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Pênis torto se endireita? Urologista comenta

Além do tamanho do documento, uma questão estética, relacionada ao pênis, que aflige a rapaziada, é a dificuldade dele em “olhar para a frente”, quando ereto. Esse desvio, na maior parte das vezes, é comum, afinal, nosso corpo não é simétrico, e muitos aspectos – às vezes até o jeito de colocar o pinto na cueca – podem influenciar na curvatura. 

Mas segundo o urologista baiano Wagner Coêlho Porto, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), quando essa curvatura se acentua de repente, o caso pode estar associado a uma síndrome, que costuma atingir homens a partir dos 19 anos.

rata-se da doença de Peyronie, que apenas em casos extremos costuma ser tratada cirurgicamente. “O grande problema da doença é que nos primeiros seis meses a um ano, quando o processo está se instalando, e que o pênis começa a ficar torto, o indivíduo sente muita dor. É por isso que você tem que deixar estabilizar, para não intervir num processo que pode voltar”, explica o médico.

A doença atinge cerca de 150 mil brasileiros por ano, e costuma ser identificada pelo próprio paciente. De acordo com o urologista, trata-se de uma doença autoimune da qual ainda não tem conhecimento da causa real, apesar de ter sido descoberta faz tempo. Foi em 1743 que o médico François Gigot de Peyronie descreveu, pela primeira vez, o aparecimento de tecido fibromatoso e cálcio na superfície que envolve os corpos cavernosos de um pênis na França.

Nos dias atuais, diz Côelho Porto, são três as possibilidades de tratamento:

“Remoção da placa (fibrosa ou dos nódulos), correção do entortamento por meio cirúrgico ou, ainda, implante de prótese peniana”, assinala.
Um dado curioso, citado no site da SBU, é que com o advento das drogas orais para a ereção (como viagra), os urologistas têm relatado um aumento da incidência da Peyronie, que afeta hoje até 3,5% dos adultos.

Postado em 21 de Novembro, às 12:15 por Magno Bastos 0 comentários

Arritmias cardíacas podem ser identificadas por meio do autoexame dos pulsos

Pouca gente sabe que o autoexame dos pulsospermite que qualquer pessoa identifique arritmias cardíacas que não costumam apresentar sintomas. Caracterizado como uma alteração da frequência ou do ritmo dos batimentos cardíacos, o problema pode passar despercebido e, se não tratado a tempo, pode ser fatal.

De acordo com a Cardiologista da Clínica ADS, Adriana Taboada, “não dá para abrir mão da avaliação feita por um especialista por meio de avaliação clínica e exames complementares, mas o autoexame dos pulsos é uma ferramenta adicional que auxilia na detecção das arritmias no intervalo entre as consultas médicas regulares”, defende.

Ela explica que qualquer pessoa pode fazer este exame: jovens, idosos, homens e mulheres, pois “as arritmias cardíacas podem ocorrer em qualquer idade, inclusive em quem não tem aparentemente nenhuma doença cardíaca ou fator de risco para doenças do coração”, frisa.

As arritmias cardíacas podem ser intermitentes e, quando surgem, podem ter curta duração ou podem se sustentar por períodos mais prolongados. Dessa forma, um autoexame dos pulsos normal em determinado momento não exclui que, em outros momentos, o paciente tenha arritmia. Por isso, “o autoexame deve ser feito com relativa frequência. Não precisa ser todos os dias, mas uma vez por semana ou pelo menos uma vez por mês vale a pena verificar os batimentos”, orienta Taboada.

Como fazer - O paciente deve posicionar os seus três dedos médios sobre seu pulso radial no antebraço (o pulso radial pode ser encontrado traçando-se uma linha imaginária em continuação ao polegar). Aplicando uma pressão suave nos dedos, o paciente conseguirá sentir suas pulsações. Deve-se contar quantas pulsações são sentidas em um intervalo de tempo de 15 segundos e o resultado deve ser multiplicado por 4. Esta é a frequência cardíaca naquele momento.

Desta forma, se a pessoasente 20 pulsações em um intervalo de 15 segundos, por exemplo, deve multiplicar o resultado por 4 (20x4) para encontrar o valor de 80 batimentos por minuto (bpm). O valor normal da frequência cardíaca em repouso é de 50 a 100 bpm. Frequências abaixo ou acima destes valores não necessariamente indicam a presença de problemas cardíacos, mas servem de alerta para que o paciente procure um cardiologista para investigação.

Outro aspecto que deve ser observado, além da frequência cardíaca, é a regularidade dos batimentos.

Qualquer alteração na cadência dos batimentos, acelerações e desacelerações súbitas ou a presença de pausas nas pulsações também são evidências da presença de arritmias.Se a partir do autoexame dos pulsos, a pessoa desconfiar que o ritmo cardíaco não estánormal, o melhor a fazer é agendar uma consulta com um médico cardiologista, pois somente este especialista pode fazer o diagnóstico preciso e definir o melhor tratamento.

Vale destacar que as consultas de rotina devem ser realizadas anualmente, mesmo para pacientes assintomáticos. A realização de exames específicos é determinada pelo médico assistente, de acordo com os fatores de risco e as necessidades de cada paciente.

Postado em 15 de Novembro, às 12:37 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Cerca de 205 milhões de mulheres têm diabetes no mundo, alerta OMS

No Dia Mundial do Diabetes, lembrado hoje (14), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que cerca de 8% das mulheres - ou 205 milhões - vivem com diabetes em todo o mundo. O tema da campanha deste ano é “Mulheres e Diabetes: nosso direito a um futuro saudável”, que tem como foco promover o acesso a medicamentos e tecnologias essenciais para todas as mulheres com diabetes e com risco da doença, além de levar informações qualificadas para que elas fortaleçam sua capacidade de prevenir o diabetes tipo 2.

Para o diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, Márcio Krakauer, o diabetes afeta a mulher em vários aspectos, o principal deles é o gestacional. Além disso, as mulheres passam pela menopausa, que é um momento em que a doença precisa ter um controle diferenciado. Elas também estimulam os homens a cuidar da própria saúde.

Segundo Krakauer, 1 em cada 7 nascimentos no mundo é afetado por diabetes na gestação. “É uma doença muito frequente e que aumenta o risco de aborto e má formação do bebê e morte das mães. Com o tratamento, essas complicações são completamente evitáveis”, disse.

O diabetes gestacional é um problema que surge durante a gravidez e que quase sempre se normaliza sozinho depois que o bebê nasce. A mulher fica com uma quantidade maior que o normal de açúcar no sangue, por causa dos hormônios e da incapacidade do corpo de produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê.

Krakauer explicou que já é uma prática dos ginecologistas pedir os exames de diabetes a partir das 24ª semana. Mas ressalta que é importante que as próprias mulheres também fiquem atentas para obter um diagnóstico precoce e evitar as complicações.

O histórico de diabetes gestacional também é um importante fator de risco para desenvolvimento de tipo 2 da doença. Segundo a OMS, quase metade das mulheres que morrem em países de baixa renda devido à glicemia alta, morrem prematuramente, antes dos 70 anos.

Postado em 14 de Novembro, às 09:32 por Magno Bastos 0 comentários

14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, das 10h às 16h

Amanhã, no dia 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, das 10h às 16h, a Sociedade Brasileira de Diabetes/Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia vão realizar ações gratuitas para conscientizar a população sobre esse problema, que atinge 14,3 milhões de pessoas em todo o Brasil.. Hoje, o País já é o quarto do mundo em número de pessoas acometidas pelo problema.
  
O alerta nacional é para colocar em foco o diabetes, e principalmente poder diagnosticar precocemente, tratar e dar a atenção e assistência a pacientes com diabetes. “Queremos mobilizar todos para uma grande causa e mostrar que diabetes demanda uma maior atenção, já que milhões de pessoas convivem com o problema e muitas vezes não sabem que têm”, diz Márcio Krakauer, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes.
  
Dia Mundial do Diabetes
A campanha já tem 26 anos e nesse ano retoma com força sobre saúde da mulher(http://www.diamundialdodiabetes.org.br). A grande questão dessa campanha é divulgar a todos os interessados a importância de se colocar em discussão um problema de saúde pública tão importante e que demanda uma maior atenção por parte da grande população

Postado em 13 de Novembro, às 12:27 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Jovens estão perdendo audição por causa de fones de ouvido, alerta conselho

A cada dia, mais jovens estão apresentando perda de audição causada pelo uso irregular de fones de ouvido. O alerta é feito pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa). “Os adolescentes usam esse equipamento de som com volume muito alto. A gente vem notando que a audição deles não é tão normal como antigamente, já tem mais perda. E se continuar a usar esse som alto, eles terão uma perda irreversível, não volta mais ao normal”, disse a presidente do CFFa, Thelma Costa.

Segundo ela, as perdas auditivas por causa de ruído estão aumentando entre a população, tanto por ruído industrial, quanto por equipamentos de som. Ela cita como exemplo o caso dos músicos, lembrando que existem protetores auditivos que selecionam o som. "Então, eles conseguem seguir com a profissão e estão se prevenindo, o que não acontece com os adolescentes.

A presidente do CFFa orienta os pais e responsáveis a monitorar o volume dos fones de ouvido. “Se você estiver a 1 metro da pessoa e ouvir o que ela está escutando, ela provavelmente terá uma perda de audição. A 1 metro de distância, você não deve ouvir o que a pessoa está escutando no fone de ouvido”, reforçou Thelma, que é especialista em audiologia.

A orientação é baixar o volume. Segundo ela, já houve uma proposta de projeto de lei no Congresso Nacional para que esses equipamentos tenham controle máximo de volume, mas ele não foi aprovado. Além disso, a fonoaudióloga explicou à Agência Brasil que as escolas precisam pensar melhor na estrutura das salas de aulas, para que sejam construídas em locais mais silenciosos ou com melhor acústica.

Prevenção e tratamento

Hoje (10), no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez, o CFFa alerta que existem várias situação que podem causar problemas de audição e muitos delas são preveníveis. Thelma explica que as causas para a perda de audição dependem da fase da vida. Os bebês, por exemplo, podem nascer com deficiência auditiva por problemas na gestação, quando a mãe é usuária de drogas, teve sífilis ou rubéola durante a gravidez, ou problemas no parto. “Por isso é importante fazer o teste da orelhinha na maternidade, para saber se nasceu surdo ou não e intervir, se necessário”, disse.

No caso das crianças, as otites devem ser tratadas com cuidado e a vacinação deve estar em dia. Doenças como meningite e caxumba podem causar perda de audição, por exemplo, e há vacinas disponíveis na rede pública. No caso dos adolescentes, além do uso irregular dos equipamentos de som, eles podem ter as mesmas patologias das crianças.

Há causas que não são preveníveis, como algumas doenças em adultos, otosclerose e AVC por exemplo, e em casos de AVC, além das perdas progressivas causadas pela idade. “Mas há muitas que se consegue prevenir, principalmente por exposição ao ruído”, enfatizou Thelma.

Segundo a presidente do CFFa, a tecnologia de aparelhos auditivos melhorou muito ao longo do tempo, inclusive sendo implantada dentro do ouvido. Entretanto, mais importante que a amplitude do som é a qualidade desses equipamentos. “Antigamente, se colocava o aparelho e ele aumentava o som. O paciente escutava, mas continuava sem compreender. Hoje é como se aumentasse o volume com um som estereofônico muito melhor. O paciente ouve e tem uma qualidade sonora muito boa”, disse.

Thelma explicou ainda que, antigamente, só usava aparelho quem apresentava uma perda moderada de audição. Hoje, qualquer pessoa com perda leva, dependendo da necessidade, é um paciente em potencial para o uso de aparelho de amplificação. “Mas o uso do aparelho não previne a progressão da perda de audição. A prevenção, no caso de exposição a ruído, é parar de se expor, então aquela perda estaciona, mas não melhora”, ressaltou.

Tema do Enem

A fonoaudióloga comentou também o tema da redação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano - “Desafios para a Formação Educacional de Surdos no Brasil”. Segundo ela, muitas pessoas argumentaram que o aluno do ensino médio não tem conhecimento para discorrer sobre o tema, mas para Thelma, o assunto da inclusão deveria ser debatido por todos, inclusive porque o deficiente auditivo faz parte da comunidade escolar, assim como qualquer pessoa com deficiência.

“Já os desafios são vários, porque existe a questão da formação do professor. O aluno, seja surdo ou com qualquer deficiência, é colocado na sala de aula, mas não é incluído, muitas vezes porque o professor não tem formação para incluir. É muito mais fácil incluir pessoas com deficiência física, mas com relação ao surdo, é preciso ter um intérprete e uma maneira diferente de dar aula. É um desafio, sim, e muitos professores terão que saber lidar com a educação do surdo”, disse.

As questões da inclusão e do preconceito devem ser debatidas não só nas escolas, mas em toda a sociedade, pois pessoas com perdas profundas de audição precisam ser compreendidas em todos os lugares. “Muitas vezes, o surdo, que é quem tem perda profunda, se depara com situações onde não consegue compreender e ser compreendido”, explicou Thelma.

O preconceito existe ainda na própria pessoa com deficiência auditiva. “A primeira pergunta que ela faz é se o aparelho vai aparecer. Como se, desaparecendo o aparelho, desaparece o problema. Isso é preconceito da própria pessoa. E a gente pergunta: 'Mas você usa óculos? Qual é a dificuldade e a diferença?'”, acrescentou a especialista.

Postado em 10 de Novembro, às 10:58 por Magno Bastos 0 comentários

10 sintomas que podem indicar câncer do pâncreas

O câncer do pâncreas continua sendo um dos mais fatais pelo fato de ter um diagnóstico mais complexo. De acordo com a BBC, um em cada dez pacientes diagnosticados com este tipo de cãncer não vive mais do que cinco anos. Mas, se a ciência estuda tanto os tumores, porque o que afeta o pâncreas não é detectado rapidamente? A resposta é simples: os sintomas são muitos e idênticos a outras tantas patologias, sendo facilmente desvalorizados.

Uma dor barriga, por exemplo, pode ser uma 'mera' dor de barrigacomo tantas outras, mas pode, também, ser um sintoma claro de câncer do pâncreas. E com a dor de barriga há outros tantos sintomas normais e 'inofensivos' que, na verdade, escondem uma das doenças mais fatais, como alerta Vítor Veloso, presidente da Liga Portuguesa Contra o Câncer.

Entre os sintomas mais comuns (mas também mais desvalorizados) estão a dita dor de estômago, a dor nas costas, a perda de peso inesperada (que é muitas vezes associada apenas a problemas na tireoide), a indigestão, o desregulamento intestinal(que anda quase sempre na carona do estresse e, por isso, é visto como algo comum), a perda de apetite, a icterícia (aparecimento de um tom amarelado na pele e olhos), sensação de gripe/resfriado, dificuldade em engolir e diabetes.

Postado em 09 de Novembro, às 10:49 por Ivanildo Bastos 0 comentários

10 de novembro – dia nacional de combate a surdez

Aumentar muito o som da música, da TV ou do rádio, ter dificuldade de entender o que é dito ou demorar para aprender algo podem ser sintomas de que estamos com nossa capacidade de ouvir prejudicada. Por esse motivo, no Brasil, destaca 10 de novembro como o Dia de Prevenção e Combate à Surdez.
 
Em pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 10 milhões de brasileiros têm alguma deficiência auditiva. Isso representa 5% da população do País. Destes, cerca de 2 milhões possuem deficiência auditiva severa, 1,7 milhão tem grande dificuldade para ouvir e 344,2 mil são surdos.
 
Segundo a fonoaudióloga a Dra Cintia Fadini, o principal cuidado que se deve ter com a audição é a prevenção. Por isso, é fundamental evitar sons intensos, fones no ouvido em alta intensidade e em tempos prolongados. “Além disso, é importante se alimentar bem e praticar exercícios físicos. O corpo reflete na nossa saúde auditiva.”
 
A especialista explica que os fones de ouvidos fazem mal por agredirem as células que captam os sons na orelha interna. Ela diz, por exemplo, que ouvir música muito alta com fones lesionam estas células, pois o barulho fica numa intensidade acima do que elas suportam. “Dessa forma, perdemos a capacidade de receber os sons”.
 
- Há quem nasça com a perda auditiva, por isso o acompanhamento no pré-natal é muito importante. Mas temos casos de pessoas que adquirem essa deficiência com o tempo, por ouvir durante horas sons intensos ou música em alta intensidade, além dos casos por idade avançada também – relata.
 
Porém, a fonoaudióloga ressalta que há algumas maneiras de tratar a surdez. Ela conta que há dois tipos principais de perda auditiva: a de condução e a neurossensorial. A de condução acontece quando algo impede o som de passar pelo sistema auditivo. Pode ser tratada por meio de medicamentos ou, dependendo do caso, com o uso de aparelhos auditivos.
 
Já na perda neurossensorial há a morte irreversível de algumas células. Para essa situação, o único recurso é o uso de aparelhos auditivos para amplificar e corrigir os sons recebidos. Mas o processo inicial não é tão simples, pois, na maioria dos casos, é necessário também treinar o cérebro para ouvir melhor por meio de treinamentos específicos que estimulam a atenção e memória auditiva.
 
- Por isso, precisamos muito cuidar da saúde de nossa audição. Qualquer indício de problema ou dificuldade auditiva, começando pelo zumbido, é fundamental procurar logo uma orientação médica. Ouvir é experienciar o mundo, quando perdemos esta habilidade nos afastamos do mundo social e deixamos de perceber as sutilezas do mundo sonoro. Não espere, busque ajuda. Precisamos cuidar muito bem de nosso corpo, principalmente de nossos ouvidos – conclui.  
 
Sobre a dra. Cintia Fadini
Mestre em Fonoaudiologia pela Universidade Estadual Paulista - UNESP (2010), Dra Cintia Fadini é Fonoaudióloga Clínica e especialista em Processamento Auditivo (Avaliação e Tratamento) com experiência na área da Audição e da Aprendizagem. É também fonoaudióloga parceira de Aparelhos Auditivos Signia- Siemens.

Postado em 08 de Novembro, às 10:20 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Congressos simultâneos em Saúde debatem tecnologia

De 16 a 18 de Novembro o Fiesta Bahia Hotel em Salvador, recebe o II Congresso Brasileiro de Saúde, que de forma simultânea, aborda as áreas de nutrição, farmácia, psicologia, fisioterapia, odontologia, biomedicina e enfermagem, além de discutir a Tecnologia do cuidado e humanização da saúde. O evento é realizado pelo Grupo Ser Educacional, mantenedora da Faculdade UNINASSAU.
 
Com o objetivo de trocar experiências entre os participantes, os congressistas irão contar com conferências de profissionais renomados do país, que irão abordar o tema através de debates, mesas-redondas, fóruns e apresentação de trabalhos acadêmicos. “Vamos proporcionar três dias de muito conhecimento e discutir um tema de grande relevância para os profissionais de saúde que é a humanização”, explica a diretora da unidade Pituba da Faculdade UNINASSAU, Karina Bemfica.
 
Para se inscrever e obter a programação completa acesse: https://eventos.sereduc.com/, ou presencialmente na Faculdade UNINASSAU localizada na Rua dos Maçons, nº 364, Pituba ou na rua Direita da Piedade, s/n, Politeama. Para mais informações ligue (71) 3505-4500.

 

Postado em 07 de Novembro, às 16:21 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Hospital será transferido para Consórcio Interfederativo de Saúde

 A informação foi prestada pelo secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, que visitou neste sábado (4) o hospital, acompanhado por uma equipe da Sesab e representantes da Fundação José Silveira, que deixará a gestão da unidade após 14 anos à frente.

Durante a visita, o secretário reuniu-se com representantes dos médicos da unidade e garantiu que a transição se fará dentro da normalidade, preservando os postos de trabalho e a assistência à população.

Na ocasião, Vilas-Boas anunciou ainda investimentos na reforma e ampliação da unidade, que passará a contar com UTI neonatal, uma nova UTI adulto com 10 leitos, além de mais duas salas cirúrgicas. Serão investidos recursos na modernização tecnológica, com a aquisição de equipamentos, como um novo tomógrafo que já está na unidade e que será instalado em uma semana, além de arco cirúrgico, novos monitores, respiradores e um novo Raio X.

Para o prefeito de Ribeira do Pombal, Ricardo Maia, a maior proximidade da gestão do hospital com o município irá melhorar a administração da unidade. “Todos os prefeitos do consórcio estão comprometidos para que as coisas deem certo e eu tenho certeza que dará”, afirmou Maia.

O Estado irá ainda construir uma Policlínica Regional de Saúde, aproveitando o prédio de ambulatórios, que será ampliado e incorporado ao prédio da Hemoba. Segundo Vilas-Boas, o governador Rui Costa elegeu a saúde como uma das prioridades do governo e está cumprindo o compromisso de regionalizar e descentralizar a saúde em todo o estado. “O fortalecimento do hospital de Ribeira Pombal ajudará a reduzir as filas da regulação”, destacou o secretário.

Postado em 06 de Novembro, às 11:53 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Saiba como vai funcionar atendimento nas novas policlínicas regionais

Em todas as unidades, o atendimento será feito através de agendamento realizado nas secretarias da Saúde dos municípios.

A primeira policlínica será inaugurada no próximo dia 17, em Teixeira de Freitas, para atender a região do extremo sul. Em 24 de novembro, será a vez da população de Guanambi e municípios do seu entorno receber a nova unidade que vai ampliar e dinamizar o sistema de saúde. Já as policlínicas de Jequié e Irecê serão entregues nos dias 16 e 21 de dezembro, respectivamente

COMO SER ATENDIDO 

As policlínicas não atendem urgências e emergências ou outros tipos de demanda espontânea. O atendimento é feito através de um agendamento pelas Secretarias da Saúde dos municípios que fazem parte do Consórcio que administra a unidade.

Passo 1 
O paciente passa por uma consulta em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) no seu município ou procura a Secretaria Municipal de Saúde

Passo 2 
Médicos identificam a necessidade de o paciente realizar uma consulta com especialista,  exames como tomografia ou raio-x, ou procedimentos de média complexidade, como biópsia, pequenas cirurgias e cuidados com o pé diabético, por exemplo.

Passo 3 
A Secretaria Municipal de Saúde agenda o atendimento do paciente na Policlínica Regional de Saúde.

Passo 4  
Caso a policlínica não esteja localizada no município em que o paciente reside, ele será encaminhado até o município vizinho em um dos micro-ônibus especiais que farão o deslocamento dos pacientes dos municípios consorciados.

É importante saber que todo paciente encaminhado para as policlínicas deverá permanecer em acompanhamento com a Equipe de Atenção Básica de seu município.

Postado em 01 de Novembro, às 16:17 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

9 curiosidades sobre a vagina que talvez você não saiba

Apesar de quase metade da população mundial ter uma vagina, e de a maioria de nós chegar a este mundo através dela, ela ainda é um assunto tabu um pouco por todo o mundo. Mesmo em países e regiões do mundo em que já se ultrapassaram algumas barreiras em relação ao assunto, muitas pessoas ainda sentem um certo desconforto quando a palavra “vagina” entra na conversa, mesmo quando se está a falar com um médico.

Mas hoje, estamos aqui para tentar, dentro do possível, dar uma ajudinha para que as vaginas deixem de ser um assunto tão tabu. Quanto mais informação tivermos sobre o tema, melhor, o saber não ocupa lugar e pode , inclusive, ser muito útil para você estar preparada para cuidar da sua ou da de outra pessoa, quem sabe?

Sendo assim, e tendo na nossa mente os mais de 3.5 bilhões/biliões de vaginas que existem neste mundo, aqui deixamos nove curiosidades bem interessantes que você pode adicionar ao seu conhecimento já adquirido sobre elas.

#1 A vagina se auto-lubrifica com uma substância que se encontra nos tubarões.
Uma das particularidades em relação às vaginas é que elas contêm esqualeno. Uma substância que pode encontrar-se no fígado dos tubarões. Portanto, quando tomar óleo de fígado de tubarão, já sabe, ele contém o esqualeno, que também se encontra nas vaginas. A substância pode também ser encontrada em plantas, ou no amaranto e no azeite, por exemplo.

#2 A vagina é um músculo super forte
As mulheres só se dão conta disso quando dão à luz, mas, o músculo vaginal é extremamente forte.

#3 Ficar sentada durante muito tempo não é bom para a vagina
Para além de todos os outros malefícios associados a muitas horas sentada, como a dor nas costas, tensão nos ombros e outras maleitas, ficar sentada durante muito tempo faz com que a temperatura das virilhas aumente bastante, o que deixa as bactérias nocivas muito felizes.

#4 Excesso de higiene é mau para a vagina
A vagina está “desenhada” para se manter limpa por si própria com ajuda das secreções naturais. Por isso, fazer higiene em excesso é pouco recomendável. O melhor é evitar os sabonetes perfumados e anti-bacterianos, já que podem prejudicar o equilíbrio saudável das bactérias e do pH da vagina. Inclusive, pode conduzir a irritações nada agradáveis. O excesso de limpeza também expõe as mulheres às infecções fúngicas.

A vagina se limpa muito bem sozinha com as suas secreções naturais, por isso, apenas é necessário um sabonete normal e água durante o banho ou após relações íntimas.

#5 Calcinha de algodão é a melhor amiga da vagina
Uma calcinha de renda e muito pequena pode ser bastante sensual, mas, o problema é que normalmente elas são feitas de materiais sintéticos que não deixam a pele respirar tão bem como o algodão e ficam quase sempre muito coladas à pele, dando às bactérias presentes no ânus um caminho rápido até à sua vagina.

Não dizemos que não deve usar lingerie mais provocante, mas convém que seja em momentos específicos e por curtos períodos de tempo. No dia-a-dia, o melhor é optar pelas calcinhas de algodão, a fim de manter a zona fresca e seca.

#6 A dieta tem influência no odor da vagina, especialmente aquilo que comeu por último
A dieta tem influência no odor da vagina, especialmente aquilo que comeu por último, portanto, se tem um encontro marcado em que você saiba ou espera que o clima vá aquecer, o melhor é evitar alho e cebola.

Já por outro lado, o aroma agradável das frutas e vegetais frescos combinados com muita água, vão deixar o seu parceiro doidinho por mais. Já pensou? Quem diria que uma dieta saudável também ajudaria nisso?

#7 A vagina é extremamente flexível
A vagina e o útero expandem-se de forma incrível durante o desenvolvimento do feto e durante o parto. A vagina expande-se várias vezes a cima do seu tamanho normal quando o bebé sai do útero.

#8 O clitóris serve apenas para uma coisa
A evolução tem sido muito amiga das mulheres. Você por acaso sabia que o clitóris serve apenas para estimulação sexual? Que a sua função é exclusivamente dar prazer?

Enquanto o órgão sexual masculino tem várias funções, o clitóris existe apenas para fazer a mulher “passar um bom momento”. Muito curioso.

(Isso mostra o quanto a mutilação genital é algo tão cruel e desumano, roubando de milhões de meninas e mulheres um dos presentes mais generosos da natureza. Você pode entrar na luta para proteger essa causa pelo respeito ao corpo da mulher.)

#9 A vagina tem mais terminações nervosas do que o pênis
Muito mais! Apesar de ser menor, na maioria dos casos, ela tem 8.000 terminações nervosas, em contraste com o pênis, que tem, em média, 4.000!

E não fica por aqui. Quando o clitóris é estimulado, ele pode atingir até 15.000 terminações nervosas. Não se esqueça: o nervos são basicamente o canal de comunicação com que o nosso cérebro se comunica com o nosso corpo, então, quando mais terminações nervosas, mais “inteligente” é determinada área do corpo.

Quanto mais nós soubermos sobre os nossos corpos e sobre as suas zonas mais sensíveis, mais possibilidade teremos de ter uma vida melhor. E quanto mais vezes a palavra vagina entrar nas conversas das pessoas, menos desconforto as pessoas vão sentir com ela.

Postado em 01 de Novembro, às 16:06 por Magno Bastos 1 comentários

O que é o Novembro Azul e como ele começou?

Agora no mês de novembro as coisas mudam de cor e passar a ficar azuis. O Novembro Azul é uma campanha super importante de combate ao câncer de próstata e conscientização da importância de exames regulares e diagnóstico precoce.

No exterior a campanha é chamada de Movember (Moustache + November em inglês. Bigode e Novembro). Começou em um Pub, na Austrália, em 1999. Um grupo de amigos teve a ideia de deixar o bigode crescer durante todo o mês como apoio à conscientização da saúde masculina e arrecadação de fundos para doação às instituições de caridade. O mês de novembro foi o escolhido justamente por comemorar no dia 17 o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata.

A campanha foi um sucesso, alguns anos depois o país todo estava participando e foi criada o Movember Foundation Charity em 2004. A ideia então era que os homens deixassem o bigode crescer durante todo o mês de novembro (as mulheres davam seu apoio usando a cor azul ou bigodes falsos) para espalhar a conscientização da importância do cuidado a saúde masculina, com foco principal no câncer de próstata e depressão. Além disso, diversos eventos de arrecadação de fundos foram criados.

oje a campanha já é mundial, inclusive o bigode se tornou pouco para os participantes. Atualmente é comum o movimento levar o nome de “No Shave November” que seria, em tradução livre, Novembro sem se barbear. Durante esse período os envolvidos cultivam não mais só o bigode, mas também a barba. Alguns países continuam com o nome original (Movember ou No Shave November) e alguns – como o Brasil – utilizam o nome Novembro Azul, já que além do bigode a cor azul é símbolo da Campanha. A ideia é o máximo de pessoas usarem a cor azul, o bigode e a barba para deixar os “desentendidos” curiosos do motivo e então a partir dessa curiosidade espalhar a conscientização sobre a prevenção ao câncer de próstata através dos exames regulares e a atenção à saúde masculina.

Quem trouxe a campanha para o Brasil foi oInstituto Lado a Lado pela Vida em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia. A campanha ainda está crescendo por aqui, mas no ano passado foram realizadas 2.200 ações oficiais em todo o país e, assim como no Outubro Rosa, há a bela iluminação de pontos turísticos. Diversas celebridades e instituições apoiam a campanha e muitos eventos são criados para espalhar informação e arrecadar dinheiro para a causa. Com toda essa iniciativa, hoje a Campanha Novembro Azul faz parte do calendário nacional de prevenções.

A próstata é uma glândula no aparelho reprodutor masculino com a função principal de produzir o esperma. O câncer de próstata é quando as células desse órgão começam a se multiplicar de forma desordenada.

Estatísticas indicam que:

Esse é o segundo tipo de câncer mais mortal entre os homens.
Um em cada seis homens é alvo da doença.
Há um diagnóstico de câncer de próstata a cada 7,6 minutos.
Há um óbito por câncer de próstata a cada 40 minutos.
É o sexto tipo de câncer mais frequente no mundo.
A doença em seu início não apresenta nenhum sintoma, por isso é de suma importância a realização de exames de toque e de sangue periódicos. O exame de sangue NÃO substitui o de toque, visto que muitas vezes a doença não é detectada a partir do sangue, assim, os exames são complementares e devem-se fazer ambos.

Normalmente, os homens são mais resistentes a cuidar de sua saúde de forma preventiva e procurar um médico regularmente. Por isso na maioria das vezes a doença é descoberta tardiamente, apenas quando os sintomas começam a aparecer. E 95% dos casos de câncer de próstata já se encontram em estágio muito avançado e grave quando os sintomas começam a aparecer. Por isso é tão importante prevenir-se e descobrir a doença na fase inicial, quando as chances de cura são grandes.

Mas, quais são os sintomas?
Os sintomas mais comuns – que como já dito anteriormente só aparecem na fase avançada da doença – são: vontades urgentes e repentinas de urinar, dificuldade para urinar, diminuição no jato de urina, aumento da frequência urinária, dores corporais e ósseas, insuficiência renal e fortes dores.

PREVENÇÃO

Não existe uma forma de se tornar imune à doença. Por isso os exames de sangue e toque periódicos são tão importantes, eles possibilitam o diagnóstico precoce e o tratamento efetivo – além de menos invasivo – aumentando as chances de cura.

A doença atinge principalmente homens acima dos 50 anos de idade e por isso homens nessa faixa etária devem realizar os exames anualmente. Além disso, homens com história de câncer na família correm mais risco, exigindo o início dos exames anuais aos 45 anos de idade.

Mas existem alguns hábitos para diminuir os riscos da doença:

Uma dieta saudável. Rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais. Evitando gorduras, principalmente de origem animal.
Atividade física. Ao menos 30 minutos, 5 vezes na semana.
Controle de Peso. Evitar a obesidade e manter o peso adequado ao seu corpo.
Diminuir o consumo de álcool. É indicado que o homem limite-se à apenas duas taças diárias.
Não fumar. Essa é a principal regra para evitar qualquer tipo de câncer.

Postado em 01 de Novembro, às 08:56 por Magno Bastos 0 comentários

Mutirão de Cirurgias Eletivas do Governo do Estado chega à Iguaí e região

O Mutirão de Cirurgias, programa do Governo do Estado, viabilizado através da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), atenderá a pacientes que necessitam realizar os seguintes procedimentos cirúrgicos: hérnia (umbilical, inguinal e epigástrica), histerectomia e colecistectomia. 

As pré-consultas serão realizadas nos dias 16, 17 e 18 de novembro, em duas unidades móveis, que estarão estacionadas em na Praça Manoel Novaes, em Iguaí. As cirurgias deverão ser feitas, a partir do dia 22 de novembro, no Hospital Somai. Além de Iguaí, serão atendidos os pacientes de Caatiba, Firmino Alves, Ibicuí, Itambé, Itapetinga, Itarantim, Itororó, Macarani, Maiquinique, Nova Canãa e Potiraguá.
 
É importante lembrar que os pacientes que farão cirurgias devem levar todos os exames laboratoriais e outros que fizeram. No caso de cirurgia de vesícula, os pacientes precisam estar em jejum para a realização do exame de ultrassonografia (USG). Para as mulheres que farão o procedimento de histerectomia, será preciso levar o exame preventivo atual, e se ainda menstruam, devem levar também o exame Beta HCG. Os profissionais começam a atender a partir das 7h e serão 180 atendimentos por dia.
 
Para saber se a pessoa está cadastrada para passar pela cirurgia, basta consultar a lista única, disponível no seguinte endereço: http://mutiraodecirurgias.saude.ba.gov.br/. Também, o paciente ou responsável poderá ir até a Secretaria Municipal de Saúde de seu município, para saber se o seu nome consta na lista para a realização do procedimento.

 

Postado em 30 de Outubro, às 16:11 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Gestação após o câncer de mama em discussão no Outubro Rosa

Para muitas mulheres, receber um diagnóstico de câncer de mama é ainda mais doloroso porque, com ele, vem o fim do sonho de ser mãe. Mito. "Uma vez que a paciente tiver um tratamento com sucesso, não há contraindicação de engravidar", explica a mastologista, Cynthia de Jesus.

 Cynthia lembra que a mulher moderna engravida cada vez mais tarde. “Hoje em dia a mulher pensa primeiro em terminar a faculdade e trabalhar, só depois pensar em programar um filho. Ao conversar com uma paciente jovem, que tenha o câncer de mama, é preciso explicar que o tratamento pode alterar a fertilidade, mas que é possível engravidar”, disse a mastologista.

 Aos 26 anos, Vanessa Oliveira, recebeu o diagnóstico de câncer de mama. Justamente quando se preparava para realizar o sonho de ser mãe. “Recorri a fé. Os médicos sempre me diziam o quão difícil seria engravidar. Quando descobri que estava esperando um filho, foi uma das maiores felicidades da minha vida”, conta Vanessa.

 Vanessa relata que passou por várias etapas. “Resolvi ser forte e passar bem por essa situação. No período de quimioterapia, tive que raspar o cabelo e isso influencia diretamente na feminilidade da mulher. Decidida, procurei não me abater, usava peruca e sempre que podia, tinha uma vida normal”, enfatizou.

 “Aos 32 anos eu fui mãe. Minha família hoje está completa. Consigo ver a vida de uma forma diferente. Hoje minha filha tem 2 anos e é a alegria da minha casa”, disse Vanessa.

 “Toda mulher submetida a mastectomia, remoção total ou parcial da mama, tem direito legal de ter sua mama reconstruída pelo SUS, utilizando os princípios da cirurgia plástica”, explica Paulo Hypacio, especialista em cirurgia plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e um dos médicos responsáveis pelas reconstruções mamárias no Hospital do Câncer de Pernambuco e no Hospital das Clínicas.

 O médico também explica que os resultados estéticos são bastante satisfatórios. “As mulheres submetidas à reconstrução sentem-se muito melhor do que as que não a fazem. Depois de todas as mudanças psicológicas na mulher, a reconstrução mamária busca preservar a autoestima e a autoimagem da paciente”, conta Paulo Hypacio.

Postado em 30 de Outubro, às 16:03 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Última semana dos serviços da Campanha do Outubro Rosa em Salvador

Os atendimentos realizados através da carreta rosa itinerante disponibilizada pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e Superintendência de Políticas para as Mulheres (SPM), serão realizados até o próximo domingo (29), no Dique do Tororó, durante o evento “Previna-se e Pedale”. As interessadas no serviço de avaliação clínica das mamas e encaminhamentos de mamografia podem se dirigir também nesta sexta-feira (27) até o bairro de Cajazeiras X.
Desde o início da estratégia, 1.200 mulheres foram atendidas no veículo adaptado.

 Estação da Lapa

 O consultório da estação de transbordo da Lapa também encerra a oferta de exames clínicos e orientação para auto cuidado com as mamas na próxima terça-feira (31).
No domingo (29), será realizado um passeio ciclístico no Dique do Tororó em alusão à prevenção da neoplasia, marcando a passagem pelo Dia Nacional de Luta contra o Câncer de mama comemorado em 27 de outubro. Para participar basta levar 1 pacote de leite em troca da camisa do evento. A ação ocorrerá de 7h às 12h com diversas atividades, feira de serviços e orientações para a população.

Rede Municipal

Mesmo com o fim da campanha do Outubro Rosa, nos postos de saúde do município continua a oferta de mamografias e a busca ativa de pacientes, estimulando o acompanhamento periódico de saúde e a realização do auto exame das mamas. O câncer de mama continua sendo a principal causa morte por neoplasia entre a população feminina em idade fértil em Salvador. A forma mais eficaz de diagnóstico precoce e prevenção da doença é através da realização periódica da mamografia.

Postado em 27 de Outubro, às 10:09 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Brasil tem nova opção de tratamento para esclerose múltipla

O Brasil acaba de ganhar um reforço importante no tratamento da esclerose múltipla (EM), doença neurológica, crônica e autoimune que atinge 35 mil pessoas¹ no país. Os principais diferenciais da nova opção terapêutica, aprovada pela Anvisa e que em breve estará disponível em todo o território nacional, envolvem mais praticidade e melhor adesão por parte do paciente, que passa a precisar de apenas três aplicações semanais para controlar a doença, reduzindo em até 60%² o número de injeções em comparação à formulação atual de COPAXONE® 20mg/ml, disponível no SUS desde 2002.
 
A eficácia e segurança do COPAXONE® 40mg/ml foram comprovadas em um amplo estudo chamado GALA1, que mostrou uma redução de 34% na taxa de surtos dos portadores da EM submetidos ao medicamento. Com um perfil de segurança e tolerabilidade eficiente, a nova apresentação também mostrou um desempenho de destaque com a diminuição acentuada (36%) no que se refere à incidência de reações no local da aplicação das injeções 3-4.
 
“A aprovação é um marco para o paciente que sofre de esclerose múltipla no Brasil. É muito gratificante e inspirador conseguir trazer uma nova opção terapêutica embasada na tradição de sucesso da Teva em desenvolver e trabalhar programas abrangentes de doenças crônicas, sempre com equipes qualificadas e experientes. Nosso objetivo é sempre oferecer o que há de melhor para impactar positivamente na qualidade de vida das pessoas”, explica Tony Piha, diretor médico da Teva. Nesse contexto, após o processo de aprovação de preço, a companhia dará entrada para a incorporação do medicamento no Sistema Único de Saúde (SUS), respeitando e cumprindo sempre as etapas e os prazos inerentes ao processo.
A Esclerose Múltipla
A esclerose múltipla (EM) é uma doença inflamatória neurológica, crônica e autoimune que é caracterizada por um acometimento do sistema nervoso central. Os sinais e sintomas são decorrentes do curso clínico da doença e caracterizado, de maneira mais frequente, por surtos seguidos de períodos de remissões. Em geral, a EM afeta mais os adultos jovens em idade produtiva, principalmente as mulheres entre 20 e 40 anos 1-5.
 
Sobre a Teva
A Teva é uma das maiores empresas globais no setor farmacêutico e oferece soluções com alta qualidade voltadas para a melhora da qualidade de vida dos pacientes. Com sede em Israel, a Teva é o maior produtor de medicamentos genéricos do mundo, valendo-se de um portfólio com mais de 1.800 moléculas para produzir uma ampla gama de produtos genéricos para quase todas as áreas terapêuticas. Além disso, a Teva tem uma posição de liderança mundial em tratamentos inovadores para doenças do sistema nervoso central, incluindo a dor, bem como um forte portfólio de produtos para a área respiratória. A divisão de Pesquisa e Desenvolvimento da Teva integra medicamentos genéricos e de marca, criando novas formas de abordagem para as diferentes necessidades dos pacientes combinando o desenvolvimento de novas drogas com dispositivos, serviços e tecnologias. No Brasil desde 2006, a empresa oferece produtos para Saúde Feminina, Oncologia, Respiratória, Neurologia, Hematologia e Infectologia. A receita líquida global da Teva totalizou US$ 21,9 bilhões em 2016.

Postado em 17 de Outubro, às 16:09 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Custo do medicamento afeta tratamento de saúde

Uma boa parcela dos pacientes orientados pelos médicos não continua o tratamento indicado por questões financeiras. Os gastos com a compra de remédios é o item de saúde que mais pesa no bolso dos mais pobres segundo levantamentos realizados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
 
Para muitas companhias instaladas no território nacional, oferecer apenas o plano de saúde não garante o tratamento adequado dos seus trabalhadores. Por isso, elas encontram nas empresas de PBM (Pharmacy Benefit Management ou Programa de Benefícios de Medicamentos) a solução para que os seus colaboradores e familiares sigam a orientação médica. O conceito de PBM surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 e já beneficia mais de 200 milhões de usuários naquele país.
 
Luiz Carlos Silveira Monteiro, CEO da ePharma, empresa líder no segmento no Brasil, explica que as corporações brasileiras começaram a utilizar o sistema na década de 1990. “O medicamento é um item que ainda pesa no bolso da população. Aproximadamente 50% dos pacientes não seguem o tratamento recomendado pelos especialistas por falta de recursos financeiros para comprar remédio”, avalia o executivo.
 
O presidente da ePharma lembra que a assistência farmacêutica é uma importante solução para as empresas, assegurando aos colaboradores e familiares a continuidade do tratamento médico. “As corporações podem ainda optar por outros serviços para acompanhamento da saúde de seus colaboradores, principalmente aqueles com doenças crônicas”, afirma.
 
A ePharma 
Referência em gerenciamento de benefícios farmacêuticos no Brasil desde 1999, a ePharma desenvolve soluções inovadoras para acesso e adesão a medicamentos oferecendo gestão e orientação especializada. Inovação, integração e cuidado em saúde são os pilares que sustentam a estratégia da companhia para atendimento aos seus clientes. 
 
A ePharma está conectada a mais de 24 mil farmácias em mais de 2.700 municípios em todo o Brasil. São 28 milhões de usuários atendidos por ano em planos de medicamentos. A empresa realiza 6,5 mil procedimentos por mês em mais de 1,3 mil clínicas e laboratórios credenciados. Além disso, 40 mil pacientes são monitorados por mês em PSPs (Programas de Suporte a Pacientes) de indústrias farmacêuticas e operadoras de saúde. A empresa atende 200 clientes corporativos, 19 indústrias e 7 operadoras no país. 
 

Postado em 17 de Outubro, às 10:59 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

Enfermeiros de Ubaíra realizam ato contra liminar concedida pela Justiça Federal

Em reunião com o prefeito Fred Andrade e o presidente da câmara Marcelo Andrade, enfermeiros traçam estratégias para mobilização, contra liminar concedida pela Justiça Federal que trata sobre a atuação de enfermeiros no sistema Único de Saúde (SUS) a partir de ação movida pelo conselho Federal de Medicina.

A sentença, divulgada em 27 de setembro, proíbe enfermeiros de unidades públicas de saúde de fazer diagnósticos e solicitar exames.

Postado em 16 de Outubro, às 14:29 por Rafael Koenhen 0 comentários

Câncer de mama atinge mulheres cada vez mais jovens no país

Os seios são fontes de várias simbologias em diferentes culturas. Motivo de inspiração e desejo, são também o órgão da amamentação, da feminilidade e do prazer. A mama, contudo, adoece. O câncer é o mal que mais acomete essa glândula — 28% do total de tumores —, sendo o tipo que mais provoca a morte de mulheres no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa é de 60 mil novos casos por ano em mulheres cada vez mais jovens. Quanto mais cedo, porém, o diagnóstico, mais chances de cura. A entidade informa que, quando descoberto no início, há 95% de probabilidade de recuperação total.

“O câncer de mama é uma patologia que, se diagnosticada precocemente, tem mais chances de ser tratada e diminui a possibilidade de tratamentos, como a quimioterapia e até a mastectomia”, explica Fernanda Salum, mastologista do Hospital Universitário de Brasília. O tratamento do câncer de mama foi uma dolorosa batalha para a coordenadora parlamentar de relações institucionais Patrícia Goulart, 52 anos, que perdeu duas irmãs para a doença. “Uma delas teve um câncer que não era compatível com o remédio, enquanto a outra apresentou sintomas muito agressivos e não teve tempo. Passei por todas as etapas, começando com o autoexame, e tenho certeza de que as medidas preventivas me fizeram estar aqui hoje”, conta.

Após quase um ano de quimioterapia e recuperação de uma mastectomia para tirar os dois seios, Patrícia finalmente se curou. Hoje, vê as cicatrizes com naturalidade e pretende tatuar flores no local da cirurgia. Nos próximos 10 anos, ela precisa de medicamentos com hormônios. “Mas agora é vida normal. Sou divorciada, saio com frequência, conheço pessoas diferentes e, sim, eu paquero. Tive vergonha, mas hoje tenho orgulho do meu novo modelo de corpo”, comenta. Os lenços que Patrícia usou enquanto estava sem cabelos foram repassados a uma amiga. Hoje, a “sacolinha da sorte” está com a sexta “dona”. “A gente passou de uma para a outra, como um símbolo de luta, mas de sorte também.”

Com o objetivo de chamar a atenção e divulgar histórias como a de Patrícia, surgiu, na década de 1990, no Estados Unidos, a campanha Outubro rosa, hoje difundida em diversos países. No Brasil, a primeira iniciativa partiu de um grupo de mulheres, em 2002, e foi marcada pela iluminação rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo — em 2 de outubro, na comemoração dos 70 anos do encerramento da revolução, o monumento ficou iluminado com a cor da campanha.

Anos mais tarde, entidades relacionadas ao câncer de mama iluminaram de rosa monumentos e prédios em diversas cidades. Aos poucos, o Brasil foi ganhado a simbólica cor em todas as capitais e o mês de outubro tornou-se símbolo da luta pela prevenção e tratamento. “A gente vê que, em outubro, aumenta a solicitação por mamografia. A fila cresce e a quantidade de exames, também”, diz Fernanda Salum. O Ministério da Saúde registra um crescimento de 35% na realização de exames, que passou de 3 milhões, em 2010, para 4,1 milhões em 2016. Até julho deste ano, foram realizados um total de 2,1 milhões de testes.

Prevenção
Além da mamografia, o Outubro rosa alerta para a importância do autoexame. Segundo pesquisa do Inca, de 2016, 66,2% das descobertas da doença ocorrem pelas próprias pacientes. O coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf, ressalta a importância do autoexame, mesmo em quem tem menos de 40 anos. “A incidência em mulheres novas vem aumentando”, informa. “A mamografia anual para essas mulheres não é necessária, exceto nos casos de histórico familiar.” Segundo Maluf, uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter o tumor. “A incidência vem crescendo entre 5% e 10% nos últimos 10 anos. A população está envelhecendo, e isso (a doença) está muito relacionada à obesidade, ao sedentarismo. Os tumores femininos talvez sejam os que mais têm apresentado crescimento”, adverte.

 

Os sinais do corpo
Apesar de o câncer ser uma doença, na maioria das vezes, com desenvolvimento silencioso, algumas mulheres sentem mudanças no corpo. Os sintomas incluem nódulo na mama, secreção com sangue pelo mamilo e alterações na forma ou na textura do mamilo ou da mama. O tratamento depende da fase do tumor. Pode incluir quimioterapia, radioterapia e cirurgia.

 

“Envolve, na maioria, cirurgia e radioterapia. Em 70% dos casos, também são feitos tratamentos anti-hormonais”, explica o coordenador-geral de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, Fernando Maluf. Esses procedimentos se tornam mais complicados conforme o estágio do tumor. “Quando está avançando e é agressivo, ou quando a mulher não faz acompanhamento, a taxa de cura cai para 50%, 40%.”

 

É consenso entre especialistas e mulheres curadas que a doença não deve ser encarada como um bicho de sete cabeças. Em 19 de outubro, é comemorado o Dia Internacional contra o Câncer de Mama, que, mais uma vez, lembra a todas de cuidar da própria saúde.

Postado em 04 de Outubro, às 10:45 por Carlos Quintino 0 comentários

19 de setembro dia nacional de da consciência do TDAH

 
O dia 19 de setembro é o dia nacional da consciência do TDAH, nos Estados Unidos,  e apesar de muito ser falado sobre o tema, muitas pessoas ainda acham que a hiperatividade, a inquietude e a impulsividade ocorre em todas as crianças portadoras de TDAH (Transtorno de Déficit de atenção com hiperatividade). Há um grande equívoco nesse conceito, é o que afirma o neuropediatra do Instituto NeuroSaber Dr. Clay Brites.
 
Para o especialista, muitos mitos ainda persistem em torno do assunto. Segundo Brites, cerca de 30% a 40% das crianças com TDAH não são impulsivas e hiperativas. “Elas são simplesmente desatentas em excesso. Ou seja, apresentam déficit de atenção”.
 
Segundo o neuropediatra, há três tipos de TDAH: o desatento, o do tipo combinado e o hiperativo-impulsivo. O desatendo é o transtorno em que a criança é quieta, não dá trabalho na sala de aula e ainda é tímida. “O aluno introspectivo com o transtorno, não pergunta, não faz questionamentos e precisa muitas vezes do professor para estimula-lo a raciocinar, a pensar e a participar da aula”.
 
Nos casos onde o TDAH cursa com a criança, o neuropediatra diz que é esperado esse estudante ser extremamente desatento, distraído, esquecido, não consegue terminar o que começa, além de ter baixo rendimento em várias matérias. “O quadro começa muitas vezes lá atrás, mas ninguém identifica porque essa criança é muito quieta, ela não dá trabalho na escola então ninguém encaminha para o médico”.
 
No outro tipo combinado, Brites comenta que a criança tem tanto déficit de atenção como sinais de hiperatividade e impulsividade. Por esse motivo, ela é mais precocemente identificada e a escola encaminha geralmente mais cedo para avaliação do neurologista. “Os pais também acabam procurando equipes multidisciplinares para entender porque o filho é tão inquieto, agitado, impulsivo, não para e não aprende com os próprios erros”.
 
Para ele, essas crianças têm muita dificuldade de aguardar a vez e de esperar. São altamente impulsivas, criam grandes problemas de relacionamento social na escola e em casa. “Uma boa porcentagem evolui para quadro opositor desafiador”.
 
- Já o tipo hiperativo-impulsivo, trata-se de uma categoria onde somente o comportamento é afetado e não a desatenção excessiva e pode resultar em grandes prejuízos na socialização - informa. 
 
Em todos os casos, Brites ressalta que essas crianças precisam de ajuda. Mas para isso, é fundamental conhecer o transtorno para poder identificar os tipos de TDAH. Dessa forma, professores, pais e profissionais de saúde não irão deixar passar despercebido nenhumas das condições.
 
- O transtorno leva a severos prejuízos a médio e longo prazo na aprendizagem escolar, na interação social e na capacidade de reagir de forma adequada, afetivamente positiva, frente a situações que envolvam frustação ou confusões sociais. Quanto mais cedo for o diagnóstico, mais fácil e rápido será o tratamento e a recuperação dessa criança - conclui
 

Postado em 15 de Setembro, às 09:55 por Cristóvão Guimarães 0 comentários

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