Rabino Samy Pinto é formado em Ciências Econômicas, se especializou em educação em Israel, na Universidade Bar-llan, mas foi no Brasil que concluiu seu mestrado e doutorado em Letras e Filosofia, pela Universidade de São Paulo (USP). Foi diretor do Colégio Iavne, por 22 anos. O Rav. Samy Pinto ainda é diplomado Rabino pelo Rabinato chefe de Israel, em Jerusalém, e hoje é o responsável pela sinagoga Ohel Yaacov, situada no Jardins também conhecida como sinagoga da Abolição.

Postado em 03 de Janeiro, às 09:17 por Toy Guimarães 0 comentários

Os anseios dos brasileiros para 2019 Janguiê Diniz Mestre e Doutor em Direito

Recente pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria revela o que a população brasileira considera prioridade para o governo em 2019: melhorar a saúde, gerar mais emprego e combater a corrupção. Reduzir a criminalidade e a violência é a quarta medida principal, seguida de melhora na qualidade da educação.

A pesquisa mostra ainda que a maioria dos entrevistados estão insatisfeitos com o país, mas a maioria, 60%, acredita em um bom ou ótimo desempenho do novo governo.

Os índices continuam positivos quando avaliamos o empresariado. A pesquisa “Expectativas do empresariado para o País e os seus negócios”, realizada pela Deloitte, afirma que 97% dos empresários querem investir em 2019 e que 47% deles pretendem gerar novos postos de trabalho.

A Deloitte afirma, ainda, que a reforma tributária, com 93%, como maior prioridade para o fortalecimento no setor. Na sequência aparecem a reforma da Previdência (90%), reforma política (80%), revisão das leis trabalhistas (36%) e a revisão da política de preços de derivados do petróleo (14%).

Independente do seguimento e do otimismo para o novo ano, a verdade é que o Estado existe para prover bens e serviços públicos. Estes, necessariamente, devem ser oferecidos com qualidade para a população e oferecer bens e serviços públicos essenciais talvez seja um dos principais desafios do novo governo. Não é novidade a divulgação de pesquisas que mostram que diversos bens públicos não recebem notas satisfatórias da opinião pública.

Destaco que, infelizmente, hoje o Congresso Nacional, o serviço público, as Polícias e o governo são instituições em que os brasileiros nem sempre confiam. Violência/criminalidade, drogas e desemprego estão entre os principais problemas do país, tendo o último atingido mais de 13 milhões de brasileiros segundo divulgação recente do IBGE.

Sabemos que a redução dos índices de criminalidade, o combate ao tráfico de drogas e até o incentivo para que o empresariado crie mais vagas de trabalho dependem do governo. Além disto, é comum aos brasileiros considerar os impostos, no caso a alta carga tributária, como um dos principais problemas do país.  

Friso, ademais, que cada dia temos mais casos de corrupção noticiados. O novo governo assume em meio a uma desconfiança nacional em relação à ética e ao comprometimento dos nossos governantes com o bem-estar da população. E aqui, temos mais um desafio: resgatar a confiança do povo.

O brasileiro deseja um estado menos corrupto e mais eficiente no provimento de bens e serviços públicos.

Postado em 27 de Dezembro, às 16:35 por Toy Guimarães 0 comentários

Psicóloga dá 15 dicas para ser mais feliz e obter mais sucesso em 2019

É inevitável ao final de cada ano, começamos a repensar tudo o que fizemos. Os planos que colocamos em prática, os que ficaram no meio do caminho e aqueles que nem mesmo tiramos do papel. Realmente é uma época de organizar a mente, o emocional e o corpo. Seja objetivo passar em um concurso público, vestibular, organizar a vida sentimental e financeira, até mesmo emagrecer, ou parar de fumar. O importante é pensar em tudo que realizou,  o que deu certo, e se programar para colocar em prática os outros desejos, sem frustrações, cobranças e tristezas. 

“Começar o ano motivado e com a vida organizada e fundamental para conseguir o sucesso” explica a psicóloga Miriam Pontes Farias, que enfatiza: 

"Valorize as coisas legais que você realizou durante este ano".
 
A especialista explica que através da hipnose clinica é possível equilibrar a mente e o corpo. 

“Mente sã, corpo são, é importante deixar de lado o estresse, a baixa autoestima, e qualquer sentimento ou pensamento de negatividade, é preciso mergulhar em si próprio, descobrir o que deu errado para acertar no próximo ano, às vezes a ansiedade, a dúvida e o estresse acaba levando a pessoa a se desequilibrar emocionalmente” conta.
 
Dezembro é um mês que mexe com o emocional das pessoas, a solidariedade está mais a flor da pele, alguns dias de férias, o encontro com a família e amigos para celebrar as festas de final de ano e celebrar a chegada de um Ano Novo, pode ser um ótimo momento para refazer laços, reequilibrar o lado emocional e já esperar para 2019 muitas conquistas.
 
A hipnose é uma terapia focal e direcionada, uma forte aliada contra diversos males da atualidade, indicada para tratar estresse, baixa autoestima, depressão, pânico, fobias, ansiedade, medo, vícios, e ajuda até mesmo a potencializar os estudos para provas de concursos e vestibulares.
 
Dicas:

1-    Tenha atitudes mais ousadas.

2-    Se aproxime mais de relações saudáveis, pessoas que colocam você pra cima.

3-    Acredite que é possível realizar seu sonho. (passar no concurso, comprar um imóvel, casar, fazer uma faculdade, ter filhos, viajar para o exterior, etc...). Crie estratégias e invista neles. 

4- Aprenda a administra momentos de estresse e ansiedade.

5-    Aplique como exemplo o que deu certo, em time que se ganha não se mexe. Valorize as coisas boas que aconteceram com você durante este ano e busque novas realizações

6-  Pare de se lamentar e deixe o passado, remoer o passado não traz nenhum benefício. Siga em frente tem muita vida esperando por você.

7- Separe alguns minutos do seu dia para meditar, yoga ou praticar auto-hipnose. Busque a paz  interior.

8-    Faça programas que relaxem e traga prazer.

9-    Viva um dia de cada vez, para que pressa?

10 Valorize o que você tem de melhor, qual é o seu ponto forte?

11-Esteja aberto a novos aprendizados 

12- Saia da "zona de conforto", movimente-se. Faça coisas diferentes para obter resultados diferentes.

13- Cuide do corpo e pratique atividade física 

14 - Cuide da sua mente e de seus pensamentos, alimente a sua mente com pensamentos saudáveis.  Quando estiver passando por momentos difíceis na vida, procure um psicólogo, ele pode te ajudar.

15 - Aumente as suas possibilidades de relacionamentos, a gente se constrói na relação com o outro.

Postado em 27 de Dezembro, às 12:11 por Toy Guimarães 0 comentários

Os desafios da recolocação profissional

A perda do emprego é algo que preocupa qualquer pessoa. Alguns ficam deprimidos e outros preocupados sobre o futuro. Mas é o grande momento para se repensar nos rumos da carreira.

É preciso também lembrar do fato de que todo o conhecimento e experiência aprendidos anteriormente podem ser muito úteis em outras empresas. 

Uma coisa que nunca pode ser jogada fora são os contatos. Muitas pessoas são tímidas e têm dificuldades de fazer networking. Mas ter bons relacionamentos profissionais podem ajudar a ser mais conhecido por outros e auxiliar na recolocação no mercado de trabalho.

Sempre tem alguém que conhece um amigo comentando sobre uma vaga. Por isso, mantenha seus contatos atualizados e tenha, se possível, cartão de visita. Mantenha-se à vista de todos. 

Estar com o currículo em dia é também essencial para recolocação. Mas não exagere nas informações. Caso comece a enfeitar muito e colocar experiências que não tem, pode ser ruim. A mentira tem perna curta. O entrevistador pode perceber no meio da conversa que aquelas informações no documento não são tão verídicas.

Quando se perde a confiança, perde-se tudo. Por isso, não se deve esquecer de que, mesmo se não conseguir vaga naquela entrevista, podem surgir oportunidades futuras talvez na mesma empresa. Portanto, seja verdadeiro.  

Cuide também da sua imagem, pois vale mais do que mil palavras. Essa expressão nunca foi tão usada como hoje com as redes sociais. As empresas observam o comportamento dos candidatos nas redes sociais e, dependendo do que vejam, pode influenciar muito na contratação ou não de um colaborador. 

Por isso, tenha cuidado sobre o que você publica. Analise sempre que tipo de mensagem suas fotos ou comentários estão transmitindo sobre você. Rede social não é diário pessoal. Todos estão ali vendo, principalmente os recrutadores. 

Durante uma entrevista, evite falar demais. Numa entrevista, quando o entrevistador pergunta muito, pode significar que o candidato está falando pouco. No entanto, é importante responder as perguntas de maneira objetiva, sem rodeios, sem falar muito da vida pessoal.  Quando começa a falar muito nesse tipo de assunto, a pessoa pode se desfocar e comentar coisas que não tem ligação com o que a empresa está buscando. 

Há outro fator que pode atrapalhar a vida do candidato: o nervosismo. Uma dica é quando for para uma entrevista, tente contar devagar de 1 a 10 ou lembre o número do CPF, de outros documentos ou placas de carro.

Esse tipo de exercício mental pode ajudar a se acalmar. A apreensão do momento pode fazer a pessoa falar muito e comentar coisas desnecessárias. Por isso, quanto mais à vontade e tranquila ficar, de maneira mais racional vai agir. 

Por último, e mais importante, é a ética profissional. Caso já tenha uma experiência anterior, é importante não citar momentos desagradáveis ou negativos, pois vai acabar comprometendo a imagem da pessoa. Quando estiver comentando de algo assunto anterior, pense muito bem antes de falar. É preciso se focar em coisas positivas e nos aprendizados que teve.

Apesar de ser difícil falar só do lado positivo, evite pensar em assuntos negativos. É a sua imagem e o primeiro contato que estão ali. A primeira impressão é a que fica.

Postado em 11 de Dezembro, às 16:56 por Toy Guimarães 0 comentários

Um período de transição para o mercado de contêineres

Considerando o setor de comércio exterior marítimo, em particular as empresas de navegação e terminais envolvidos na exportação e importação de mercadorias conteinerizadas, verificamos que 2018 foi um ano de transição.

A expectativa era de continuidade da recuperação que começou no final de 2017, porém com a ressalva de que 2018 seria um ano de eleições. Isso significou uma retenção de investimentos, que agora poderão ser retomados.

O resultado das eleições trouxe um viés potencialmente mais positivo para investidores, o que ainda precisa se concretizar.

Neste mesmo período, as empresas de navegação completaram um ciclo importante de fusões, reduzindo o número de players significativamente, se compararmos com o cenário há três anos. Se em 2015 eram 26 grupos independentes, hoje esse número está em 15. Oito empresas foram compradas, enquanto duas pararam de operar no Brasil e uma faliu globalmente. 

Para alguns especialistas, ainda existe espaço para maior consolidação.

Considerando que das 15 que operam no Brasil, as top 5 detêm quase 90% do mercado, é muito factível que um dos outros 10 seja absorvido. Boa parte destes 10 atua em mercados nicho, o que talvez não seja tão atraente para os maiores players, que têm mais interesse nos pequenos armadores que operam em mercados tradicionais. 

Exportadores e importadores não estão totalmente satisfeitos com o serviço que a consolidação dos armadores tem gerado, especialmente na rota do extremo oriente, onde a diminuição no número de serviços gerou fretes mais altos e falta de espaço ocasional em alguns navios.

Restrições internacionais impostas por alguns países nessas rotas levaram à obrigatoriedade de mudança nas configurações dos serviços, o que gerou uma expectativa entre os terminais de contêiner, que lutaram para conquistar os contratos desses serviços. As publicações recentes dos armadores já revelaram os vencedores e perdedores desses contratos.

O setor de terminais de contêiner também tem visto uma consolidação global, dividida entre grupos que têm uma participação societária importante de armadores e grupos independentes.

Tem sido interessante observar até que ponto os serviços dos armadores têm escalado nos terminais onde detêm participação, e até onde a força da situação do mercado fala mais alto.

Todas essas transformações tornam as previsões para 2019 desafiadoras, porém com alguns indícios interessantes. Isso tanto para as empresas de navegação e terminais como para o segmento de provisão de dados.

Atualmente, muitas pessoas defendem que os dados devam ser gratuitos.

O que nem sempre fica claro é que existe um custo para entregar aos clientes informações confiáveis, estruturadas e analisadas. É preciso abordar este tema com transparência e explicar que existe uma grande diferença entre os dados analíticos daqueles que são apenas coletados. 

Empresas sérias, que trabalham na produção de análises robustas, têm investido cada vez mais em novas tecnologias para as áreas de desenvolvimento e conhecimento de mercado.

O objetivo é coletar, cruzar informações e disponibilizá-las, de acordo com todas as normas de compliance, gerando relatórios que atendam às necessidades dos clientes. 

Neste cenário, é fundamental que os players saibam de quem estão contratando as informações, pois há provedores de dados que se utilizam de fontes duvidosas.

A orientação é que busquem empresas consolidadas no mercado, que trabalhem dentro dos limites estabelecidos pelas leis que regem a publicação de informações. 

Se de um lado defendemos mais transparência das fontes utilizadas nas pesquisas e previsão de dados, por outro esperamos do governo mais segurança das informações que estão sob seu controle.

Só assim, podemos evitar que dados estratégicos sejam compartilhados de maneira equivocada por instituições que colocam seu interesse particular acima dos benefícios do setor.

Postado em 10 de Dezembro, às 16:52 por Toy Guimarães 0 comentários

Inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

Inclusão é a palavra da moda. Pensando no contexto social, o termo fica bem bonito, concordam? Mas há de se pensar que no Brasil temos mais de 45 milhões de Pessoas com Deficiências (PCDs) o que representa 24% da nossa população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao realizar consultorias e ministrar aulas, percebo claramente que a nossa população não possui muitos conhecimentos de como funciona o processo seletivo para essas pessoas. 

Um motivo é que, em alguns casos, as vagas não são atrativas. Em outros casos, as pessoas não possuem a qualificação necessária para estarem ocupando aquela vaga. Além disso, também não temos práticas que sejam reais e possam cercear como base para uma sociedade mais inclusiva de forma REAL (isso com letras maiúsculas). Pois, há ainda muitas barreiras para que a sociedade se eduque para trabalhar, conversar, falar sobre e com os portadores de deficiências.

A lei determina que empresas, com mais de 100 funcionários, tenham colaboradores que sejam PCDs. E que estas reservem de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiências. Mas novamente vai a pergunta: “A cidadania no país é valorizada?”

Essas pessoas também precisam trabalhar e estudar, até para se ter condições de ter uma profissão, uma atividade remunerada. Mas, além disto, podemos falar dos nossos espaços públicos, que não são inclusivos, do nosso transporte, que também não é inclusivo. E, principalmente, dos locais de trabalho, que em muitos casos não possui adaptação para esse novo colaborador. Sendo assim, digo de antemão, não queira contratar apenas para sanar a lei.

Faça o processo e tenha PCDs na sua empresa para que a sua empresa, seja uma empresa cidadã. Ainda por cima, possa vender uma imagem de empresa que lida com motivação, com a inclusão e colabore para uma sociedade melhor e para que essa lei seja cumprida. Mas não apenas a lei, mas, sim, a lei do ser humano: de ser e poder mais a cada dia, como indivíduo produtivo além de sua deficiência.

Postado em 06 de Dezembro, às 12:15 por Toy Guimarães 0 comentários

Black Friday x Consumo Consciente

A Black Friday passou e já estamos pensando nas lembrancinhas de Natal. Alguns aproveitaram para comprar os seus presentes nesta que virou mais uma data de vendas no país, principalmente na internet. Segundo o Ebit, neste ano o varejo online vendeu R$ 1,9 bilhões, com um aumento de 17% em relação ao ano passado. Mas o mesmo órgão esperava a cifra de R$ 2,1 bilhões para este ano.

É interessante que os sites eletrônicos de vendas e, principalmente, a sua parte de logística e processos estão começando a ficar preparados para este dia de boomde atividades. Quem mostra este dado é o site Reclame Aqui, que apontou 2.912 reclamações nas 24 horas do dia da Black Friday, sendo 33% a menos do que no ano passado.

Não só o bombardeio de publicidade na TV, jornais, rádios e internet, mas a invasão de anúncios nos nossos e-mails e mídias sociais. Tudo isso fez com que muitos resolvessem comprar o que talvez não estivessem precisando ou ainda “só para aproveitar o que estava barato”.

Mas também não era apenas a Black Friday, era a semana Black Friday, o fim de semana Black Friday, o mês Black Friday. Engraçado que em minha aula de inglês, Friday era sexta-feira, mas deixa pra lá.

Sim, estamos precisando mexer na economia, mover o consumo para voltarmos a crescer e sair desta recessão que muitos da geração Millenium nunca tinham passado. Precisamos fabricar mais, produzir mais, vender mais e fazer a roda econômica girar. Mas sempre com muita consciência!

O momento é crítico e muito, amigos e amigas estão desempregados buscando vagas há mais de um ano. Mas o motor do consumo vai salvá-los?

Não sei se só isso é suficiente. O que sei é que neste momento precisamos ter ainda mais consciência nas nossas compras e débitos nos cartões de crédito. Precisamos entender o momento econômico do Brasil e do mundo, além destas turbulências políticas pelas quais estamos passando. Para isso, o Instituto Akatu nos ensina a questionar antes de digitar o número do seu cartão:

Por que comprar?Você realmente precisa ou está sendo estimulado por propagandas e impulso do momento? É importante comprar agora ou pode esperar o mês que vem?

O que comprar? Neste momento precisa analisar as opções e escolher algo que as características realmente atendam à sua necessidade, pois atributos demais no produto podem ser desperdícios.

Como comprar? À vista, a prazo, no cartão? Vou conseguir pagar as prestações? Não se somarão às já existentes? Será que o meu momento financeiro permite?

De quem comprar? Este produtor ou empresa é confiável? Esta loja é indicada? Já ouviu falar de algum problema com a empresa sobre mão de obra escrava ou trabalho infantil? Pesquisou o preço?

Como usar? Usar com delicadeza para não quebrar e ter que comprar outro. Usar até o fim, não em função da moda ou da novidade.

Lembre-se da energia e dos recursos naturais e pessoais que foram utilizados para o seu produto estar com você.

Como descartar? Depois de usar o que fará com o produto? Ele não desaparecerá como mágica. Você poderá doar? Reciclar? Transformar? Tem que pensar nisso antes de comprar!

Pois é, perguntas que parecem fáceis, mas que no nosso dia a dia não nos fazemos.

O consumo consciente tem a ver com você atender as suas necessidades sem com isso afetar a sua condição monetária (entenda-se endividamento), a sua condição produtiva (leia-se trabalho, será que você continuará empregado ou recebendo?) e os impactos diretos no planeta e nas pessoas. Vamos nos desenvolvendo sempre!

*Marcus Nakagawaé doutorando em Sustentabilidade pela USP/EACH, mestre em Administração pela PUC/SP; graduado em Marketing e Publicidade pela ESPM/SP; professor da graduação e MBA da ESPM, nas questões de ética, empreendedorismo, responsabilidade socioambiental, empreendedorismo social e terceiro setor.

Coordenador do CEDS (Centro de ESPM de Desenvolvimento Socioambiental), idealizador e diretor administrativo da Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais pelo Desenvolvimento Sustentável); consultor e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.

Postado em 30 de Novembro, às 16:09 por Toy Guimarães 0 comentários

Como a comunicação pode salvar ou acabar com um negócio?

A comunicação bem feita é fundamental no mundo atual, e não são apenas os estudiosos que alertam para a posição de destaque dessa. Cada vez mais se tem essa percepção no próprio cidadão comum, o indivíduo que já sentiu a necessidade de se comunicar e de se familiarizar às pressas com as novas e velozes ferramentas da informação.

Contudo, dentro de uma empresa o cuidado deve ser redobrado, pois uma má comunicação, que abre brecha para entendimentos errados, refletindo em sérios problemas no ambiente de trabalho e até mesmo nos resultados.

Assim, é preciso se atentar na comunicação com os colaboradores e com o público externo para fortificar a imagem da empresa, além de manter a qualidade dos serviços/produtos.

Para Reinaldo Passadori, presidente do Instituto Passadori (www.passadori.com.br) e especialista em Comunicação Verbal, um dos segredos para evitar problemas relacionados ao tema é vencer tabus e entender que quanto melhor for a capacidade de se comunicar adequadamente, melhores serão os resultados para os negócios.

Lembrando que vivemos em uma sociedade formada por pessoas que possuem ideias e pensamentos diferentes, consequentemente opiniões e interpretações diversas diante dos mesmos acontecimentos.

Assim, é fundamental tomar a frente do que se fala sobre sua empresa, evitando que conteúdos negativos proliferem interna e externamente. Para Passadori são dois os principais problemas enfrentados em relação ao tema: “um é a fofoca ou opiniões sobre algo que possa ter ocorrido, a decodificação de uma ocorrência qualquer ou maledicência mesmo.

Outro problema é a inércia da empresa em processos de comunicação, ou seja, a empresa não se preocupa em se antecipar e fornecer informações aos seus colaboradores, gerando com isso uma omissão de dados ou de detalhes que seriam úteis se compartilhados do jeito e no momento certo”.

Embora seja quase impossível eliminar esses problemas, eles podem ser atenuados com ações claras, transparentes, sem tentar ocultar informações do público.

Além disso, é imprescindível para empresa criar bons porta-vozes, capazes de se posicionarem, dentro do limite do sigilo. Se a empresa souber se comunicar de maneira eficiente, ampliará as chances de impedir que informações equivocadas sejam disseminadas.

Também é necessário identificar os formadores de opinião internos e externos, isto é, as lideranças informais, pois eles que disseminam as informações e possuem credibilidade.

Aproximando-os do setor de comunicação é possível trabalhar esse canal a favor da empresa.

Enfim, em um mercado no qual a exposição não pode mais ser evitada, o papel das lideranças de uma empresa é aperfeiçoar a comunicação, deixando de ter uma posição passiva, para uma mais agressiva, criando ferramentas de comunicação internas e externas e se capacitando para oferecer as melhores respostas, com credibilidade e rapidez.

Postado em 30 de Novembro, às 16:01 por Toy Guimarães 0 comentários

Aspectos legais que podem arruinar seu E-commerce

Olá, sou Pedro Jones e estou aqui novamente para tratar de e-commerce. Mas dessa vez, vamos falar sobre aspectos legais que podem arruinar seu negócio. Sim, isso é possível.

Embora as vendas on-line tenham ganhado um tom meio informal, esse tipo de negócio possui inclusive legislação própria e aspectos jurídicos e operacionais que devem ser observados.

Para manter um negócio online sem prejudicar o consumidor e sem sofrer prejuízos, é importante estar atento a esses pontos e a possíveis problemas que podem surgir.

Por isso no texto de hoje, entre outras coisas, vamos falar sobre:

●      Erros operacionais;

●      Contratos;

●      Política de privacidade;

●      Assessoria jurídica.

 

Postado em 28 de Novembro, às 15:10 por Toy Guimarães 0 comentários

Qual o meu papel de pai e como pai na escola?

 

Depois de vivenciar um forte e lindo momento em minha vida e participando da atividade escolar vejo que vivemos num tempo em que tudo passa muito depressa. Como a sociedade está cada vez mais organizada à volta do trabalho (e não em redor da família ou dos afetos em geral), acontece que, cada vez temos menos tempo para estarmos com os outros. Este problema é particularmente inquietante para a vida familiar.

Sabemos que para um bom desenvolvimento psicossocial dos filhos, a presença e o suporte afetivo dos pais é fundamental. Este apoio é especialmente importante ao longo do trajeto pessoal, desde a infância até à fase final da adolescência.

No entanto, sabemos que muitos pais lamentam chegar a casa cansados e indisponíveis, enquanto os filhos acham que não vale a pena falar com os mais velhos, pois eles nunca têm tempo.

Como conseguirão os pais manter os empregos, essenciais para a sobrevivência da família, sem descurar o acompanhamento dos seus filhos?

Ouve-se com muita frequência dizer que os pais participam cada vez menos na vida escolar dos seus filhos, remetendo exclusivamente para a escola a tarefa de os educar.

Sabemos que é na pré-primária que os pais contactam com mais frequência a escola, e que a sua participação diminui à medida que se avança na escolaridade.

Não devemos, no entanto, esquecer que a escola é, também, responsável por este alheamento dos pais em relação à instituição, já que nem sempre informa claramente, ao mesmo tempo que não mobiliza os pais da melhor forma.

Contudo, é cada vez maior a convicção que a educação dos jovens é tarefa a ser assumida pelos pais e professores. Para isso, é necessário que se construam relações frutuosas de cooperação para atingir um objetivo comum: o desenvolvimento integral das crianças e dos jovens.

É necessário que os pais assumam que a sua participação na vida da escola é um direito e um dever
Além de ser um dever cívico, a participação ativa dos pais em estruturas da escola (associação de pais, conselho pedagógico, conselho geral) é vista pelos filhos como uma demonstração de empenho e interesse, mesmo pelos alunos mais velhos.

As primeiras reuniões, que se realizam no início do ano letivo, com os diretores de turma ou, muitas vezes, com a direção, são muito importantes, já que os pais são informados não só de que modo podem ter conhecimento do processo educativo dos seus filhos, mas também de como se vai desenrolar o processo de representação dos pais nas estruturas escolares.

É fundamental que a escola e os pais caminhem de mãos dadas porque o “pai” só triunfará como figura parental se mostrar a sua imperfeição e, sem abdicar das suas convicções, estiver disposto a ouvir e a discutir experiências. Enquanto o professor só terá êxito se efetivamente ouvir os seus alunos e partilhar o saber.

Assim, só conseguiremos educar os nossos filhos como cidadãos interventivos e críticos, se dermos o exemplo.

Nesta semana convite da professora Tatiana do 2° ano do colégio Monte Tabor localizado no bairro Patagônia, tive esse momento e oportunidade única de vivenciar, partilhar e cooparticipar do meu papel de pai acopanhando e participando diretamente ao lado da professora, alunos e escola do papel socioeducativo.

Naquele momento uma emoção tomou conta de mim, lógico que fiz de tudo para não demonstrar aqueles alunos e principalmente a minha filha Ana Maria. A professora falou sobre o projeto da presença dos pais na escola, e se eu poderia comoarecer algum dia para contar uma historia para os alunos de sua turma onde a minha filha tem a honra de estudar com ela.

Ao chegar na sala tinha a certeza que era apenas pegar uma historinha que provavelmente ja teria na sala de aula ou na escola, más para minha surpresa, o pai ou a mãe estaria a vontade para fazer daquele momento do seu jeito, no momento não havia levado ou decorado nenhuma historinha, então respirei fundo, olhei para cada criança, especialmente para Ana Maria e vi em seus semblantes a atenção e olhinhos toda focada em que eu iria falar, comecei então a me entregar aquele momento mágico, me coloquei no lugar deles, relembrei meu tempo de criança e de escola, no momento em que falava, a atenção delas aumentava, elas começaram a interagir, a falar a perguntar, a sorrir, eu me soltava e me sentia um deles, o pai voltava a ser criança.

Compartilhei com eles o meu tempo de criança, de aluno e como filho, contava a eles sobre as nossas brincadeiras de criança de antigamente e de que forma são as brincadeiras de hoje, pedi a elas que continuassem sendo crianças, e que escutassem e obedecessem seus pais assim como fazem na escola. Eu falava e meus olhos enchiam-se de água, e percebir que de muitas crianças também, a emoção e alegria tomava conta da sala, não queria que o tempo acabasse nem passasse logo, mais ao mesmo tempo, precisava ir embora, voltar ao trabalho e deixar a professora Taty continuar a sua aula.

Naquele momento eu tinha a certeza de qual grande é o papel dos pais na escola e próximo a ela, de estar presente com os filhos também nas atividades escolares e não apenas em casa.

Sempre procurei ser um pai presente como por exemplo comparecer as reuniões de pais, atividades comemorativas ou atividades desenvolvidas e sugeridas pela escola, mais aquele momento de falar na sala de aula apenas você e elas foi mágico, foi único, foi emocionante, tinha a certeza que ser pai também é ser educador, naquele momento em sala de aula com aquelas crianças me sentir um professor, um super héroi e como disse a elas: - "A escola compartilhar conhecimentos mais nós pais temos o dever e obrigação de dar a educação dentro de casa e participar da vida de seus filhos na escola e em seus trabalhos e tarefas escolares". Já diz a música "Viver é melhor que sonhar", e quero viver o sonho de termos uma educação melhor valorizada e mais reconhecida por nossos governantes, pois os professores são nossos mestres e hérois, por meio deles nos tornamos, médicos, advogados, padres, pastores, secretários, futuros professores, etc.

Por meio deles e da educação, mudamos e transformamos o mundo. Por meio da responsabilidade de assumir o papel de pai na escola, criamos homens e mulheres para serem dignos de sabedoria, respeito e responsabilidade consigo mesmo e para com o próximo.
Obrigado tia Taty pelo convite, obrigado Colégio Monte Tabor por nos motivar e mostrar o nosso dever, obrigado crianças por me relembrar a ser e ter um coração e inocência de criança.

Postado em 24 de Novembro, às 15:02 por Manoel Gusmão 0 comentários

Hackers, uma ameaça para as corporações

A segurança da informação tornou-se um imperativo para as corporações de todos os portes diante da necessidade de preservação de arquivos essenciais.

A ameaça de invasão de sistemas corporativos por hackers tem se tornado frequente em todas as partes do planeta. Por outro lado, novos sistemas têm garantido a tranquilidade, de maneira ágil e segura.

Em muitos casos, as corporações não estão devidamente preparadas para enfrentar esses riscos. Os ataques são conhecidos dos especialistas e chegam por meio de um email.

O procedimento se repete na maioria das companhias, com um computador infectado por malware, bloqueando o usuário de seus dados antes de se mover pela rede para assumir todo o sistema.

Com o controle dos dados da empresa, o hacker assume papel intimador, cobrando da corporação para desbloquear a interferência.

Diante desse panorama, os prejuízos podem ser incalculáveis, não apenas pelo prejuízo financeiro, mas pelo risco de vazamento dos dados sigilosos da organização. 

O fenômeno mundial também faz grandes estragos nas companhias brasileiras. Aqui, os ataques cibernéticos têm crescido, em média, 20% ao ano, com 70 mil registros em 2016, e 72% das organizações perderam acesso por dois dias ou mais.

A pesquisa 2018 IDG/Iron Mountain traz um panorama dessas ameaças a partir das companhias do setor financeiro (https://bit.ly/2udeodr). Segundo o levantamento, 65% dessas empresas admitiram experimentar um ou mais eventos de segurança cibernética, ataques de malware, fraude e/ou perda acidental de dados.

O estudo revela ainda que 22% dessas companhias sofreram um ataque de ransomware, que não foi bloqueado com sucesso. Outro dado relevante mostra que 36% das empresas pesquisadas demoraram mais de um dia para recuperar os arquivos afetados pelo ataque silencioso. 

Nos velhos tempos, a recuperação desses dados ocorria por um plano de backup. Hoje, existem processos mais eficientes e econômicos utilizando o backup em nuvem.

As organizações podem reconfigurar a sua infraestrutura de informação combinando servidores locais e servidores em nuvem. As soluções como o Cloud Backup Service e também as de Disaster Recovery garantem a recuperação do sistema por meio de um backup limpo em questão de minutos. 

O avanço dos ataques cibernéticos aponta para que todas as organizações tenham um programa de recuperação de desastres. Ele é uma ferramenta indispensável para a preservação dos ativos da empresa, apresentando a melhor relação custo-benefício.

Postado em 22 de Novembro, às 16:26 por Toy Guimarães 0 comentários

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