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Salve as Negras Pensantes

A História reserva à mulher momentos peculiares. Historicamente, em qualquer momento em que a ela se recorra, a presença da mulher emerge como ícone delimitador de transformações e avanços sociais, econômicos e políticos. Ilustro isso com o Dia da Mulher Negra da América Latina e do Caribe. Trata-se do dia 25 de julho, instituído pelas Nações Unidas, como o Dia Internacional da Mulher Afrodescendente.

Dia que eu não poderia deixar passar invisível ou renegada, visto que tal festividade existe desde 1992, ano em que se reuniram na República Dominicana mulheres afro-latino-americanas e caribenhas. Estima-se que mais de 80 milhões de mulheres se reconhecem como afrodescendentes na América Latina, e o ponto em comum entre elas é a certeza de que a mulher negra até hoje ainda sofre com o terrível e hodierno crime de racismo que não reconhece nossos grandes valores culturais e sobretudo nossa sabedoria.

Outra razão importante para celebrar este dia foi o descobrimento científico em 1986, confirmado depois com análise de DNA, de que a África é a Pátria Mãe da Humanidade. Isso quer dizer que todos e todas nós somos afrodescendentes. A pesquisa comprovou que o primeiro grupo humano que se tem registro viveu na África Oriental, hoje Etiópia, Kênia e Tanzânia cerca de 150 mil anos atrás, posteriormente migrando para as regiões da Ásia e Europa.

Estes fatos fizeram com que a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, proclamasse em 18 de dezembro de 2009, o ano de 2011, como o ano Internacional dos Afrodescendentes. Isso significa dizer que oficialmente, “os afrodescendentes representam um setor definido da sociedade cujos direitos humanos devem ser promovidos e protegidos”.

Um grupo, onde há ainda outro grupo específico de vítimas, identificado como o das mulheres negras cuja luta e resistência nos permite afirmar que jamais vão assassinar a utopia que nos faz acreditar, que é pela organização das mulheres negras que vamos firmar uma consciência na população de que há discriminação em todos os níveis. O sexismo e o machismo haverão de ser extintos como legado histórico e uma nova relação social há de surgir.

Esta luta também persiste no Brasil, basta olhar por dentro, ou para além do discurso silenciador que não há racismo ardil e velado, perversidades de um machismo e um preconceito que matam, cruciam, brutalizam e desintegram mulheres negras. Exemplo: Se estou com uma roupa de marca, um bom sapato, vestida de acordo com o padrão social imposto, vão achar que não pertenço àquele ambiente, causo desconfiança. Se estou no topo comandando, julgam-me como arrogante, problemática, subiu pra cabeça ou despreparada. Se entro numa grife então, jamais serei a cliente em condições de consumo e sim a vendedora. Se possuo um carro, esse também jamais me pertenceu!

Assim é o preconceito do Brasil, conforme dados divulgados no Geledes, quando há uma violência contra a mulher, a vítima é negra em mais da metade dos casos. Esses dados reforçam o mundo inseguro em que vivem e justifica o porque ocupam no ranking nacional a cadeia de vulnerabilidade social. Fora as 12 milhões de mulheres que já sofreram algum tipo de ofensa verbal em 2016. Outras 5,2 milhões foram assediadas e humilhadas publicamente no transporte público; 4,4 milhões sofreram uma violência física como tapa, chute ou soco; 1,4 milhão foram espancadas ou sofreram tentativa de estrangulamento, em 61% dos casos por conhecidos. E o pior dos dados: 52% dos episódios em silêncio total ou nada fizeram.

A maioria das mulheres negras possui em suas memórias as terríveis marcas da opressão avivadas pelo sexismo todos os dias, rememorar esse dia é reconhecer, descortinar a história dessas mulheres que devem estar no centro do panteão cultural brasileiro, que infelizmente pouco se conhece sobre nossas heroínas negras: Maria Felipa, Dandara, Zeferina, Luíza Mahin, Carolina de Jesus, Firmina Reis, Laudelina Mello, Tereza de Benguela e tantas outras.

Essas negras trouxeram uma nova ordem cultural que contraponha a “contracultura” existente e que pulsa pelo respeito, pela solidariedade e pela isonomia nas relações entre homens e mulheres, desde o ambiente doméstico, ao ambiente laboral, passando pelos espaços de participação político, acadêmico e cultural, dentre outros.

Romper a “contracultura” consiste na quebra dos paradigmas, superar preconceitos, por fim a todas às formas de discriminação são esses os contemporâneos desafios, postos para a consolidação de uma nova ordem cultural, cuja base estará fincada na igualdade e na equidade como condição necessária.

Assim o dia 25 de julho, vem como um momento épico para reafirmar a luta por melhores condições. Condições que serão efetivadas quando a sociedade, o Estado e cada uma de nós, formos capazes de entender o sentido, o aspecto e o significado das palavras da embaixadora argentina nas Nações Unidas, Marita Perceval: “¡Negra soy, pero bonita!” dice el Cantar de los Cantares y así digo yo, negra, con ovários”
E eu digo, Salve as Negras Pensantes !

Postado em 25 de Julho, às 13:53 por Redação Criativa 0 comentários

Tratamento para apneia do sono pode evitar infartos e AVCs

 Quando diagnosticada, a apneia do sono pode e deve ser tratada. “O objetivo do tratamento é manter as vias aéreas permeáveis ao fluxo de ar durante a noite”, resume a Fisioterapeuta da Clínica ADS, Vivian Morelli. 

Muito além de quebrar o ciclo do sono e prejudicar o necessário descanso, a apneia deve ser diagnosticada e tratada da forma correta. “Só assim é possível evitar que a doença evolua para algo mais complexo, como um ataque do coração ou um derrame cerebral”, pontua Morelli, que é membro da Associação Brasileira do Sono (ABSONO) e membro da Liga Baiana do Sono.

Segundo ela, uma das formas de tratamento da apneia se dá através do uso de uma máscara, geralmente conectada a aparelhos específicos (CPAP e bipap são os mais comuns) que funcionam como compressores de ar. Sua função é forçar a passagem de oxigênio através das vias aéreas superiores, durante a noite. “Os níveis de pressão da máscara devem ser ajustados individualmente a partir dos resultados de um estudo polissonográfico cuidadoso”, explica. “O uso deste aparelho pode impedir que o paciente pare de respirar, evitando infartos e morte súbita”, acrescentou.

            Existem casos em que a cirurgia é indicada, como para remoção de obstáculos e correção de distúrbios anatômicos que dificultem a passagem de ar. Perda de peso, no caso de pacientes obesos, evitar dormir na posição supina (de barriga para cima), entre outras medidas, podem ajudar o paciente com apneia a dormir melhor.

Incômodo - “Costumo acordar várias vezes à noite com o som do meu próprio ronco e sinto que, em seguida, fico com um pouco de taquicardia”, relata a vendedora autônoma Mariana Fabrício. Segundo ela, o ronco que apresenta enquanto está dormindo a deixa desconfortável: “Meu marido entende que não depende de mim, mas fico triste por estar atrapalhando o descanso dele”, lamenta.

            A apneia do sono é caracterizada por ruídos e interrupções na respiração que se repetem no mínimo cinco vezes num período de 60 minutos. “Muitas vezes, há os engasgos e o paciente nem percebe que isso está acontecendo, porque está em descanso”, afirma a fisioterapeuta da Clínica ADS. As pequenas pausas na entrada de ar chegam a diminuir a concentração de oxigênio no sangue e é aí que surgem os problemas mais sérios.
A redução de oxigênio super ativa o sistema nervoso, que eleva o ritmo dos batimentos cardíacos e estimula a contração dos vasos sanguíneos. Este processo se perpetua ao longo do dia, fato que torna a apneia do sono um fator de risco para pressão alta e arritmia cardíaca. Além disso, “o quadro favorece o acúmulo de gordura abdominal e a resistência à insulina (hormônio que permite à glicose entrar nas células e gerar energia), condições que contribuem para o surgimento do diabete tipo 2”, destaca Vivian Morelli.

A fragmentação da arquitetura do sono também provoca cansaço, dificuldade de permanecer acordado durante atividades sedentárias como conversar ao telefone e dirigir automóvel, além de causar irritabilidade, depressão, redução da libido, impotência sexual e dor de cabeça pela manhã (uma das manifestações mais frequentes da síndrome).

            Causas e diagnóstico - As causas do estreitamento ou oclusão da passagem de ar pelas vias aéreas superiores que originam a apneia do sono são variadas. Entre elas, destacam-se a obesidade, o crescimento das amígdalas, malformações da mandíbula ou da faringe, hipertrofia da língua (como ocorre na síndrome de Down), tumores, hipotonia dos músculos da faringe e falta de coordenação dos músculos respiratórios.

O diagnóstico preciso do distúrbio só pode ser estabelecido através da polissonografia, um exame que permite testar durante o sono os potenciais elétricos da atividade cerebral, dos batimentos cardíacos, os movimentos dos olhos, a atividade muscular, o esforço respiratório, a saturação de oxigênio no sangue e o movimento das pernas, entre outros parâmetros.

Postado em 19 de Julho, às 15:54 por Redação Criativa 0 comentários

Parada LGBT trouxe muitos shows e reuniu grandes nomes em SP

No domingo, dia 19 de junho, São Paulo foi palco de mais uma parada do orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros). O evento reuniu multidões na Avenida Paulista e contou com a presença de muitos famosos e simpatizantes. Estimativas foram feitas de que 3 milhões de pessoas foram às ruas desfilar, curtir os shows e lutar por uma maior inclusão de todos os grupos representados pela sigla. O evento, organizado pela APOGLBT SP (Associação da Parada do Orgulho GLBT), teve início às 10 horas em frente ao MASP, onde participantes se reuniram e depois, em torno das 12:30 horas, seguiram o desfile de 19 trios elétricos pela avenida, passando pela Rua da Consolação até chegar ao Vale do Anhangabaú aproximadamente às 18:30, onde a parada é tradicionalmente encerrada com um show.

Os maiores destaques da música foram as cantoras Daniela Mercury e Anitta. A apresentação contou com “Paradinha” - além deste sucesso recente ela também cantou "Sim ou Não", "Bang" e "Essa Mina é Louca".

Além disso, durante a parada, quem esteve na Avenida Paulista pode desfrutar de shows mais variados – como o da sertaneja Naiara Azevedo, que estava no mesmo trio de Anitta, Márcia Freire, antiga vocalista da banda Cheiro de Amor, e de Lorena Simpson, na festa intitulada “Chá da Alice”.

Outros famosos também chamaram atenção durante o evento, como Fafá de Belém que desfilou em um dos blocos, a modelo e apresentadora Fernanda Lima – padrinha do evento neste ano – e a atriz Leandra Leal. Esta aproveitou para divulgar o documentário Divinas Divas, primeiro longa que dirigiu e que retrata as artistas travestis pioneiras do Brasil. Outra figura conhecida que prestigiou o evento foi o político Eduardo Suplicy.

A presença de personalidades da sociedade que se engajam em questões de justiça social é presente no Brasil e, acerca do tema, ao redor do mundo também. Citando três exemplos, temos o ator Neil Patrick Harris, o Barney da série de comédia americana How I Met Your Mother (que está disponível no NetFlix); a profissional internacional de poker Vanessa Selbst, e o novo primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar.

A 21ª edição do maior evento do mês do Orgulho LGBT reuniu pessoas de todos os sexos sob as cores do arco-íris, fantasias elaboradas, muita música, dança e animação – há estimativas de que 20% dos participantes sejam turistas, fazendo do

evento uma importante atração para o turismo da cidade de São Paulo. O Observatório de Turismo e Eventos, por sua vez, reportou que quase metade das pessoas são de fora da capital paulista. Destes, O Globo reporta que 3,6% são turistas de fora de Brasil. Hotéis, restaurantes e todo o arcabouço logístico de turismo da cidade lucram bastante com o evento – hotéis, aliás, estavam lotados. O relatório do Observatório diz também que entre 2012 e 2016 o gasto médio dos turistas foi de quatro dígitos: passou de 1,3 mil para 1,5 mil reais.

Nesse sentido, a prefeitura da cidade de São Paulo teria investido cerca de R$ 1,5 milhão para a infraestrutura do evento – o maior do tipo no mundo. Segundo a gestão de João Dória – o qual não acompanhou o evento por conta do aniversário da filha – a quantia investida neste ano foi a mesma quantia da parada anterior.

Postado em 06 de Julho, às 14:52 por Redação Criativa 0 comentários

Quem ganhou e quem perdeu no São João de Amargosa 2017

Perdeu feio a AMBEV que manteve durante anos a exclusividade no comércio de cervejas e refrigerantes no São João e erradamente desistiu de última hora apostando que não teria concorrentes.

Perdeu a oposição local que foi para as redes sociais fazer montagens em fotos para inventar críticas ao São João 2017, com recalque pela perda da eleição.

Perdeu a Coelba pela incompetência de não saber administrar a sua obrigação durante uma festa de grande porte. E merece ser condenada pelos prejuízos causados.

Perdeu a chuva que caiu durante a festa, mas que não tirou a animação dos foliões.

E quem ganhou?

Ganhou a Coca Cola que, realizando uma parceria de sucesso, investiu na festa, embelezando a Praça do Bosque e mostrando competência na distribuição do seu material.

Ganhou a Cerveja Proibida, agora com distribuição local, que realizou a maior parceria regional de sua história, gerando emprego e renda para o povo de Amargosa.

Ganhou a terra que recebeu a chuva durante o São João, para alegrar os agricultores.

Ganhou a cor vermelha, tão perseguida nos últimos quatro anos, quando não podia nem aparecer em uma bandeirola.

Ganhou a Administração Municipal que realizou uma das melhores festas dos últimos anos com apenas cinco meses de gestão.

Ganharam as escolas municipais ocupando a vila no Bosque, com destaque para a Escola Dinorah que homenageou Peu Meurray e abriu o São João de Amargosa no Palco Principal.

Ganhou mais uma vez o turista, pela alegria, determinação e o amor pelo São João de Amargosa.

Ganhou a cidade que mostrou como se faz, senão o maior, mas o MELHOR SÃO JOÃO do Brasil.

E Viva São João!!!... com o pensamento em 2018.

Val de Rita.

Postado em 26 de Junho, às 11:19 por Redação Criativa 0 comentários

Palavras que enaltecem São Miguel das Matas nos seus 126 anos

O visitante se aproxima da cidade e percebe a cidade inteira a seus pés, ao longe, a mais visível e imponente construção, a igreja, dominando uma larga praça, que parece ser o lugar mais amplo de toda a cidade.

Na entrada ou ladeira principal, as arvores oscilam com o vento e são elas que, antes de mais nada recordam ao recém-chegado que está em São Miguel das Matas ou a cidade de uma só família, se bem que muito numerosa.

Ao sentirmos os primeiros passos na cidade, somos inebriados com o cheiro leve da clorofila que vem do verde das suas matas, entorpecido pela humidade opaca do ar, os telhados tomados pelo tempo dão sinais da sua idade e de sua beleza, uma cidade tímida do interior baiano que nos surpreende não apenas pelos predicativos da sua natureza, mas pela afetividade calorosa do seu povo, que afaga seus visitantes como um filho.

Somos comovidos com essa visão, e logo em seguida sentimos repentinamente em terra familiar. A primeira impressão que é tomado um visitante ao tocar em solo Miguelense é a ausência de dinâmica e de modernidade quando comparada a cidade grande, embora o visitante se impressione, por outra qualidade marcante, que é a relação afetiva e calorosa do seu povo, bem como os traços peculiares conservado pela sua riqueza estética da mistura do presente com o pretérito.

São Miguel das Matas, cidade maravilhosa de maravilhas mil, que afaga e acaricia nossos corações com o oxigênio de tuas matas e com a beleza e a alegria do teu povo, tua beleza é manifestada na feição de contentamento dos MIGUELENSE, assim como se senti um amado nos braços da sua bem amada.

Postado em 08 de Junho, às 14:10 por Redação Criativa 0 comentários

Espera castiga a esperança

Cento e vinte dias. Pode até parecer pouco para quem aguarda o dia do casamento, a viagem programada ou até mesmo o dia da sua formatura. Contudo, para quem espera pelo tratamento do câncer é uma eternidade. No Brasil, em média, pacientes diagnosticadas com câncer de mama, através do sistema público, sofrem todo esse tempo para conseguir iniciar a quimioterapia, por exemplo.

Tristemente, cerca da metade das pacientes recebem a confirmação de câncer de mama em estágios já avançados. Associa-se a esse número, que 40% têm atendimento em até um ano para obter o diagnóstico, de acordo com dados do TCU (Tribunal de Contas da União). Havendo a necessidade de cirurgia, a angústia da espera chega a oito meses para realizar o procedimento, desde que não ocorra cancelamento nesse intervalo e a data seja protelada.

A lei 12.732/2012 preconiza que o paciente com neoplasia maligna – câncer – tem direito de se submeter ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), no prazo de até 60 dias, contado do dia que recebeu o diagnóstico. Porém, estatística do Sistema de informações do Câncer (SISCAN) evidencia que apenas 26,6% do total registrado em 2015 iniciaram tratamento dentro do prazo determinado. Entretanto, em contrapartida ao imbróglio da morosidade encontram-se os pacientes, que não têm um minuto sequer a perder.

Um dos mais importantes centros de estudo e tratamento da doença no país, o Instituto Nacional do Câncer (INCA), vive atualmente uma triste realidade, pela qual problemas estruturais atingem diretamente os pacientes que usam os seus serviços. Filas quilométricas para atendimento, macas improvisadas, deficiência nos suprimentos hospitalares e até mesmo falta de manutenção. Atente-se ao fato de que estamos falando da maior referência nacional em oncologia e, desse modo, temos a oportunidade de fazer uma reflexão de como andam os demais serviços Brasil afora. Infelizmente, ao passo que o número de leitos destinados a esses pacientes seguem limitados, com crescimento pífio, o número de diagnosticados cresce exponencialmente.

A rapidez na detecção e no tratamento do câncer é decisiva para a cura do paciente. À medida que o tempo avança, reduzem-se as chances e, por isso, não estamos diante de uma discussão banal. Ajustar a realidade ao que é tido como ideal, há de ser sentido em curto prazo. Uma regulação mais eficiente, pela qual disponha de dados precisos quanto ao estágio da doença; ampliação dos serviços oncológicos, gerando descentralização, são alguns dos exemplos. Assim sendo, a otimização melhora o planejamento, promove um gerenciamento eficaz dos gastos públicos e, principalmente, gera menor tempo para início do tratamento.

O câncer não espera! Tampouco aceita medidas casuísticas para resolver o problema. A responsabilidade sobrecai a toda a sociedade, pois devemos ter clareza de posição e reconhecimento da gravidade. Portanto, usemos até mesmo do ativismo da mídia para expor rotineiramente essas necessidades, de modo que o ser humano seja respeitado e a luta pela vida contra o câncer possa ser de fato a realidade. Enfim, o tempo tem duas caras, se bem aproveitado é um grande aliado, mas do contrário é um grande inimigo.

Postado em 05 de Junho, às 07:45 por Redação Criativa 0 comentários

Reforma Previdenciária, por Fernando Pinho

As tratativas políticas relativas às propostas de mudanças nas regras previdenciárias mais confundem do que esclarecem a população, de modo geral, pois há um número inimaginável de congressistas e senadores, tratando do assunto, que sabem pouco ou nada do mesmo, dada a pouca familiaridade em interpretar números. Há relatos de políticos muito capacitados em finanças, que afirmam ter presenciado casos de colegas assinando documentos que tratam de assuntos relevantes para o país sem lerem a íntegra dos mesmos.

A baixa qualidade dos debates tem sido um fator de repulsa à ideia, independentemente da necessidade ou não da Reforma. Amadorismo puro e irresponsabilidade. Grupos fortíssimos como sindicatos e associações de funcionários públicos têm feito pressão para que as regras da Previdência fiquem como estão, continuando a gerar fortes desequilíbrios nas Contas Públicas e perpetuando injustiças, obrigando o restante da população a continuar financiando indecorosas aposentadorias, em detrimento do conjunto.

O cidadão comum pergunta: será que essa Reforma é realmente necessária? Quais os benefícios reais dessas mudanças para as gerações atuais e futuras? A mesma será suficiente para tornar o sistema autofinanciável? Qual a periodicidade das futuras Reformas?

Os últimos estudos sérios elaborados a respeito do assunto contemplam pesquisas com jovens na faixa de 18 a 30 anos e revelam dados interessantes. Um número expressivo de entrevistados manifesta o desejo de trabalhar por conta própria e contribuir o mínimo possível com a Previdência Estatal, enquanto outros vão evitar o pagamento da referida e optarão por Previdência Complementar. Simplesmente não querem confiar os respectivos futuros ao governo, pois não há mais confiança nos políticos.

Há também jovens que, por estarem tendo um padrão educacional de alto nível, em escolas diferenciadas, não querem compromissos em ficar no Brasil e por isso também não têm interesse em vincular-se ao INSS. Afinal, motivos não faltam para viver em países com futuro já delineado.

Há muitas indagações e poucas respostas plausíveis. O momento demanda serenidade na análise do problema, até porque altas autoridades estão seriamente comprometidas moralmente em falcatruas e, a qualquer momento podem ser retiradas dos respectivos cargos, tornando ainda mais instável a base de apoio político a Temer, duramente conquistada pelo velho sistema do clientelismo político, troca de verbas e cargos por aprovação das Reformas. Prática abjeta que levou o país à situação atual. Portanto, não há ainda motivos concretos para acreditar que uma possível reforma da Previdência possa tornar-se uma alavanca para o pleno desenvolvimento do Brasil, pois a mesma pode não ocorrer.

Em adição aos elementos complicadores, há a forte possibilidade de cassação da chapa Dilma-Temer, o que pode acarretar a antecipação das eleições marcadas para 2018. Dúvidas não faltam. Portanto, máxima atenção ao noticiário visando evitar problemas e aproveitar boas oportunidades de negócios que esses episódios proporcionam.

Sobre Fernando Pinho

Fernando Pinho, 60 anos, natural de Bauru (SP), é economista e consultor financeiro com vivência em importantes mercados nacionais e internacionais. Em suas análises relaciona estatísticas, matemática financeira, ciência política e história econômica para tratar de realidades complexas que impactam no cenário econômico do Brasil e do mundo. Fernando gosta de trabalhar em cenários econômicos amplos, mostrando causas e consequências de como a economia afeta diretamente a vida de todos, considerando diversos assuntos e variáveis, como Geopolítica, Política Partidária, Política Monetária, Política Câmbial, Ideologias Econômicas, Psicologia do Consumidor, fenômenos e aspectos da globalização. Formado em Economia pela ITE – Instituição Toledo de Ensino (Bauru-SP), Fernando é Pós-graduado em Psicologia Econômica pela PUC SP e Mestre em Finanças pela Universidade Mackenzie.

Postado em 29 de Maio, às 10:08 por Redação Criativa 0 comentários

Coluna Banco deve indenizar por "Saidinha Bancária "

Levantamentos da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro apontam que a expansão da “saidinha bancária” ocorre descontroladamente no Brasil. Dados publicados em 2014 demonstram que 62,5% das mortes advindas dos assaltos envolvendo bancos originaram-se desta modalidade de roubo, significando assustador acréscimo de clientes dentre as vítimas.

Essa situação alarmante, segundo as estatísticas, deve-se ao fato de os bancos realizarem baixos investimentos na segurança das agências. Todavia, o Código de Defesa do Consumidor estabelece a relação banco-cliente, a princípio, como típica relação de consumo. Assim, é dever do banco oferecer a devida segurança na prestação dos seus serviços.

E implica em grave violação do direito à segurança do consumidor a omissão de instituição financeira que, mesmo sabedora dos altos riscos da atividade que empreende, não providencia meios a evitar que terceiros tenham acesso visual de valores sacados por clientes. Em tais casos, evidencia-se o chamado “defeito” na prestação do serviço bancário. E a responsabilização civil pelo defeito - que tem como propósito proteger a integridade pessoal e patrimonial do consumidor - determinará para o banco o dever de indenização por danos materiais e morais.

Portanto, se restar demonstrado que o dano à vítima da saidinha bancária ocorreu, necessariamente, por conta da falha na segurança interna da agência, se imporá ao banco o dever de reparação. Ou seja, diante de um caso concreto deve-se indagar: a “saidinha” teria acontecido se o banco tivesse, efetivamente, observado o dever de zelar pela segurança do cliente? Se a resposta for “NÃO”, o banco deverá ser responsabilizado para que indenize o consumidor, pois, constata-se o nexo causal entre a falha bancária e o dano sofrido pela vítima.

Importa informar ainda: na maioria das vezes, mesmo nos casos de saidinhas bancárias consumadas fora das dependências dos estabelecimentos bancários, será possível a responsabilização objetiva dos bancos à indenização pelos danos comprovados.

Resumindo: nos casos de “saidinha bancária”, acontecidos nas circunstâncias aqui narradas, aconselha-se ao consumidor vítima do roubo que consulte um advogado de sua confiança, a fim fazer valer o seu direito, verificando, assim, a possibilidade do imediato ajuizamento de Ação Indenizatória em face do banco envolvido. Afinal, a Justiça é para todos!

Por Dr. Couto de Novaes,

Advogado sócio no Pereira & Couto Advocacia

WhatsApp (71) 9 9205 4489

e-mail: [email protected]

Postado em 14 de Maio, às 21:48 por Redação Criativa 0 comentários

Brasil, 3 anos de recessão econômica por Janguiê Diniz

A maior recessão desde 1948 – quando começa a série histórica de registro. Esse é o retrato da economia brasileira, que recuou 3,6% em 2016 e fez com que o Produto Interno Bruto (PIB) voltasse ao mesmo nível de 2010. A constatação foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e estava dentro das expectativas dos analistas. O Brasil tem retração acumulada de 7,2% em apenas dois anos.

O ciclo de recessão no Brasil começou no segundo trimestre de 2014 e completou, em dezembro de 2016, onze trimestres – ou seja, quase 3 anos -, já tendo alcançado a mesma duração da crise do governo Collor. A queda não foi decorrente de apenas um setor, mas foi consequência de contração em todos os setores - primeira vez que isso aconteceu desde 1996.

Desde 2014, o setor industrial brasileiro registrava queda, entretanto, o setor de serviços continuava crescendo. O ano seguinte, 2015, foi registrado quedas nos setores de serviços e indústria. Já em 2016, a agropecuária teve queda. Esta última sob justificativa de que condições climáticas afetaram a produção de milho, cana e soja, responsáveis por 60% da produção agrícola brasileira.

Entre uma lista de 38 países que divulgaram seus resultados até o momento, o Brasil teve o pior desempenho, segundo o ranking da agência de classificação de risco brasileira Austin Rating. Depois do Brasil, aparecem Grécia e Noruega, que registraram crescimento de 0,3% e 0,6%, respectivamente.

Dizer que voltamos ao PIB registrado em 2010 é como apagar a história do desenvolvimento econômico que o Brasil viveu desde então. Preocupante, também, é o registro do PIB per capita, que caiu 11% desde 2014, em comparação ao crescimento de 0,9% da população ao ano. Isso significa dizer que a população empobreceu, reduzindo o consumo e isso impacta diretamente na economia.

Se o Brasil vai sair da crise? Os especialistas dizem que sim e complementam afirmando que o pior já passou. Entretanto, acredito que ainda há muitos pontos que atrapalham a recuperação de fôlego econômico, principalmente depois desta grave crise pela qual passam os produtores brasileiros de carne, já que o Brasil é o maior exportador do mundo. Os juros ainda estão muito altos, mesmo com o início de redução da taxa Selic; ainda há uma forte restrição ao crédito; e o nível do desemprego continua aumentando.

A crise brasileira é, sem dúvidas, resultado de anos de uma política econômica sem controle. O único fator que pode estimular a retomada consistente do desenvolvimento econômico é o investimento público. Entretanto, avaliando que o governo não tem recursos para investir, as parcerias e concessões público-privadas seriam parte da solução.

A queda da inflação e dos juros, a alta do preço das commodities e o crescimento da confiança dos consumidores e dos empresários vem reforçando que o Brasil pode e irá sair da crise, mas a passos curtos. A liberação do FGTS inativo também pode acelerar a retomada do crescimento. Além disso, as vendas de minério de ferro e petróleo cresceram nos dois primeiros meses do ano, levando a balança comercial brasileira a um patamar confortável. Já a indústria deve aquecer mais por uma necessidade de repor os estoques e o Brasil deve produzir em 2017 um total de 221 milhões de toneladas de grãos, a maior safra da história do país. E isso movimenta toda a cadeia produtiva.

Acompanhando todas as mudanças internas, ainda temos que ficar de olho nas movimentações externas. O presidente americano, Donald Trump, tem adotado políticas protecionistas que podem afetar o mercado de exportação brasileiro.

Porém, é preciso mais. A Lava Jato não pode parar e é preciso pensar em maturar as reformas previdenciária, política, tributária, trabalhista, etc. É preciso fazer o dever de casa internamente, para que a economia e, por consequência, o Brasil volte a ter bons índices de crescimento.

Postado em 29 de Março, às 14:55 por Redação Criativa 0 comentários

Dia da Água: como lidar com a falta do saneamento básico no Brasil?

Avançamos muito pouco no quesito de saneamento e isso é grave, pois são inúmeros os danos que esse cenário pode trazer à população. De acordo com uma pesquisa realizada em 2015 pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, 50,3% dos brasileiros têm acesso à coleta de esgotos e, desse resultado, somente 42% dos esgotos são tratados. Diante desses números, é importante aproveitar o Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, para debater a questão do saneamento básico.

Basta olhar para um dos grandes problemas da saúde pública no momento: a proliferação do mosquito Aedes Aegypti e o consequente aumento desenfreado dos casos de dengue, chikungunya e vírus zika. Isso ocorre porque o esgoto a céu aberto se acumula em poças, que se misturam às águas da chuva e se transformam em novos criadouros para o mosquito.

Uma publicação da Organização Mundial da Saúde (OMS), World Health Organization (WHO), de 2002, trata sobre a redução de riscos e promoção de uma vida saudável, o documento diz que efeitos adversos à saúde estão ligados à ingestão de água insegura associada à higiene inadequada e motivadas pela falta de acesso ao saneamento e gestão inadequada dos recursos e sistemas hídricos, sendo que a diarreia infecciosa é o maior fator de contribuição para carga de doenças associadas à agua, ao saneamento e à higiene. A diarreia infecciosa é responsável por cerca de 4 bilhões de casos a cada ano.

Outras doenças, como a febre tifoide, hepatite A e E, pólio e cólera também são potencialmente causadas pela falta de tratamento da água.

Além das muitas vítimas, o combate a essas doenças também afeta diretamente os cofres públicos, afinal investir em saneamento e prevenir os danos custa bem menos que cuidar de um paciente internado. Já é de conhecimento que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cada dólar gasto com o saneamento básico representa uma economia de US$ 4,3 com a saúde.

Embora seja uma realidade distante de boa parte da população, algumas soluções químicas são extremamente eficazes para minimizar os níveis de contaminação da água e capazes de contribuir diretamente com a qualidade de rios, lagos, represas e lençóis freáticos.

Para auxiliar no tratamento feito tanto por administrações públicas quanto por privadas, empresas nacionais trabalham constantemente no desenvolvimento de sistemas e produtos altamente eficazes e seguros, como o Cloro ideal para desinfecção de águas e esgoto. Soluções a base de cloro já são aplicadas a mais de cem anos, por exemplo, em estações de tratamento e também em indústrias de alimentos e bebidas. É o meio mais eficaz e barato para prevenir doenças, eliminar parasitas, vírus, fungos e bactérias.

Ter água limpa e saneamento básico é mais que um direito, é sinônimo de qualidade de vida e saúde para a população. Por isso, o Dia da Água deve ser visto como uma oportunidade perfeita para chamarmos a atenção do poder público, da sociedade civil e da iniciativa privada para um dos grandes problemas do país que necessita urgente de uma solução.

*Elias Oliveira é gestor institucional da unidade de negócio Sabará Químicos e Ingredientes, pertencente ao Grupo Sabará, empresa que oferece ao mercado soluções integradas para o tratamento de águas industriais e saneamento básico, garantindo há mais de  60 anos o fornecimento de produtos, equipamentos, assistência técnica e prestação de serviços para a desinfecção de águas em diversos processos industriais.

Postado em 22 de Março, às 06:51 por Redação Criativa 0 comentários

Serviços e refinanciamento da Dívida representam 62,3% do Total de Gastos do Governo Federal

Segundo dados coletados no site do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União, (www.portaltransparencia.gov.br), relativo aos gastos diretos do Governo Federal em 2016 os mesmos totalizaram R$ 1,654 trilhões, deste total R$ 1,030 trilhões, ou seja, 62,3% foram gastos com Refinanciamento da Divida Interna, Serviços da Divida Interna (Juros e Amortização) e com Serviços da Divida Externa (Juros e Amortização).

Outro gasto significativo no valor de 136,471 bilhões é o do Programa Operações Especiais (Outros Encargos Especiais), para só ai aparecer os gastos com a Previdência de Inativos e Pensionistas da União com gastos em 2016 no valor de 75,662 bilhões que representa 4,6% do total de gastos do Governo Federal em 2016.

Postado em 16 de Março, às 15:56 por Redação Criativa 0 comentários

Qual o tamanho real da crise econômica em Amargosa?

Independente do que a grande mídia noticia sobre a grave crise econômica que atravessa o Brasil, seria grave falta de conhecimento generalizá-la e não entender que alguns municípios conseguem ter uma economia local sustentável. E que muitos deles vem atravessando o momento atual com resultados significativos. Em 2016, o município de Juazeiro gerou 1.774 novos empregos enquanto o município de Lauro de Freitas, no mesmo período, teve 14.100 desempregados.

No caso específico de Amargosa, que em 2016 bateu recorde com 555 novos desempregos, neste ano apresenta um dado novo com o aumento da arrecadação de impostos pelo Governo do Estado da Bahia em 2017. Segundo a Secretaria da Fazenda, nos meses de janeiro e fevereiro de 2017, quando comparado com o mesmo período em 2016, os comerciantes de Amargosa pagaram mais 36,6% dos impostos ICMS, IPVA, ITD e outras taxas, em relação ao ano anterior, enquanto em todo o Estado o aumento foi de apenas 2,6%.

A chegada da Fábrica de Sapatos Ferracini e a reabertura do Frigorífico (atualmente da JBS) devem equilibrar parte do desemprego de 735 trabalhadores dos últimos dois anos, mas é importante considerar que estas duas ações não são bastantes para fazer a economia de Amargosa retornar ao seu apogeu com relação a geração de emprego dos anos de 2008 a 2011.

Independente de saber que no ano de 2016 os programas Bolsa Família e o BPC – Beneficio de Prestação Continuada injetaram na economia de Amargosa aproximadamente R$ 27.800.000,00, precisamos ter os olhos voltados ao crescimento sustentável através da Agricultura, principalmente a familiar, da modernização do comércio, do fortalecimento da UFRB, da UAB e do CETEP, dos investimentos públicos da Prefeitura e mais ainda pela valorização na aquisição dos produtos locais.

Um exemplo simples com resultados expressivos na economia local diz respeito ao Laticínio Nova Vista, que produz uma grande variedade de queijos de excelente qualidade, que tanto absorveu a oferta da produção de leite local, como gerou novos empregos no município.

O que falta a população de Amargosa, então, é entender como funciona a “roda” da economia local e começar a consumir os produtos produzidos na cidade e valorizar o comércio local para fortalecê-lo, só assim novos empregos serão gerados e se melhorará a vida dos amargosenses.

Postado em 16 de Março, às 15:14 por Redação Criativa 0 comentários

Especialista dá dicas para saque de contas inativas

Teve início, na última sexta-feira (10), a liberação para saque de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para beneficiários nascidos nos meses de janeiro e fevereiro. A ação do Governo Federal, por meio de Medida Provisória (MP 763/2016), busca injetar recursos financeiros na economia do país, contemplando trabalhadores que têm saldo em uma conta inativa até 31 de dezembro de 2015, seja por dispensa ou demissão por justa causa. A iniciativa permitirá que 30,2 milhões de pessoas tenham acesso a R$ 43,6 bilhões, até a data-limite de 31 de julho.

Uma grande preocupação dos brasileiros se deve ao fato de muitos empregadores não terem efetivado o recolhimento do FGTS. Segundo o Juiz do Trabalho e professor do Centro Preparatório Jurídico (CPJUR), especialista em Direito do Trabalho, Maurício Pereira Simões, o empregador é obrigado a depositar 8% do salário em uma conta do FGTS, em nome do funcionário. Em caso de não cumprimento da lei, são possíveis duas saídas: Entrar em contato com a empresa e solicitar o depósito imediato dos valores devidos, com acréscimo de juros e multa, ou acionar a Justiça do Trabalho, respeitando o prazo de dois anos da data da dispensa.

“Hoje, vale bastante a pena a efetuação do saque imediato, pois os rendimentos do FGTS estão abaixo de indicadores importantes como a taxa de inflação e a poupança”, alerta Simões. Ele frisa, ainda, a necessidade de atenção e acompanhamento das datas para saque, pois não será possível efetuá-lo após os prazos estabelecidos pelo governo. Mesmo pessoas que residem fora do país podem executar o saque, mediante ao comparecimento ao consulado brasileiro.

O especialista destaca, ainda, que a previsão de liberação de saque de contas inativas não é uma medida recente. Ela já estava contemplada na Lei do FGTS (nº 8.036/90), para casos específicos de pessoas que estão fora do mercado de trabalho há, no mínimo, três anos e outros como aposentadoria, doenças crônicas, financiamento imobiliário e falecimento de ente, após cumprimento dos requisitos necessários.

Outra dica do jurista refere-se à consulta do saldo de contas inativas. “É possível obter a informação no site oficial da Caixa Econômica Federal, mas é preciso atenção, pois, infelizmente, já foram criados diversos acessos falsos para coletar informações com o intuito de gerar prejuízos financeiros”, ressalta.

Outro problema frequente são casos de trabalhadores com mais de um cadastro no PIS. “Há dez, quinze anos, as pessoas tiravam uma nova carteira de trabalho e acabavam sendo cadastradas novamente pelo empregador. Vale verificar e regularizar na Caixa e evitar dificuldades na hora de sacar o recurso”, diz.

Postado em 14 de Março, às 07:56 por Redação Criativa 0 comentários

Declaração do Imposto de Renda 2017 segue até 28 abril

Não é por acaso que a imagem de um leão é associada ao Imposto de Renda. A “mordida do felino”, também conhecida pela expressão “cair na malha fina”, é temida pela grande maioria dos brasileiros que até 28 de abril terão que entregar à Receita Federal a declaração do Imposto de Renda 2017, referente aos ganhos de 2016.

“Para calcular quanto o trabalhador deve pagar de imposto, a Receita soma os rendimentos que ele teve e desconta uma parte de seus gastos, as chamadas ‘deduções’. O valor final é apresentado em uma tabela, que determina a porcentagem de imposto sobre a renda que ele deve pagar”, esclarece a contadora Sonildes Alves, diretora da W/asa Assessoria Contábil e Escritório Virtual, de Salvador.

Deve declarar o imposto quem recebeu um rendimento tributável anual maior do que R$ 28 mil, ou seja, pessoas que recebiam uma média de salário maior do que R$ 2 mil reais. Também devem declarar os que tiveram rendimentos não tributáveis acima de R$ 40 mil. Esses rendimentos são aqueles em que o lucro é líquido, ou seja, o contribuinte não precisa pagar nenhum imposto ao governo sobre esse dinheiro ganho. O microempreendedor individual (MEI) também deve declarar Imposto de Renda, caso se encaixe nas situações que obrigam o envio.

Antecipação – A diretora da W/ASA, Sonildes Alves, ressalta que quanto mais cedo declarar, com mais brevidade o contribuinte com direito a restituição será reembolsado. “Quando a declaração é feita no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, o contribuinte recebe mais cedo as restituições do Imposto de Renda”, afirma. Quem erra ou se esquece de informar algum dado na declaração pode fazer uma correção.

Idosos, portadores de doenças graves e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Os valores normalmente começam a ser pagos em junho de cada ano pelo governo e seguem até dezembro, geralmente em sete lotes. “Caso a Receita veja que o contribuinte pagou menos imposto do que deveria, ele vai precisar pagar mais. O valor será informado no fim do preenchimento da declaração e o pagamento pode ser feito por DARF ou por débito automático”, informa a contadora.

Por que contratar um contador? Apesar dos avanços da Receita Federal no sentido de facilitar o processo para que o próprio contribuinte preencha sua declaração anual, este preenchimento costuma gerar diversas dúvidas, tanto sobre o que deve ser declarado, quanto sobre a forma correta de fazê-lo. As dúvidas são mais frequentes em casos de alienação ou aquisição de bens durante o ano, resgate de aplicações no mercado financeiro ou em fundos de previdência e movimentações financeiras no exterior, entre outras situações. Neste momento, a experiência de um bom contador é de muito valor, pois facilita e dá segurança ao processo.

Além disso, em decorrência do preenchimento incompleto ou errado da declaração, principalmente em situações mais complexas, como aquelas que envolvem diferentes fontes de renda, muitos dependentes ou aplicações financeiras, o contribuinte pode acabar caindo na “malha fina” apenas por falta de conhecimento e não necessariamente pela intenção de burlar o fisco. Neste caso também a segurança de uma assessoria contábil pode fazer a diferença.

Pode não ser tão simples escolher o modelo ideal de declaração, se o simples ou o completo, ou qual a melhor alternativa entre apresentar a declaração dos cônjuges e dependentes em conjunto ou separado. O impacto dessas escolhas no valor a pagar ou a ser restituído pelo fisco é grande e por isso “é melhor não arriscar. Contar com o auxílio de um contador para o Imposto de Renda em virtude do conhecimento desse profissional acerca das particularidades de cada situação aumenta a segurança do contribuinte”, explica Sonildes Alves.

A especialista, que preenche dezenas de declarações anualmente há cerca de 25 anos alerta que a não declaração de valores é considerada crime, punível com multa e detenção de até dois anos em regime fechado. Além disso, ressalta, a veracidade dos dados informados não é de responsabilidade do Contador. “Nós orientamos pessoas a respeito da forma correta de preencher a declaração, mas a veracidade das informações que nos são confiadas é responsabilidade do contribuinte”, conclui.

Postado em 13 de Março, às 14:54 por Redação Criativa 0 comentários

6 situações que proporcionam estabilidade aos trabalhadores

Em época de demissões crescentes, a estabilidade se torna uma preocupação muito grande para os trabalhadores, contudo, por mais que se busque se dedicar ao máximo ao trabalho, não há uma garantia sobre a manutenção dos empregos, a não ser em situações estabelecidas pela legislação trabalhista.

Assim, é importante entender quando o trabalhador adquire os direitos à estabilidade, em questões cotidianas. Contudo, é importante frisar que não foram consideradas situações que envolvem eleições sindicais e outras correlatas, sendo tratados apenas casos comuns a todos os trabalhadores de todos os tipos de empresas.

Estabilidade pré-aposentadoria - Quando o trabalhador está perto de aposentar, seja integral ou proporcional, desde que haja previsão nesse sentido nas normas coletivas da categoria, ele conquista “estabilidade pré-aposentadoria”, ou seja, no período fixado na norma (que costuma ser de 12 ou 24 meses anteriores à aposentadoria) ele não pode ser dispensado sem justa causa.

Estabilidade pré-dissídio - Muitas categorias asseguram estabilidade de 30 dias antes da data base da convenção coletiva a seus filiados. Com base na legislação que aponta que: “O empregado dispensado, sem justa causa, no período de 30 (trinta) dias que antecede a data de sua correção salarial, terá direito à indenização adicional equivalente a um salário mensal, seja ele optante ou não pelo FGTS". Portanto 30 dias antes da data base de dissídio, se algum funcionário for dispensado sem justa causa, caberá uma multa por estabilidade de dissídio. Devido a nova Lei do Aviso Prévio, que a cada 1 ano trabalhado acrescenta-se 3 dias por ano, a data de início da estabilidade será variável dependendo do tempo de trabalho do empregado na empresa.

Acidente de trabalho - O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo prazo mínimo de 12 meses, a manutenção do seu contrato de trabalho na empresa. A estabilidade para esse caso começa a partir do término do auxílio-doença concedido ao empregado que sofreu acidente de trabalho. Para ter direito à estabilidade de doze meses é necessário que o afastamento por motivo de acidente seja superior a quinze dias (se for menor não há direito ao beneficio, pois nesse caso os dias que ficou sem trabalhar serão pagos pelo empregador) e o empregado acidentado tem, obrigatoriamente, que dar entrada ao pedido de auxílio-doença junto ao INSS. Se ele simplesmente deixar de trabalhar por mais de quinze dias e não dar entrada no benefício não terá direito à estabilidade. Caso o empregado contraia alguma doença profissional e for comprovado que essa doença decorreu da atividade que desempenhava também terá direito ao benefício.

Gestação – é proibida a dispensa sem justa causa da trabalhadora gestante, desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Se o empregador dispensar sem ter conhecimento da gravidez, terá de reintegrar ao trabalho ou pagar a indenização decorrente da estabilidade em caso de demissão. E a gestante só pode voltar ao trabalho se a demissão ocorrer durante o período de estabilidade. Caso entre com uma ação trabalhista e a sentença do juiz se dê após o período de estabilidade, só será possível obter a indenização (pagamento de salários e demais direitos que receberia se estivesse trabalhando). Como são cinco meses de estabilidade, então teria direito a receber o valor do salário mais direitos multiplicados por cinco. A empregada que ficar grávida durante o contrato de experiência ou durante contrato determinado também terá direito a estabilidade.

Estabilidade por aborto involuntário - Se a gestante sofrer aborto, se tem entendido a estabilidade fica prejudicada. Tal entendimento se fundamenta no fato da Constituição garantir a proteção da maternidade e da infância através da estabilidade, em ocorrendo o aborto espontâneo a empregada gozo apenas de duas semanas de repouso.

Documento coletivo da categoria - O direito à estabilidade pode ser garantido em cláusula no documento coletivo da categoria, como criar garantia de emprego para outros casos (estabilidade para quem está para se aposentar, por exemplo) e ainda aumentar o prazo da estabilidade.

Gilberto de Jesus da Rocha Bento Júnior é advogado, contabilista e sócio da Bento Jr. Advogados. Especializado em direito tributário, direito empresarial, direito processual, empreendedorismo e direito constitucional.

Postado em 25 de Fevereiro, às 10:09 por Redação Criativa 0 comentários

Fuga de Capitais e Intelectos, por Fernando Pinho

Cansadas das mazelas sofridas desde o malfadado Plano Collor, muitas famílias à época começaram a planejar-se para viver em países com perspectiva de futuro mais promissor. Iniciaram o processo buscando obter cidadania norte-americana ou europeia. Em seguida, encaminharam os filhos, ainda pequenos, para estudarem em escolas de nível básico com currículos bilíngues, a fim de prepará-los para viver expatriados desde a tenra idade e criar pessoas com visão global do mundo dos negócios e de outros aspectos da vida em geral, de maneira que pudessem prosperar onde desejassem viver. Os chefes de família começaram a esforçar-se para rapidamente obter fluência nos idiomas estrangeiros mais utilizados, como o inglês, francês, alemão, espanhol e, mais recentemente, o mandarim. Após os filhos terem acabado os cursos básicos, enviaram-nos para fazer os cursos secundários no exterior, com vistas a lá continuarem para concluir os cursos superiores. Enquanto isso, muitos pais obtiveram qualificação acadêmica de alto nível (mestrados, doutorados etc), visando mais facilmente obterem vistos de trabalho nos países para onde iriam se mudar. Concomitantemente, com a ajuda de advogados especializados e consultores de bancos internacionais, inteiraram-se do modo de vida e legislação desses países. Aproveitando os momentos de euforia financeira no Brasil, quando o preço dos imóveis sobe de maneira exorbitante, venderam-nos, com o propósito de criar liquidez e aguardar os momentos mais adequados para comprar moedas fortes a preços baixos, visando enviar para o exterior.

Na atualidade, na convivência permanente com alunos que frequentam escolas de idiomas, visando aprender mais um ou simplesmente para manter a fluência em algum já dominado, é impressionante a constatação do número de famílias inteiras que estão preparando-se para ir definitivamente para um país desenvolvido, como: EUA França, Portugal, Reino Unido (apesar do Brexit), Espanha, Itália, Suíça, Bélgica e Luxemburgo. O pleno domínio de idiomas estrangeiros é sempre uma ferramenta muito importante em qualquer fase da vida, pois quem é poliglota tem um grau de mobilidade incomparável, em situações de risco político e econômico elevado, como no Brasil presente. Que o digam, também, as milhares de famílias da Venezuela e Argentina, que abandonaram às pressas suas pátrias, em direção a "portos seguros".

Também o Panamá tem recebido muitos expatriados, pois tem estrutura política estável, economia equilibrada, boa qualidade de vida e também por ser administrado sob a ótica capitalista, além de oferecer cidadania a residentes e regime fiscal muito diferenciado dos demais países vizinhos. Se nos movimentos imigratórios anteriores, as pessoas que deixavam o Brasil, tinham alguma esperança de voltar um dia, na atualidade, isso já não ocorre. Desfazem-se de todos os seus bens domésticos e muitas chegam a abdicar da cidadania brasileira, num movimento radical de cortar os laços definitivamente. Não querem esperar mais 30 ou 40 anos, se tudo der certo, para que o Brasil transforme-se ao menos num país de segundo mundo. É lamentável para um país que carece de tudo, que empresários, médicos, dentistas, advogados, psicólogos, economistas, professores universitários, cientistas, jornalistas e muitos outros profissionais de alto calibre intelectual tenham que deixar o país, para viver dignamente.

Postado em 24 de Fevereiro, às 10:08 por Redação Criativa 0 comentários

Tecnologias emergentes impactam setor de educação em 2017

Introduzir métodos para trabalhar as habilidades socioemocionais e desenvolver a capacidade cognitiva dos jovens nas escolas é um dos maiores desafios da educação no país, segundo o estudo “As Perspectivas Tecnológicas para o Ensino Fundamental e Médio Brasileiro”, do NMC Horizont Report, entidade que examina as tecnologias emergentes e seu potencial de impacto e de uso para o ensino, aprendizagem e investigação criativa em escolas. O levantamento mostra que as tecnologias emergentes têm potencial para impactar o ensino no Brasil até 2017 e se tornarem a maior tendência do mercado educacional.

As escolas perceberam as mudanças de perspectivas e, a cada dia mais, estudam a implantação de ambientes colaborativos e meios de aprendizagem interativos. Por meio de métodos que ensinam linguagens de programação e o desenvolvimento do pensamento computacional, o jovem aprende desde cedo a resolver problemas usando a tecnologia a seu favor, seja programando computadores, robôs, dispositivos eletrônicos e IoT (Internet of Things). 

Essa concepção, embora recente no Brasil, já é bastante difundida em países com os melhores índices na qualidade do ensino no mundo. A alfabetização computacional, integrada ao currículo escolar, tem trazido uma série de desdobramentos positivos em características fundamentais para o futuro profissional e na vida do aluno, tornando-os mais proativos, criativos, resilientes, autoconfiantes, entre outra série de características positivas. Na Finlândia, por exemplo, até a estrutura curricular foi alterada, integrando as disciplinas e conteúdos em projetos.

Junto a esse debate e boas práticas em nível mundial envolvendo os novos modelos de aprendizagem, no Brasil vem a reforma do ensino médio, que se tornou pauta com a Medida Provisória aprovada pela Câmara e encaminhada ao Senado. Além de instituir a necessidade do desenvolvimento das habilidades socioemocionais dos estudantes, a MP estabelece uma meta de ampliação da carga horária para mil e quatrocentas horas anuais em todas as escolas do ensino médio. Atualmente, os jovens dedicam 800 horas aos estudos por ano. Ou seja, as escolas terão novos desafios e precisarão ser inovadoras na formatação e entrega do conteúdo. 

Por isso, está na mão das escolas direcionar os esforços em novas formas de se educar, assim como os pais, acompanhar essa evolução. Investir em novas formatos de aprendizado vai ao encontro do que precisamos para o aperfeiçoamento de nossas crianças e jovens, para que cresçam com as melhores ferramentas e possibilitem a melhora do ensino, na formação do caráter e o progresso de nosso país.

Postado em 08 de Fevereiro, às 10:04 por Redação Criativa 0 comentários

O carnaval só serve para vender cerveja

Parece uma afirmação pouco apurada: “há o turismo” dirão alguns, “ há os vendedores” dirão outros e é exatamente aí a certeza que o Carnaval é ruim para o varejo.

Pesquisa por amostragem feita pelo Instituto Solução Varejo/FDCLESP em cinco regiões do Estado em que a entidade possui Câmaras de Dirigentes Lojistas, contrapostas com índices de comércio consolidados no IBGE, dados demonstrativos do Banco Central, acrescidos dos dados consolidados com a geografia territorial- meio predominante da atividade da região e expectativa econômica do varejo - conclui a mesma intenção de queda que se aferiu no acumulado de 2016 (-5%) se manterá nas vendas do Carnaval do comércio. A pesquisa denuncia que as vendas no varejo tendem a ficar estáveis nas regiões do litoral e manter uma tendência de queda nas regiões do interior em que tradicionalmente não há incentivo público ao Carnaval.

Em cidades litorâneas o fluxo de turistas não anima o comerciante, segundo a pesquisa, o varejo local é invadido pelo comercio informal e a maioria das vendas durante as festas resume-se à alimentos, principalmente bebidas. Para o comércio de bens duráveis e lojas de rua, em três das regiões pesquisadas, o carnaval é sinônimo de aumento de custos e queda nas vendas. Também se aferiu que nesse período há uma inversão bastante grande dos hábitos de consumo, os horários de movimento se alteram e a maioria dos lojistas não acompanha a mudança, restando aos ambulantes e àqueles que possuem comércio sem ponto fixo a maior fatia do mercado.

Nas regiões mais industriais e metropolitanas o comércio local percebe a fuga do consumidor para outros destinos. Cidades turísticas possuem uma dinâmica de consumo à parte, mas os lojistas acreditam que haverá uma queda no ticket médio de consumo.

O pequeno comerciante perde dinheiro, o nano comerciante regular - àquele inscrito como microempreendedor individual - percebe um aumento brutal na concorrência com os ambulantes ilegais e assim vamos: pulando carnaval e aumentando o prejuízo.

Postado em 06 de Fevereiro, às 15:23 por Redação Criativa 0 comentários

Baiano traz dicas matadoras para deixar qualquer pessoa mais feliz

Sem motivos para ser feliz! Duas dicas matadoras para deixar qualquer pessoa ainda mais feliz, pelo baiano Miguel Augusto Mar.

Um simples sorriso pode fazer diferença no seu dia? Vejo muitas pessoas dizendo que não possuem motivos para sorrir. Quero aqui compartilhar com vc uma história de uma pequena criança, muito esperta, espontânea e feliz. Confiram o que ela te convida a fazer e como a PNL e o Coaching podem te ajudar a ter mais qualidade de vida.

Veja Abaixo:

Postado em 23 de Dezembro, às 22:20 por Redação Criativa 0 comentários

10 dicas para deixar a sua navegação na internet mais segura

O fim do ano é o período em que muitos brasileiros vão às compras, mas também é a época em que os bandidos cibernéticos preparam armadilhas para praticar crimes. A professora Michele Bazana, coordenadora do curso de Engenharia de Computação da Faculdade de Tecnologia Termomecanica – FTT, preparou algumas dicas de segurança na internet que podem evitar dores de cabeça nesta época do ano.

“Além das nossas preferências de conexão e lixos eletrônicos, o nosso computador armazena senhas de acesso à portais e bancos eletrônicos, dados como RG, CPF e endereço residencial e tantas outras informações pessoais, tornando a vida privada mais pública do que nunca”, alerta. Mas, segundo Bazana, nenhum sistema de proteção será eficiente o bastante se a conduta do usuário no ambiente virtual não for responsável.

Confira as dicas da coordenadora para se prevenir dos ataques virtuais:

1 Crie senhas com caracteres especiais. Sempre uma combinação de letras e números;

2 Utilize um antivírus e o atualize com frequência para diminuir a vulnerabilidade;

3 H​abilite o firewall – software que filtra o tráfego malicioso da internet impedindo que estranhos acessem sua máquina, como hackers e vírus;

4 Evite abrir e-mails de remetentes desconhecidos que em sua maioria encobrem arquivos do tipo espião, cuja característica é vasculhar sua máquina;

5 Redes sociais: cuidado com as informações que compartilha e com as solicitações de amizade que aceita. Desconhecidos podem ter acesso a informações muito pessoais.

6 Ao acessar um site para fazer transações financeiras, verifique se o endereço contém o “S” após a sequência de letras “http” (ex: https://endereço). Se houver, significa que o site tem um protocolo de segurança.

7 Utilize bloqueios de segurança no aparelho móvel. Aqueles padrões de desbloqueio que você precisa ligar os pontos na tela são muito previsíveis. Na internet é possível encontrar inúmeras pesquisas que revelam os “desenhos” mais utilizados para bloqueio.

8 Um tipo de crime chamado de ransomware, uma forma de extorsão por meio de sequestro de dados, tem se tornado muito comum. O vírus é instalado no momento em que a vítima faz o download de um navegador e permite que o hacker roube todos os arquivos do computador. Após o roubo, o bandido entra em contato para pedir o resgate.

9 Evite o acesso a bancos em rede wi-fi pública ou abertas e, antes de se conectar a uma rede deste tipo, certifique-se que seu aparelho está configurado para usar uma conexão segura. É importante desabilitar a função de wi-fi automática.

10 Por fim, o endereço https://haveibeenpwned.com/ pode te ajudar a descobrir se a sua conta já foi exposta. Digite o seu e-mail e, dependendo do diagnóstico, troque a sua senha imediatamente.

Postado em 08 de Dezembro, às 10:31 por Redação Criativa 0 comentários

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